Diary

Londres Dia 2

No segundo dia já tínhamos um objectivo visitar a cidade e os seus monumentos mais emblemáticos. Logo pela manhã fomos a pé, do hotel até ao Museu Madame Tussauds (20 min.) como compramos os bilhetes online, fomos poupados da enorme fila que já se encontrava na entrada. Juntamente com um grupo subimos o elevador e já estávamos na carpete vermelha juntamente com as estrelas de Hollywood. Foi a altura de tirar a câmara do bolso e upa, upa começar com fotos, fotos e mais fotos. Tirei fotos com todas as figuras de cera que lá estavam. Passamos pela zona da moda, do desporto, personagens ficcionais, história, Sherlock Holmes, líderes políticos, heróis da Marvel e por último Star Wars. Madame Tussauds é mesmo um museu que vale a pena visitar, bastante divertido e podemos estar por lá à vontade.

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No Madame Tussaud’s

Depois do museu, fomos até Baker Street, ao número 221B, conhecido por todos como a casa de Sherlock Holmes. Tem lá um museu, mas não fui, a entrada não era em conta. Assim gastamos uma manhã e fomos almoçar. O Pret a Manger está para Londres como o McDonald’s está para Portugal. Uma variedade completa de sandes, sopas, bebidas quentes e pastelaria. Almoçamos uma sande e salada rápida e continuamos a nossa visita.

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Tower Bridge

Apanhamos o autocarro Hop-On Hop-Off, daqueles autocarros que nos deixa nos locais de interesse e fomos até ao centro de Londres. Depois de passarmos o palácio de Buckingham, Coca-Cola London Eye, Big  Ben, House of Parliament, Westminster, fizemos a nossa primeira paragem em St Paul Cathedralm, igreja onde casou a Princesa Diana. Lanchamos nesse local e fomos a pé até à Tower of London, passando a Tower Bridge. Nesse local apanhamos o barco (estava incluído com o bilhete de autocarro) e conhecemos a história de Londres pelo rio Tamisa. Saímos em Westminster e aí conhecemos todos esses monumentos que rodeiam o espaço. Não entramos, porque o preço não é muito acessível. Para o jantar fomos a um restaurante grego. A cozinha mediterrânea apresenta um sabor mesmo divinal, optei pela escolha de frango grelhado com arroz de legumes e molho de iogurte.

Brevemente explico o roteiro do Dia 3.

Crítica

Tartarugas Ninja Heróis Mutantes: O Romper das Sombras

Título: Teenage Mutant Ninja Turtles: Out of the Shadows
Ano: 2016
Realização: Dave Green
Interpretes: Megan Fox, Will Arnett, Tyler Perry…
Sinopse: Após derrotarem Shredder, que juntou forças com um cientista louco, Baxter Stockman e uns bandidos de nome Bebop e Rocksteady para conquistar o mundo, as tartarugas terão de enfrentar um nemesis ainda mais perigoso, um extraterrestre de nome Krang.

Teenage Mutante Turtles 2-2

As Tartarugas Ninja voltam à carga depois do primeiro filme, crítica podem ler aqui. Desta vez Michael Bay abdicou da realização para Dave Green, mas garantiu lugar na produção. O vilão continua a ser o conhecido Shredder que conseguiu escapar da prisão, a ele juntam-se os tontos Bebop e Rocksteady, e o cabecilha, extraterrestre Krang. Já que estou a falar de personagens novas, Casey Jones (Stephen Amell) também torna-se recorrente neste filme. Resumindo novas personagens novas aparecem, mas já as conhecíamos dos desenhos animados. Apesar do argumento melhorado relativamente ao filme anterior, “Tartarugas Ninja Heróis Mutantes: O Romper das Sombras” ainda é um filme totalmente descartável, e comestível apenas pelo entretenimento que propõe.

TEENAGE MUTANT NINJA TURTLES: OUT OF THE SHADOWS

Com comédia forçada e muito soft, deixamos de conhecer a verdadeira essencial das Tartarugas. Porquê é que gostávamos deste desenho animado? Era engraçado, especialmente com a personagem Michaelangelo e conseguia muitos de ação bastante divertidos. Neste filme esquecemos-nos quase disso. A ação é quase mínima. O que mais me interessou no argumento pouco desenvolvido foi o drama de irmãos que não conseguiam um acordo entre eles. De resto foi tudo muito fútil. Megan Fox como April não convence nada. Como o anterior filme foi um flop, com este esperava mais, mas não teve o efeito que esperava.
O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Diary

Viagem a Londres – Dia 1

Londres era a minha segunda cidade de sonho, depois de Paris. Como já cumpri a vontade de ir à cidade da luz em 2015, este ano aquando a escolha das férias, Londres foi a nossa opção. Sherlock Holmes, Harry Potter, Senhor dos Anéis, o berço de grandes histórias que me fascinaram. Percorri a cidade durante 5 dias, e mesmo assim não consegui visitar tudo. A enormidade do local é fascinante, assim como a quantidade de pessoas de andam por lá.

O primeiro dia metade foi gasto em viagens e transportes. Do aeroporto Heathrow a Victoria Station, onde andei de comboio (um conselho: são mesmo muito caros) e até ao hotel, optamos pelo uso de autocarro (sim, aqueles vermelhos de dois andares). Chegamos ao hotel já passava da hora do almoço, então deixamos as malas no quarto e partimos à aventura. Encontramos um restaurante italiano e paramos por ali. A minha massa à bolonhesa foi necessária para recarregar as baterias. Como estávamos num país novo, surgiu-nos algumas dúvidas. Pagamos gorjeta ou não? Será que se utiliza por aqui? A verdade que nãos são bem certos sobre o assunto, existem restaurantes que respeitam essa política, outros não. O italiano pelos vistos não, mas mesmo assim, cedemos à gorjeta de 10% sobre o valor do almoço.

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Estátua da Rainha Vitória e no fundo o Palácio de Kensington

A seguir esperava-nos um dia de muita caminhada. Atravessamos o Hyde Park, o vasto jardim, mesmo no coração de Londres, e fomos até ao Museu Nacional de História Natural que é imensamente gigante. Contudo é bastante divertido e melhor ainda é gratuito. Conhecemos um pouco sobre a vida do homem, a vida animal, a astronomia, dinossauros e geologia. Ainda íamos ao Museu de Ciência que é mesmo ao lado, mas estava fechado. Um problema lá: os museus fecham todos por volta das 17 horas. Por um lado até foi bom, já não sentia as pernas de tanto andar. Como já estava estava na hora aproveitamos e fomos jantar. Pizza Hut foi a escolha. Pedimos uma sopa, e acreditem não é nada como as nossas, e uma pizza. Por erro enganaram-se no pedido e trouxeram uma super-picante. O que melhorou a situação foi as saladas self-service que propõe onde podemos escolher o que quisermos, quantas vezes quisermos. Aproveitei também para experimentar as várias Pepsi de sabores que lá tem: Pepsi de Cereja, Baunilha, Lima e Morango. São boas, mas na minha opinião muito doces. Este foi o primeiro dia, a seguir conto o segundo dia.

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Museu de História Nacional – Reconstrução óssea de um dinossauro
Crítica

xXx: O Regresso de Xander Cage

Título: xXx: Return of Xander Cage
Ano: 2017
Realização: D.J. Caruso
Interpretes: Vin Diesel, Donnie Yen, Deepika Padukone…
Sinopse: Xander Cage é considerado morto após um incidente. Entretanto ele volta à ação secretamente para derrotar o seu opositor Augustus Gibbons.

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Passaram-se doze anos desde o último filme de Tripe X. Uma película totalmente comercial sobre sobre muita ação e adrenalina. Há quem aprecie muito estes filmes que apenas são showbiz, mas de conteúdo nada tem. “XxX: O regresso de Xander Cage”, tal como os seus dois antecessores tem apenas o objectivo de entreter o público da maneira mais fácil. Com explosões, perseguições, tiroteiros e onde o do bem vencem sempre da maneira mais fixe possível. Até aqui nada de novo.  Mais obras do género conseguem ultrapassar este franchise, estou a falar de 007, Missão Impossível e até mesmo Velocidade Furiosa (mesmo partilhando o protagonista). Vin Diesel mantém-se no mesmo tipo de papel, o herói machão que não tem medo de nada. Destemido em qualquer aventura é o centro das atenções. A juntar à equipa temos já elementos que conheciamos dos filmes anteriores, Becky (Nina Dobrev) o cérebro do grupo e Serena (Deepika Padukone) a mulher bonita que sabe usar armas.

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A lacuna grave a nível de ter uma argumento forte é a principal causa do insucesso de Triple X. As personagens são ocas e demasiadamente forçadas para a qualidade da história, não se conseguem enquadrar ao requerido. O que fascina neste filme é apenas as cenas de ação bem estruturadas, apesar de que para o fim apressaram. Contudo não é suficiente para ser considerado uma película de qualidade, apetecível de ver aos olhos do espectador. Falta coração e emoção para o fluxo construtivo e eficaz. “XxX: O regresso de Xander Cage” não preenche os requisitos que procuro num bom filme. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Crítica

Mestres da Ilusão 2

Título: Now You See Me 2
Ano: 2016
Realização: Jon M. Chu
Interpretes: Jesse Eisenberg, Mark Ruffalo, Woody Harrelson…
Sinopse: Os Quatro Cavaleiros aumentam as suas forças quando são novamente recrutados por um génio informático que o leva para o maior número de sempre.

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A magia é levada a um outro nível neste segundo filme de “Mestres de Ilusão“. Após ver o filme deve dizer que a minha apreciação não concorda com as más críticas a que esta obra cinematográfica foi alvo. Claramente este é um filme meramente de entretenimento, um showbiz bem estruturado que nos faz acreditar em que existe algo mais. “Mestres da Ilusão 2” não foi bem aceite devido à falta de realidade nas ilusões apresentadas, mas para mim é o que torna este filme aceitável. O elenco principal mantém-se à excepção de Isla Fisher que foi substituída pela atriz Lizzy Caplan. Uma nova personagem mais divertida e com o toque feminino que faltava. Além dos quatro cavaleiros, Mark Rufallo, Morgan Freeman e Michael Cain compõe o elenco secundário. Daniel Radcliffe é também das estrelas, um vilão quase-louco que desta vez não sabe usar magia. Irónico não é.

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Sempre com truques na manga, a imaginação não tem limites. Em “Now You See Me 2” descortina-se o passado de Dylan Rhodes que ficou em aberto no filme anterior, e terá repercussões no seu futuro. Numa mistura de drama, comédia, suspense e pequenos momentos de ação completa-se um bom serão. Não esperem grandes dramatismos nem impressibilidades. Apesar de considerar existirem momentos desnecessários (como aquele em que passam a carta de cavaleiro para cavaleiro), considero até um filme visível de puro entretenimento. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Listas, Séries

As Séries Canceladas e Renovadas

Pois é, tudo tem um fim…ou não. O mês de Maio é um mês de decisões para os maiores canais televisivos norte-americanos. Têm de fazer planos para o que querem e o que não querem continuar a colocar no ar. Quem sobre mais sofre são as séries. É uma altura louca para os viciados, será que vai ser renovada ou cancelada a minha série favorita? Depois de semanas de especulação é chegado o veredicto final e esta foi a decisão. Mas não se preocupem, que mais séries televisivas chegaram. Vou começar primeiro com as más notícias:

Séries Canceladas

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A série “2 Broke Girls” será cancelada após as seis temporadas que esteve no ar desde o ano de  2011. Max e Caroline já não vão fazer parte da comédia na televisão. “Dead of Summer” só conseguiu uma temporada, mas as baixas audiências ditaram o seu fim. A Freeform anunciou que não irá renovar. The Last Man Standing protagonizada por Tim Allen também vai terminar após seis temporadas. A comédia sobre um homem num mundo de mulheres. A Netflix falou e Marco Polo” não vai continuar, a série histórica termina após duas boas temporadas. “Masters of Sexnão terá a quinta temporada, pois a Showtime decidiu não encomendar mais episódios.

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A série da FOX “Pitch” começou por ser interessante, sobre a primeira mulher no mundo do basebol, mas não passou da primeira temporada, não será renovada. A série “Reign” terá a sua história terminada na quarta temporada. “Rosewood” da FOX conseguiu chegar às duas temporadas, mas não vai ultrapassar disso. “Scandal” da ABC será renovada até à sétima temporada que terá estreia marcada para fevereiro de 2018. “Sleepy Hollow” já não estava a aguentar a pressão, após a saída da protagonista, agora o seu fim é certo, não foi renovada para a quinta temporada. A HBO anunciou que a quarta temporada de “Leftovers” será a última.

Séries Renovadas

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A nova série da Netflix “A Series of Unfortunate Events” protagonizada por Neil Patrick Harris será renovada para a segunda e terceira temporada. A AMC encomendou mais episódios de “Fear the Walking Dead” para a sua quarta temporada. “Into the Badlands” da AMC tem tido um incrível sucesso pois junta ação e artes marciais, terá uma terceira temporada com 16 episódios. “Legion” da FOX conseguiu alguns seguidores e foi recompensada com a segunda temporada. “The Magicians” também tem conquistado o seu território e por isso a Syfy renovou para terceira temporada este drama de fantasia.

Renovadas 2

The Handmaid’s Tale” com apenas um episódio conseguiu a renovação para a segunda temporada. Esta série é da HULU. “Nashville” entre termina e não, cá vai continuando devido aos fãs. A CMT renovou para a segunda temporada no canal, mas sexta no total. “Santa Clarita Diet” com Drew Barrymore marcou estreia na Netflix e terá segunda temporada. Da Freeform temos “Shadowhunters” que não funcionou muito bem em filme, mas em televisão tem dado frutos. Será renovada para a terceira temporada. “X-Files” o grande sucesso dos anos 90 está de volta após um revival vai continuar numa segunda parte.

Séries como “Supergirl“, “Flash”, “Arrow”, “Anatomia de Grey”, “Supernatural“, “Once Upon a Time“, “This is Us“, “Legends of Tomorrow” também foram renovadas para mais uma temporada.

O que acharam destas renovações e cancelamentos?

 

Crítica

Silêncio

Silencio-3

Título: Silence
Ano:
2016
Realização:
Martin Scorsese
Interpretes:
Andrew Garfield, Adam Driver, Liam Neeson…
Sinopse:
No séc. 17 dois padres portugueses viajam até ao Japão, na tentativa de localizarem o seu mentor, onde rumores o acusam de renegar a fé.

Silencio 2
Martin Scorsese quer e a obra nasce. “Silêncio” último filme do premiado realizador foi um pouco “abafado” na altura da sua estreia. Talvez devido ao borburinho dos Óscares ou pela época pós-natalícia, que o filme “Silêncio” não foi devidamente escutado. Apesar de ser um dos filmes mais esperados do ano, não conseguiu ter o mediatismo que merecia, ou necessitava. Excluído completamente pela Academia, só conseguiu a nomeação de Melhor Fotografia e abandonado pelos críticos, “Silêncio” perdeu a oportunidade de ser o melhor filme de Scorsese, talvez só mesmo a nível pessoal é que conseguiu o mérito. Foram décadas de estudo e muita investigação num projecto que há muito aguardava na gaveta para ver a luz do dia. Finalmente conseguiu ser lançado para o grande ecrã com um tempo total de quase 3 horas. Em pleno séc. XVII no Japão, dois padres portugueses (que não falam português) Rodrigues (Andrew Garfield) e Garupe (Adam Driver) procuram o seu mestre, Padre Ferreira (Liam Neeson) que supostamente renegou a sua fé para sobreviver. Numa viagem de procura de identidade o espectador é confrontado com questões sobre crença e religião.

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Este não é um filme fácil de ver. É denso, complexo e muito espiritual. A fotografia é mesmo da melhor qualidade nesta obra cinematográfica. As lindas paisagens foram filmadas com precisão, apresentado um país fragilizado em crenças. Na verdade conseguimos emocionar-nos com o destino das personagens. Esta não é uma história com lição de moral, nem tão pouco um final feliz. “Silêncio” é uma obra real, crua e dura de acontecimentos que marcou a colisão de povos e culturas distintas, onde a opinião varia. Não esperem por um final hollywodesco onde frase ditas ficam marcadas. Não é bem assim, este é um retrato fiel aos acontecimentos de personagens que quase ninguém conhece. Mesmo apesar de não terem glória, foram importantes para a História. A interpretação dos atores é metódica e plausível, tal como o filme. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Documentário

Casting JonBenet: A Pequena Rainha da Beleza

Mesmo passados 21 anos, a morte de JonBenét Ramsay ainda está envolta em muito mistério. A menina norte-americana de 6 anos foi assassinada em sua casa no dia de natal. Participante assídua de concursos de beleza JonBenét era uma boneca com cara de anjo que adorava ser adulta. Maquilhava-se e vestia-se a rigor para os concursos de miss no seu país, do qual conseguiu ganhar alguns. A Netflix baseou-se no caso que ainda hoje provoca opiniões distintas nos norte-americanos e criou um documentário sobre a pequena rainha da beleza.

 Com contornos diferentes dos habituais documentários, desta vez não tentamos descobrir as evidências do que verdadeiramente aconteceu, nem descobrimos o culpado. Em “Casting JonBenét”  durante uma hora, conhecemos as suspeições do caso. Várias pessoas fazem o casting para interpretarem os envolventes, enquanto explicam a sua opinião pessoal sobre a situação. Falam à vontade dos seus sentimentos e expressam com base no que ouviram e viram, basicamente o que conhecem.

Esta é uma forma inovadora de apresentação do documentário. Conhecemos o outro lado, o da opinião pública. E este lado é o que mais impacto tem. Quanto à verdade ainda está por descobrir. Será que foi a mãe? O pai? Ou o irmão? Havia assédio sexual? Ciúme? São todos temas que estavam na mesa mas nenhum foi oficialmente confirmado.

Sobressaí a montagem final deste documentário, onde retrata as várias hipóteses do acontecimento e as suas percussões. Tudo ao mesmo tempo. Já podem assistir na plataforma Netflix.

Crítica

Elizabeth

Título: Elizabeth
Ano: 1998
Realização: Shekhar Kapur
Interpretes: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Christopher Eccleston
Sinopse: Um filme sobre os primeiros anos do reinado da rainha Elizabeth I de Inglaterra e as suas dificuldades na aprendizagem de ser uma monarca.

A rainha Elizabeth I sempre foi menosprezada desde o seu nascimento. O pai, o rei Henrique VIII queria um filho varão, e a mãe, Ana Bolena foi decapitada e acusada de traição. Após a morte do seu pai, foi a sua meia irmã mais velha que subiu ao trono. Mary era uma cristã fervorosa e culpava Elizabeth pelos males do país, uma Inglaterra fragilizada, em guerra e com a fé dividida. Mary aprisionou Elizabeth para acusa-la, mas não durou muito. Elizabeth como única descente, subia ao trono em 1558. Neste drama histórico, o realizador paquistanês Shekhar Kapur explora os primeiros anos de reinado daquela que chamaram “A Rainha Virgem”, sendo uma das monarcas mais emblemáticas da Inglaterra.

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O papel foi adequado perfeitamente a Cate Blanchett, que conseguiu notoriedade neste filme. Prevalecendo as suas qualidades de atriz. “Elizabeth” apresenta uma verdade real, sem tabus de uma época que não era de contos de fadas. Se não fosses fiel à monarquia, pagavas por isso. As dificuldades sociais também foram expostas abertamente neste filme. Não se podia confiar em ninguém, e apesar de todos se apresentarem contra a majestade, facilmente se renderam ao seu poder feminino, consagrando-se na rainha que não precisava de nenhum homem, nem para governar. Nesta obra cinematográfica indicada para 7 Óscares da academia relata também os acontecimentos verdadeiros da disputa entre Inglaterra e a Escócia. Concluindo esta obra está bem concebida historicamente e por tal motivo conseguiu uma sequela com “Elizabeth: Golden Age” (2007). O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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