Crítica

O Espaço Que Nos Une

Título: The Space Between Us
Ano: 2017
Realização: Peter Chelsom
Interpretes: Gary Oldman, Asa Butterfield, Carla Gugino…
Sinopse: O primeiro humano nascido em Marte, viaja até à Terra pela primeira vez. Ele embarca numa aventura com uma rapariga independente, e juntos percebem que há muito para além daquilo que os olhos conseguem ver.

O Espaço que nos Une” é um filme com um plot muito interessante. Um amor quase equivalente ao de Romeu e Julieta. Não proibido entre famílias, mas proibido entre mundos. Gardner ( Asa Butterfield) é um rapaz muito peculiar. Nasceu em Marte. A vida num planeta diferente pode ser muito solitária, mesmo com a companhia de astronautas. Gardner tem o sonho de um dia visitar o planeta Terra e a sua curiosidade aumenta, quando conhece Tulsa (Britt Robertson), uma rapariga independente que procura aventura na sua vida.

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A jornada de ambos começa quando Gardner decide procurar pelo seu pai biológico. Numa busca incansável, viajam de lugar em lugar seguindo as pistas que conseguem. Contudo o tempo de ambos juntos pode estar limitado pela dificuldade de Gardner sobreviver na gravidade do nosso planeta.

Este filme de drama tinha potencial. Contudo não conseguiu manter-se firme. A narrativa é cansativa e o argumento é desleixado, tal impossibilita a conexão com as personagens. No final existe uma tentativa de reviravolta, mas não entusiasma, aliás torna-se até previsível. “O Espaço que nos Une” desmancha-se ao ser demasiadamente adolescente, e fácil. Falta o conteúdo mais dramático e sentimentalista. Concluindo esta é uma obra cansativa de assistir e muito piegas. Nem os atores conseguiram contornar esta lacuna. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Noiva em Fuga

Título: Runaway Bride
Ano: 1999
Realização: Garry Marshall
Interpretes: Julia Roberts, Richard Gere, Joan Cusack…
Sinopse:Um jornalista é atribuído uma reportagem sobre uma mulher que tem o hábito de deixar os homens no altar.

Ai (suspiro). Estes filmes puros e simples são do melhor para o coração. Já sabemos que no final o casal principal vai ficar junto, só não sabemos como. Julia Roberts e Richard Gere eram dos casais favoritos de Hollywood, depois de “Pretty Woman” (shame on me que ainda não vi) eram sempre os escolhidos para par romântico. A química entre os atores era genuína e apesar de nunca passar para a vida real o romance, quase que parecia no ecrã. Um dos filmes que também marcou a década de 90 foi “Noiva em Fuga“. Este filme quase podia ter sido inspirado na própria vida da atriz Julia Roberts que três dias antes do seu casamento do o ator Kiefer Sutherland cancelou tudo.

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Esta comédia romântica não apresenta nada de novo. Homem conhece mulher, que nada tem haver um com o outro, mas inevitavelmente começam a apaixonarem-se. Só que ela tem um problema, não consegue levar um relacionamento a sério e abandona os noivos no altar. Mas será que este casal está destinado a ficar junto? “Noiva em Fuga” é um filme de domingo que é só mesmo para estar no sofá e nos deixar levar pela história. O argumento simples mas bem escrito é o ingrediente desta obra que nos faz acreditar que o amor está no local onde menos esperamos. Concluindo este é um filme esperançoso, previsível mas que consome bem o nosso tempo, ao vermos Julia Roberts e Richard Gere a partilhar o ecrã. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Kingsman: O Círculo Dourado

Título: Kingsman: The Golden Circle
Ano: 2017
Realização: Matthew Vaughn
Interpretes: Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong…
Sinopse: Quando o seu quartel é destruído, a viagem dos Kingsman levam-nos até aos Estados Unidos, onde descobrem uma nova organização. Estas duas agências secretas de elite tem de se juntar para eliminar um inimigo em comum.

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Os espiões mais cavalheiros de Londres voltaram para um segundo filme. A continuação de “Kingsman” segue com uma reviravolta surpreendente, da qual não concordo nada. Mas sem dúvida que esta saga não tem medo de avançar e talvez por isso consiga distanciar-se dos outros filmes de espionagem. O final da agência britânica trouxe graves percussões, quando um novo vilão surge. Os “Kingsman” terão de pedir ajuda aos “Statesman” nos Estados Unidos da América para juntos derrotarem um mal maior. A narrativa consegue ainda surpreender, a vilã Poppy (Julianne Moore) não consegue ser tão excepcional como a personagem de Samuel L. Jackson, mas apresenta um carisma especial só dela. Louca e descabida é possível amá-la e odiá-la ao mesmo tempo. Outras novas personagens surgem é o caso de Tequilla (Channing Tatum), Ginger (Halle Berry), Whiskey (Pedro Pascal) e Champ (Jeff Bridges). Os atores conseguiram criar um desenvolvimento entusiasmante às suas personagens.

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Para quem viu o filme anterior, sabe que Harry, personagem de Colin Firth foi assassinada, durante o terrível assalto à igreja no filme anterior. Contudo nesta continuação ele volta para ser o tutor de Egsy. Isso tudo será explicado durante o filme. Ação com requinte, drama e comédia é tudo esperado para “Kingsman: O Círculo Dourado“. Admito que gostei mais do primeiro filme, mas este consegue seguir um fluxo narrativo consistente e surpreendente. Não desilude. Pode ser esperado mais missões secretas, perseguições de tiros e engenhocas loucas. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica

Despojos de Inverno

Título: Winter’s Bone
Ano: 2010
Realização: Debra Granik
Interpretes: Jennifer Lawrence, John Hawkes, Garret Dillahunt…
Sinopse: Uma rapariga da montanha Ozark, entra em terreno perigoso socialmente, quando procura pelo seu pai vendedor de droga, enquanto tenta manter a família intacta.

Antes de conhecermos Jennifer Lawrence como ídolo adolescente em “Jogos da Fome” e “X-Men“, a jovem atriz aceitava papéis mais adultos em filmes indie. “Despojos de Inverno” é um desses casos. Um verdadeiro sucesso que conseguiu nomear Lawrence, ainda com vinte anos para o Oscar de Melhor Atriz e ainda para Melhor Filme. Nesta obra cinematográfica somos absorvidos pela narrativa densa e pesada sobre uma família com dificuldades quase a perder a casa e terreno. O elenco satisfatoriamente interpreta com precaução as suas sérias personagens. No entanto Lawrence é mesmo a estrela desta filme. A sua seriedade e maturidade é evidente e por isso capta a atenção com o seu desempenho.

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A falha no argumento é aceitável devido ao pesar das personagens, todas tem em mãos um passado e vida complicadas nas montanhas. A narrativa é negra, mas consegue ser diferente ao que normalmente por aí se vê. Nesta película somos confrontados com os valores da família, que não escolhemos mas que amamos independentemente dos seus sarilhos. O final é conclusivo, mas o espectador fica absorvido pela história e de como os seus contornos ocorreram. Concluindo “Despojos de Inverno” desconfiado que “prende” pela sua originalidade e desinibição. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Foge

Título: Get Out
Ano: 2017
Realização: Jordan Peele
Interpretes: Daniel Kaluuya, Allison Williams, Bradley Whitford …
Sinopse: É tempo de um afro-americano conhecer os pais da namorada durante um fim-de-semana, na casa de família. Depressa o ambiente educado e simpático, torna-se num pesadelo.

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Get out” tornou-se numa das melhores surpresas de 2017. O realizador Jordan Peele conseguiu captar uma visão diferente sobre temas sérios como o racismo. Numa combinação fantástica entre suspense, drama e humor o espectador fica “preso” nesta experiência cinematográfica excelentemente bem composta.

Quando um norte-americano é convidado a conhecer os pais da namorada na casa de família, estranhos eventos acontecem. Encurralado numa cidade desconhecida, percebe que o seu propósito ali não é o que pensava. A narrativa está detalhadamente bem trabalhada tornou-se dos factores mais positivos e surpreendentes do filme. Facilmente capta a atenção do espectador as atitudes desconcertantes das personagens e o seu toque sombrio no olhar.

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O plot pode parecer comum, mas acreditem que este filme nada tem de normal. Uma história cativante que desafia uma nova perspectiva de acontecimentos. Contudo falha apenas no final apressado e desacelerado, onde situações mais impressioneis deveriam acontecer. Mesmo fora os minutos finais insossos, este filme consegue manter-se num bom ritmo de interesse. Uma surpresa positiva, que se destaca neste conjunto de filmes repetidos que constantemente produzem. A interpretação de Daniel Kaluuya está de louvar, conseguindo apresentar em vários momentos a sua felicidade, drama e tristeza. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Crítica

Shigatsu wa kimi no uso

Título: Your Lie in April
Ano: 2016
Realização: Takehiko Shinjo
Interpretes: Kento Yamazaki, Suzu Hirose, Anna Ishii…
Sinopse: Kosei Arima venceu inúmeros concursos de piano, através do olhar severo de sua mãe. Deprimido após a morte da sua mãe, Kosei não toca piano, até ao dia em que conhece Kaori, uma violinista.

 O filme live-action do anime, Your Lie in April foi pensado para os mais românticos. Inspirado na manga/anime com o mesmo nome, foca-se apenas no casal principal Kosei e Kaori. Tal não acontece na história original que adensa a profundidade quando se foca também na competição musical de Kosei com Nao e Takeshi. Essas personagens ficaram de fora do grande ecrã e até se percebe porquê. Num filme de quase duas horas não há tempo para personagens menores, assim focaram-se no mais importante.

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A história simples e dramática sobre o amor juvenil é retratada de forma equivalente ao anime. Ainda bem, assim as personagens não “fugem” muito às expectativas. Contudo é também uma forte desvantagem pois não acrescenta nada de novo à narrativa. Os atores bem escolhidos para as suas personagens são o ponto alto do desenvolvimento desta película.  A banda sonora é outro assunto fielmente explorado e dos melhores momentos. “Shigatsu wa kimi no uso” em live-action surge como um acréscimo, mas não se torna necessário e obrigatório de assistir. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Uma História de Natal

Título: A Christmas Story
Ano: 1983
Realização: Bob Clark
Interpretes: Peter Billingsley, Melinda Dillon, Darren McGavin…
Sinopse: Em 1940 um menino chamado Ralphie tenta convencer os seus pais, a professora e o Pai Natal a oferecerem-lhe o melhor presente de natal de sempre, a pistola Red Ryder BB, mas não está fácil.

Muitos são os filmes de natal espalhados que nesta época festiva nos entram pela televisão dentro e invadem os canais. O problema é que somente “Sozinho em Casa“, “Amor Acontece” e “Elf” (não que eu me importe) são transmitidos vezes e vezes sem conta. Os primeiros clássicos são esquecidos. Filmes como “Do céu caiu uma estrela”, “O Natal de Charlie Brown” e “Uma História de Natal” já não é a programação escolhida nesta época festiva. Não pudemos desvalorizar estes filmes porque são memoráveis e sabem tão bem assistir. Conseguem promover aquele conforto natalício desta época.

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A Christmas Story” mantém uma narrativa simples, mas inocentemente bem criada. Ralphie um menino que no natal apenas tem um desejo, receber o novo brinquedo Red Ryder BB. A dificuldade está em fazer acreditar os adultos na sua decisão. Entretanto algumas peripécias acontecem neste filme que nos faz rir um pouco. Desde o surpreendente prémio do pai, ao irmão mais novo que não se consegue mexer com tanta roupa para ir à escola, às palhaçadas dos amigos, ao bullying que sofre e ao primeiro palavrão que diz. Ralphie está a aprender o espírito de natal na sua infância. “Uma história de Natal” não tem uma história do início ao fim é apenas um desenrolar de acontecimentos. Mas é um filme saboroso para desfrutar nesta altura. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi

Título: Star Wars: Episode VIII – The Last Jedi
Ano: 2017
Realização: Rian Johnson
Interpretes: Daisy Ridley, John Boyega, Mark Hamill…
Sinopse: A Rey desenvolve as suas mais recentes habilidades com a ajuda de Luke Skywalker que está perturbado com a força dos seus novos poderes. Entretanto a Resistência prepara-se para lutar contra a Primeira Ordem.

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Muito se tem comentado sobre este novo filme de “Star Wars“. Será bom ou mau? As opiniões divergem, mas sinceramente tem os dois razão, o filme é mau e bom ao mesmo tempo. Vou explicar. O seguinte texto não contém spoilers, por isso se ainda não viste o filme podes ler à vontade.

Não sou nada fã de facilitismos. Na minha opinião  o verdadeiro herói tem que se esforçar e ser determinado no seu objectivo para conseguir vencer. No último filme “O Despertar da Força” já achei a parte final do filme excessivamente fácil para Rey. A protagonista sem nunca conhecer a força, “quase” facilmente conseguiu derrotar Kylo Ren, um mestre do sabre de luz bastante treinado. Mas vá lá, consigo aguentar isso como uma consequência de sorte de principiante. Contudo neste filme a situação piorou. Torna-se evidente que o realizador Rian Johnson queria avançar rápido com o engonhanço da história principal. Ao que demorou muito tempo de treino e esforço físico e mental a Luke Skywalker no seu treino com Yoda, à Rey demorou uma questão de segundos. Existe uma enorme facilidade de criar um herói. Estou só a comentar esta situação, contudo existem muitas outras a assinar. Refiro-me às novas personagens que surgem que como Rose, uma rapariga da manutenção que sabe descodificar alta segurança (pouco realista), o homem da flor vermelha na lapela (um despiste muito vulgar), e a Vice Almirante Holdo que conseguiu disfarçar bem. E aquela força extrema da Princesa Leia. Demasiado surreal. Ao que me parece o realizador estava mais preocupado em despistar o espectador, do que a tornar a narrativa mais intrigante e consistente. Falhou nesse aspecto.

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Contudo “Star Wars: Os últimos Jedi” é um filme consciente a nível cinematográfico. Planos cuidadosamente bem filmados complementam os aspectos positivos do filme. Esta obra respeita rigorosamente a qualidade técnica. Basicamente um excelente filme ao olho do comum cinéfilo, mas uma verdadeira decepção sobre o olhar de um fã da saga criada por George Lucas.  Este último filme é imensamente comprido e suprime toda a sua capacidade mantida pelo anterior realizado por J.J. Abrams. Para o terceiro desta na trilogia, sobra uma história desequilibrada e ainda com pouco para revelar. Mas a curiosidade ainda aperta para a conclusão da jornada da Rey.

Concluindo esta obra cinematográfica é excelente em efeitos visuais e personagens épicas, mas deixa-se arrefecer pelo pouco engenho numa história consistente. Existem fortes falhas que facilmente podiam ser colmatadas e isso magoa qualquer fã que conhece o verdadeiro significado da força. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Crítica

O Guarda-Costas e o Assassino

Título: The Hitman’s Bodyguard
Ano: 2017
Realização: Patrick Hughes
Interpretes: Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson, Gary Oldman…
Sinopse: Um guarda-costas de topo é contratado para salvar um novo cliente, indicado com uma testemunha para o Tribunal. Ambos tem que colocar as suas divergências à parte e chegarem ao julgamento a tempo.

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O Guarda-Costas e o Assassino” junta uma dupla improvável. Samuel L. Jackson é um assassino sem compromisso que vive espontaneamente. Não é fiel a regras e nem sempre joga limpo. A personagem de Ryan Reynolds vive com tudo planeado e nada pode faltar, é percursionista e fica stressado quando nada corre como previsto. Duas personagens que se odeiam, mas que vão ter de trabalhar juntos para resolverem um bem-maior. Esta obra cinematográfica de comédia exagerada e ação extrovertida é um excelente resultado realizado por Patrick Hughes. As surpresas são muitas e nada do que parece é. Além disso podemos contar com a presença do nosso português, Joaquim de Almeida no elenco.

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 O mais importante em “O Guarda-Costas e o Assassino” são as personagens. À medida que a história avança compreendemos o passado e o presente dos protagonistas. Como as suas ações influenciaram o seu caminho futuro e como se cruzaram no destino de cada um. Um diálogo divertidamente bem escrito, é dos fatores mais positivos. Humor negro hilariante que nos faz pedir por mais. Gostei da química entre Rynolds e Jackson. A ação é significativamente exagerada (mas é isso que torna o filme mais fascinante), mas o que me preocupou foi alguns facilitismos em cenas que deveriam ser mais dificultadas. Concluindo este é um filme muito divertido e inteligente em que uma continuação seria bem aceitável. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Crítica

Home: A Minha Casa

Título: Home
Ano: 2015
Realização: Tim Johnson
Interpretes: Jim Parsons, Rihanna, Steve Martin…
Sinopse: Um extraterrestre fugitivo do seu povo, faz amizade com uma menina que procura a mãe. Ele tenta ajuda-la, mas pode ser uma interferência.

Este foi um filme que quando foi lançado não despertou o meu interesse. A animação parecia-me demasiadamente infantil e o plot desgastado. Contudo a fazer zapping parei a ver este filme. A culpa desta minha mudança de opinião foi da personagem Oh que tem a voz do ator Jim Parsons. Extraterrestre roxo, mais fofinho que troca os verbos e muda de cor dependendo das suas emoções. Ninguém gosta dele porque é alegre demais, mas na verdade, Oh só quer amigos. Um pouco solitário mas feliz, esta personagem captou a minha atenção. À medida que foi acompanhando o filme, a história começou a interessar-me. “Home – A minha Casa” é principalmente um filme sobre família e amizade.

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A animação é positiva e bastante criativa. Facilmente identificamos a raça do protagonista com os Minions. O que o torna numa figura adorada. O trama é bastante interessante e o final ainda consegue comover. Pelo menos falo por mim, consigo sempre ir até à lágrima nestes filmes. Além do ambiente colorido, a produção apostou em grande na banda sonora. A música “Feel the Light” interpretada por Jennifer Lopez ilumina o caminho de esperança que as personagens procuram. Além disso a cantora também dá a voz a uma das personagens, ao lado de Rihanna que personalizou a protagonista, Tip. Concluindo “Home” é um filme bonito que calha mesmo bem ver em família nesta época natalícia. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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