Crítica

Guerra

Título: War
Ano: 2007
Realização: Philip G. Atwell
Interpretes: Jet Li, Jason Statham, Nadine Velazquez…
Sinopse: Um agente do FBI procura vingança de um misterioso assassino conhecido como o “Rogue” que assassinou o seu parceiro.

Ao estilo de filmes do Steven Seagal de ação, máfia e perseguições de tiros, o filme “War” é muito idêntico ao género. A dupla Jet Li e Jason Statham lutam para sobreviverem um ao outro num duelo de titãs entre artes marciais e pistolas. A narrativa não é superficial e até consegue surpreender com uma reviravolta perto do final. Por vezes manter a atenção constante neste tipo de filmes nem sempre é fácil, mas com elementos assim consegue-se.

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Li e Statham complementa-se bastante. Um mais passivo e outro mais agressivo. Contudo mantém uma personalidade idêntica. São carismáticos em filmes de ação e sabem o que querem. “War” também explora outras culturas como o Japão, com as artes marciais, a luta de espadas e a honra dos seus habitantes. Nesta obra cinematográfica podem contar com muita ação, heroísmo e vingança. Por isso não é cansativo de assistir, mas também não é daqueles filmes que pedimos por mais. A história é bastante conclusiva. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica

Sniper Americano

Título: American Sniper
Ano: 2014
Realização: Clint Eastwood
Interpretes: Bradley Cooper, Sienna Miller, Kyle Gallner
Sinopse: O sniper da SEAL, Chris Kyle, salva vários soldados no campo de batalha que o tornam numa lenda. De volta a casa à sua esposa e filhos após quatro excursões de dever ao país, Chris descobre que é a guerra que não consegue deixar para trás.

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Neste filme denso e com uma mensagem forte conhecemos a história verídica de Chris Kyle. Um soldado dos Navy Seals, Marinha dos Estados Unidos da América, que serviu o seu país na guerra contra o Iraque. Foi considerado pelo Departamento de Defesa como o sniper mais letal da história americana, com 160 mortes confirmadas. Não só acompanhamos a guerra, mas a tensão familiar e vida pessoal de Kyle, enquanto luta contra o stress prós-traumático. O realizador e ex-ator Clint Eastwood decide captar essa história americana através da sua lente da câmara de filmar e consegue um tiro certeiro. Apesar do complexo e pesado contexto da guerra iraquiana, somos confrontados com vários momentos leves e puramente emocionais e funcionam com tecla de descontracção sobre a vida familiar deste homem que também tinha o peso de salvar os seus companheiros aos ombros.

American Sniper” conseguiu nomeação para os Óscares para seis categorias (incluíndo melhor filme e ator), ganhando apenas na melhor Mistura de Som. Tornou-se também no filme de guerra mais rentável do cinema.

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O protagonista Bradley Cooper teve de preparar-se afincadamente para este papel. Participar num filme sendo uma pessoa real sobre uma realidade ainda muito recente não é tarefa fácil. A par do treino psicológico o treino físico também foi importante para manter a aparência mais verosímil. O argumento bem definido e construído tornam o acompanhamento do filme bem mais fácil, sem a demasia de momentos pesados. Clint Eastwood esforçou-se ao máximo para tornar esta obra cinematográfica o mais real possível. Ainda acompanhamos uma parte da história Norte-Americana e mundial tão recente e ainda muito traumática. Este filme não está a tentar expor a moralidade vivida na Guerra do Iraque, mas sim a vida de Chris Kyle e a sua luta pessoal e defesa pelo seu país, considerado por muitos como um verdadeiro herói americano. O blogue atribuí 3,5 estrelas em 5.

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