Crítica

Crítica: Sete Dias Sem Fim

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Título: This Is Where I Leave You
Ano: 2014
Realização: Shawn Levy
Interpretes: Jason Bateman, Tina Fey, Jane Fonda…
Sinopse: Quando o patriarca desta família falece, quatro irmãos são forçados a voltar à sua infância e à casa onde cresceram. Durante 7 dias terão de estar juntos, algo muito difícil para esta família que mantém problemas ainda por resolver dentro de si. Será que se vão safar?

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Estes dramas familiares mantém sempre o mesmo ponto de referência. Uma família disfuncional, que de maneira alguma se entendem, juntam-se devido a uma tragédia. A morte do patriarca junta durante 7 dias os Altman. Composta por uma mãe (Jane Fonda) viciada em cirurgias plásticas que desabafa sobre os seus problemas nos livros que é autora, e os quatro filhos. Wendy (Tina Fey) tem dois filhos e vive desesperada com o seu tempo, num casamento que não suporta, e ainda vive apaixonada pela sua paixão do secundário. Paul (Corey Stoll) vive com a sua esposa insatisfeita por não conseguir engravidar e ex-namorada do seu irmão. Judd (Jason Bateman) está deprimido devido ao seu recente casamento falhado devido à traição da sua esposa. Por último o filho mais novo, Phillip (Adam Driver) o compulsivo viciado em sexo e mulheres que vive a vida em grandes excessos. Todos vão tentar por de parte os seus problemas e conviverem facilmente em família, tarefa que não será nada fácil de sustentar. Com vários momentos de humor e drama, este filme demonstra uma conflituosa situação em tempos de caos.

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Olhando para o elenco que compõe este filme é fácil nos rendermos. Afinal além dos nomes que mencionei ainda se junta Rose Byrne, Connie Britton e Kathryn Hahn. No entanto à medida que acompanhamos a história percebemos que falta mais intriga e mais momentos cómicos que não fossem forçados. Seria mesmo mais interessante conseguirmos acompanhar o desenvolvimento emocional das personagens do que criar falsas expectativas. “Sete Dias sem Fim” consegue ser um filme comestível, mas não proporciona um entretenimento memorável. Também nenhum ator se destaca, no entanto foi interessante a relação que partilhavam neste filme. Concluindo “This is Where I Leave You” é um filme com um trama mediano que se dedica exclusivamente à relação social de um grupo de pessoas. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Animes

Naruto Shippuden

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“I won’t run away anymore… I won’t go back on my word… that is my ninja way!”

Foram anos e anos a ver Naruto, podem ler aqui. Nesta segunda parte do anime temos o protagonista mais maduro (mas não tanto). Em Shippuden Naruto continua o rapazinho com o mesmo sonho, tornar-se Hokage, mas agora tem uma promessa a cumprir, salvar o seu amigo Sasuke da escuridão. Depois do treino intensivo que teve com Jiraya, aperfeiçoou a sua técnica de rasengan e deu os primeiros passos para controlar a Kyuubi dentro de si. Depois de três anos fora, volta para a sua vila natal, Konoha e volta a reencontrar-se com os seus amigos e professores. Entretanto e apesar de Naruto estar muito mais forte para resgatar Sasuke das manhas de Orochimaru, a Akatsuki aparece. Este grupo secreto composto por novas personagens tem um objectivo recolher todos os bijuu dos jinchuuriki. Esta foi sem dúvida a minha saga favorita. Aquele secretismo naquelas personagens foi intenso, o mesmo digo da luta contra o Pain que foi das melhores. É verdade que bons momentos marcam esta segunda parte de Naruto, além dos que falei temos, o reencontro do Sasuke contra o irmão. A história do Obito e Kakashi, O Edo-Tensei do Kabuto, o renascer do Madara, a história dos pais de Naruto e muitas outras situações. Tal como expliquei no facebook do bloque (link aqui) Naruto marcou-me mesmo na paixão pelos animes. Foi o principal impulsionador, a catapulta, posso assim dizer.

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Apesar da história manter uma boa narratva, os fillers não são bons acompanhantes. Contudo houve alguns com um focus interessante foi o caso da história da formação da Akatsuki, a história do Itachi e a história do Kakashi. Sobre o final e o grande vilão de toda a história foi decepcionante. Primeiro pensávamos no vilão como Pain, depois o Nagato, seguindo-se do Tobi, afinal era o Óbito, espera era o Madara…mas o verdadeiro vilão era o Zetsu que mantinha uma forte ligação com Kaguya, a mãe do chakra. No final Sasuke e Naruto tinham que cumprir o destino e lutar finalmente no vale do fim. Este foi dos melhores episódios do anime. A luta entre ambos foi intensa e violenta, mantendo um excelente ritmo visual e dramático. Sendo o culminar de toda a história.O enredo consegue ser muito interessante pois foca-se numa diversidade de personagens, além disso explica por motivos simples o que é ser ninja. Tenho mesmo pena que “Naruto” termine, pois conseguiu marcar-me. No entanto conseguiu ter um final triunfante e muito esperado. É preciso ter paciência ara assistir a este anime, mas vale muito a pena conhecer esta fantástica história. No entanto nada será esquecido porque um novo anime vai começar, “Boruto” que vai explicar centrar-se na segunda geração.

Crítica

Crítica: Jackie

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Título: Jackie
Ano: 2016
Realização: Pablo Larraín
Interpretes: Natalie Portman, Peter Sarsgaard, Greta Gerwig…
Sinopse: Seguindo o assassinato do Presidente John F. Kennedy, a Primeira-Dama, Jackie Kennedy luta contra o trauma e o luto, tentando recuperar a fé, consolando os seus filhos e mantendo o legado do seu marido.

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Com um filme biográfico pouco convencional, o chileno Pablo Larraín optou por fazer uma abordagem mais pessoal sobre o lado da Primeira Dama, Jaqueline Kennedy (Natalie Portman) aos dias ensurdecedores que se seguiram ao assassinato do Presidente dos Estados Unidos da América, John F. Kennedy. Aproveitando com momentos passados na Casa Branca fazer o contraste com “Camelot”, o lugar de sonho que se tornou num verdadeiro pesadelo. A comparação com a lenda do rei Arthur foi mesmo atribuída pela viúva do presidente numa entrevista após sua morte. E tal momento é evidenciado no filme. Esta obra cinematográfica não apresenta uma história progressiva, são apenas memórias que se mantém interligadas após a trágica experiência que Jackie teve que suportar. Logo não é uma obra biográfica completa da vida daquela que foi a Primeira Dama mais reconhecida e também um ícone de moda. A satisfação deste filme é que não perde tempo em dramas exagerados e desnecessários. “Jackie” mantém-se como uma versão baseada na realidade.

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Jackie” é portanto uma obra cinematográfica pessoal e intimismo sobre um momento trágico familiar num alto cargo de poder. Natalie Portman brilha como protagonista. Apresenta profissionalismo, determinação e carisma. A atriz revela estudo na sua personagem, o seu modo de falar e gestos foram estudados detalhadamente para não existirem falhas.Se verificarmos atentamente as cenas em que Jackie apresenta a Casa Branca é claro o esforço de Portman para se manter um retrato fiel ao real. A verdade é que ficamos a conhecer bastante bem os traços de personalidade da Primeira Dama, mesmo não sendo este inteiramente um filme biográfico. Portman não conseguiu o Óscar de Melhor Atriz, mas certamente seria uma excelente escolha. O diálogos apresentados mantém uma postura profunda e quase viciante de assistir. Concluindo “Jackie” é um filme completo, que retrata de forma subjectiva aquele que foi um dos maiores acontecimentos do séc. XX, o assassinato do Presidente Kennedy. Contudo seria também interessante acrescentar alguma objectividade real da situação para o espectador ficar mais esclarecido. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Séries

As Taras de Tara

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Todos nós temos um pouco da Tara dentro de nós. Não fiquem tão chocados, é verdade. Tinha um professor de Marketing que dizia que tínhamos múltiplas personalidades. Durante essa aula, uma colega minha zangada com tal afirmação, indignou-se com o professor, respondendo que não era nenhuma falsa. “Mas olhe que é. A menina não tem um comportamento igual para o seu pai, ou com o seu namorado ou mesmo com o seu patrão e até com pessoas que não conhecem de lado nenhum. Todos nós mudamos conforme o meio envolvente“. Lembrei-me muito desta experiência enquanto assistia à série “United States of Tara”, criada em 2009, manteve-se firme durante 2 temporadas com 36 episódios no total.

No epicentro desta louca série televisiva temos Tara Gregson, esposa de Max e mãe de dois filhos: Kate, uma adolescente problemática e Marshall rapaz sensível que está a revelar-se ser homossexual. Esta podia ser uma família normal, mas não é. Tara (Toni Collette) tem múltiplas personalidades dento de si. T. é uma adolescente de 16 anos que faz o que bem lhe apetece, Buck um veterano do Vietname e Alice, a perfeita mulher dos anos 60. Entretanto conforme a vida complica-se mais personalidades se juntam a Tara (mas sobre isso não vou spoilar).

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O elenco é dos factores mais positivos e atractivos desta série. Toni Collette lidera a perfeição a equipa. Porra que atriz, e interpreta numa uma mas várias personalidades diferentes. Conseguindo num momento estar calma e noutro aos berros, ou a chorar sem transição progressiva de emoção. Collette brilha com todo o seu talento, e deviam oferecer mais crédito a esta atriz. Brie Larson ainda estava longe de interpretar o filme “O Quarto” mas já conseguia chamar a atenção com a sua atitude. John Corbett também está à altura ao interpretar um marido/pai à beira de um ataque de nervos.
Na sua generalidade esta série apresentou uma crítica positiva, devido ao argumento intenso e imprevisível. Relativamente a prémios Toni Collette conseguiu destaque com um Emmy Award e um Golden Globe. “As Taras de Tara” é uma série desvalorizada mas que tem imenso potencial, com um tema sério conseguem argumentar com um humor afiado. Além disso conta com Steven Spielberg como produtor executivo.

Crítica

Crítica: Transformers – Era da Extinção

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Título: Transformers: Age of Extinction
Ano: 2014
Realização: Michael Bay
Interpretes:  Mark Wahlberg, Nicola Peltz, Jack Reynor…
Sinopse: Os Autobots devem escapar do caçador de recompensas que os anda a perseguir. Inexplicavelmente o Optimus Prime e o seu grupo restante conhecem um mecânico, sua filha e o namorado street racer desta e juntos vão salvar a Humanidade.

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Oh não aqui vamos outra vez. Cá para mim, Michael Bay não faz filmes por necessidade, ou para conseguir ter destaque no cinema. Michael Bay faz filmes porque gosta e porque se sente feliz a fazê-los, pois não tem interesse nenhum em aprender com os erros que comete. Diverte-se com as suas criações. Se espera um filme com um argumento intenso e original, pode tirar o “cavalinho da chuva”. Transformers: Age of Extinction apresenta um argumento rebuscado, previsível e sem ponta de inovação comparando com os filmes anteriores. Michael Bay apenas foca-se no espectáculo visual que pode oferecer. Ignorando de facto todos os outros aspectos que conduzem um bom filme. Mas nem tudo é mau, o realizador consegue captar momentos interessantes com paisagens breath-taking de luz e pôr-do-sol. Este é o seu maior trunfo, Michael Bay soube utilizar com clareza os efeitos visuais. Tanto a nível da criação dos gigantes rôbos como em cenas de muita ação e adrenalina, em que não podia faltar a marca registada de Bay, as explosões. Neste filme temos a afirmação da chegada de uma nova saga de Transformers. Com novas personagens, o mecânico e inventor, Cade Yeagger (Mark Wahlberg), a sua filha, Tessa Yeagger (Nicola Peltz) e o namorado desta que 5 anos após o final do filme anterior, se juntam a Optimus Prime para derrotarem os Deceptions que se juntaram a humanos gananciosos.

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O filme prolonga-se por quase três horas, em que pouca história é desenvolvida. O destaque principal do filme é representado em vários momentos de ação e perseguições a alta velocidade. Voltam a aparecer vilões mesquinhos e sem estrutura contra os heróis da história com sentido de justiça e moralidade. Outros assuntos que poderiam trazer mais dramatismo e emoção à história foram esquecidos. Quanto às interpretações não há nenhuma que se destaque. O nível da história não permite o crescimento emocional das personagens. O franchise de Transformers ainda não terminou, pois este ano já vai sair mais um filme para os cinemas. Será que vai ter a mesma qualidade dos anteriores? O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Crítica Transformers 1

Crítica Transformers Retaliação

Crítica Dark of Moon

Listas

Os melhores trios românticos

Ás vezes um triângulo amoroso é necessário para algum dramatismo à série/filme. Ficámos todos divididos. Fica com este ou com aquele? Bem a verdade é que nestas situações o sexo feminino é normalmente o centro das atenções aos olhos deles. Esta é uma lista dos trios românticos com mais destaque. Qual é o vosso favorito?

Damon – Elena – Stefan (Diários do Vampiro)

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No início Elena começou a apaixonar-se por Stefan e pensávamos que eram o par perfeito. Entretanto apareceu Damon que também queria Elena. Conseguiu, e ficaram juntos durante um tempo, até Elena ser amaldiçoada e ficar num sono permanente até Bonnie morrer. Com o final da série “Diários do Vampiro” e o acordar de Elena ainda muito pode acontecer. Mas ao que tudo indica vai ficar com Damon.

Jack – Kate – Sawyer (Lost)

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Este foi dos romances que mais voltas deu e que mais confuso foi. Bem a série em si também era confusa. Kate começou primeiro a ganhar confiança com Jack, que até lhe coseu uma ferida no primeiro episódio. A química entre ambos era demasiada e ficaram juntos. Aparece Sawyer que entre sardenta e outros pequenos insultos, queria a atenção de Kate. Lá diz o ditado, quanto mais me bates mais gostas de mim. O clima aquece quando em troca de informação, Sawyer pede um beijo a Kate. E que beijo dos melhores em televisão. No final não ficou com nenhum.

 Dale – Katniss – Peeta (Saga Hunger Games)

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Da saga “Hunger Games” temos Katniss a ser disputada por Gale e Peeta. Admito que nunca gostei deste trio amoroso, demasiado sem sal (pelo menos nos filmes, quanto aos livros não li). Katniss começou a namorar com Gale, o jovem promissor e valente guerreiro. Mas quem se andava a arrastar para ela desde criança era Peeta, o rapaz tímido e medroso que foi escolhido a seu lado para os Jogos da Fome. Quem ficou com o coração de Katniss foi Peeta, que na minha opinião era bem melhor do que Gale. Juntos tiveram dois filhos.

Dean – Rory – Jess (Gilmore Girls)

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Rory nunca teve um namorado. Foi com Dean que começou a sua experiência no romance. Tudo estava a correr bem, Dean era o partido ideal, atencioso, cuidadoso e sempre disponível. A chegada de Jess a Stars Hollow abalou esta relação. Provocador, independente e sincero Jess conseguiu aproximar-se de Rory. Rory apaixonou-se pelo rebelde. O romance entre os dois não durou muito.

Edward – Bella – Jacob (Saga Twilight)

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Bella uma sonsa de primeira achava a sua vida aborrecida. Isso até conhecer o vampiro Edward. O romance entre ambos surgiu quase de imediato. Entretanto Jacob que sempre teve uma “queda” pela rapariga começa a aproximar-se dela, enquanto se vai transformando num lobo. Já era certo que a jovem ia escolher o vampiro, mas andava lá com muitas indecisões. No final todos ficaram felizes. Bella e Edward juntos e Jacob ficou com a filha de ambos que tinha o crescimento anormal, para tornar a história ainda mais estranha.

Daniel – Amanda – Jack (Revenge)

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Amanda ainda com o nome Emily Throne decidiu aproximar-se de Daniel Grayson com um simples objectivo: destruir a sua família. Antes do casamento acontecer pode dizer-se que Amanda sentiu uma aproximação com Daniel, mesmo na sua opinião irrefutável de vingança. No entanto o seu coração sempre foi de Jack, o seu sweetheart de infância. Pois até em pequenos tiveram um casamento a fingir. No entanto só no último episódio é que os vemos finalmente juntos.

Dawson – Joey – Pacey (Dawson’s Creek)

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Joey sempre foi apaixonada por Dawson, o seu melhor amigo de infância. Contudo ele tinha outros interesses, mesmo além do cinema. Tentaram o romance pelo menos por duas vezes mas não resultou. Parece que estavam mesmo destinados a serem amigos. Pacey o melhor amigo de Dawson não perdeu tempo a dizer a Joey os seus verdadeiros sentimentos. Apesar da indiferença inicial de Joey, apaixonaram-se e ficaram juntos, mesmo após muitas peripécias. Finalmente Dawson conseguiu dar a bênção aos seus melhores amigos.

Clark – Lana – Lex (Smallville)

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Ainda não percebi bem como isto foi acontecer. Clark sempre se mostrou apaixonado pela rapariga do lado, Lana Lang. Contudo a rapariga estava sempre rodeada por outros admiradores. Depois de Clark a salvar vezes sem conta, o casal lá deu uma oportunidade. Não resultou. Afinal Clark tinha demasiados segredos e não tinha intenção de os partilhar. Foi nesse momento que apareceu Lex, e confortou a jovem. Apesar de anteriormente não mostrarem interesse nenhum no outro. No final seguiram caminhos separados e como sabemos Clark Kent é de Lois Lane.

Mark – Bridget – Daniel (O diário de Bridget Jones)

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Bridget Jones é uma trintona que só gostava de ter sorte no amor. Pediu tanto que lhe apareceu em dose dupla. Mark Darcy, homem cavalheiro, elegante e trabalhador. E por outro lado temos Daniel, um mulherengo de primeira que sabe como encantar as mulheres. Cabe a Bridget escolher o seu partido, e de uma forma hilariante já sabemos quem vai escolher.

Meredith – Derek – Adison (Anatomia de Grey)

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Pelo menos encontrei um caso de um homem entre duas mulheres. Em “Anatomia de Grey“, Meredith, uma estagiária de medicina num hospital, apaixona-se pelo seu médio chefe, muito antes de saber quem este era. O romance estava a correr bem, com alguns conflitos, mas até que descobre que afinal Derek era casado. Adison entra em cena e apesar de ainda tentar recuperar o marido, aceita o divórcio. Mas ainda foi uma longa espera de contratempos.

Crítica

Crítica: Logan

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Título: Logan
Ano: 2017
Realização: James Mangold
Interpretes: Hugh Jackman, Patrick Stewart, Dafne Keen
Sinopse: Num futuro próximo, um Logan mais cansado protege o Professor Charles Xavier num recanto perto da fronteira do México. O Logan pretende esconder do mundo o seu legado, quando uma jovem mutante aparece na sua vida, perseguida por forças negras.

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O peso de ser herói não é fácil de carregar. Nem tudo é tão simples como nas bandas desenhadas em que os bons conseguem sempre salvar o dia. Referência que este filme foca-se bastante. Na vida real as pessoas sofrem, magoam-se e morrem. James Mangold resgatou um filme a solo de Wolverine, para uma conclusão merecida deste herói. Depois dos seus dois últimos filme não tão “greats” chega-nos um final mais arrojado, real e necessário. Necessário porque, neste género de filmes somos normalmente contemplados com enredos fantasiosos onde tudo é possível. Aqui não. Mesmo apesar dos protagonistas desta história não existirem, e mesmo que tal coisa como mutantes não fazerem parte do nosso quotidiano. Em “Logan” conhecemos uma dura faceta de uma realidade que facilmente podia ser a nossa. Num mundo já quase sem mutantes, poucos deles ainda andam por aí, conhecemos um Logan mais velho e cansado. A sua capacidade de regeneração já não é o que era. Tenta fugir à vida que levou. E já virou as costas ao passado. Num terreno escondido, cuida de Charles Xavier, mais debilitado que devido às suas fortes capacidades do seu cérebro que já não consegue controlar, exceto quando esta medicado, ainda pode exterminar todos em seu redor. Entretanto o mundo de ambos é abalado, e partem para a viagem das suas vidas quando conhecem Laura, uma menina que tal como Logan tem garras nas mãos e consegue auto-regenerar-se. Nesta jornada de auto-descoberta, as personagens vão aprender a aceitar o passado, e manter a esperança para guiar a geração do futuro.

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Este filme não é fácil de ver. Pelo menos não estávamos habituados a filmes de super-heróis assim. James Mangold captou a verdade nua e crua das cenas de luta. Movimentos reais com sangue, muito sangue, fura-crânios e fura-olhos. A violência destas cenas é extrema, mas é o que faz toda a essência do filme. Num ambiente mais humano e por isso mais intenso, o espectador acompanha toda a mágoa e dor do protagonista. Hugh Jackman volta a liderar neste papel que lhe deu fama no filme X-Men. A sua interpretação está mais coerente e madura do que nos filmes anteriores, factores que lhe dão mais valor. Patrick Stewart é novamente o Professor Xavier, que expressa sempre a sua opinião nos momentos mais oportunos. Conseguiu protagonizar os poucos momentos engraçados do filme. Dafne Keen de 12 anos é uma agradável surpresa. Tem a garra (literalmente) necessária, tal como a sua personagem precisava. Durante mais de metade do filme não fala, mas é muito expressiva. Este trio marca o culminar final de três gerações que se cruzam. Devo confessar que não estava à espera desta abordagem cruel, mostrando que os super-heróis também tem um lado muito humano. Mas o realizador conseguiu captar toda a densidade de história que pretendia. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Outfits do Cinema

O guarda-roupa na série “The Crown”

As séries de época normalmente costumam ter um guarda-roupa de delirar. Não foi a toa que “The Crown” foi caracterizada como a série mais cara da Netflix. O detalhe e semelhança com a realidade foi dos factores mais importantes para a produção deste trama baseado no reinado da rainha Elizabeth II. Este é um pequeno vislumbre das roupas femininas utilizadas na série que mais gostei. Clica nas imagens para mais informação.