Crítica

Mulher-Maravilha

Uma emocionante obra cinematográfica onde o poder feminino prevalece.

Depois da personagem nos ter sido apresentada em “Batman V Superman: O Despertar da Justiça” no ano passado, chegou a altura da Mulher Maravilha ter um filme só seu. Personagem carismática da DC, tem muitos fãs, e já recebeu várias adaptações, mas ainda nada no cinema. O plot principal da história da nossa heroína está espelhado na fotografia com quase 100 anos que Batman descobre. Na foto a protagonista pousa ao lado de combatentes durante a I Guerra Mundial. Antes de ser Mulher Maravilha como é por nós conhecida, era Diana (Gal Gadot) Princesa Amazona de Temiscira, e semi-deusa treinada para ser uma guerreira. O seu mundo muda quando conhece Steve Trevor (Chris Pine) um piloto/espião que lhe explica o terror vivido durante a I Guerra Mundial.

“I will fight, for those who can not fight for themselves”

É com este grito de independência que a jovem guerreira, contra a vontade de sua mãe Hipólita (Connie Nielsen) decide lutar ao lado dos humanos na frente da batalha.

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Animação, Quem não se lembra?

Young Justice

young justice Os Jovens Heróis

Foi à mesmo pouco tempo que terminei de ver esta animação. Como tinha boas referências, esta no Top 25 Comic Book Shows of All Time da IGN, decidi arriscar. E não podia ter feito melhor escolha. Young Justice foi criada por Brandon Vietti e Greg Weisman para o canal Cartoon Network. Em 2010 começaram com a produção daquilo que teve como resultado 46 episódios e duas temporadas. Como o próprio nome indica, os protagonistas da história são os jovens sidekicks da Liga da Justiça, como: Robin, Miss Marcian, Kid Flash, Superboy, Aqualad e Artemis. Juntos terão de aprender a trabalhar em equipa para conseguir ganhar o respeito e responsabilidade de serem heróis, lidando ainda com situações típicas da idade adolescente. A série foi bem conseguida, e recebeu as mais positivas críticas, além de uma história cheia de ação, e com situações de comédia, conseguiu também ter uma continuidade nos episódios e a semelhança com a banda desenhada está bem idealizada. Porém Young Justice não alcançou a fama que desejou a nível de merchandising. Como está dirigido para um público mais adulto/juvenil, não conseguiu ter continuação, de tal modo que foi cancelada.

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Robin/Nightwing: Na primeira temporada Dick Grayson tem 13 anos, e é o mais experiente no combate contra o crime. Não tem super-poderes, mas treinou arduamente com Batman, o que lhe possibilitou melhorar as suas capacidade mentais e motoras ao máximo. Na segunda temporada assume-se como Nightwing, e lidera a equipa, é ele que controla as missões.

Aqualad: Kaldur’Ahm é natural de Atlantis. Com apenas 16 anos mostra qualidades de liderança inegáveis. Foi treinado com tácticas de defesa e ataque, utilizando as artes místicas e o elemento água. Treinado pelo sei rei, Orin ou Aquaman e pela Rainha Mera. De personalidade serena e amigável, Kaldur é o mais compreensivo. Na segunda temporada vai testar os seus limites.

Superboy: Criado como um clone de Super-Homem, Superboy foi acolhido pela equipa logo no primeiro episódio. Com um temperamento de raiva e agir sem pensar, esta personagem parte logo para a ação. Ainda à procura de uma identidade, tem algumas dificuldades com a iteração social. Possui quase os mesmos poderes do que o Super-Homem.

Miss Marte: Sobrinha do membro da justiça J’onn J’onzz ou o Caçador Marciano, esta personagem tem os poderes de telepatia, transmutação, telecinese, voo e invisibilidade. Extremamente feminina, e de personalidade doce e amigável M’gann tem alguns segredos internos que decidiu esconder de todos.

Kid Flash: Ou Wally West é sobrinho do herói Flash, e partilha com ele a mesma habilidade: a super-velocidade. Wally é competitivo e impulsivo por natureza, sempre pronto para a brincadeira. Na segunda temporada escolheu desistir de ser um super-herói e optou por viver uma vida normal. Mas o dever de salvar o mundo é mais forte e Wally regressa.

Artemis: Uma arqueira e lutadora excelente, Artemis nem sempre teve uma vida fácil e isso reflecte-se no seu presente, com segredos que tem de esconder dos seus colegas. Na segunda temporada pretende desistir de lutar contra o crime, mas depressa sente falta da adrenalina que tal propõe.

Na minha opinião esta animação está mesmo bem conseguida. Comecei a ver um pouco com receio sobre ser demasiado infantil. Mas como estava errada. Young Justice trouxe novamente o melhor dos desenhos animados da DC Comics. Achei fantástico o envolvimento da cada personagem, e em cada episódio era revelada uma informação nova. Termino por dizer que aconselho vivamente a assistirem, e não só para fãs.