Diary

Voltei à Dança

Desde que me lembro sempre gostei de dançar. Não que fosse uma expert no assunto, mas era o único desporto que ainda tolerava. A dança para mim sempre teve uma beleza muito própria. Já tentei muitos desportos, mas sem muito sucesso. Cansar-me muito, não é para mim. Fiz natação durante 3 anos, mas durante os anos só insistia na dança. Em adolescente praticava Street Dance, onde realizamos umas coreografias das músicas dos Black Eyed Peas e das Pussycat Dolls e fazíamos uma apresentação no pavilhão municipal. Depois entrei para a faculdade e deixei de ter tempo para o desporto (uma pena). Comecei a trabalhar, e chegava a casa sem motivação para nada. Nunca mais pensei no assunto.

Foi recentemente que me inscrevi no zumba. Não são músicas que goste particularmente, mas ou menos estou a mexer-me. Depois de passar o dia todo sentada no escritório, a dança liberta-me e deixa-me com mais energia. Devido à incompatibilidade da instrutora, acabou. Durante um ano estive sem praticar desporto. Tal foi notório no meu peso. Este ano optei por inscrever-me numa academia de dança. Treino zumba duas vezes por semana e step (que é quase a mesma coisa pois segue-se por uma coreografia). A dança realmente fazia falta na minha vida. Posso não ser a pessoa mais coordenada, mas aprendo rápido. E o bem que me faz. Por vezes mesmo em casa ligo a música alta e começo a dançar como se não houvesse amanhã (mas sem ninguém a ver). Para cumprir fica ainda um afazer na minha bucket list, dançar até de madrugada.

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Crítica

Ghost World – Mundo Fantasma

Título: Ghost World
Ano: 2001
Realização: Terry Zwigoff
Interpretes: Steve Buscemi, Thora Birch, Scarlett Johansson
Sinopse: Apenas com o plano de se mudarem para um apartamento depois da graduação, duas amigas diferentes procuram direção na sua vida. Decidem responder a um anúncio de jornal sobre um homem que procurava mulher, contudo ainda vai complicar mais as suas vidas.

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Ghost World” é um clássico da cultura pop. Realizado por Terry Zwigoff baseado na banda desenhada de Daniel Clowes. A história centra-se em duas amigas Enid (Thora Birch) e Becky (Scarlett Johansson), unidas contra o mundo apenas tem o plano de terminar o ensino secundário e mudarem-se para um apartamento. Becky mantém-se firme ao plano, mas Enid não está tão decidida. Com várias situações aleatórias na sua vida nada parece correr como esperava. Começa a aproximar-se intimidamente de um homem mais velho após uma brincadeira; é obrigada a ter aulas de arte durante as férias, o pai começa a namorar com uma antiga companheira e ainda começar a perder os mesmos interesses que a sua melhor amiga. Este filme revela a rebeldia adolescente, e a sua desintegração do mundo. A personagem Enid tem dificuldade em entrar na idade adulta e recusa-se a assumir responsabilidades.

O argumento é dos factores mais fortes desta obra cinematográfica, nomeada em 2001 para o Oscar de Melhor Argumento Adaptado. Uma visão muito pessoal das personagens principais que vivem com opiniões muito vincadas. O elenco também conseguiu estar à altura do manifesto. Thora Birch é a protagonista, que apesar de se ter distanciado da fama recentemente, neste filme está absolutamente brilhante. Mesmo sendo uma insossa bitch, mas com sentimentos. Scarlett Johansson é a sua melhor amiga e a única responsável, foi este filme que levou a atriz a ser reconhecida. Para completar Steve Buscemi é Seymour, um homem insatisfeito com a sua vida que ainda procura o amor. Facilmente nos identificamos com estas personagens e imediatamente queremos saber qual a conclusão desta história que junta o humor negro e drama.

O final é provavelmente o mais controverso, do qual podemos interpreta-lo de duas maneiras. Um lado negativo e outro positivo. Na última cena Jacob o velho que espera na paragem que já não funcionava há 2 anos, entra no autocarro. Enid ao ver esse momento decide-se vestir completamente de vermelho e seguir também no autocarro. Ora esse momento do autocarro pode indicar a morte. Jacob parte para outro mundo e Enid comete segue o mesmo caminho por iniciativa própria. Do lado positivo podemos considerar que Enid finalmente aceitou as suas obrigações da vida adulta a parte para outro lugar diferente daquela cidade para começar de novo. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Séries

Prison Break: O Regresso

Prison Break foi das séries que impulsionou o meu gosto pelo entretenimento. Via religiosamente quando era transmitida na RTP1 no fim-de-semana. Cada episódio era uma aventura. Atrevo-me a dizer que “Prison Break” era mesmo uma inovação porque em 2005 não havia nada do género na televisão. Revi-a recentemente porque não conhecia o final. Não gostei obviamente, mas superei. Notícias de 2016 revelavam que estava em produção uma nova temporada de “Prison Break” e com o mesmo elenco. Urra! Foi verdade e a série chegou ainda este ano.

Percebi imediatamente que sentia falta destes dois. A dupla Michael e Linc é imbatível. Contudo ao longo dos episódios percebi que afinal esta nova saga apresentava algumas falhas. O propósito de “matar” a personagem principal no final de uma série é mesmo com o propósito de não voltarem com o assunto. Conseguiu a sua glória, mas chegou ao fim. Então deviam ter atribuído outro fim ao Michael. Aconteceu com Poirot parecido. Agatha Christie optou por “assassinar” a sua personagem favorita para mais ninguém escrever histórias sobre Poirot. A táctica bem pensada, não foi bem sucedida. Sophie Hannah foi a escolhida para substituir Agatha Christie na escrita de novos policiais sobre a personagem.

A temporada é pequena, com um total de 10 episódios. Sete anos depois, Linc descobre a verdade sobre o irmão. Michael está vivo e mantido prisioneiro na prisão Ogygia em Sana’a, Iémen com o nome Kaniel Outis. Agora é a vez de Linc tentar resgatar o irmão. O que vamos percebendo ao longo da série é que tudo é uma conspiração liderada por Poseidon. Entretanto Michael já tem um filho com sete anos e Sarah casou novamente.

Prison Break” volta a inovar. Com acontecimentos atuais sobre estados de guerra. O grupo de Scofield terá de sobreviver aos constantes motins da cidade, ao deserto e às complicações de serem os homens mais procurados. As cenas de ação são completas e a adrenalina é constante. O final de cada episódio continua a deixar vontade para ver o próximo. Além de Michael e Linc foi agradável voltar a ver personagens como Sucre, Ben e até T-Bag. O gang estava junto novamente. Como a temporada era pequena o tempo avançava rapidamente e tal provoca algumas falhas temporais. Criou uma desvantagem par ao fio condutor da série. Na minha opinião os pontes fortes são mais do que os fracos.

 

Crítica

Uma Entrevista de Loucos

Título: The Interview
Ano: 2014
Realização: Evan Goldberg, Seth Rogen
Interpretes: James Franco, Seth Rogen, Randall Park …
Sinopse: Dave Skylark e o seu produtor Aaron Rapoport são os diretores do show “Skylark Tonight”. Quando consegue uma entrevista com o líder da Coreia do Norte,Kim Jong-un, são recrutados pela CIA numa missão.

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Entrevista de Loucos foi o filme que desde o seu anúncio, está envolvido em polémica. Campanha de Marketing? Manipulação dos meios de comunicação? O que é certo, “Interview” tornou-se tópico constante da curiosidade alheia. O motivo era simples: o seu plot. Neste filme realizado por Evan Goldberg e Seth Rogen explora-se em modo de sátira, uma entrevista com Kim Jong Un, líder supremo da Coreia do Norte. O argumento ridículo e exagerado é dos pontos mais altos do filme. Até se torna bem divertido e original. É indecente q.b. “Uma Entrevista de Loucos” consegue quebrar barreiras, não só pelo facto de se focar numa comédia atual com a escolha do vilão o  líder totalitário, mas porque conjuga entretenimento com situações bem sérias. Claramente que não estamos a falar de um filme como Charles Chaplin em “O Ditador” que ironizou Hitler, mas é audacioso na mesma.

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James Franco e Seth Rogen são uma forte dupla. Os dois unidos atingem o ponto máximo de divertimento atrevido necessário a um filme do género. Momentos de ação também estão presentes, o que valoriza esta obra cinematográfica. Foi uma surpresa positiva este filme, pois estava à espera que a qualidade fosse inferior. Contudo considero-o bem disposto e satisfatório. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica

It

Stephen King pode ser o culpado de uma crise de coulrofobia (medo de palhaços). A culpa é do mais recente filme de terror “It”, baseado na sua obra homónima. Mestre da literatura do terror criou Pennywise, em 1986. Disfarçava-se de palhaço com cara branca e lábios pintados de vermelho, para conseguir chegar perto do seu público-alvo, as crianças. Em 1990 conseguiu uma mini-série, e agora chegou aos cinemas, conquistando as bilheteiras. Além de “It”, o nome de Stephen King está presente em muitos clássicos do cinema de terror. Estou a referir-me a  filmes como “The Shinning” (1980), “Carrie” (1976) e “Christie o Carro Assassino” (1983). O escritor é uma máquina de criatividade terrorífica.

Numa pequena cidade chamada, Derry em Maine, várias pessoas, principalmente crianças e jovens desaparecem misteriosamente. Ano após ano, a lista aumenta. A razão é imediatamente explicada na primeira cena do filme. Quando Georgie um menino sete anos tem um encontro inesperado com Pennywise. Escondido no fundo dos esgotos e na escuridão, o terrível palhaço aparece com sorriso cheio de malícia. Tinha encontrado a sua vítima. Georgie nunca mais foi visto. Passado um ano o seu irmão, Bill (Jaeden Lieberher), torna-se obcecado em descobrir o motivo do seu desaparecimento. Juntamente com Richie (Finn Wolfhard), Eddie (Jack Dylan Grazer), Stan (Wyatt Oleff), Ben (Jeremy Ray Taylor), Beverly (Sophia Lillis) e Mike (Chosen Jacobs), um grupo de “outsiders” que tentam sobreviver aos primeiros anos da adolescência, procuram a verdade do mistério daquela cidade. Os adultos da cidade estão completamente indiferentes a esta situação. Completamente neuróticos e imprudentes, não apoiam a nova geração. O grupo chega à conclusão que terá de lutar sozinho contra o terrível palhaço. [LER MAIS]

Animes

Digimon Tri: Kyosei (Simbiose)

Digimon deliciou os seus fãs quando anunciaram o início de uma nova saga com os protagonistas originais. Depois de duas OVA’s excelentemente bem concebidas (Crítica do primeiro episódio podem ler aqui), a sua qualidade tem desabado com as mais recentes. O plot cada vez mais confuso não permite estabilizar o conteúdo de cada episódio.

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A importância dos episódios tem sido focada na nova personagem Meiko e no seu digimon Meicoomon. Uma desvantagem para quem é fã de Digimon. Esta devia ser uma nova missão, que juntasse a equipa inicial e os do Digimon 02. Ora não tem acontecido. Esta OVA tornou-se outra desilusão em muitos níveis. O plot confuso e pouco estruturado não foi o melhor aproveitado.
Apesar de existirem momentos engraçados na equipa. Estou a lembrar-me do medo de Yamato com as histórias de fantasmas que foi logo alvo de chacota entre as meninas e digimons. Não foi o suficiente para me interessar pelo episódio.

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Nos últimos 10 minutos é que começou a existir alguma ação. Mas achei superficial como a evolução do Meicoomon conseguiu derrotar os companheiros dos protagonistas nas suas formas avançadas. Não terminou por aqui. Numa tentativa heróica Taichi desaparece, ao que toda a gente supõe que terá morrido (sabemos bem que não, porque aparece no final do Digimon 02). Mas ninguém se parece importar muito com esta situação. Acho que merecia mais emoção por parte dos companheiros. Como faltava a digivolução de Tailmon, o digimon de Hikari, aconteceu neste episódio. Outro desperdício total. Ophanimon Fall Down evoluiu na sua forma negativa, o que acontece quando não há justiça. Foi o que aconteceu com o desaparecimento de Taichi. Apesar do excelente design deste digimon que ainda não aparecera na animação, só conseguiu 2 segundos de antena, pois imediatamente foi absorvido. Um final que ainda deixou muitas perguntas para responder. Espero que na próxima OVA tudo seja resolvido. Ainda não tem data marcada, mas será no verão do próximo ano.

Crítica

Quarteto Fantástico (2015)

Título: Fantastic Four
Ano: 2015
Realização: Josh Trank
Interpretes: Miles Teller, Kate Mara, Michael B. Jordan…
Sinopse: Quatro jovens outsiders teletransportam-se para outra dimensão. Um mundo perigoso que os atribuí poderes especiais. O grupo terá que conviver que estas habilidades e trabalharem juntos para salvarem a Terra das ameaças.

O remake de Quarteto Fantástico nunca devia ter avançado para a produção. Aproveitando a “onda” dos super-heróis no grande ecrã, o Quarteto Fantástico que já mereceu o seu próprio filme em 1994, 2005 e 2007. Voltou a ganhar destaque, mas desta vez pelos piores motivos. O filme desconexo volta a retratar o início do grupo e como mais tarde seria chamado de Quarteto Fantástico. Reed Richards (Miles Teller) é um jovem com especial curiosidade pela física e electrónica. Por esse motivo junta-se ao grupo do Dr. Franklin Storm. A trabalhar num projeto que permite o teletransporte de matéria, está Victor Von Doom (Toby Kebbell), o seu filho Johnny e a sua filha adotada Sue.

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Ao envolverem-se demasiadamente no projeto o grupo arrisca as suas vidas, mas conseguem receber habilidades especiais. Reed transforma-se no homem-elástico, Johnny no tocha humana e Sue na mulher invisível. A juntar-se à equipa está Ben, amigo de Reed que torna-se no homem pedra.

Quarteto Fantástico” é uma obra totalmente descartável. Um produto meramente comercial que não conseguiu diferenciar-se nem inovar. O enredo é fraco e as personagens despreocupadas sem qualquer ponto de ligação. A ação do filme é aborrecida, pois 80% acontece dentro do laboratório, o que se torna monótono para quem assiste. O único fator positivo foi os efeitos visuais apresentados, nomeadamente a utilização dos poderes. Quanto ao vilão, aparece nos últimos 10 minutos de filme com ataques farruscos e nada entusiasmantes. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

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Listas

Os piores casais das Séries

Nem sempre os argumentistas acertam nas combinações amorosas. Ou então decidem fazer combinações aleatórias, apenas para criar impacto na história. Existem casos que não deveriam acontecer no mundo das séries, ou casais que apenas nada tem haver um com o outro. Estes são alguns exemplos que escolhi para os piores casais das séries.

Spencer e Caleb – Pretty Little Liars

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Wait…What? No avanço no tempo de 5 anos, durante a sétima temporada de Pretty Little Liars o telespectador apanhou um choque. Spencer e Caleb eram um casal. Espera algo não bate certo aqui. Depois de ter deixado Hannah em Nova Iorque, Caleb reencontra-se com Spencer na Europa e daquelas férias cresce uma paixão. A sorte é que não durou muito, mas foi um clima estranho entre as amigas. Ambas ultrapassam depressa o choque é foi como se nunca tivesse acontecido. Mas aconteceu.

Sarah e Michael – Prison Break

Se há casal que nunca senti conexão alguma foi Sarah e Michael Scofield de Prison Break. Muitos podem não concordar, mas realmente nunca senti química entre estas duas personagens. Pareceu-me um pouco conveniente a forma como se apaixonaram.

Izzie e George – Anatomia de Grey

Não sei bem o que se passou pela cabeça da Shonda ao juntar Izzie e George. Eles os dois eram os melhores amigos, e a relação deles estragou a amizade. Foi estranho e embaraçoso. Além disso George mantinha uma relação com Callie, e não era nada desta personagem trair. Izzie e George foi desastroso e todos pudemos concordar com isso.

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Matt e Karen – Daredevil

A cena do primeiro beijo foi bonita, debaixo da chuva, mas nem isso foi suficiente para gostar deste casal. Prefiro ver o Matt com a Elektra, sinceramente. Talvez é mesmo da personagem Karen que não gosto. Karen andava a fazer olhinhos ao Foggy na primeira temporada e depois enrola-se com Matt. A relação arrefeceu e ainda bem, pois estes dois juntos não funcionam.

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Mercedes e Sam – Glee

Tal como em “Anatomia de Grey” em “Glee” andam numa roleta de todos andarem com todos. É até um pouco doloroso de ver. Um dos casais que não combinam de maneira alguma foi Sam e Mercedes.

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Barney e Robin – How I met your mother

Outro casal que provavelmente muitos não vão concordar. Apesar de na altura ter achado engraçado o romance entre Barney e Robin, na última temporada já estava cansada destes dois. Sim na temporada do casamento. Tanto Barney como Robin não eram pessoas que tinham interesse nesse passo. Como descobrimos no último episódio o casamento não durou. Barney era um homem de muitas mulheres e isso é que o fazia uma personagem divertida.

Lana e Lex – Smallville

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Um casal pouco provável. Lana e Lex em “Smallville“. Rejeitada por Clark, Lana envolve-se com o magnata Lex Luthor. Chegam até a casar. Mas para quem acompanhou todas as temporadas desta série tem de achar esta relação um pouco desconexa. Bem, também não resultou.

Bay e Travis – Switched at Birth

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A Bay é do Emmet. E se não é do Emmet não é de mais ninguém. Mas o facto de se separarem foi totalmente inesperado e “fugiu” à regra do primeiro amor para sempre. O romance entre a Bay e o Travis achei demasiadamente conveniente. Estavam os dois ali, sem ninguém e daí os argumentistas decidiram juntá-los. No final ficaram juntos, apesar de separados geograficamente. Mas não me conformo.

Stefan e Caroline – Vampire Diaries

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Outro amor por conveniência. Caroline depois de ter um relacionamento com quase todas as personagens masculinas do elenco, escolhe Stefan como seu único amor. Stefan que já tinha perdido Elena para Damon, escolhe Caroline. Um romance de altos e baixos que até o casamento foi de fachada. Só mesmo para apressar o ataque de Katherine e dar um gostinho aos fãs.