Crítica

Coisas d’ Homem

Título: A Guy Thing
Ano: 2003
Realização: Chris Koch
Interpretações: Jason Lee, Julia Stiles, Selma Blair…
Sinopse: Um noivo prestes a casar, acorda na cama com outra mulher, após a sua despedida de solteiro.

A Guy Thing” é uma típica comédia de domingo à tarde. Um filme que não faz pensar muito. A histórua aborda peripécias de Paul (Jason Lee), um homem de casamento marcado que na sua despedida de solteiro vai para a cama com outra mulher. A situação complica-se quando não conta nada à sua noiva e descobre que a estranha mulher é a prima da sua futura esposa. As peripécias que irá desenrolar a ação é divertida, mas não muito.

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Esta comédia romântica, mantém uma narrativa bastante simples e sem conflitos que permitam a evolução das personagens. É quase uma imitação barata de “Quatro Casamentos e um Funeral” com Hugh Grant. Jason Lee já provou que consegue ser uma ator bastante divertido. Lembram-se de “My Name is Earl“?, mas o argumento empobrecido não possibilitou o seu estrelato. O mesmo aconteceu com Selma Blair e Julia Stiles. Apesar do conceituado elenco, o filme não conseguiu subir na classificação de baixo médio. Demasiadamente previsível e sem grandes momentos cómicos. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Animes

Shigatsu wa Kimi no Uso – Your Lie in April

Shigatsu wa Kimi no Uso ou Your Lie em April em título inglês é um anime com 22 episódios com história original de Naoshi Arakawa. Como sou uma consumidora compulsiva de narrativas dramáticas e carregadas de puros ataques de nervos emocionais, “Your lie in April” pareceu-me uma boa decisão. Não podia estar mais certa. A história centra-se em Kousei Arima um menino prodígio no piano, que desde a morte da mãe que não atuava em público no seu instrumento. Um colapso mental impossibilita-o de ouvir o som do piano. Vive num mundo cinzento e sem cor, apenas acompanhado com os seus melhores amigos, Tsubaki e Watari. Tudo muda quando conhece Kaori Miyazono. Uma violinista de espírito livre, cuja sua música reflecte a sua personalidade independente. A chegada de Kaori vai mudar a perspectiva de Kousei e quebrar a barreira rígida da presença da sua mãe.

“Your lie in April” é um anime com uma cinematografia bonita. As cores vibrantes das estações do ano, as personagens e até as paisagens onde decorre a ação. A qualidade da imagem hipnotiza com a sua elegância em cada episódio. Outro aspecto de qualidade é a banda sonora clássica que realça as várias expectativas das personagens. O som do piano e do violino ecoam fortemente neste anime.

A narrativa dramática interage perfeitamente com a história de cada uma das personagens, que lutam contra os seus próprios demónios. Intímista e pessoal aos poucos conhecemos os atormentos de cada um.

Um factor menos positivo é os demasiados momentos pausados dos episódios, com cenas que ocorreram no passado. As personagens várias vezes evocam memórias que anteriormente já tínhamos visualizado, factor que cansa um pouco o espectador. Contudo tais momentos são ultrapassados, quando a música começa a tocar e a ação desenrola-se.

A personagem Kaori, apesar de ser das protagonistas, não foi das minhas favoritas. A sua rivalidade com Tsubaki é exagerada, já que só por ela e Kousei perceberem de música, não fazem deles especiais. A sua personalidade arrogante é desmotivadora para gostar desta personagem.

O final do anime foi bonito e acreditem em mim, tem o poder de fazer escorrer algumas lágrimas. Este anime ainda contém uma OVA que explica por pequenos momentos a rivalidade infantil de Kousei, Emi e Takeshi, vale a pena ver para completar a história.

Crítica

Aqui e Agora

Título: The Spectacular Now
Ano: 2013
Realização: James Ponsoldt
Interpretes: Miles Teller, Shailene Woodley, Kyle Chandler …
Sinopse: Um sénior do secundário que adora divertir-se, muda de filosofia de vida quando conhece a típica rapariga simpática.

Aqui e Agora” quase parece um filme John Hughes. A filosofia adolescente é retratada neste filme de James Ponsoldt quase de maneira poética. Tal com Hughes apresentava nos seus filmes. Estão lembrados de “Breakfast Club“? Assumir responsabilidade e enfrentar a vida de queixo levantado é um dos lemas deste filme. Sutter (Miles Teller) aproveitava cada momento da sua vida. Fora com prospecções de futuro e com pensamentos sobre o que irá acontecer. Tinha a namorada perfeita, era convidado para todas as festas e tinha como melhor amigo o álcool. Até ao dia em que desmaiado no quintal de um vizinho, conhece Aimee (Shailene Woodley), uma rapariga tipicamente normal. O casal improvável começa a partilhar as suas indecisões e percebem que tem mais em comum do que imaginam. Sutter começa a gostar de Aimee apesar de tudo ter começado como uma forma de fazer ciúmes à sua ex-namorada.

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Miles Teller e Shailene Woodley lideram nos papéis principais. O jovem casal apresenta uma certa química necessária ao desenvolvimento do filme. Este não é um romance forçado, mas construído o que< o torna mais real. "Aqui e Agora" não é um excelente filme, com uma narrativa memorável, mas satisfaz modestamente. A aprendizagem de assumir responsabilidades é um caminho que todos eventualmente temos de percorrer. Este é basicamente um filme sobre a vida e as suas circunstâncias. Não há nada de muito apelativo nesta obra cinematográfica a não ser  elenco, que além dos atores que referi, Brie Larson também se destaca. O que faltava era mais emoção no argumento, para este não se tornar tão insosso. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Séries

Genius

Genius” era a série que faltava. A National Geographic produziu uma excelente série de 10 episódios sobre a adolescência e idade adulta de um dos maiores génios do mundo, Albert Einstein. A série mantém presentes três grandes nomes da sétima arte. Geoffrey Rush (representação), Hans Zimmer (música) e Ron Howard (produção). O resultado não podia ter sido mais perfeito. Esta série biográfica, detalhadamente fragmentada, aborda não só a vida de Einstein, mas acontecimentos que marcaram a época. A descoberta da radioactividade de Marie Curie, Primeira e Segunda Guerra Mundial, a bomba atómica…Relatos interessantes de movimentos e ações que marcaram a História mundial.

A narrativa bem descrita aborda temas que por vezes não são lineares, mas que assim ajuda melhor o espectador a perceber o contexto histórico da situação. Inicialmente acompanhamos um Einstein adolescente, e cheio que sonhos que não se sente adaptado na escola de Munique. Johnny Flynn interpreta de forma energética, um rapaz cheio de sonhos. Por consequências da vida, viaja para Zurique onde finaliza os seus estudos na faculdade. Apesar do precoce casamento, e um pouco insatisfeito com a sua vida, Einstein luta para conseguir ser reconhecido nas ciências, desafiando todos os obstáculos que lhe opunham.

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Os dois atores que interpretam o génio. Johnny Flynn na versão jovem e Geoffrey Rush à direita.

Foram momentos altos e baixos que tornaram Albert o homem que foi. Fascinado pelo trabalho e pela curiosidade, procura a toda a hora descobrir os segredos do universo. Além daquele homem que todos conhecemos com a língua de fora e o cabelo despenteado, do qual assumimos a imagem de cientista louco. Albert Einstein era um homem comum com uma vida mais dramática do aquilo que pensamos. Uma história muito  humana que estava à espera de ser contada. Apesar da sua inteligência, também cometia falhas e tudo isso é apresentado nesta série.

Além do fantástico elenco, “Genius” mostra-se como uma grande série, devido à excelente qualidade do argumento. Focado em contar uma história real e pessoal, com diferentes pontos de vista da vida do icónico Einstein. Aconselho mesmo a verem esta série de 10 episódios. A segunda temporada já foi confirmada.

 

Crítica

The Conjuring 2 – A Evocação

Título: The Conjuring 2
Ano: 2016
Realização: James Wan
Interpretes: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Madison Wolfe…
Sinopse: Ed e Lorraine Warren viajam até ao Norte de Inglaterra para ajudarem uma mãe solteira de 4 crianças, sozinha numa casa assombrada.

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O que mais me assusta nos filmes de terror são os baseados em histórias verídicas. “Conjuring” tem essas cartas na mão. Baseado na vida do casal Ed & Lorraine Warren investigadores de histórias de assombração. Este é mais um dos seus casos, considerado como o Amityville londrino. Tal como o primeiro filme, este aborda temas de arrepiar. Seja freiras com cara desfigurada, crianças possuídas, casas assombradas, objetos a mexerem-se sozinhos e visões de morte. A narrativa é ligeiramente mais lenta do que o primeiro filme. Desta vez o casal terá de provar a veracidade do caso à igreja. Tarefa que não será fácil, porque a assombração consegue estar um passo sempre à frente.

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Como seria de esperar esta obra cinematográfica mantém alguns momentos de suspense, típico dos filmes de terror, mas nada por aí além. Contudo o que mais assusta é a cara de medo da freira. Quanto ao argumento foi conscientemente escrito com vários momentos pausados, mas foi isso que tornou o filme mais realista. Salvo os atores Vera Farmiga, Patrick Wilson, o elenco não é reconhecido. No entanto os holofotes estão apontados para a jovem Madison Wolfe. Destaca-se pela sua polivalência em mudança súbita de personalidade. A narrativa intensifica-se no avançar do filme, no entanto o final desapontou-me. Previsível  e apressado, não foi o suficiente para o seu estado positivo. “The Conjuring 2”, tal como o primeiro é dos filmes de terror mais reais do cinema o que nos faz arrepiar um bocadinho mais só por isso. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Listas, Séries

10 acontecimentos que não gostei em ‘Gilmore Girls’

Gilmore Girls” é uma série bastante divertida que sabe bem ver em qualquer altura. No entanto tem medo em assumir grandes revelações na narrativa. E quando assume, por vezes erra e desvaloriza a personalidade das personagens. Eis algumas situações que preferia mudadas na série.

Harvard, Paris e Rory

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Desde a infância que Paris e Rory sonhavam ir para Harvard. A faculdade de sonho de ambas. De inimigas tornaram-se melhores amigas, mas bastante competitivas para entrarem as duas no mesmo instituto de ensino. Numa visita a Yale e por influência do avô, Rory escolheu essa faculdade para continuar os estudos, mesmo conseguindo entrar em Harvard. Não se passou o mesmo com Paris que apesar de ser a melhor aluna em tudo e de sempre se esforçar, não entrou em Harvard. Qual é a surpresa de Rory quando começa o ano lectivo, e sim Paris entrou em Yale. Não gostei desta decisão, porque era um sonho que sempre se falou desde o início da série e depois é como se não tivesse existido.

O caso de Rory e Logan

Sempre sweethearts, Logan e Rory eram apaixonados um pelo outro. O amor terminou no último episódio quando Logan pediu Rory em casamento. Ela não aceitou. Nem podia. Terminou os estudos e agora chegou a altura de ser independente. No entanto no revival voltaram a juntar este casal que continuava a encontrar-se às escondidas, enquanto mantinham uma relação com outras pessoas. Não me parece nada o estilo da Rory estar no papel da outra.

A fuga de Lorelai e Christopher para Paris

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Estes dois eram o casal ideal. Eu gosto mais do Christopher do que do Luke. Ele acredita e confia mais na Lorelai. Contudo não gostei desta viagem dos dois a Paris, só porque sim. Não contaram nada à filha de ambos, Rory e casaram-se espontaneamente. Claro que depois não durou muito o casamento, mas pelo menos a Rory tinha de estar presente nestas decisões.

Rory volta para Dean enquanto está casado

Novamente uma decisão que não parece nada da Rory. Volta a ser a outra, quando ao atravessar uma crise emocional, decide ter a primeira vez com Dean, o seu ex-namorado e agora casado. Era com Dean que imaginava a primeira vez de Rory, mas não desta maneira. Aproveitaram-se os dois da situação e tal não trouxe consequências boas.

Rory desistir de Yale por causa do Mitchum Huntzburger

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Rory sempre adorou estudar. O seu sonho era entrar na faculdade. Conseguiu a entrada em Yale, mas ao primeiro sinal de rejeição, decide desistir. Não foi uma decisão apoiada por ninguém, já que tanto a mãe como os avós se esforçaram para ela lá entrar, mas Rory continuou certa da sua intuição. Tudo por causa de Mitchum Huntzburger que insinuou que Rory não tinha o necessário para ser uma jornalista.

Todo o relacionamento de Lane com Zack

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Eu gostava da Lane com o Dave (os nomes até rimavam e tudo). Mesmo contra a opinião da mãe, Lane começou a namorar às escondidas e as manobras que Dave fazia para tal acontecer. A sua saída foi inesperada na série (o ator começou em The O.C.), e isso fez com que as coisas entre Dave e Lane não estivessem completamente acabadas. Lane começou a namorar com Zack, um tótó. Casaram rapidamente adolescentes e engravidaram na primeira vez e de gémeos. Esta história não bate bem.

A situação da Rory, Marty e Lucy

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Marty e Rory eram amigos. Até aqui tudo bem, o pior é que Marty era apaixonado por Rory. Friendzone, já que ela estava perdida de amores por Logan. Os amigos que tanto tinham em comum, desentenderam-se quando perceberam que não podia existir romance entre ambos. Mais tarde Marty aparece na vida de Rory como namorado de Lucy, uma nova amiga. A situação não podia ter ficado mais awkward.

Luke não confiar na Lorelai quando descobriu sobre a April

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O Luke perdeu muitos pontos na minha consideração, quando optou por não contar à Lorelai sobre a sua filha perdida. A casualidade em que isso aconteceu também não me agradou. Luke deveria confiar na Lorelai sobre este importante assunto, já que April ia estar presente muitas vezes na sua vida. Luke devia ter sido imediatamente limpo sobre o assunto.

A vida profissional de Rory

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Em “A Year in the Life” a vida profissional de Rory desiludiu-me bastante. Uma miúda dedicada e com um grande futuro pela frente, conseguiu uma carreira muito desajeitada. Péssimas entrevistas num trabalho que não gostava, fazer a biografia de uma egocêntrica e entrevistar pessoas na ruas. Não era o que Rory queria, mas evidentemente que percebo que foi tudo para chegar à sua decisão de escrever o seu próprio livro.

A falta de comunicação de Jess

Jess e Rory podiam ter sido um excelente casal. Ambos adoravam literatura e principalmente entendiam-se. Rory perdeu muito para estar com Jess. Contudo a falta de comunicação dele impossibilitava qualquer relação. Jess devia explicar-se melhor a Rory e só lhe trouxe problemas,  nunca falava nada.

Crítica

Monstros E Companhia

Título: Monsters, Inc.
Ano: 2001
Realização: Pete Docter, David Silverman
Interpretes: Billy Crystal, John Goodman, Mary Gibbs…
Sinopse: De forma a conseguirem energia na cidade, os monstros tem a função de assustar crianças. No entanto as crianças são tóxicas para os monstros e quando uma criança passa a barreira de mundos, dois monstros percebem que as coisas são diferentes de como imaginaram.

A Pixar já nos habitou a grandes histórias. Monstros & Companhia foi dos seus primeiros sucessos. A narrativa foca-se nos monstros Sulley e Mike que trabalham numa empresa para assustar crianças e fazê-las gritar, para assim conseguirem a energia necessária na cidade. Contudo os monstros não podem ter qualquer contacto com a criança, pois segundo eles, são tóxicas. A prespectiva de ambos muda, quando Boo, uma menina de 2 anos entra na dimensão dos monstros. A amizade é dos temas mais importantes desta obra cinematográfica, que mesmo apesar das diferenças, prevalece. O filme é bastante divertido e colorido o que se torna apelativo para o espectador de assistir.

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São muitos os momentos engraçados protagonizados por Boo e Sulley. A animação pode já ter uns anos, mas a qualidade que a Pixar fornece às suas obras é impecável. Quase como se fosse um filme de animação atual, no entanto já tem 16 anos em cima. Monstros & Companhia conseguiu uma prequela onde explicava a amizade de Sulley e Mike na Universidade. Esta obra cinematográfica é divertida e ideal para crianças e adultos. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Listas

Cinema dentro de Cinema

Filmes que tem como pano de fundo o cinema. Os bastidores é apresentado e como toda a magia chega aos olhos dos espectadores. Os segredos são revelados de como tudo acontece.

Hail Cesar!

Com a assinatura dos irmãos Coen e com um elenco forte de atores  conhecidos, “Hail Cesár!” é um filme sobre a idade de ouro do cinema. Filmes atrás de filmes eram massivamente produzidos. Neste filme o plot desenvolve-se quando a estrela principal é raptada e não existe a possibilidade de continuarem as gravações. Crítica completa aqui.

La La Land

Mia tinha o sonho de ser atriz, mas as oportunidades continuam a escapar-lhe. La La Land é um filme sobre o cinema nos tempos modernos. As dificuldades que um ator em início de carreira enfrenta. Além disso aprendemos um pouco sobre os bastidores do mundo cinematográfico e como  se grava um filme. Crítica completa aqui.

Serenata à Chuva

Serenata à Chuva” aborda a introdução do filme sonoro. As relações entre os atores e as dificuldades com esta nova tecnologia. Dantes como os filmes eram a mudos, agora os atores tem outras preocupações como a voz e decorar os diálogos e isso nem sempre é tarefa fácil. Uma brilhante comédia para rir do princípio ao fim.

Gritos 3

Os bastidores do filme “Stab” baseado nos assassinos em Woodstock é o palco de novos crimes. Sidney Scott terá de fugir novamente do Ghostface onde todos na produção podem ser os culpados. A relação profissional dos atores é também exposta neste filme.

Cinema Paraíso

O cinema é puro entretenimento. Em “Cinema Paraíso” esse tópico é fomentado. Para as pessoas daquela vila não havia maior alegria do que o dia do cinema. Por momentos esqueciam-se dos seus problemas e riam-se com filmes do Charlie Chaplin. Não apresenta os bastidores das produções cinematográficas, mas foca-se de como o cinema conseguia chegar ao seu público.

Birdman

Um ator em decadência luta para se manter novamente no ativo. “Birdman” foca-se principalmente nos bastidores de uma peça de teatro, mas apresenta os momentos de glória que uma determinada personagem pode trazer a um ator.

A invenção do Hugo

Os primórdios do cinema. Em “A invenção de Hugo” ao dar à manivela as imagens ganhavam movimento. Et vóila era estávamos a ver um filme. O primeiro foi dos Irmãos Lumiére que revolucionaram a indústria do entretenimento.

O Artista

Um filme de 2011 que ganhou o Óscar de Melhor Filme. Voltou aos primórdios. Ser a preto e branco e mudo. Um artista de cinema conhece uma jovem dançarina, mas a chegada de nova tecnologia, lança a carreira de ambos em direcções opostas.