Vício do Momento

Novidades Primark

A Primark consegue sempre surpreender com as suas colecções modernas, atuais e versáteis. Roupa e acessórios diversificados a um preço bastante acessível. Além disso esta loja possibilita uma grande escolha, para pessoas como eu que não negam o gosto pela temática geek seja da animação, super-heróis, a filmes e séries. Um leque de opções em que a Primark oferece aos seus consumidores. Esta é a minha wishlist das novidades desta loja.

Primark

Crítica

Crítica: Nem Respires

Título: Don’t Breathe
Ano: 2016
Realização: 
Fede Alvarez
Interpretes: 
Stephen Lang, Jane Levy, Dylan Minnette..
Sinopse:
Com a esperança de conseguirem uma fortuna avantajada, um trio de assaltantes, entram numa casa de um habitante cego, que não é tão  necessitado como aparenta.

Don’t Breathe” consegue apresentar-se como uma inovação aos filmes de terror/horror protagonizados por adolescentes. Uma lufada de ar fresco que mantém uma história lógica que bem podia ser real. No centro da história temos três amigos, que ocupam o seu tempo livre a assaltar casas de luxo. Os conflitos da vida de cada uma destas personagens é mencionado, mas o caso de Rocky (Jane Levy) é o mais destacado. O seio da sua família é inconstante, com uma mãe viciada em drogas e um padrasto abusador, Rocky só tem uma irmã e pretende conseguir-lhe uma vida melhor, por isso rouba. O jackpot parece ter saído a este trio quando Money (Daniel Zovatto) descobre um caso milionário. Este seria o golpe do ano, e assim os jovens não precisavam mais de roubar. O que não contavam era com o habitante da casa, um idoso cego (Stephen Lang) e ex-militar que não sabe perdoar.

Este filme pode apresentar uma história constante, e previsível, mas ainda consegue surpreender. Quando a história do homem cego é revelado ao espectador não estávamos à espera de tal desenrolar de acontecimentos. Este foi um ponto alto do filme, isso e a luta coordenada do nosso protagonista que de indefeso não tem nada. “Don’t Breathe” proporciona alguns momentos de ação e sentimos aquela angustia dos jovens que nem respirar podem com o medo de serem descobertos pelo blind man. É tenebroso esse sentimento, mas funciona muito bem neste filme. O que não tem o que fazia falta no enredo são aquelas pausas de silêncio constantes nesta temática cinematográfica e que de repente um barulho de susto o que proporciona um ou outro grito do exterior. Fora isso, na minha opinião esta obra cinematográfica cativa e consegue ser original. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

 

Diary

2 anos de Blog BeautifulDreams!

Que tonta eu. Aqui o blog fez dois anos e eu sem dizer nada. Bem, na verdade não são dois anos que aqui o blog tem. Este blogue surgiu em 2011, mas noutro servidor. Devido a vários problemas técnicos e a constantes desequilíbrios que realmente não funcionava, decidi mudar de plataforma. Por isso cheguei ao WordPress. Não podia ter escolhido melhor, os problemas pararam de vez. Também foi por essa altura que consegui mais leitores. Obrigado a todos que fazem o meu dia mais especial por passarem aqui pelo estaminé para uma visita, e  a todos aqueles continuam a seguir este blogue. Estou a pensar fazer algumas mudanças por aqui. Em tempos começou por ser mais generalista, mas chegou a hora de torna-lo mais pessoal. Mais meu. Daí penso modificar a estrutura das categorias e assim focar-me em assuntos que sejam mais interessantes para todos.

Crítica

Crítica: Shingeki no kyojin Parte 1

Título: Shingeki no kyojin
Ano: 2015
Realização: Shinji Higuchi
Interpretes: Haruma Miura, Kiko Mizuhara, Kanata Hongô
Sinopse: Num mundo onde gigantes humanóides atacam os humanos, Eren junta-se à legião de luta como forma de vingança aos monstros que atacaram a sua vila natal.

Apesar da manga e do anime de sucesso, podem ler aqui. O filme live-action foi uma ideia infeliz. A história foca-se na mesma em Eren, Mikasa e Armin que estão determinados em destruir os titãs que assassinaram as suas família, mas com contornos diferentes. Dividido em duas partes esta obra cinematográfica não se mede por eira nem beira. Argumento confuso, personagens deambulantes e nada tem haver com o original. Falta o sentido lógico do acontecimento e marca-se pela falha a nível historial. Confirmo que só existem pontos negativos e por isso torna-se um martírio assistir a este filme. Eu tinha lido que as críticas eram más, mas queria ver por mim, só consegui ter arrependimento. Os efeitos visuais são uma verdadeira desgraça. É notória a escolha de alguns japoneses para serem os titãs, mas as qualidades humanas foram muito mal disfarçadas, parecendo humanos a devorarem humanos. Medonho de assistir. Outra situação que não percebi foi a cena do bebé titã, ora isso nem sequer está explicado na anime.

As personagens não apresentam química entre elas e estava à espera de mais diversidade. As personalidades também não são como a manga, são totalmente novas e com situações diferentes que se definem. O diálogo é confuso e desconexo, sem pontos de ligação que nos fazem sentir simpatia pelas personagens. Concluindo esta obra está uma desgraça que não devia ter saído do papel. Não existe nenhuma referência que refute esta ideia. O blogue atribui 1,5 estrelas em 5.

Crítica

Justice League Dark

Título: Justice League Dark
Ano: 2017
Realização: Jay Oliva
Interpretes: Matt Ryan, Camilla Luddington, Jason O’Mara
Sinopse: Com os poderes das artes ocultas à solta só existe uma equipa capaz de derrotar o mal: Batman, Zatanna e Constantine, juntos terão de descobrir a verdade e vencer o vilão principal.

A DC Comics mantém-se forte nos filmes animados. Voltaram a focar-se nos seus heróis. Não se deixem enganar pelo nome, esta película não se foca completamente na Liga da Justiça, mas em três outros heróis, Batman, Zatana e Constantine. Este trio terá de trabalhar em equipa para descobrir quem está a utilizar magia negra para prejudicar a população. Logo nos primeiros minutos do filme percebemos que não é para crianças, cada vez mais violento e sangrento. A história também é mais densa, e negra. O objectivo é mesmo esse, já que se foca na magia e nas artes ocultas. Os protagonistas não podiam ser os melhores, pois estes três conseguem lidar bem com o lado negro da vida. Constantine saltou da série televisiva para a animação e até a sua voz é do ator Matt Ryan, o mesmo que o interpretou live-action. Foi interessante conhecer um pouco mais desta personagem da DC Comics e o mesmo digo de Zatana.

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Esta não foi dos meus tramas favoritos, apesar de alguns momentos engraçados, na sua maioria protagonizados por Batman. O enredo foi pouco desenvolvido e as personagens tinham mais potencial para a luta, foi como se andassem sempre em círculos, durante toda a animação. Houve pouco relevo de drama, e quase passava despercebido. Admito que esperava um pouco mais do que chegou. Mas este é o primeiro de muitos filmes da DC Comics a serem lançados este ano. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Séries

Por 13 Razões

De quem é a culpa?

A Netflix brindou-nos com uma nova série no final do mês de março. “Por 13 Razões” foca-se numa mensagem forte, tão forte que conseguiu por toda a internet a falar sobre o assunto. Baseado nos livros de Jay Asher, “13 Reasons Why” é uma série original do canal de streaming que foca-se na vida, ou melhor na morte de Hannah Baker. Hannah é a protagonista desta história, mesmo já estando morta. Durante 13 episódios acompanhamos a experiência de Hannah que levou à sua escolha de tirar a própria vida. O suicídio juvenil é na maioria causado devido ao bullying, e esta série tornou-se num abre-olhos que causou o aumento nas linhas de ajuda aos jovens. Hannah Baker (Katherine Langford) explica em sete cassetes, 13 razões que a levaram ao seu fim. Clay Jensen (Dylan Minnette) um rapaz tímido que sempre admirou Hannah recebe numa caixa de sapatos e assim começa a descobrir a verdade por tudo o que a sua amiga passou.

13 Reasons Why” é muito mais do que uma série de adolescente. Toca na ferida, de assuntos sérios como a desigualdade de sexos, o bullying, a homosexualidade, a violação, a depressão, as drogas, o alcoolismo, o assédio sexual e a morte. Durante 13 episódios sentimos na pele as dificuldades emocionais e psicológicas de Hannah. Todos nós somos esta personagem, mas também somos as outras. O que é importante reter desta série é que ninguém está sozinho e devemos tentar perceber o lado do outro. Não sabemos o que se passa na cabeça de cada um, mas é nossa obrigação tentarmos conversar quando notamos algo de errado. Com um argumento bem escrito, personagens interessantes e reais, com uma história profunda, “Por 13 Razões” é um trama que merece ser visto e reflectido. Podemos estar a salvar vidas, pois tudo o que precisam é um amigo. A Netflix é a principal responsável desta produção que já conseguiu muitos fãs. O final foi forte e ainda deixou muito por resolver. Será que vão produzir uma segunda temporada?

Crítica

Crítica: Gritos 1

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Título: Scream
Ano: 1996
Realização: Wes Craven
Interpretes:  Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette
Sinopse: Um ano após a morte da sua mãe, uma rapariga adolescente vive aterrorizada com um novo assassino, que marcou a rapariga e os seus amigos e que utiliza os filmes de terror como forma de um jogo mortal.

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“Gritos” foi um caso de sucesso dos filmes de terror direccionado para o público juvenil. Ainda hoje reconhecemos a famosa máscara do ghostface. Este filme realizado por Wes Craven, conhecido pelo seu trabalho também no terror como filmes Pesadelo em Elm Street, Red Eye e Amaldiçoados. Produzido em tom de brincadeira, é certo que satiriza os filmes típicos de adolescentes e terror, mas com uma nova vertente. Não existe seres sobrenaturais que possuem magia ou alimentam-se do medo, apenas pessoas vulgares que com um limiar de loucura fazem o que querem sem consciência. Este foi um filme de sucesso que ainda conseguiu mais sequelas de um serial killer que não olha a meio nem a preceito para matar qualquer um, mas o alvo perfeito é Sydney (Neve Campbell) a jovem de 17 anos que perdeu a mãe há um ano, vítima de um violento crime. Jovem que se manteve viva durante todos os filmes da saga (lamento o spoiler, mas estes filmes são constantemente previsíveis).

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Francamente “Gritos” não é um filme de nos faça tremer de medo na cadeira, nem tão pouco é violento. Esta é uma película ideal para um serão com amigos. Um entretenimento no seu estado mais simples e que possibilita uns bons momentos de diversão. Courtney Cox também faz parte das protagonistas, este é dos poucos filmes da atriz de “FRIENDS” que sempre preferiu a televisão. Drew Barrymore também marca presença, mas de forma muito secundária, apesar de ser ela a abrir o filme. “Gritos” não se desenrola com conversas complexas, é apenas uma história que ironiza os filmes do género, o que proventura o torna ligeiramente engraçado e original (ou não). O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Séries

Gilmore Girls: A Year in the Life

Se existe série que merecia um revival, Gilmore Girls é essa série. O final foi insosso e deixou o público cheio de dúvidas. Bem para os fãs da série na altura tiveram de esperar 9 anos para saber o que aconteceu às personagens. No meu caso foi apenas um dia, já que tenho a Netflix assisti a todos os episódios de “Gilmore Girls” de rajada, aproveitando para assistir a “A Year in the Life“. Durante 4 episódios correspondente às estações do ano temos durante 1hora e 30 minutos (sim, parece quase um filme) a continuação da história, para ficarmos a saber o que aconteceu a Lorelai, Rory, Luke, Emily, Lane e a todos os habitantes de Stars Hollow.

Inverno

I smell snow” é das famosas frases de Lorelai Gilmore. Remarcando que tudo de bom acontece quando neva. “A Year in the Life” não podia ter começado melhor. Neste episódio percebemos que Lorelai ainda está com Luke (apesar do casamento não ter acontecido), e ambos procuram alternativas para mudar de vida, pensam na solução de barriga de aluguer para terem um filho em conjunto. Rory inesperadamente não está a ter uma carreira de sucesso no jornalismo. Vive de trabalho freelancer entre os E.U.A. e Londres, onde se costuma encontrar com Logan. Os habitantes de Stars Hollows continuam por lá, é o caso de Kirk, Miss Patty, Taylor, Babette…Entretanto Lorelai, Rory e Emily tentam superar a morte de Richard que faleceu recentemente

Primavera

Nesta estação voltamos aos tempos de escola, quando Rory andava em Chilton. Ela e a sua amiga Paris são convidadas pelo diretor para uma palestra de incentivo aos jovens. Rory tenta acalmar a amiga que tem um casamento falhado com Doyle, com dois filhos enquanto gere uma empresa de barrigas de aluguer. Lorelai e Emily fazem terapia juntas com o propósito de resolverem os seus problemas. Este foi o episódio que mais gostei, foram gargalhadas atrás de gargalhadas. Muito bem escrito.

Verão

Ainda confrontada com a dura realidade de não conseguir um emprego estável como jornalista, Rory trabalha em Stars Hollow para salvar o jornal local. Ainda sem estar integrada, recebe um conselho de Jess para escrever um livro da sua vida. Lorelai enfrenta problemas na estalagem e pensa em aumentar o espaço. Emily começa a rejeitar a sua vida após o falecimento do seu marido. Rory decide que chegou a hora de terminar de vez com Logan. Este episódio foi mais uma retrospectiva para o último.

Outono

Neste último episódio Rory já começou a escrever o seu livro, ao contrário da opinião da mãe. Lorelai decide caminhar numa jornada de auto-descoberta. Decide repensar na sua relação com Luke e a perda do pai. A conclusão a que chega ajudou-a a recuperar o significado pela vida e a relação com a sua mãe aumenta. Emily decide mudar. Rory reencontra-se com Dean. Logan decide preparar uma surpresa de despedida à ex-namorada. Lorelai e Luke finalmente dão o grande passo na relação.

Amy Sherman-Palladino voltou a fazer um excelente trabalho em “Gilmore Girls”, juntamente com a Netflix está foi uma decisão necessária e que andava na imaginação dos fãs. A sátira utilizada pelas Gilmore continua lá. Um humor atual e bem-disposto que torna esta série única. Estes quatro episódios foram muito bem conseguidos e na sua maioria pela disponibilidade dos atores. Já o final foi inesperado e talvez possa insinuar uma continuação.