Narcos

No epicentro temos Pablo Escobar, um dos maiores narcotraficantes do mundo. Considerado até um dos homens mais ricos do mundo. Designado com o cognome de Robin dos Bosques pelo povo de Medellín, foi também o rei do horror na Colúmbia.

A vida e o horror de um dos maiores narcotraficantes

A Netflix criou uma série viciante, queremos sempre ver mais, episódio atrás de episódio. No epicentro temos Pablo Escobar, um dos maiores narcotraficantes do mundo. Considerado até um dos homens mais ricos do mundo. Designado com o cognome de Robin dos Bosques pelo povo de Medellín, foi também o rei do horror na Colúmbia. Drogas, mulheres, riqueza e assassinatos em série é resumo da vida desta homem que quase chegou a ser Presidente do seu país. O que é mais assustador nesta série é que tudo foi baseado em factos reais e prova disso são as várias imagens da época que são transmitidas em algumas cenas.

“O Rei da Cocaína” é interpretado excelentemente pelo ator brasileiro Wagner Moura. Engordou 40 kgs, e teve de falar espanhol (apesar das críticas negativas e do seu sotaque) para o papel. A crítica aplaudiu a sua interpretação e conseguiu a nomeação para o Globo de Ouro. Outros ilustres atores fazem parte do elenco como Pedro Pascal (conhecido em “Guerra dos Tronos“) como Javier Penã um agente da DEA, e Boyd Holbrook (agora será o vilão em Logan) outro agente americano da DEA. Aliás todos os atores deviam estar aqui mencionados devido ao excelente trabalho. O trabalho de campo também está de bater palminhas, devido à minuciosidade o projecto que retratou os mais trágicos acontecimentos com pormenor, apesar de alguns momentos ficcionais.

O argumento foi bem construído e capacitado de uma autonomia e independência. O telespectador consegue estar atento a todos os pormenores que envolvem as personagens. Durante duas temporadas com 10 episódios de 50 minutos acompanhamos o auge e a queda de Pablo Escobar. A Netflix conseguiu captar toda a atenção com uma história verídica intrigante, com filmagens bem posicionadas, captando bem a essência dos atores.  Com a narração de Boyd Holbrook conseguimos compreender mais facilmente o trama. Esta é uma série obrigatória que nos “prende” do princípio ao fim.

Os melhores casais da televisão 2016

A chegar o dias dos namorados, o BeautifulDreams preparou um post especial para marcar o dia, com os Melhores Casais de 2016 da Televisão. O amor está no ar e está lista é das melhores formas de o provar. Fiquem então a conhecer os parzinhos que fizeram ou fazem derreter a nossa tv.

Snow e Charming [Once Upon a Time]

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Estes são daqueles casais do para-sempre. E mesmo os próprios atores que são um casal na vida real parecem que vivem mesmo esse conto de fadas. Snow e Charming de Once Upon a Time já tiveram muitos obstáculos no seu amor durante a série. Já se separaram, perderam a memória e até quase morreram, mas a paixão prevalece. No entanto nesta última temporada a Evil Queen fez das suas quando amaldiçoou o casal com o feitiço do sono. Um beijo desta vez não resulta e sempre que um está acordado o outro está a dormir. Como se vão safar desta?

Jack e Rebecca [This is Us]

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Um dos meus casais favoritos deste ano. Jack e Rebecca da nova série “This is Us” são mesmo uma ternura. Juntos riem-se, fazem palhaçadas e mais importante estão lá um para o outro, sempre. Jack é um marido paciente, descontraído e cheio de energia. Rebecca é mais responsável, organizada e dinâmica. Juntos têm três filhos, que não é nada fácil de gerir. Não quero ver o episódio da morte de Jack, vai ser demasiadamente doloroso para mim.

Naho e Suwa [Orange]

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Um anime para a minha lista. Não me venham com conversas, eu sou team Suwa. Nada de Kakeru, não há paciência para os seus problemas. O Suwa é que é um querido e nunca escondeu o seu amor por Naho. Abdicou disso mesmo só por causa das tendências depressivas de Kakeru. Além disso foi demais quando Kakeru pediu a Suwa para comprar um ramo de flores para Naho para este lhe oferecer. Pobre Suwa ainda tinha de estar a fazer favorzinhos. Gosto mais deles na versão do futuro e ainda bem que vai sair um spin-off da história destes dois.

Luke e Lorelai [Gilmore Girls: A Year in a Life]

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Ainda vou na quarta temporada de “Gilmore Girls” e por isso ainda não tive oportunidade de ver a “A Year in a Life“. Mas pelo que estou a ver o mais-que-tudo de Lorelai só pode ser Luke. Sem dúvida. A forma como gozam com as mais diversas situações, a personalidade parecida, a arreliação com o outro e as private jokes, além disso são sempre disponíveis um para o outro. Por isso conseguem-se manter nesta lista, devido ao bem que fazem como casal.

Maggie e Gleen [The Walking Dead]

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Este casal nunca teve sossego. Num mundo pós-apocalíptico é quase difícil de acreditar no amor. Mas isso não devia acontecer. Passaram por tudo mesmo, mas mesmo assim casal manteve-se forte. Separaram-se e reencontraram-se. Iam agora ser pais, mas o destino trouxe Negan e Lucille que se meteu no caminho de ambos. Mas não quero falar sobre o assunto.”I´ll find you” foram as últimas palavras de Glenn a Maggie, uma forma de dizer que apesar de tudo vai para sempre estar junto dela.

Claire e Jamie [Outlander]

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Este é uma amor que não se deixa abalar por épocas, anos e séculos. É sempre uniforme. Este é provavelmente dos casais mais românticos da televisão. Compreendem-se e confiam um no outro. Não há dúvidas. Fazem o que for para manter essa paixão, amam-se para sempre e não há limites. São pacientes e por isso também apaixonam os telespectadores da série “Outlander“.

Emma e Hook [Once Upon a Time]

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Este casal tinham tudo para não ficarem juntos. Mas mantiveram-se fortes numa relação sem futuro. Hook faziam parte dos vilões quando conheceu Emma, a salvadora. Juntos compreendem-se um ao outro, nem sempre tiveram a vida facilitada e do passado escondem mágoas. Contudo juntos são perfeitos. Mesmo nesta última temporada quando Emma começou com os tremores, foi Hook quem mais lhe deu força para continuar. Estes protagonizam os momentos mais românticos da série e nem a morte dos separou.

 

The Crown

O peso da coroa pode ser difícil de suportar. Elizabeth (Claire Foy) sentiu essa responsabilidade aos 26 anos, após a morte prematura do seu pai, o rei. Ainda muito jovem e recém-casada não estava preparada para liderar um vasto país. Num pós-guerra ainda recente, Elizabeth teve de se impor num mundo governado por homens repletos de tradições e conservadorismos.

O peso da coroa pode ser difícil de suportar. Elizabeth (Claire Foy) sentiu essa responsabilidade aos 26 anos, após a morte prematura do seu pai, o rei. Ainda muito jovem e recém-casada não estava preparada para liderar um vasto país. Num pós-guerra ainda recente, Elizabeth teve de se impor num mundo governado por homens repletos de tradições e conservadorismos. A sua chegada ao trono trouxe uma vitalidade inesperada. A sua coração foi a primeira a ser filmada, e marcou um passo importante na história televisiva. Além das decisões políticas e sociais, as familiares também só postas à parte. Mesmo com a ajuda de Winston Churchill (John Lithgow) como Primeiro-Ministro o caminho não é fácil.

“The Crown” foi considerada a série mais cara da Netflix. Com todo o seu vigor mostra na perfeição aquela época dos anos 50. As propriedades reais, o guarda-roupa e decorações tudo foi planeado de forma a manter-se com o mais real possível.

Os atores completam toda a exuberância desta série de televisão que retrata os primeiros tempos de reinado da rainha Elizabeth II, que ainda continua. Além da sua vida política, acompanhamos um retrato íntimo da família real britânica. Os constantes desacordos com a sua irmã, Margaret, as dúvidas da sua mãe e ainda a insegurança que mantinha com o seu marido, o Príncipe Philip da Grécia e Dinamarca. Além disso os seu conflitos pessoais entre fazer o que está certo, ou o que manda a monarquia.

Além do argumento bem refinado, esta série mantém uma excelente fotografia com paisagens que conseguem captar toda a beleza do momento, além disso somos confrontados com factos históricos interessantes que abalaram o Reino Unido, mas também o resto do mundo.

Este é uma obra bem sucedida que merece a nossa atenção e é sem dúvida das melhores séries de 2016. “The Crown” vai continuar por mais uma temporada onde vai apresentar mais uma década na vida da Rainha Elizabeth II.

Twinsters

Uma historia pouco provável que aconteceu. Conheça as Twinsters gémeas sem saberem.

Isto podia ter sido um filme, mas não é. Anaïs Bordier vive em França e Samantha Futerman nos Estados Unidos da América, há uns anos atrás descobriram que eram irmãs…gémeas. Samantha conseguiu papéis em séries como The Big C e nos filmes As Memórias de uma Geisha e 21&Over, além disso fazia vídeos para o Youtube. Ora foi nesses vídeos do Youtube que  Anaïs, quase do outro lado do mundo, viu alguém muito idêntico a si. Foi através do Facebook que começaram a falar e as semelhanças eram imensas. Depois de muito Skype, decidiram encontrar-se em carne o osso. Sam foi a primeira a ir a França e tornaram-se imediatamente inseparáveis. Sempre sabiam que eram adoptadas, mas nunca pensaram  na hipótese de terem uma irmã gémea. Fizeram os testes de ADN e revelou serem mesmo idênticas. A busca não parou por aqui,  Anaïs e Sam queriam descobrir mais sobre o passado de ambas. Visitaram a Coreia com a possibilidade de conhecerem a mãe biológica.

Tudo este processo foi filmado para um documentário. “Twinsters” explora a jornada de descoberta das duas irmãs separadas à nascença. As dúvidas, o amor crescente, a procura de mais semelhanças e a alegria de terem encontrado uma à outra. A própria Samantha Futerman e Ryan Miyamoto (realizadores) retrataram com clareza todos os momentos vividos. Achei mesmo irresistível este documentário, estas histórias mexem mesmo comigo. Interessante, revelador, e com uma excelente fotografia acompanhamos o encontro das duas irmãs. O documentário pode ser visto na Netflix.

As mortes mais marcantes de 2016

Este ano foi muito emocionante relativamente a séries. Falo por mim, quando digo que houve momentos que ainda não recuperamos. Difíceis, eu sei. Por esse motivo decidi fazer uma lista das mortes da televisão mais marcantes de 2016.

Glenn em The Walking Dead

Negan avisou e a Lucille tinha fome. Na última temporada o grupo de Rick encontrou-se com Negan, o novo vilão que apareceu para os atormentar. Com sede de vingança, utilizou a sua arma favorita, um bastão com arame farpado para matar. A resposta estava no primeiro episódio da sétima temporada. A escolha de Negan foi Abraham que conseguiu um fim de rei devido às suas últimas palavras. Já Glenn apanhou por tabela. Era uma personagem querida já que fazia parte do elenco desde a 1ª temporada. “I’ll find you” foi assim que se declarou a Maggie nos últimos momentos.

Laurel Lance em Arrow

Laurel Lance (Katie Cassidy), AKA Black Canary era um dos vigilantes, morreu depois de Damien Dahrk apunhala-la com uma das setas de Oliver Queen. Inicialmente parecia que Laurel ainda tinha hipóteses de sobreviver, pois recebeu imediatamente tratamento médico. Entretanto após confessar o seu amor por Oliver, não resistiu aos ferimentos. Após a sua morte, Queen comunicou publicamente a Star City quem na verdade era Lance, a Black Canary, como forma de ser reconhecida pelo seu esforço. De uma certa forma vive em Earth como Black Siren.

Hodor em Guerra dos Tronos

Hodor (Kristian Nairn) o gigante protector de poucas palavras foi morto por um exército de White Walkers. Morreu heroicamente, sacrificando-se para proteger a vida de Bran e Meera, enquanto fechava as portas do esconderijo onde se encontravam. Infelizmente os fãs da série finalmente conheceram o significado da palavra que sempre repetia, e daí o seu nome – Hodor. Antes do ataque Bran percorreu as memórias do seu passado, e percebeu que outrora ainda jovem, Hodor chamava-se Wylis. Wylis ouviu a Meera do futuro a gritar “Hold the door” e por isso repete sempre a mesma frase, até ser conhecido como Hodor.

Ramsay Bolton em Guerra dos Tronos

Outra baixa na série “Guerra dos Tronos“, mas este estava a pedi-las. Ramsay Bolton era das personagens mais odiadas. Depois de matar a própria família que o adotou, casa-se com Sansa Stark e faz da mulher gato-sapato. Vive com sede de sangue. No seu último episódio “The Battle of Bastards” luta até à exaustão com Jon Snow, matando ainda o mais novo dos Stark. Por fim é apanhado e morre com o seu próprio veneno, quando Sansa o abandona na cela com os cães dele esfomeados.

Pablo Escobar em Narcos

Este é um caso mais sério, pois foi baseado em factos verídicos. Pablo Escobar, colombiano e Senhor da Droga morreu num tiroteio com a força de segurança, depois de ter escapado à prisão. Não foi uma surpresa, pois a morte já tinha sido anunciada nesta segunda temporada. O legado de Escobar inclui um novo mundo da droga, marcado por ser multi-milionário, construiu casas para os pobres e assassinou centenas de pessoas.

Lexa em 100

Lexa (Alycia Debnam Carey) Comandante do Grounder Clans morreu com um tiro de uma arma de fogo, pouco tempo depois de ficar íntima de Clarke. A sua morte foi um acidente,  Titus, tinha intenções de assassinar Clarke. Lexa será lembrada pela sua liderança, os seus esforços para alcançar a paz e por ser defensor dos “direitos homossexuais” na televisão. Entretanto Lexa foi brevemente ressuscitada no final da temporada 3, quando Clarke viu-a na City of Light, conseguindo assim declarar o seu amor. Muitos fãs ainda não recuperaram deste acontecimento.

Vanessa Ives em Penny Dreadful

Vanessa Ives (Eva Green) era medium, bruxa e caçadora de vampiros, morreu de uma ferida de tiro. Ives perguntou ao lobisomem Ethan Crawford para matá-la de forma a salvar Londres do Drácula.“My battle must end,” ela disse-lhe, seguindo-se de um “You know that. Or there will never be peace on earth“. O duo partilhou um beijo de despedida antes de ele a enviar para o outro mundo. Ives não foi ressuscitada e esta cena marca o final da série “Penny Dreadful“.

Abbie Mills em Sleepy Hollow

Abbie Mills (Nicole Beharie) polícia, testemunha, irmã e co-protagonista, teve uma morte causada pela Caixa de Pandora. Mills valentemente sacrificou-se de modo a que Ichabod Crane e a sua irmã Jenny conseguissem sobreviver. Embora ainda pensassem que fosse possível salvar Abbie, todos os esforços foram em vão. O espírito de Abbie visitou Cran com uma mensagem “Our job was to carry you forward. My job is done”. Abbie Mills deixou para trás uma legião de fãs da série que ainda não acreditam no que aconteceu, nem sabem o que esperar da série já que uma das protagonistas deixou o programa.

Unbreakable Kimmy Schmidt

Para ajudar Kimmy a sobreviver à selva de Nova Iorque após 15 anos enclausurada temos Titus, Lillian e Jacqueline. Titus é o seu parceiro de quarto, homossexual assumido que pensa que a sua vida é um constante espectáculo da broadaway e pretende conseguir a fama. Lillian é a proprietária do apartamento que tem o bairro como seu filho. Quanto a Jacqueline não consegue fazer nada sozinha.

Ela é alegre, ela é festiva, ela é colorida, ela é Kimmy Schmidt. Robert Carlock e Tina Fey juntaram-se à Netflix e criaram uma série divertida sobre uma jovem que é resgatada de um culto do fim do mundo e agora pretende viver pelos anos que perdeu em Nova Iorque. Ellie Kemper conseguiu um grande papel. Difícil de interpretar, mas que a direção do casting estava certa na aposta desta atriz. Sempre de sorriso na cara, e com aura de positivismo ao máximo. Quer fazer tudo e ajudar toda a gente. Não é de desistir e ainda mantém a mentalidade de uma criança de 10 anos. “Podemos jantar doces?“. É difícil gostarmos destas personagens, irritam-nos e dão-nos comichão. De momento estou-me a lembrar da Rachel Berry de Glee ou a April Kepner de Anatomia de Grey. Não as suporto. Mas continuando com a Kimmy, Ellie Kemper conseguiu fazer um excelente trabalho e o espectador consegue ficar contagiado com a sua energia de positividade. Para ajudar Kimmy a sobreviver à selva de Nova Iorque após 15 anos enclausurada temos Titus, Lillian e Jacqueline. Titus é o seu parceiro de quarto, homossexual assumido que pensa que a sua vida é um constante espectáculo da broadaway e pretende conseguir a fama. Lillian é a proprietária do apartamento que tem o bairro como seu filho. Quanto a Jacqueline não consegue fazer nada sozinha.

Com duas temporadas e a caminho da terceira, esta série é bastante divertida e vê-se depressa. As personagens são contagiantes e os diálogos bastante criativos. Para mim a segunda temporada tornou-se mais cansativa do que a sua antecessor. Talvez devido ao exagero no desenvolvimento de algumas personagens. No entanto o seu enredo mantém uma história positiva ao mesmo tempo que faz rir. Tina Fey e  Robert Carlock depois de 30 Rock conseguiram criar uma série nova e muito bem-disposta. Quanto à personagem principal acredita que o mundo pode ser sempre um lugar melhor para viver. Se querem rir esta pode ser a série que procuram.

Objectivos para as férias

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Ah, férias de inverno, passadas entre cama e ronha do sofá, a devorar séries e filmes. Como de costume marquei um plano de objectivos para as férias. Finalizei o meu cronograma, tenho como propósito terminar de ver a segunda temporada de Ficheiros Secretos (vou no episódio 15), sendo que gostei mais da primeira temporada. Depois do afastamento de Scully e Molder nos casos, e da abdução de Scully, agora reapareceu a irmã de Scully. Apesar da história mais desenvolvida os casos de sobrenatural tem se mantido repetitivos. Outro plano é finalizar a primeira temporada de Gilmore Girls, comecei a ver em tom de brincadeira. O primeiro impacto não foi positivo, mas após o sexto episódio, já me sentia a fazer parte da família Gilmore. Onde retrata o dia-a-dia de uma mãe e filha num tom muito irónico e divertido. Outra série de comédia que neste momento estou a ver é The Unbreakable Kimmy Schmidt e só me falta três episódios para o seu fim. Na minha hora de almoço ligo a Netflix no telemóvel e durante 30 minutos divirto-me com as histórias de Kimmy. Como se ainda não bastasse quero começar a ver à série “The Crown“.

A juntar a estas séries, quero ainda repetir a dose do filme “O Amor Acontece“, porque só começa a ser Natal quando o vejo. Além disso ainda tenho de vasculhar que filmes tenho lá em casa que ainda não vi, ou juntar-me à companhia da Netflix. Não faltam hipóteses.

Dia Nacional do Pijama com a Netflix

No próximo dia 21 de novembro comemora-se o Dia Nacional do Pijama. Não há nada mais confortável do que chegar a casa depois de um dia de trabalho e vestir o nosso pijaminho quentinho. Para comemorar a data é deixarmos-nos levar pela preguiça e a Netflix faz o resto no dia 20 de novembro. Aconselha a passarmos todo o dia de pijama vestido a assistir aos nossos filmes e séries favoritos. Além disso a previsão para o fim-de-semana é de muita chuva, por isso até calha bem.

Na TV, no tablet ou através do smartphone podes ver as tuas séries e filmes favoritos quando quiseres sem estares limitado por horários e dias fixos de transmissão desses conteúdos. Por isso se estavas à tempão a combinar fazer uma maratona de Narcos, Lost ou Breaking Bad esta é a oportunidade. Falo por mim, Narcos comecei a ver recentemente e conto as horas para ver o próximo episódio. Ou até, começar a ver novas séries como The Crown ou rever FRIENDS.

Na seleção de filmes a escolha não podia ser maior. Da comédia, à ação e até ao romance. Filmes como The Big Short, The Hangover, Interstellar, Jack Reacher ou Amigos Coloridos, tudo o que conseguires ver.

Prepara a manta, os snacks, as bebidas quentes e instala-te confortavelmente para uma sessão dos teus filmes, séries, e documentários favoritos. Com tantas opções já sabes o que vais fazer no Dia Nacional do Pijama?

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Amanda Knox

Amanda Knox – Culpada ou Inocente?


Inocente ou Culpada?

Neste documentário da Netflix recordamos o mediático homicídio da inglesa Meredith Kercher, em Itália. Amanada Knox, uma norte-americana e sua parceira de quarto foi a principal suspeita do crime. Esteve presa durante quatro anos, mas só em 2015 é que foi aprovada como inocente pelo Supremo Tribunal, juntamente com o seu namorado da época, Raffaele Sollecito. O caso remota a 2007 em Perugia, Itália e foi do assunto mais referido na imprensa. De jogos de sexo, a rituais satânicos, todos esses assuntos foram apontados como as causas do sucedido. Amanda estava na mira dos jornalistas, todo o seu passado foi descoberto e todas as suas fotografias publicadas. De personalidade extrovertida a jovem foi vista como a culpada do homicídio. Porquê tudo isto? A resposta é simples, porque vendia e os jornais queriam tirar o maior proveito. Este documentário da Netflix não quer provar a inocência de Amanda, o principal objectivo é explicar os factos, num processo que arrastou-se durante anos e anos. E ainda hoje não existem certezas.

Amanda Knox
Amanda Knox voltou a dar novamente a cara e a recordar os acontecimentos daquele dia que mudou para sempre a sua vida. Além da protagonista, nas testemunhas do caso podemos ver Raffaele Sollecito, um jornalista e o Inspector italiano do homicídio. Com imagens reais, este documentário prima pela seriedade dos acontecimentos e da abordagem de todo o processo. No entanto para alguém como eu, que apesar de conhecer a história, não me recordava dos contornos, achei que deixaram algumas pontas por esclarecer. Nomeadamente do lado de Meredith, mas por um lado este era um programa sobre Amanda. O media foram dos principais responsáveis na averiguação dos culpados, mesmo antes da polícia. O que mais uma vez explica que a opinião pública pode muito bem ser manipulada para o lado que interessa mais. Aconselho a assistirem a este documentário, está no Netflix.

Daredevil – Temporada 2

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Considero esta segunda temporada de “Daredevil” melhor do que a primeira. No início temos a apresentação da personagem e do seu conceito, e apesar do vilão ser espectacular, a história ainda estava a começar. Nesta temporada temos novas personagens, como Punisher e Elektra que tornam a série bem mais interessante. Voltamos ao início, tudo está bem na vida do advogado Matt Murdock. Como vigilante da noite conseguiu colocar na cadeia Kingpin e o seu amigo Foggy conhece a sua verdadeira identidade. Começa a complicar quando surge um novo vigilante. Sem medo de matar os bandidos, chamam-lhe “Punisher”. O ator Jon Bernthal sai de “The Walking Dead” e aceita o desafio de interpretar Frank Castle. Homem danificado que perdeu tudo, incluindo a sua família, e que apenas sobrevive com o desejo de vingança. Vingança por quem lhe tirou tudo. Ora o encontro entre o Diabo e o Justiceiro de Hell’s Kitchem acontece mais rápido do que imaginamos. Num momento tenso, ambos partilham as suas dúvidas morais. Apesar de não manterem a mesma opinião, são mais parecidos do que imaginam.

Ao longo de 13 episódios, a série desenvolve-se de forma mais madura e mais violenta. As cenas de ação são várias e pensadas ao pormenor. Movimentos rápidos e lentos com combinações reais e energéticas. “Daredevil” surpreende, novas revelações são descobertas o que se torna uma surpresa. As novas personagens conseguiram dar à história um desenvolvimento mais profundo e mais força ao enredo. Jon Bernthal consegue ser um Punisher determinado, mas sensível também. Já Elodie Yung mostra todo o seu potencial como Elektra com a força e agilidade a acompanhar com um sotaque engraçado.

O melhor: As dúvidas morais de deixar viver ou não, quem tem esse poder, Homem ou Deus.
As cenas no julgamento também me convenceram e fizeram-me torcer pelo Castle.
A fuga da prisão de Castle e o regresso de Kingpin que pela primeira vez se dirige com esse nome.
O conflito de Foggy com Matt, desta vez foi necessário. No entanto esperava que no final se juntassem novamente como nos velhos tempos.
O romance entre Matt e Elektra, era o que o protagonista estava a precisar.

O Pior:
A relação rápida entre Matt e Karen. Desnecessária para a ocasião e demasiado forçada.
A investigação solitária de Karen.
A revelação do segredo da Mão. Considerei demasiadamente apropriado para a situação, assim como o regresso de Stick que foi confuso.
Esperava mais sobre Fisk, conseguiu uma participação na série, mas o seu destino foi deixado sem conclusão.