Vício do Momento

Review: Livro “The Hobbit”

The Hobbit” foi o primeiro livro que li inteiramente em inglês. Apesar de ainda não estar completamente à vontade com a língua, conseguia perceber o significado das frases. A minha vontade de ler este livro aconteceu devido a um episódio de “Supernatural”, quando a Charlie começa a ler o livro para a mãe em coma.

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Gostei logo deste início ““In a hole in the ground there lived a hobbit. Not a nasty, dirty, wet hole, filled with the ends of worms and an oozy smell, nor yet a dry, bare, sandy hole with nothing in it to sit down on or to eat: it was a hobbit-hole, and that means comfort”, com esta simples descrição, o escritor Tolkien leva-nos logo para o lugar mágico da Terra Média.

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Crítica

Crítica: O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos


O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos é um filme de 2014 realizado por Peter Jackson e o terceiro da trilogia. Com as participações de Ian McKellen, Martin Freeman, Richard Armitage. Sinopse: Ao sucumbir ao mal do dragão, o Rei Debaixo da Montanha, Thorin Escudo-de-Carvalho, sacrifica amizade e honra na sua busca pela lendária Arkenstone. Incapaz de ajudar Thorin a ver a razão, Bilbo tem de fazer uma escolha desesperada e perigosa, ignorando que perigos ainda maiores ainda estão para vir. Um inimigo antigo regressou à Terra Média. Sauron, o Senhor das Trevas, enviou legiões de Orcs num ataque furtivo à Montanha Solitária. Enquanto as trevas convergem para enfrentar o conflito em escalada, as raças de anões, elfos e homens têm de decidir se vão unir-se ou ser destruídas. Bilbo vai ter de lutar pela sua vida e pelas vidas dos seus amigos, enquanto cinco grandes exércitos se dirigem para a guerra. (Fonte: CinemaGate)

Em 2001 Peter Jackson arriscou em passar para o cinema uma das obras mais mediáticas de sempre. Jackson tinha um sonho, o sonho de qualquer fã de toda a história Tolkiana. Começou com o Senhor dos Anéis e alcançou um sucesso incrível. Passados 10 anos arriscou na prequela, e aquele que era apenas um livro, resultou em três filmes. Muitos o criticaram porque o “Hobbit” assim se chama estes últimos três filmes, se tinha tornado demasiado comercial e demasiado ficcional (mais do que já era). No entanto toda a magia da Terra Média, as paisagens ilustres e personagens com carácter estão lá, não escapou nada. Neste filme continuamos a aventura de Bilbo Baggins, um simples hobbit, que tem como missão ser o assaltante de serviço de um grupo de anões que pretende recuperar o castelo que outrora foi deles. Até aqui tudo bem, o problema é que quem governa agora o espaço é um dragão adormecido, juntamente com o seu infinito ouro. Neste filme o dragão já está desperto e como foi humilhado decide destruir a vila habitada mais próxima, cabe aos humanos desembicilhar-se dos problemas dos anões. Mas se esse fosse o único problema estava tudo resolvido, o verdadeiro suplício surge depois, quando os humanos desalojados pedem algum ouro aos anões para recomeçar a vida. Nada feito, os anões, melhor ainda Thorin, com a doença da ganancia que enlouqueceu a  sua família. Mas não é tudo ainda se juntam os elfos que também afirmam serem merecedores do ouro, os anões do leste, mais uma legião de orcs que também decidiram juntar-se à festa e ainda as águias. Uma guerra pelo ouro que facilmente podia ser resolvido com o dom da palavra.

THE HOBBIT: THE BATTLE OF THE FIVE ARMIES

O filme está bom, no entanto não é épico, estava à espera de mais e melhor. Comparando com o Regresso do Rei este está mediano e não se tornou dos meus favoritos. Houve situações que deviam ser cortadas do desnecessário que foi, e outras ainda deviam ser acrescentadas, pelo menos havia informação que devia ser transposta no filme e que nos livros indica. A coreografia das lutas está espetacular, adorei os elfos a lutar lado a lado com os humanos e as batalhas finais (apesar de não gostar do fim, mas não quero falar nisso). Lee Pace estava fabuloso na sua personagem, Ian McKellen não é necessário falar pois é um Gandalf sem igual. Os efeitos visuais estão bem preparados com detalhes que Peter Jackson sempre nos habituou, mesmo para um mundo do imaginário com uma boa banda sonora a acompanhar todos os momentos. Este não foi uma despedida triste daquela que é das sagas mais rentáveis do cinema, mas para quem tiver saudades pode sempre rever os seis filmes que compõem toda a história, agora que já tivemos um vislumbre do passado, melhor ainda compreendemos o Senhor dos Anéis. O blog atribui 4 estrelas em 5.

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Crítica

Crítica: Hobbit – Uma Viagem Inesperada

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O Hobbit: Uma Viagem Inesperada (2012) é realizada pelo notável Peter Jackson e tem como principais atores: Martin Freeman, Ian McKellen, Richard Armitage e  Ken Stott. Os fãs do mundo criado por Tolkien vão finalmente ver nas salas do cinema o filme que deu origem a todo o mistério do anel, em que Frodo teve e o destruir nas Montanhas que criaram o poderoso objecto. Neste filme é nos mostrado a história antecedente da Terra Média. O momento em que o anel aparece e como Bilbo Baggins o consegue ter na sua posse, onde já velho entrega-o à responsabilidade do seu sobrinho Frodo Baggins, do qual assistimos à sua aventura (também realizada por Peter Jackson) em 2001, na trilogia Senhor dos Anéis. Mas voltamos ao ínicio, em The Hobbit: An Unexpected Journey, Bilbo é um pacato hobbit que vive calmamente a sua vida em Shire, até ao dia que recebe a visita de Gandalf, o feiticeiro cinzento. Inesperadamente recebe a visita de treze vigorosos anões, todos eles liderados por Thorin Oakenshield. Este grupo segue o objectivo de conseguir uma herança perdida, reconquistar a terra que outrora fora pacífica para os Anões, antes de ser conquistada por Smaug, um terrível dragão. Bilbo vê-se metido numa jornada que nunca pensou acontecer, e torna-se na aventura da sua vida.

Nesta grandiosa obra seja ela a cinematográfica ou a literária, podemos esperar tudo, desde seres mitológicos, ogres que falam até coelhos que puxam carroças, sempre com a mesma magia que Peter Jackson nos habituou nos filmes anteriores da trilogia do Senhor dos Anéis. Um dos pontos que se torna bastante positivos para a película são os efeitos utilizados nas paisagens durante o filme, que dá vontade ao telespectador de ser projectado para o local exibido. Peter Jackson manteve os locais descritos nos livros de Tolkien na perfeição. Além disso o argumento estava bastante bom, pois não havia apenas momentos de drama, como é normal em filmes do género, mas sim também alturas em que faziam o telespectador rir.

Em suma concordo em dizer que o filme encontra-se perto da perfeição, Peter Jackson esteve à altura da anterior trilogia Senhor dos Anéis, que conquistou ainda mais fãs, que Tolkien já tinha conquistado e Jackson continua na maior capacidade de continuar outra trilogia de Hobbit: Uma Viagem Inesperada. Aguardaremos os próximos filmes. Outra inovação que foi proposta para este filme foi a sua visualização de 48 frames por segundo a 3D, o que apresenta o filme com uma maior qualidade. O filme mesmo a não perder! O Blog atribui 4,5 estrelas em 5 estrelas.

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