Séries

Séries que ando a ver – Parte 2

Neste post vou fazer um update sobre as séries que ando a ver ultimamente. Saem umas, entram logo outras. Nesta lista excluí os animes, entretanto depois também posso fazer um post sobre esse tema. Também aqui só estão as séries que de momento está no ar a temporada, ou então as que eu estou a seguir e que já terminaram.

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The Walking Dead – Já sigo há imenso tempo esta série e não é agora que vou parar. Aliás já me afeiçoei às personagens e não é agora que as vou largar. A história ainda consegue ser interessante, apesar de não concordar com muitas das decisões. Pobre Carl.

The Originals – Esta é recente, ainda só comecei a vê-la há uma semana. O spin-off de Os Diários do Vampiro, mantém o mesmo carácter sobrenatural, mas não tão adolescente. Soube que vai terminar este ano, mas ainda tenho muito para ver antes de aí chegar.

Once Upon a Time – Na minha opinião esta série já deu tudo o que tinha para dar. Nada de novo tem surgido nesta nova temporada. A maioria das personagens saíram e entraram outras novas. Ainda a continuo a ver porque tem aquele carácter de fantasia e é da autoria da Disney.

Anatomia de Grey – O meu guilty pleasure de fim-de-semana. Mesmo após anos a ver esta série, ainda consegue fascinar-me. O elenco não é tão forte como o das primeiras temporadas, mas lá se mantém.

Empire –  Comecei a seguir esta série nas férias do ano passado. Ultimamente não tem dado uma para a caixa. A narrativa dos episódios é cansativa e as personagens com histórias desinteressantes. Espero que termine nesta temporada. O que vale é a banda sonora que continua cinco estrelas.

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Narcos – Segui as duas temporadas anteriores, mas esta está a demorar mais a arrancar. Como os episódios são demoradas, por vezes é difícil conciliar o tempo. A história baseada em eventos reais é fantástica e até conseguem uma qualidade cinematográfica em cada episódio. A não perder.

This is Us – Adoro dramas familiares, mas This is Us não é uma série comum. Consegue por os nossos sentimentos à flor da pele. Acreditem quando vos digo que passo o episódio inteiro com lágrimas nos olhos. Aguardo sempre todas as semanas por um episódio novo.

Supernatural – Estes dois já passaram por tudo e eu estive sempre a acompanhar os bons e maus momentos durante estes anos todos. A série ainda se mantém muito devido aos fãs, mas os argumentistas fazem um bom trabalho com a qualidade dos guiões.

Gotham – Confesso que já começo a ficar cansada desta série. A história demasiadamente apressada e vilões aos molhos, danifica a qualidade da narrativa. Ainda continuo porque estamos a falar do Batman. Tenho cá para mim que não vai durar muito mais.

Rescue Me – Esta série já terminou. Comecei a vê-la porque lembro-me de assistir a alguns episódios na televisão e gostar. Contudo como não é muito popular, apesar das sete temporadas que teve só consigo vê-la online e nem sempre é fácil encontra-la. Por isso estou atrasada, já que comecei a vê-la há um ano.

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Sabrina a Bruxinha Adolescente – Esta série de 20 minutos é a minha felicidade antes de ir dormir. Um episódio de Sabrina anima o dia por mais crappy que tenha sido. Vi isto em miúda, mas a qualidade mantém-se. Adoro as piadas do gato Salem e o humor maduro da protagonista.

Ficheiros Secretos – Esta série vão assistindo quando posso. É um tapa-buracos, posso assim dizer. Quando não tenho nada para ver assisto a um episódio de X-Files, já que os episódios não seguem uma história linear, mas sim casos diferentes. Se continuam a fazer mais temporadas, por este andar nunca mais termino.

Dois Homens e Meio – Uma série de comédia que também gosto muito. Como estou naquela parte em que saiu o Charlie Sheen tem sido um pouco complicado de arrancar. Fiz uma pausa para começar um anime, e ainda não arranquei. Mas este ano tenho de terminar.

 

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Crítica

Noiva em Fuga

Título: Runaway Bride
Ano: 1999
Realização: Garry Marshall
Interpretes: Julia Roberts, Richard Gere, Joan Cusack…
Sinopse:Um jornalista é atribuído uma reportagem sobre uma mulher que tem o hábito de deixar os homens no altar.

Ai (suspiro). Estes filmes puros e simples são do melhor para o coração. Já sabemos que no final o casal principal vai ficar junto, só não sabemos como. Julia Roberts e Richard Gere eram dos casais favoritos de Hollywood, depois de “Pretty Woman” (shame on me que ainda não vi) eram sempre os escolhidos para par romântico. A química entre os atores era genuína e apesar de nunca passar para a vida real o romance, quase que parecia no ecrã. Um dos filmes que também marcou a década de 90 foi “Noiva em Fuga“. Este filme quase podia ter sido inspirado na própria vida da atriz Julia Roberts que três dias antes do seu casamento do o ator Kiefer Sutherland cancelou tudo.

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Esta comédia romântica não apresenta nada de novo. Homem conhece mulher, que nada tem haver um com o outro, mas inevitavelmente começam a apaixonarem-se. Só que ela tem um problema, não consegue levar um relacionamento a sério e abandona os noivos no altar. Mas será que este casal está destinado a ficar junto? “Noiva em Fuga” é um filme de domingo que é só mesmo para estar no sofá e nos deixar levar pela história. O argumento simples mas bem escrito é o ingrediente desta obra que nos faz acreditar que o amor está no local onde menos esperamos. Concluindo este é um filme esperançoso, previsível mas que consome bem o nosso tempo, ao vermos Julia Roberts e Richard Gere a partilhar o ecrã. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Kingsman: O Círculo Dourado

Título: Kingsman: The Golden Circle
Ano: 2017
Realização: Matthew Vaughn
Interpretes: Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong…
Sinopse: Quando o seu quartel é destruído, a viagem dos Kingsman levam-nos até aos Estados Unidos, onde descobrem uma nova organização. Estas duas agências secretas de elite tem de se juntar para eliminar um inimigo em comum.

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Os espiões mais cavalheiros de Londres voltaram para um segundo filme. A continuação de “Kingsman” segue com uma reviravolta surpreendente, da qual não concordo nada. Mas sem dúvida que esta saga não tem medo de avançar e talvez por isso consiga distanciar-se dos outros filmes de espionagem. O final da agência britânica trouxe graves percussões, quando um novo vilão surge. Os “Kingsman” terão de pedir ajuda aos “Statesman” nos Estados Unidos da América para juntos derrotarem um mal maior. A narrativa consegue ainda surpreender, a vilã Poppy (Julianne Moore) não consegue ser tão excepcional como a personagem de Samuel L. Jackson, mas apresenta um carisma especial só dela. Louca e descabida é possível amá-la e odiá-la ao mesmo tempo. Outras novas personagens surgem é o caso de Tequilla (Channing Tatum), Ginger (Halle Berry), Whiskey (Pedro Pascal) e Champ (Jeff Bridges). Os atores conseguiram criar um desenvolvimento entusiasmante às suas personagens.

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Para quem viu o filme anterior, sabe que Harry, personagem de Colin Firth foi assassinada, durante o terrível assalto à igreja no filme anterior. Contudo nesta continuação ele volta para ser o tutor de Egsy. Isso tudo será explicado durante o filme. Ação com requinte, drama e comédia é tudo esperado para “Kingsman: O Círculo Dourado“. Admito que gostei mais do primeiro filme, mas este consegue seguir um fluxo narrativo consistente e surpreendente. Não desilude. Pode ser esperado mais missões secretas, perseguições de tiros e engenhocas loucas. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Listas

As 10 adaptações que estamos ansiosos de ver em 2018

Em 2018 já temos uma lista de alguns filmes que queremos ver. Trilogias que vão terminar e outras a começar. Filmes de animação, e live-action, mas todas baseadas em obras literárias. Estas são as adaptações que mais ansiedade criam até chegarem às salas de cinema.

Maze Runner: The Death Cure (26 de Janeiro)

A conclusão da saga “Maze Runner” está a chegar às salas de cinema. A produção atrasou devido a um imprevisto, o ator Dylan O’Brien magoou-se nas gravações e mereceu tempo para recuperar. Mas a espera está a terminar. Depois de uma ano, voltou às gravações do filme, sobre um grupo de adolescentes que luta contra uma organização chamada de  WICKED, num mundo pós-apocalíptico.

Peter Rabbit (9 de fevereiro)

O coelhinho mais famoso das histórias para crianças vai ter um filme só seu depois da animação na televisão. Baseado nos contos de Beatrix Potter, com a participação de James Corden como Peter Rabbit, um coelho que ambiciona entrar na horta do Mr. McGregor. Com Daisy Ridley e Margot Robbie nas vozes desta animação live–action.

Every Day (23 de fevereiro)

A narrativa de David Levithan conta a história de Rhiannon (Angourie Rice) uma adolescente que se apaixona por um espírito que habita todos os dias numa pessoa diferente. Debby Ryan e Colin Ford são as estrelas principais deste filme de romance e drama.

Red Sparrow (2 março)

Jennifer Lawrence volta a ser a protagonista de mais um filme de ação. “Red Sparrow” foi realizado por  Francis Lawrence. Este é o primeiro filme da trilogia de livros com o mesmo nome do autor Jason Matthews. A narrativa explora a espionagem e a arte de sedução.

A Wrinkle in Time (9 de março)

Com um punho da Disney, “A Wrinkle in Time” é o primeiro, baseado nos livros da série “Time Quintet” de Madeleine L’Engle. Conhecemos a história de Meg Murry (Storm Reid) enquanto luta para encontrar o seu pai, com a ajuda do seu irmão génio e três misteriosas mulheres. 

Ready Player One (30 de março)

Steven Spielberg é o realizador de “Ready Player One” baseado nos livros de fição cientifica de Ernest Cline. A temática dos anos 80 e cultura pop volta a estar presente. Esqueçam “Stranger Things“. Na representação temos Tye Sheridan Olivia Cooke

First Man (12 de outubro)

Ryan Gosling é a estrela do filme biográfico “First Man” que aborda a vida de Neil Armstrong, o primeiro homem na lua. Baseado no livro real de James R. Hansen’s. O realizador de La La Land, Damien Chazelle aceitou este desafio.

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The girl in spider’s web (19 de outubro)

Não conseguimos ter um filme do segundo e terceiro livro da saga “Millennium“, mas vamos conseguir o quarto. Enquanto Stieg Larsson escreveu escreveu a trilogia  original de Girl with the Dragon Tattoo, faleceu em 2004David Lagercrantz continuou a obra seguindo a protagonista Lisbeth Salander. Neste filme Lisbeth (Claire Foy) terá de lidar com espiões, cybercrime e corrupção governamental.

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The Jungle Book (19 de outubro)

Enquanto recentemente conseguimos um live-action sobre “O livro da selva” pela Disney. Neste novo filme de Andy Serkis baseado na obra clássica de Rudyard Kipling, o caminho será diferente. Andy referiu “este filme será para um público mais maduro. É PG-13, mais parecido com O Planeta dos Macacos, com takes mais negros”. No elenco principal temos Christian Bale, Cate Blanchett e Benedict Cumberbatch.

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Mary Poppins Returns (25 dezembro)

O livro de P.L. Travers volta a ter destaque novamente no grande ecrã com a interpretação de Emily Blunt no principal papel. O filme centra-se nos já adultos  Jane e Michael Banks, crianças do primeiro filme do clássico da Disney de 1946. E os três filhos de Michael quando são visitados por Mary Poppins que os ajuda a trazer alegria às suas vidas. 

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Crítica

Despojos de Inverno

Título: Winter’s Bone
Ano: 2010
Realização: Debra Granik
Interpretes: Jennifer Lawrence, John Hawkes, Garret Dillahunt…
Sinopse: Uma rapariga da montanha Ozark, entra em terreno perigoso socialmente, quando procura pelo seu pai vendedor de droga, enquanto tenta manter a família intacta.

Antes de conhecermos Jennifer Lawrence como ídolo adolescente em “Jogos da Fome” e “X-Men“, a jovem atriz aceitava papéis mais adultos em filmes indie. “Despojos de Inverno” é um desses casos. Um verdadeiro sucesso que conseguiu nomear Lawrence, ainda com vinte anos para o Oscar de Melhor Atriz e ainda para Melhor Filme. Nesta obra cinematográfica somos absorvidos pela narrativa densa e pesada sobre uma família com dificuldades quase a perder a casa e terreno. O elenco satisfatoriamente interpreta com precaução as suas sérias personagens. No entanto Lawrence é mesmo a estrela desta filme. A sua seriedade e maturidade é evidente e por isso capta a atenção com o seu desempenho.

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A falha no argumento é aceitável devido ao pesar das personagens, todas tem em mãos um passado e vida complicadas nas montanhas. A narrativa é negra, mas consegue ser diferente ao que normalmente por aí se vê. Nesta película somos confrontados com os valores da família, que não escolhemos mas que amamos independentemente dos seus sarilhos. O final é conclusivo, mas o espectador fica absorvido pela história e de como os seus contornos ocorreram. Concluindo “Despojos de Inverno” desconfiado que “prende” pela sua originalidade e desinibição. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Séries

Drácula

“Drácula” uma série criada pela NBC e Sky Living em 2013, conseguiu apenas uma temporada com dez episódios. O plot interessante que se foca no majestoso e supremo vampiro, interpretado por Jonathan Rhys Meyers. Contudo o apressar da produção da série, não permitiu a qualidade do argumento acompanhar a sua conhecia narrativa. Momentos mortos e personagens pouco convincentes, tornam esta série desmotivante e com muitas pontas soltas por segurar.

 A série começa com o acordar de Drácula, há anos adormecido. Na sua chegada a Londres, assume o nome de Alexander Grayson, que deseja conseguir mudar mentes ao trazer a ciência moderna à cidade vitoriana. A electricidade é ainda uma invenção recente e nada melhor do que um show para atrair as pessoas que deseja à sua mansão. Mas a verdade não é bem essa. Drácula tem apenas um objectivo. Vingança, por aqueles que lhe fizeram mal no passado. Tudo muda, quando o famoso vampiro conhece Mina, a reencarnação da sua falecida esposa, Ilona.

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Esta série dispersa-se muito na sua narrativa. Por esse motivo não conseguiu o apoio do público e foi cancelada. As personagens marcam potencial, até porque incentivam à presença feminina, contudo os produtores não souberam gerir a viabilidade da história. O espaço foi bem escolhido, a época vitoriana, desperta-nos o misticismo pelas criaturas sobrenaturais. O elenco também se mantém razoável, mas nem assim consegue salvar os fracos episódios.

Existem claramente momentos bons e dramáticos necessários a uma série deste género, mas tal não foi suficiente para o seu sucesso. Apesar de  Jonathan Rhys Meyers estar excelente para o papel, é um Drácula de “quase” bom coração, o que se torna desmotivante. Nesta série era esperado mais sangue e dentes afiados, mas tal não aconteceu.

Crítica

Foge

Título: Get Out
Ano: 2017
Realização: Jordan Peele
Interpretes: Daniel Kaluuya, Allison Williams, Bradley Whitford …
Sinopse: É tempo de um afro-americano conhecer os pais da namorada durante um fim-de-semana, na casa de família. Depressa o ambiente educado e simpático, torna-se num pesadelo.

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Get out” tornou-se numa das melhores surpresas de 2017. O realizador Jordan Peele conseguiu captar uma visão diferente sobre temas sérios como o racismo. Numa combinação fantástica entre suspense, drama e humor o espectador fica “preso” nesta experiência cinematográfica excelentemente bem composta.

Quando um norte-americano é convidado a conhecer os pais da namorada na casa de família, estranhos eventos acontecem. Encurralado numa cidade desconhecida, percebe que o seu propósito ali não é o que pensava. A narrativa está detalhadamente bem trabalhada tornou-se dos factores mais positivos e surpreendentes do filme. Facilmente capta a atenção do espectador as atitudes desconcertantes das personagens e o seu toque sombrio no olhar.

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O plot pode parecer comum, mas acreditem que este filme nada tem de normal. Uma história cativante que desafia uma nova perspectiva de acontecimentos. Contudo falha apenas no final apressado e desacelerado, onde situações mais impressioneis deveriam acontecer. Mesmo fora os minutos finais insossos, este filme consegue manter-se num bom ritmo de interesse. Uma surpresa positiva, que se destaca neste conjunto de filmes repetidos que constantemente produzem. A interpretação de Daniel Kaluuya está de louvar, conseguindo apresentar em vários momentos a sua felicidade, drama e tristeza. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Listas

Os melhores filmes de 2017

Com um ano a terminar fazemos uma retrospectiva do que melhor aconteceu no cinema. Desta vez apresento os melhores filmes relativamente ao seu género cinematográfico. Vamos à lista.

It

Terror

Um agradável surpresa nesta categoria. Baseado na obra literária de Stephen King, “It” retrata a busca do palhaço assassino para novas vítimas, o seu alvo favorito, as crianças. Numa cidade onde os adultos são personagens de fachada, cabe aos mais novos a dura missão de derrotar Pennywise. Um argumento bem escrito e personagens carismáticas, completam os ingredientes de uma mistura interessante.

Mulher-Maravilha

Fantasia

Criado num mundo de fantasia, não imaginava ser possível criar um filme sobre a Mulher Maravilha personagem criada pela DC. Gal Gadot consegue ter um desempenho fenomenal de uma forte guerreira que tenta viver num mundo de humanos. As filmagens conduzidas por Patty Jenkins são belas e enriquecidas com cenas de ação bem compostas utilizando q.b. os efeitos visuais. Este foi o filme de super-heróis que mais me surpreendeu este ano, ao lado de “Logan“.

Coco

Animação

A Disney e Pixar nunca desiludem e ultimamente cada filme é melhor do que outro. “Coco” é um filme que esclarece os valores da família e a importância  de conhecermos as nossas raízes. Música e muita cor são elementos essenciais neste filme que captam a atenção do espectador desde o primeiro momento, com uma história que aquece o coração e uma animação surpreendente.

The Shape of Water

Drama

Guillermo del Toro volta à realização. Novamente com as suas criações originais e histórias de fantasia. Em plena Guerra Fria, Elisa é uma seladora muda que trabalha num laboratório onde um homem anfíbio está mantido em cativeiro. Quando Elisa se apaixona pela criatura, elabora um plano para conseguir resgata-lo. Um drama entre duas pessoas solitárias que finalmente se juntam.

Logan

Ação

Nunca um filme de super-heróis foi tão humano e cru ao mesmo tempo. “Logan” é um choque frontal de brutalidade. Nem sempre existe finais felizes na fantasia. Hugh Jackman e Patrick Stewart são uma dupla fenomenal que confrontam pacificamente os finais das suas personagens em X-Men. As cenas de ação consegue ser duramente reais e conseguem ultrapassar a barreira do fantástico.

Get Out

Tríler

Um filme surpreender que nos faz colar à cadeira do princípio ao fim. Até pestanejar vai ser impossível. “Get out” uma obra cinematográfica de suspense máximo. Ficamos sem perceber o que se passa, mas para tudo existe uma explicação. Este filme mostra o brilhantismo de Jordan Peele na realização e argumento, com o fantástico desempenho de Daniel Kaluuya.

Lady Bird

Comédia

Realizado e criado por Gerta Gerwing, “Lady Bird” conta a história de uma rapariga de 17 anos muito elaborada para o seu tempo e localidade. Saoirse Ronan volta a surpreender com outro desempenho inesquecível. A comédia presente na narrativa é completada com uma quantidade certa de humor negro que consegue dar um novo alento à obra cinematográfica. Dos pontos mais altos do cinema de 2017.

Blade Runner 2047

Fição Científica

A continuação do sucesso dos anos 80 volta 35 anos depois do original. “Blade Runner 2047” segue a temática sobre a consciência na máquina. Esta obra cinematográfica tornou-se numa surpresa agradável. A cinematografia, a representação, a realização, a banda sonora e a narrativa conjugam-se perfeitamente num mix completo e interessante. Quem não viu tem de ver esta obra-prima.

Dunkirk

Histórico

Christopher Nolan é soberbo em tudo o que faz. Para este ano reservou-nos um filme baseado em factos verídicos. Quando quase quatrocentos soldados aliados ficaram cercados pelas tropas alemãs em Dunkirk na França. Um filme estruturalmente pensado como evocação aos elementos (água, terra e ar) utiliza o mínimo de falas possível. O que se tornou em algo original, também foi indicada como uma das falhas no filme. Contudo a fotografia, banda sonora, e  argumento estão excelentes.

Chama-me pelo teu nome

Romance

Um filme suave sobre um romance de verão. Elio pretende um verão calmo na casa dos pais, com a bela paisagem italiana, mas tudo muda quando Oliver, um americano chega para ajudar na pesquisa do seu pai. A relação entre ambos vai crescendo e percebem que tem mais em comum do que aparentam apesar do primeira má impressão. Escolhi-o para esta categoria, porque a história é cativante sobre um romance noutra perspectiva.

Na vossa opinião qual foi o melhor filme do ano?

Crítica

Shigatsu wa kimi no uso

Título: Your Lie in April
Ano: 2016
Realização: Takehiko Shinjo
Interpretes: Kento Yamazaki, Suzu Hirose, Anna Ishii…
Sinopse: Kosei Arima venceu inúmeros concursos de piano, através do olhar severo de sua mãe. Deprimido após a morte da sua mãe, Kosei não toca piano, até ao dia em que conhece Kaori, uma violinista.

 O filme live-action do anime, Your Lie in April foi pensado para os mais românticos. Inspirado na manga/anime com o mesmo nome, foca-se apenas no casal principal Kosei e Kaori. Tal não acontece na história original que adensa a profundidade quando se foca também na competição musical de Kosei com Nao e Takeshi. Essas personagens ficaram de fora do grande ecrã e até se percebe porquê. Num filme de quase duas horas não há tempo para personagens menores, assim focaram-se no mais importante.

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A história simples e dramática sobre o amor juvenil é retratada de forma equivalente ao anime. Ainda bem, assim as personagens não “fugem” muito às expectativas. Contudo é também uma forte desvantagem pois não acrescenta nada de novo à narrativa. Os atores bem escolhidos para as suas personagens são o ponto alto do desenvolvimento desta película.  A banda sonora é outro assunto fielmente explorado e dos melhores momentos. “Shigatsu wa kimi no uso” em live-action surge como um acréscimo, mas não se torna necessário e obrigatório de assistir. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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