Crítica: The Hunger Games A Revolta – Parte 1

E a saga continua. Outro filme de Hunger Games, que apesar de encher os cinemas ainda não me convenceu em nada. Em cada filme a minha consideração pela história desce drasticamente. Neste quarto temos o seguimento do “Hunger Games Em Chamas” a luta de Katniss contra a Capital continua igual, e de filme para filme não existe evolução nenhuma.

The Hunger Games: A Revolta – Parte 1 ou em título original The Hunger Games: Mockingjay  – Part 1 é um filme de 2014, realizado por Francis Lawrence, com as participações de Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth nos principais papéis. Sinopse: O fenómeno mundial de «Os Jogos da Fome» continua a incendiar o mundo com «The Hunger Games: A Revolta – Parte 1», onde encontramos Katniss Everdeen no Distrito 13, depois de estilhaçar literalmente os jogos para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin e o conselho dos seus amigos de confiança, Katniss estende as suas asas ao lutar para salvar Peeta e uma nação comovida pela sua coragem. (Fonte: Cinema Gate).

E a saga continua. Outro filme de Hunger Games, que apesar de encher os cinemas ainda não me convenceu em nada. Em cada filme a minha consideração pela história desce drasticamente. Neste quarto temos o seguimento do “Hunger Games Em Chamas” a luta de Katniss contra a Capital continua igual, e de filme para filme não existe evolução nenhuma. Em “A Revolta – Parte 1” um grupo de rebeldes juntam-se, e pretendem que Katniss (Jennifer Lawrence) seja a cara da revolta. Isso mesmo. Provocações do lado da Capital e provocações do lado dos rebeldes e pronto nada de extraordinário acontece. Quer dizer acontece, a heroína lança uma seta e a mesma é capaz de destruir um avião. Como? Não sei, mas acontece. Sinceramente nem sei porque dividiram este último filme em duas partes. Apenas comércio obviamente. Foram duas horas de drama, de palavras não ditas e ações não feitas.

Jennifer Lawrence continua na liderança do papel que lhe deu fama, e já é das jovens mais bem pagas devido ao seu sucesso neste filme. Donald Sutherland está bem como vilão, não jogando à toa os dados contra o protesto. Philip Seymour Hoffman, falecido o ano passado, ainda conseguiu gravar a maioria das suas cenas. Não influenciando a história principal. Da Julianne Moore esperava-se mais. Concluindo este é um filme que aborda o marketing de uma revolução, numa campanha que pretende influenciar as pessoas a aderir ao manifesto. Não emociona, não cativa, não surpreende. É muito morno. Só para fãs é que aconselho. O Blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Autor: beautifuldreams

Licenciada em Ciências da Comunicação, adoro escrever e ler. Sou lontra de sofá, amante de filmes e séries televisivas, vejo tudo o que posso. Aprendiz de geek, vivo num mundo de fantasia. Adoro a vida e ainda há tanto para descobrir.

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