Crítica

Até ao Osso

Título: To the Bone
Ano: 2017
Realização: Marti Noxon
Interpretes: Rebekah Kennedy, Lily Collins, Dana L. Wilson…
Sinopse: Uma jovem mulher que luta contra a anorexia. Ela conhece um médico pouco convencional que a ajuda a enfrentar a situação e a conseguir lidar com a vida.

Faltam mais filmes assim. Duros e reais. A Netflix recuperou a história de casos reais de pessoas com anorexia. Lily Collins interpreta Ellen uma jovem com dificuldades em comer. A sua família complicada, os amigos e a doença são bem retratados neste filme de Marti Noxon. O processo doloroso da recuperação, o bater no fundo e o levantar. A peça fundamental para o equilíbrio é mesmo a pessoa afetada. Apenas ela com a sua força de vontade se pode reerguer. “Até ao Osso” faz jus à realidade da doença anorexia. Não é só quem tem a doença que sofre, mas os familiares também.

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A atriz Lily Collins, em adolescente também batalhou contra o distúrbio alimentar. A sua experiência foi importante para a construção da Ellen. A atriz emagreceu para o papel, mas de forma saudável, com a ajuda de uma nutricionista. Apesar começar de um modo quase banal e divertido, o argumento começa a ficar mais sério à medida que avança. As dificuldades começam a surgir e nem mesmo a terapia alternativa do Dr. Beckham (Keanu Reeves) existe progresso. Por vezes é preciso deixar-mos cair, para perceber o quanto mal estávamos. O filme é razoavelmente bom, contudo não é conclusivo, mas isso já seria outra história. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

O Mistério da Rua 7

Título: Vanishing on 7th Street
Ano: 2010
Realização: Brad Anderson
Interpretes: Hayden Christensen, Thandie Newton, John Leguizamo…
Sinopse: A população de Detroit desapareceu quase completamente, apenas alguns se mantém. Enquanto o dia desaparece, eles rapidamente se apercebem que o escuro os persegue e não têm boas intenções.

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Este filme de suspense até se mantém com uma ideia interessante, mas não conseguiu atender ao interesse do público. Hayden Christensen lidera este drama misterioso sobre o desaparecimento quase total dos habitantes de Detroit. “Engolidos” pela escuridão. Os últimos sobreviventes só conseguem se manter vivos através da luz, que cada vez mais se encontra mais escassa. O filme apresenta um desenvolvimento lento e pouco explicativo. Quatro estranhos encontram-se na adversidade da situação, mas rapidamente percebem que a causa dos desaparecimentos são sombras que surgem na escuridão.

Cada uma das personagens mantém a sua história pessoal, mas mesmo durante aquele fim do mundo não se conectam entre si. Factor duvidoso já que em filmes apocalípticos é natural existir uma força no grupo principal.

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Os atores não convencem e isso consegue-se perceber. A história é fraca, o argumento é pobre e o final demasiadamente inconclusivo. Houve momentos esperançosos de um filme até com alguma qualidade, mas logo esse sentimento desvanece. “O Mistério da Rua 7” não vale nem o esforço de ligar a televisão e ver o filme. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

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Crítica

Sabrina A Bruxinha Adolescente

Título: Sabrina the Teenage Witch
Ano: 1996
Realização: Tibor Takács
Interpretes: Melissa Joan Hart, Sherry Miller, Charlene Fernetz, Ryan Reynolds…
Sinopse: Uma rapariga enviada pelos seus pais para ir viver com as tias excêntricas. No seu 16º aniversário descobre que é uma bruxa.

Podia estar aqui a falar-vos da série de televisão, bem conhecida. Mas não. Para já não, porque antes da televisão, “Sabrina a Bruxinha Adolescente” foi um filme. Isso nem todos sabem, e eu também só descobri, porque voltei a rever os episódios. Baseado na banda desenhada de  Archie Comics, Sabrina foi representada em live-action. Interpretada pela atriz Melissa Joan Hart, será sempre Sabrina, tanto no filme como na série de televisão (esta foi a única personagem que se manteve, com excepção da atriz Michelle Beaudoin).

O filme também mantém uma história diferente da série televisiva. Sabrina descobre na mesma os seus poderes de bruxa aos 16 anos, mas num ritual completamente diferente. Além disso, Harvey é o seu melhor amigo, que vive secretamente apaixonado pela protagonista, e não o contrário. Sabrina por outro lado mantém-se interessada por Ryan (Ryan Reynolds) o rapaz mais popular da escola, que tem uma namorada e essa será a sua rival.

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O filme é mais direccionado ao público juvenil, contudo com o falta de novas histórias para contar, o enredo foi transformado numa série de televisão. É notório também um baixo orçamento, sendo que a utilização de feitiços é muita escassa, estava à espera de algo mais divertido. A história em si é bastante previsível e não acrescenta nenhuma inovação. Na minha opinião a série de televisão consegue ser bem melhor do que o filme. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Crítica

Jovens Titãs: O Contrato Judas

Título: Teen Titans: The Judas Contract
Ano:2017
Realização: Sam Liu
Interpretes: Stuart Allan, Jake T. Austin, Taissa Farmiga…
Sinopse: Tara Markov é uma rapariga que tem o poder da terra e pedra; ela também é mais do que aparenta. A nova jovem titã é uma aliada ou uma ameaça? E quais são os planos do assassino Deathstroke para os heróis?

O mais recente filme de animação da DC volta a focar-se nos Jovens Titãs. Desta vez a história baseia-se numa nova personagem, a Terra. Membro mais recente do grupo, tem uma personalidade independente e forte. Abandonada em criança e rejeitada é aos poucos em flashbacks que vamos compreendendo o seu passado. Enquanto Terra se tenta integrar no grupo, à sua maneira, surge uma nova ameaça. O Irmão de Sangue deseja levar o seu plano até ao fim, mas para isso terá de se livrar dos Jovens Titãs.

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Este filme até razoavelmente surpreendente. Consegue manter uma intriga apelativa com confrontos cruciais para o desenvolvimento das personagens. O argumento também se justifica como interessante. Na minha opinião “Judas Contrat” foi o melhor filme de animação da DC recentemente.O trama completa-se com um princípio, meio e fim. Todas as personagens começaram com dúvidas, mas no final do filme conseguiram resolver as discrepâncias que os afectavam. Concluindo para quem aprecia filmes de super-heróis este é um que podem assistir. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Elizabeth – A Idade de Ouro

Título: Elizabeth: The Golden Age
Ano:2007
Realização: Shekhar Kapur
Interpretes: Cate Blanchett, Clive Owen, Geoffrey Rush…
Sinopse: Uma Rainha Elizabeth mais madura, enfrenta novamente uma crise no seu reino com a ameaça dos cristãos espanhóis e desapontamentos amorosos.

O filme biográfico da Rainha Elizabeth continua com esta segunda parte. Desta vez explicando acontecimentos históricos que marcaram o seu reinado. Depois da difícil subida ao trono de Elizabeth, uma jovem mulher que não estava preparada para ser Rainha (crítica do filme podem ler aqui), está agora mais madura. Considerada a Rainha Virgem, não aceita pretendentes, mas comanda com punhos de ferro a monarquia inglesa. Mantém de perto aqueles em que confia, mas a chegada de Sir Walter Raleigh (Clive Owen) veio abalar o círculo de confiança. Pirata sedutor, consegue receber toda a atenção da rainha, que apesar de conhecer as suas intenções, deixa-se levar pelos jogos de carinho e sedução.

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Amada e odiada, a Rainha Elizabeth tornou-se das mais reconhecidas rainhas devido à sua força e determinação. O seu povo eram os seus filhos. Mesmo com o inimigo espanhol, o Rei que a criticavam pela sua religião protestante, e com a ameaça da prima a Rainha Mary da Escócia, Elizabeth conseguiu manter o seu posto de governante suprema.

Cate Blanchett brilha novamente como Rainha, num papel escolhido mesmo para a atriz. A sua interpretação vivaz de Elizabeth é dos pontos fortes do filme. O realizador Shekhar Kapur volta a criar um mote às cores na sua cinematografia. As cores vibrantes dos vestidos, plumas, cenários e ambientes envoltos criam um espectáculo apelativo de assistir. A nível de argumento, este filme não se tornou tão eficaz como o seu antecessor, e é neste aspecto que mantém o seu ponto mais fraco. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Recomendação: Livro “Isabel I – O Médico Português da Rainhda” – COMPRAR na WOOK

Crítica

Gru – O Mal Disposto 3

Título: Despicable Me 3
Ano: 2017
Realização: Kyle Balda, Pierre Coffin
Interpretes: Steve Carell, Kristen Wiig, Trey Parker
Sinopse: Gru conhece o seu irmão alegre e charmoso Dru, que deseja fazer equipa com o irmão na arte da vilania.

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Depois de se aposentar da sua vida de vilão, Gru é despedido da agência secreta onde trabalha. Tudo devido a Balthazar Bratt, um vilão viciado nos anos 80 que roubou o maior diamante do mundo. Destroçado, Gru é contactado pelo seu desconhecido irmão gémeo, Dru para o ajudar numa tarefa: ser o maior super-vilão de sempre. Enquanto isso Gru cria um plano para recuperar o diamante e voltar a ter a sua vida de volta. Entretanto terá de lidar com a greve dos minions que não aceitam que o seu mestre se torne bom.
A Illumination Entertainment voltou a apostar no seu trufo maior. Quem não gosta dos pequenos seres amarelos que falam numa língua só deles? Apesar de este filme não manter um nível de animação superior aos seus antecessores, ainda consegue fazer rir, nos momentos menos esperados.

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Consistentemente engraçado, “Gru-Maldisposto 3” mantém um enredo curiosamente interessante e apelativo. Steve Carrel é a voz do protagonista e do seu irmão gémeo. Consegue um tom de equilíbrio entre ambos, que mesmo gémeos possuem personalidades diferentes. Na minha opinião as cenas com os minions são as mais divertidas. A boa-disposição que captam nos seus momentos é contagiante. É notório que esta obra cinematográfica tenta comparar-se às anteriores a nível de referências, contudo sobressai-se pela história mais madura. No final não consegue ser tão hilariante como os filmes anteriores. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica

Mr. Church

Título: Mr. Church
Ano: 2016
Realização:  Bruce Beresford
Interpretes:  Eddie MurphyBritt RobertsonNatascha McElhone….
Sinopse: Este filme conta a história de uma bela amizade que se desenvolve num cozinheiro e numa menina. Tudo começa com um arranjo de 6 meses, mas que dura a vida toda.

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“Mr. Church podia ser qualquer coisa, mas escolheu ser cozinheiro. O segredo dizia ele, era jazz“.

Assim começa o filme “Mr. Church” que mantém na liderança Eddie Murphy. Este filme não é de comédia, muito pelo contrário, é de drama e marca o regresso do ator, depois de um tempo longe do cinema. Eddie Murphy disfarça a sua piada com um ar sério. Está mais sereno e sem excentricidades. Baseado num facto verídico na vida de Susan McMartin, argumentista de séries como “Dois Homens de Meio” e “Vida de Mãe“, também foi a autora deste filme um pouco biográfico. Ao assistirmos a esta obra cinematográfica quase conseguimos semelhanças com o filme “A Voz no Coração“. Momentos paralelos  com destinos que se cruzam tornam este filme muito intuitivo e pessoal.

A história que decorre durante anos, segue a vida de Charlie (Britt Robertson) e Marie (Natascha McElhone), a sua mãe, uma doente terminal. Mr. Church, um cozinheiro foi contratado para ajudar a família durante 6 meses. Mas o que era um trato de 6 meses, durou a vida inteira. Num ambiente dramático e intimista acompanhamos as gerações desta grande amizade.

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Confesso que libertei umas lágrimas ao assistir a este filme. Não tem uma história banal e foca-se nas voltas que a vida dá. O argumento é a mais-valia de “Mr. Church“, o diálogo das personagens são quase como poemas.

“My Mama had been the sun to me. I basked in her warmth. I remember wanting to wake up in the morning just to see her. But now that sun was on fire, seemed to burn everything in sight. If I got too close, my skin stung. But Mr. Church, he could walk right through her blaze without so much as a singe. He was like the moon. Cool, calm, and always there. So I learned to turn away from the sun, and face the moon.”

“Mr. Church” pode não ser um filme reconhecido, pois não conseguiu a publicidade que merecia. Em formato independente foca-se no que é mais importante na vida: o amor. Eddie Murphy consegue uma excelente interpretação, apesar que quase não falar. Contudo mantém algumas pontas soltas o enredo, pois não consegue desmitificar completamente o segredo do “Mr. Church“. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica

Da Série Divergente: Convergente

Título: Allegiant
Ano: 2016
Realização: Robert Schwentke
Interpretes: Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels…
Sinopse: Após a Terra descobrir as revelações de Insurgente, Tris e Quatro decidem escapar para depois das muralhas. Finalmente entendem a verdade do terrível mundo que vivem.

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O franchise de Divergente não correu tão bem como se esperava. A má produção juntamente com uma história pobre, tornam este último filme da saga uma desilusão. Na verdade “Allegiant” era inicial para ser dividido em dois filmes. No entanto as fracas bilheteiras e o insucesso do marketing, desmotivaram essa ideia. “Convergente” continua a história do filme anterior (podem ler crítica aqui), Tris e Quatro decidem avançar para o grande desconhecido enquanto Chicago se mantém em guerra. No entanto nem tudo o que se parece é e novos inimigos surgem. A história baseado nos livros de Veronica Roth este é o terceiro filme da saga. Surgido pela hype das obras literárias em cinema como: Hunger Games, Maze Runner, a saga Divergente não conseguiu manter o mesmo vigor dos seus concorrentes. Estas produções teen podem não ser excelentes exemplos como Harry Potter, mas ainda conseguem entreter o seu público-alvo.

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“Convergente” não apresenta clareza nem surpresa no seu enredo. Personagens pouco carismáticas e demasiadamente previsíveis, tornam esta obra cinematográfica sem graça e desmotivante. A história é cansativa e sem originalidade narrativa. Aceito bem decisão dos estúdios cancelarem a continuação deste trama. Contudo achei o final cheio de pontas soltas. Deviam ter compactado toda a história num só filme, evitando assim momentos mortos. Mas nem tudo é mau. Os efeitos visuais possibilitam uma óptica mais atractiva do filme. Mudanças rápidas de cenários e paisagens fictícias bem construídas. “Convergente” fica-se só por isso, uma obra com um argumento empobrecido, mas que podia ser ainda muito mais. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

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Crítica

Gritos 2

Título: Scream 2
Ano: 1997
Realização: Wes Craven
Interpretes: Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette…
Sinopse: Dois anos após os incidentes do primeiro filme, um novo psicopata com o disfarce do Ghostface aparece. Sidney volta a ser o alvo principal.

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“Gritos” já não é uma novidade, mas o seu enredo tresloucado consegue ainda captar um interesse satisfatório pela parte do público. Um novo serial killer volta a andar à solta e tem como alvos os sobreviventes do crime acontecido no filme anterior. Um copy-cat que novamente por motivos fúteis, assombram Sidney (Neve Campbell), Gale (Courteney Cox) e Dewey (David Arquette). Será que se vão safar nesta sequela?

Gritos 2” volta a ser produzido no mesmo tom irónico que o caracteriza. O filme até se põe à prova quando personagens debatem se as sequelas conseguem ultrapassar o filme original. Como Randy Meeks comenta: “As sequelas são fomentadas com mais drama e mais sangue“. Não deixa de ser verdade. Nesta película transmitem essa essência de puro dramatismo aliado ao entretenimento banal.

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Apesar do argumento manter-se firme com conteúdo novo, não é suficiente. O desgaste da história e do desenvolvimento das personagens é notório e como costuma dizer o ditado “A história volta a repetir-se”. O jovem elenco consegue assumir uma forte posição. Além de Courteney Cox, reconhecida em FRIENDS nesta altura, junta-se Sarah Michelle Gellar a começar “Buffy a Caçadora de Vampiros” e Joshua Jackson nos primórdios de “Dawson’s Creek“. Os primeiros papéis de estrelas que nos inícios dos anos 2000 estavam no pedestal da fama. “Gritos 2” é longo e com alguns dramas desnecessários, contudo ainda se foca na influência do cinema que produz nos jovens. Concluindo este é um serão bastante leve que por vezes pode ser ridículo, mas é esse sarcasmo que o torna engraçado. Agora rumo ao terceiro. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

No Limite do Amanhã

Título: The Edge of Tomorrow
Ano: 2014
Realização: Doug Liman
Interpretes:  Tom Cruise, Emily Blunt, Bill Paxton…
Sinopse: Um soldado que combate extraterrestres terá de repetir o mesmo dia vezes sem conta. O dia recomeça quando morre.

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Edge of Tomorrow” é um filme baseado no light novel de Hiroshi Sakurazaka com o nome “All You Need Is Kill”. Num mundo pós-apocalíptico, invadido por extraterrestres, dos quais chamamos de Mimics, só existe uma opção: lutar. Durante 5 anos o mundo está em guerra com estes seres. Para ajudar à batalha foi criado um centro de militares altamente treinados para combater os extraterrestres. O major William Cage (Tom Cruise) é apanhado uma rede de obrigações para o qual não estava preparado. Em terreno de guerra só existe uma opção: sobreviver. Mas é no momento de perda que o seu dia começa novamente e terá de fazer tudo outra vez. O realizador Doug Liman é um mestre dos filmes de ação. “A Identidade de Bourne“, “Mr. & Mrs Smith” e “Jumper” são os seus filmes mais conhecidos. “O Limiar do Amanhã” é do género ficção científica mas mantém-se completo no entretenimento. 

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É quase estranho ver Tom Cruise como um zé ninguém num filme. Depois de películas como Missão Impossível e Jack Reacher, não temos dúvidas da sua capacidade de luta. Mas em “Edge of Tomorrow” começou como um zero e terminou como um herói. Apesar dos inúmeros aspectos positivos: como as cenas de ação e momentos filmados em batalha, somos também confrontados com um enredo inteligente que capta a atenção do espectador. Mas apesar dos factores favoráveis, características negativas existem. A ação do trama passa-se exaustivamente quase no mesmo espaço e é quase difícil separar-mos as cenas. No entanto esta consegue ser uma excelente obra de entretenimento do género fição científico. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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