O que não sabias sobre….Anatomia de Grey

Uma série televisiva que está no ar à 10 anos, deve ter muita coisa para contar. E tem! Aqui fica uma lista de curiosidades da série de médicos criada por Shonda Rhimes.

Uma série televisiva que está no ar à 10 anos, deve ter muita coisa para contar. E tem! Aqui fica uma lista de curiosidades da série de médicos criada por Shonda Rhimes.

1) O nome inicial para a série era “Complicações”, mas depois lá mudaram de ideia (e ainda bem) para Anatomia de Grey.

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2) A atriz Sandra Oh fez inicialmente o casting para o papel Miranda Bailey, mas logo quando soube da personalidade de Christina Yang, adorou e pediu para fazer o teste para essa personagem.

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3) Quando Patrick Dempsey fez o casting, ficou apavorado com a expressão séria e fria de Shonda Rhimes.

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4) Ellen Pompeo só descobriu que o seu colega Patrick Dempsey era casado, no fim das filmagens da 1ª temporada.

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5) Tal como a sua personagem Izzy, Katherine Heigl gosta de cozinhar e tricotar

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6) Durante a sexta temporada Ellen Pompeo engravidou, mas os produtores não tinham intenção que tal acontecesse na série. A solução foi que Meredith fizesse um transplante de fígado ao pai. Assim Ellen passou a maior parte do tempo deitada e a barriga escondida debaixo dos lençóis.

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7) Shonda Rhimes contou com a ajuda de  Chandra Wilson, Sara Ramirez e Kevin McKidd para recriar um pequeno concerto para os produtores da ABC a convence-los que um episódio musical seria boa ideia.

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8) Quando  Arizona(Jessica Capshaw) perdeu a perna, esta andou com uma prótese amarrada atrás. Posteriormente os editores de imagem retiram qualquer sobreposição.

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9) Quando os atores tem de executar algum procedimento médico num episódio, anterior ás filmagens, recebem toneladas de informação sobre o assunto, para tornar tudo mais real.

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10) Quando Cristina Yang (Sandra Oh) descobre que Owen(Kevin McKidd)a traiu, esta manda-lhe com uma tigela de cereais à cara. Mas foram precisos três takes para que conseguissem a filmagem certa, ficando Owen sempre coberto de leite.

O que não sabias sobre….F.R.I.E.N.D.S. Parte 2

Segunda parte das curiosidades do grupo de amigos mais conhecidos da televisão. FRIENDS

Matthew Perry arriving to the 2004 MTV Movie Awards at Sony Studios in Culver City, California on June 5, 2004. Culver City, California Photo © Matt Baron/BEImages

1) Os atores Jon Favreau e Jon Cryer ambos tentaram para o papel de Chandler

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2) A história de a personagem Phoebe ser a barriga de aluguer dos filhos do irmão, aconteceu, porque na vida real a atriz Lisa Kudrow estava grávida.

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3) No opening do episódio “The One After Vegas” todos os elementos do cast tem como apelido Arquette, isto porque foi um episódio dedicado a Courteney Cox e David Arquette que recentemente casaram.

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4)  A personagem Chandler foi escrita como sendo estranho quando perto de mulheres, porque o ator Matthew Perry assim disse que o era quando conversou sobre si aos produtores.

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5) Bruce Willis apareceu de borla na série depois de perder uma aposta com Matthew Perry. Doou o que ganhou à caridade.

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6) A Phoebe e o Chandler eram originalmente para ser personagens secundárias.

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7)  David Schwimmer foi o primeiro do cast principal a ser escolhido para a série.

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8) Já Jennifer Aniston foi a última a ser escolhida para integrar no elenco.

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9) Antes do episódio piloto da série, o cast juntou-se no restaurante Caeser’s Palace em Las Vegas para terem o último jantar como anónimos. Mais tarde voltaram ao mesmo sítio para filmar o casamento bêbado da Rachel e do Ross.

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10) Hank Azaria, que interpreta o cientista David fez audição para Joey duas vezes, antes de começar a produção da série.

Flash Gordon

Esta é a pior série televisiva que já vi, e se não é a pior, está bem perto disso. A série é tão má, que eu não a consegui ver até ao fim. E eu até sou uma pessoa bastante fácil. Comecei a vê-la porque na altura parecia-me interessante, uma espécie de herói. Bem foi enganada. Desisti de vê-la a meio e só agora passado 7 anos é que terminei, assim, um pouco à pressa.

Esta é a pior série televisiva que já vi, e se não é a pior, está bem perto disso. A série é tão má, que eu não a consegui ver até ao fim. E eu até sou uma pessoa bastante fácil. Comecei a vê-la porque na altura parecia-me interessante, uma espécie de herói. Bem foi enganada. Desisti de vê-la a meio e só agora passado 7 anos é que terminei, assim, um pouco à pressa. Flash Gordon tem apenas uma temporada com 21 episódios. Transmitida no canal Syfy podia ter sido um grande sucesso da fição científica. Não conseguiu. Sucesso foi apenas a adaptação cinematográfica de 1980. Este falhanço televisivo era protagonizado por Eric Johnson (recentemente tinha saído da série Smallville) como herói principal dos quadradinhos, com Jody Ralston, Gina Holden e Karen Cliche.

Sinopse: Steven “Flash” Gordon é conhecido por todos na zona onde vive. Nunca recuperando do abandono do pai, quando ainda era criança, descobre um segredo que vai fazer mudar a sua vida. Steven embarca numa viagem para outra dimensão, na esperança de encontrar o seu progenitor. É no Planeta Mongo que vai ter de superar difíceis testes contra um líder tirano. Mas consegue muitas aliados nesta sua revolução para descobrir a verdade.

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No geral a série não foi muito bem recebida, até a revista SFX descreveu o terceiro episódio como o pior episódio de sempre! Eu bem avisei no início deste artigo, esta série é mesmo muito má. Já o New York Post atribuiu uma classificação de 0 ao show. Com uma história patética e personagens nada interessantes quem não conhece esta série não perde nada. Faz mal à vista e faz mal à mente. Flash Gordon (2007) é uma série que até dói assistir. Se houver por aqui corajosos força a ver, senão é um completa perda de tempo. Já que estamos numa fase de heróis (ver aqui) pode ser que consigam um remake melhor.

Glee

Ryan Murphy foi arrojado na criação desta série, prova que apesar de parecermos todos diferentes, somos todos iguais. Em 2009 surgia a série Glee, uma comédia musical que tinha como espaço uma escola secundária tipicamente americana. Em idade que o ser diferente nota-se mais, foi criado um clube de canto. Will Schuester, professor de línguas, sempre viveu no sonho de ser cantor, mas a vida não lhe permitiu e com contas para pagar, viu-se “preso” numa vida que não queria.

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A música como forma de vida

Ryan Murphy foi arrojado na criação desta série,  prova que apesar de parecermos todos diferentes, somos todos iguais. Em 2009 surgia a série Glee, uma comédia musical que tinha como espaço uma escola secundária tipicamente americana. Em idade que o ser diferente nota-se mais, foi criado um clube de canto. Will Schuester, professor de línguas, sempre viveu no sonho de ser cantor, mas a vida não lhe permitiu e com contas para pagar, viu-se “preso” numa vida que não queria. Daí que teve uma ideia, incentivar os jovens às artes na escola que leccionava. Num clube onde os que querem ser “fixes” não se inscrevem, Rachel Berry uma rapariga ingénua, mas cheia de sonhos e ego cheio de talento, é a primeira a inscrever-se. Estava dado o primeiro passo para uma série que ia durar seis anos a terminar, chegando aos 121 episódios (o último lançado a semana passada) e conseguiu 2 Globos de Ouro. Depois de Rachel, seguiu-se Kurt Hummel, um rapaz homossexual que tem dificuldade em identificar-se no mundo, Finn o quarterback da equipa de futebol, Artie o rapaz na cadeira de rodas, Mercedes com uma ótima voz mas tem problemas de peso e Tina uma rapariga que ainda não escolheu o seu estilo. Aos poucos e poucos mais se vão juntado, como Quinn, Brittany e Santana, a mando se Sue Sylvester, a temível treinadora de cheerleading que decidiu fazer a vida de Will num inferno. Abordando temas sérios e preocupantes como gravidez na adolescência, obesidade, suicídio, depressão, bullying, sexualidade e religião, são alguns dos exemplos.

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Comecei a ver esta série porque a achei divertidissíma.A primeira temporada fez-me rir do princípio até ao fim, apaixonei-me logo pelas personagens e os números musicais eram absolutamente fantásticos. Entretanto tudo começou a descambar na terceira temporada, quando as histórias começam a desalinhar-se e todos andavam com todos (se me entendem). Também as músicas começavam a não ser as melhores escolhas como os episódios especiais de cantores como “Madonna”, “Horror Story” e “Michael Jackson”. A audiência também sentiu isso e o que tinha sido uma produção em massa, havia sido criado um reality-show, chamado de Glee Project e ainda um filme a 3D com o cast completo, enquanto que os cds mantinham-se nos Tops; estava em decadência. Apesar das baixas audiências, manteve-se até à sexta temporada, e desta apenas dos dois últimos episódios valeram a pena. O penúltimo foi cheio de emoções e nostalgia do que outrora fora. Gostei da ideia de criar um episódio em que era igual ao primeiro, só mudou o ponto de vista, o no final a música “Don´t stop believing” que lhes deu a fama, ainda continuou a dar-me arrepios, pois foi o momento em que percebi que a série ia valer a pena. Nesse momento também voltava a aparecer Cory Monteith, ator principal que faleceu em 2013. No último adeus de Glee, estavam todos presentes, e ainda bem, esta é uma série de amizades que duram. Em que os sonhos com esforço se podem tornar realidade. E não custa acreditar, a música também pode ajudar.

Os Incríveis Powell

No Ordinary Family em título original é uma série criada em 2010 que teve o seu final no mesmo ano. Com cerca de 20 episódios só teve direito a uma temporada. A história segue a família Powell, completamente normal. No entanto, conseguem sobreviver a um desastre de avião, mas não são os mesmos, conseguem super-poderes.


No Ordinary Family
em título original é uma série criada em 2010 que teve o seu final no mesmo ano. Com cerca de 20 episódios só teve direito a uma temporada. A história segue a família Powell, completamente normal. No entanto, conseguem sobreviver a um desastre de avião, mas não são os mesmos, conseguem super-poderes. Michael Chiklis, não é a primeira vez um super-herói, já foi o Coisa de Quarteto Fantástico, aqui é Jim Powell, o pai que desenvolve super-força. Julie Benz é Stephanie Powell uma cientista que consegue super-velocidade. Quantos aos filhos, Daphne consegue ler os pensamentos dos outros (atriz que agora participa na série Flash) e JJ desenvolve um supercérebro. Numa história idêntica aos Incríveis, filme de animação da Disney, além de um segredo que tem de esconder de todos, os Powell ainda tem de lidar com os seus próprios conflitos familiares. No geral a série teve uma crítica positiva quanto às suas audiências, com uns efeitos especiais até consideráveis e uma história interessante. Com um nível de comédia aceitável e com a ação esperada, mas não foi o suficiente. Foi imediatamente cancelada. As baixas audiências foram os juízes do seu final. Não julgo, afinal faltava ali qualquer coisa, demasiado facilitismo, histórias sem explicações e um argumento fraco. Não é uma série que completa o espectador, podia ter sido melhor. Sim podia. Agora provavelmente conseguia fazer mais sucesso, já que estamos numa era de heróis com super habilidades que atualmente “inundam” séries de televisão e cinemas. Comecei a ver esta série quando estreou, mas tornou-se demasiado maçuda e sem desenvolvido, então desisti. Já previa o seu fim, mas retomei-a recentemente e consegui termina-la. Apesar de o final até parecer interessante, pois daria uma ótima segunda temporada, percebo porque foi cancelada.

Ravenswood

Ravenswood é uma série norte-americana criada em 2013 por Joseph Dougherty, Oliver Goldstick e I. Marlene King. Esta é uma série recente que já viu o seu fim, após uma temporada com 10 episódios de 45 minutos aproximadamente.

Ravenswood é uma série norte-americana criada em 2013 por Joseph Dougherty, Oliver Goldstick e I. Marlene King. Esta é uma série recente que já viu o seu fim, após uma temporada com 10 episódios de 45 minutos aproximadamente. Esta série foi criada como forma de complemento da série juvenil Pretty Little Liars. No entanto não teve o mesmo sucesso da série-mãe, talvez por não ter o mesmo público-alvo. Ravenswood é caracterizada como uma série de terror/horror, com drama e mistério. A história centra-se na cidade ficticia de Ravenswood, que nos é apresentado na quarta temporada da série Pretty Little Liars em que Caleb (uma das personagens da série) acaba por ficar nessa cidade para ajudar uma amiga, Miranda a reencontrar a família. Descobrem que a família de Miranda é proprietária de uma Agência Funerária, no entanto não são bem  recebidos pelo tio dela. É no decorrer do primeiro episódios que um grupo cinco jovens se reúnem sobre circunstâncias invulgares, numa cidade em que tudo de estranho acontece.

Além de Miranda e Caleb, temos os irmãos Luke e Olivia em que o pai o presidente da localidade é assassinado misteriosamente, em que todos pensam que foi a sua esposa e mãe dos jovens. Outra personagem é a Remy, com transtornos de sono, que mais tarde vai descobrir uma grande utilidade. Estes jovens vão reunir-se devido a um segredo passado, que os vão juntar sob as piores situações. Juntos terão de descobrir os segredos e enigmas que perturbam o dia-a-dia de cada um. Esta foi  uma série de suspense teen, sobre episódios do sobrenatural, com espíritos, bruxas, almas e afins, que admito nos primeiros episódios é para ver com a cara na almofada. Apesar de ser cancelada Ravenswood teve uma boa crítica, sendo mesmo comparada em formato juvenil ao estilo de Psico e Carrie. O final ficou muito em aberto, mas segundo algumas notícias acredita-se que as personagens de Pretty Little Liars voltem a Ravenswood. Na minha opinião não é uma grande série, no início parecia muito mais interessante, mas quando vamos a descobrir os segredos, existem histórias que deixam de ter muito sentido, mas é das séries do género de suspense e terror que não há muito por aí. Vale por isso.

Mal-Me-Quer, Bem-Me-Quer

Mal-me-quer, Bem-me-quer ou em título original Pushing Daisies é uma série norte-americana de 2007 que durou até 2009. Cada episódio conta com 45 minutos, mas vale a pena. A série tem um total de duas temporadas com 22 episódios cada uma. Realizada por Bryan Fuller, tem a participação dos atores Lee Pace, Anna Friel, Chi McBride, Kristin Chenoweth. Nesta série de fantasia a história centra-se em Ned um típico rapaz de 10 anos que vive apaixonado pela sua vizinha e melhor amiga Chuck. Mas este menino é especial, tem um dom

Um Toque de Magia

Mal-me-quer, Bem-me-quer ou em título original Pushing Daisies é uma série norte-americana de 2007 que durou até 2009. Cada episódio conta com 45 minutos, mas vale a pena. A série tem um total de duas temporadas com 22 episódios cada uma. Realizada por Bryan Fuller, tem a participação dos atores Lee Pace, Anna Friel, Chi McBride, Kristin Chenoweth. Nesta série de fantasia a história centra-se em Ned um típico rapaz de 10 anos que vive apaixonado pela sua vizinha e melhor amiga Chuck. Mas este menino é especial, tem um dom. O dom de dar vida ao que já morreu, no entanto existe um preço, outro tem de morrer com o mesmo valor para substituir, para se ter tem de se dar. No entanto Ned só descobre o seu dom, quando a sua mãe morre de repente, o jovem toca-a e ela volta à vida, mas é o pai de Chuck que morre em seu lugar. Ainda em crianças Ned e Chuck separam-se, voltam a encontrar-se anos mais tarde, quando o protagonista é o gerente de um estabelecimento de tartes. Esta é uma série de comédia, fantasia e policia que se foca principalmente no amor intocável entre estes dois, claro que existem outras personagens relevantes como Emerson o detetive privado que só pensa em dinheiro e Olive a empregada do Pie Hole que vive de amores por Ned. A série desde o seu início tornou-se num culminar de boas críticas e com audiências de sucesso, ficou nomeada para três nomeações de ouro, mesmo por apenas 9 episódios na primeira série.

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E série esteve parada durante algum tempo, mas quando voltou já não tinha as audiências de outrora, foi cancelada. Mas ficou a promessa de uma continuação em banda desenhada e de um filme, que ainda não chegou. Mas seria interessante dar uma finalidade à história, já que os fãs não conseguiram assistir. Esta é uma série diferente que eu aconselho bastante, é engraçada, com diálogos inovadores e sempre surpresas. O telespectador também fica encantado pela densidade das personagens, mas principalmente pela história de amor proibida, que todos desejamos que tenha o final feliz. Para quem ainda não viu, aconselho, esta é uma série que terminou muito antes do seu tempo e merecia ter continuação. Enquanto o filme bem ou não, vale a pena rever, até porque a história é genial e nunca antes vista em televisão.