Crítica

Até ao Osso

Título: To the Bone
Ano: 2017
Realização: Marti Noxon
Interpretes: Rebekah Kennedy, Lily Collins, Dana L. Wilson…
Sinopse: Uma jovem mulher que luta contra a anorexia. Ela conhece um médico pouco convencional que a ajuda a enfrentar a situação e a conseguir lidar com a vida.

Faltam mais filmes assim. Duros e reais. A Netflix recuperou a história de casos reais de pessoas com anorexia. Lily Collins interpreta Ellen uma jovem com dificuldades em comer. A sua família complicada, os amigos e a doença são bem retratados neste filme de Marti Noxon. O processo doloroso da recuperação, o bater no fundo e o levantar. A peça fundamental para o equilíbrio é mesmo a pessoa afetada. Apenas ela com a sua força de vontade se pode reerguer. “Até ao Osso” faz jus à realidade da doença anorexia. Não é só quem tem a doença que sofre, mas os familiares também.

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A atriz Lily Collins, em adolescente também batalhou contra o distúrbio alimentar. A sua experiência foi importante para a construção da Ellen. A atriz emagreceu para o papel, mas de forma saudável, com a ajuda de uma nutricionista. Apesar começar de um modo quase banal e divertido, o argumento começa a ficar mais sério à medida que avança. As dificuldades começam a surgir e nem mesmo a terapia alternativa do Dr. Beckham (Keanu Reeves) existe progresso. Por vezes é preciso deixar-mos cair, para perceber o quanto mal estávamos. O filme é razoavelmente bom, contudo não é conclusivo, mas isso já seria outra história. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Séries

Stranger Things

Stranger Things” não é uma série vulgar. Nesta série original da Netflix temos tudo do melhor dos grandes feitos cinematográficos dos anos 80. Filmes como E.T. O Extraterrestre, Star Wars, Jaws, Regresso ao Futuro e até Carrie, excelentemente retratado em 9 episódios da primeira temporada.

No epicentro da história, temos o desaparecimento de Will, um menino que desaparece numa noite ao chegar a casa. A busca incansável dos seus amigos para encontra-lo. O aparecimento de uma estranha menina com super-poderes. A aflição de uma mãe que faz de tudo para encontrar o seu filho, mesmo que a considerem louca. Um polícia deprimido que procura luz na sua vida. Dois adolescentes que procuram a verdade e uma conspiração governamental com experiências de outro mundo. Todas estas personagens juntam-se com um caminho em comum.

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A verdade é que “Stranger Things” é uma caixinha de surpresas. Excelentes interpretações, mesmo a do elenco juvenil acompanhado por um argumento bem escrito, faz desta série um sucesso. Uma surpresa agradável que já conseguiu conquistar muitos fãs e muitos prémios. É inesperada, imprevisível e muito intensa. Define-se como sobrenatural, drama e fição cientifica, onde se junta à comédia de um modo suave. A convergência destes géneros torna esta série única e facilmente adaptada para várias faixas etárias. No entanto como se passa nos anos 80, pode criar nostálgica à infância de muitos. Apesar de ainda ser pequena, foca-se no essencial e não espalha-se como episódios forçados que muitas vezes acontecem nas séries que vemos. A segunda temporada já foi confirmada e eu aguardo ansiosamente.
Quem já viu esta série? Gostaram?

Documentário

Casting JonBenet: A Pequena Rainha da Beleza

Mesmo passados 21 anos, a morte de JonBenét Ramsay ainda está envolta em muito mistério. A menina norte-americana de 6 anos foi assassinada em sua casa no dia de natal. Participante assídua de concursos de beleza JonBenét era uma boneca com cara de anjo que adorava ser adulta. Maquilhava-se e vestia-se a rigor para os concursos de miss no seu país, do qual conseguiu ganhar alguns. A Netflix baseou-se no caso que ainda hoje provoca opiniões distintas nos norte-americanos e criou um documentário sobre a pequena rainha da beleza.

 Com contornos diferentes dos habituais documentários, desta vez não tentamos descobrir as evidências do que verdadeiramente aconteceu, nem descobrimos o culpado. Em “Casting JonBenét”  durante uma hora, conhecemos as suspeições do caso. Várias pessoas fazem o casting para interpretarem os envolventes, enquanto explicam a sua opinião pessoal sobre a situação. Falam à vontade dos seus sentimentos e expressam com base no que ouviram e viram, basicamente o que conhecem.

Esta é uma forma inovadora de apresentação do documentário. Conhecemos o outro lado, o da opinião pública. E este lado é o que mais impacto tem. Quanto à verdade ainda está por descobrir. Será que foi a mãe? O pai? Ou o irmão? Havia assédio sexual? Ciúme? São todos temas que estavam na mesa mas nenhum foi oficialmente confirmado.

Sobressaí a montagem final deste documentário, onde retrata as várias hipóteses do acontecimento e as suas percussões. Tudo ao mesmo tempo. Já podem assistir na plataforma Netflix.

Séries

Girlboss

De auto-estima elevada e nariz empinado assim é a protagonista de “Girlboss“, Sophia Amoruso. Baseada em factos verídicos sobre a início da idade adulta até à construção do seu império. Empreendedora de roupa vintage, começou o seu negócio online e agora já consegue manter o seu inventário em loja física.  Mas nem tudo foi fácil para Sophia. Interpretada pela jovem atriz Britt Robertson que tem dado largos passos na sua carreira, acompanhamos durante 13 episódios de 20 minutos na plataforma Netflix a evolução desta carismática personagem.

Aos 22 anos e como grito de independência decidiu sair da casa dos pais e abandonou a escola. Indecisa sobre a sua vida e o que a motivada, chegou a roubar e nas lixeiras à procura de sustento. Também trabalhou de forma a manter o seu plano de saúde. Contudo a marca Nasty Gal veio mudar a sua vida quando decidiu comprar roupa vintage, e vende-la no ebay a um preço superior. O lucro não tardou a chegar e assim criava a sua forma de vida.

Além de algumas dificuldades dos primeiros passos como empreendedora, esta série original da Netflix foca-se na amizade, e no amor. Principalmente nos tempos que correm em que a oferta de emprego é apertada, “Girlboss” oferece sugestões para a criação de um negócio numa área que seja do nosso interesse. Não existem facilitismos, apenas originalidade e muito trabalho. Esta série é bastante divertida  e como é pequena não se torna cansativa, muito pelo contrário queremos continuar a acompanhar esta história. A atriz Britt Robertson mantém uma atitude bastante diferente ás suas anteriores presenças. Rebelde e mais arrogante mantém uma personalidade mais espontânea e irreverente. Quem já assistiu a esta série? Dêem a vossa opinião.

Séries

Por 13 Razões

De quem é a culpa?

A Netflix brindou-nos com uma nova série no final do mês de março. “Por 13 Razões” foca-se numa mensagem forte, tão forte que conseguiu por toda a internet a falar sobre o assunto. Baseado nos livros de Jay Asher, “13 Reasons Why” é uma série original do canal de streaming que foca-se na vida, ou melhor na morte de Hannah Baker. Hannah é a protagonista desta história, mesmo já estando morta. Durante 13 episódios acompanhamos a experiência de Hannah que levou à sua escolha de tirar a própria vida. O suicídio juvenil é na maioria causado devido ao bullying, e esta série tornou-se num abre-olhos que causou o aumento nas linhas de ajuda aos jovens. Hannah Baker (Katherine Langford) explica em sete cassetes, 13 razões que a levaram ao seu fim. Clay Jensen (Dylan Minnette) um rapaz tímido que sempre admirou Hannah recebe numa caixa de sapatos e assim começa a descobrir a verdade por tudo o que a sua amiga passou.

13 Reasons Why” é muito mais do que uma série de adolescente. Toca na ferida, de assuntos sérios como a desigualdade de sexos, o bullying, a homosexualidade, a violação, a depressão, as drogas, o alcoolismo, o assédio sexual e a morte. Durante 13 episódios sentimos na pele as dificuldades emocionais e psicológicas de Hannah. Todos nós somos esta personagem, mas também somos as outras. O que é importante reter desta série é que ninguém está sozinho e devemos tentar perceber o lado do outro. Não sabemos o que se passa na cabeça de cada um, mas é nossa obrigação tentarmos conversar quando notamos algo de errado. Com um argumento bem escrito, personagens interessantes e reais, com uma história profunda, “Por 13 Razões” é um trama que merece ser visto e reflectido. Podemos estar a salvar vidas, pois tudo o que precisam é um amigo. A Netflix é a principal responsável desta produção que já conseguiu muitos fãs. O final foi forte e ainda deixou muito por resolver. Será que vão produzir uma segunda temporada?

Séries

Gilmore Girls: A Year in the Life

Se existe série que merecia um revival, Gilmore Girls é essa série. O final foi insosso e deixou o público cheio de dúvidas. Bem para os fãs da série na altura tiveram de esperar 9 anos para saber o que aconteceu às personagens. No meu caso foi apenas um dia, já que tenho a Netflix assisti a todos os episódios de “Gilmore Girls” de rajada, aproveitando para assistir a “A Year in the Life“. Durante 4 episódios correspondente às estações do ano temos durante 1hora e 30 minutos (sim, parece quase um filme) a continuação da história, para ficarmos a saber o que aconteceu a Lorelai, Rory, Luke, Emily, Lane e a todos os habitantes de Stars Hollow.

Inverno

I smell snow” é das famosas frases de Lorelai Gilmore. Remarcando que tudo de bom acontece quando neva. “A Year in the Life” não podia ter começado melhor. Neste episódio percebemos que Lorelai ainda está com Luke (apesar do casamento não ter acontecido), e ambos procuram alternativas para mudar de vida, pensam na solução de barriga de aluguer para terem um filho em conjunto. Rory inesperadamente não está a ter uma carreira de sucesso no jornalismo. Vive de trabalho freelancer entre os E.U.A. e Londres, onde se costuma encontrar com Logan. Os habitantes de Stars Hollows continuam por lá, é o caso de Kirk, Miss Patty, Taylor, Babette…Entretanto Lorelai, Rory e Emily tentam superar a morte de Richard que faleceu recentemente

Primavera

Nesta estação voltamos aos tempos de escola, quando Rory andava em Chilton. Ela e a sua amiga Paris são convidadas pelo diretor para uma palestra de incentivo aos jovens. Rory tenta acalmar a amiga que tem um casamento falhado com Doyle, com dois filhos enquanto gere uma empresa de barrigas de aluguer. Lorelai e Emily fazem terapia juntas com o propósito de resolverem os seus problemas. Este foi o episódio que mais gostei, foram gargalhadas atrás de gargalhadas. Muito bem escrito.

Verão

Ainda confrontada com a dura realidade de não conseguir um emprego estável como jornalista, Rory trabalha em Stars Hollow para salvar o jornal local. Ainda sem estar integrada, recebe um conselho de Jess para escrever um livro da sua vida. Lorelai enfrenta problemas na estalagem e pensa em aumentar o espaço. Emily começa a rejeitar a sua vida após o falecimento do seu marido. Rory decide que chegou a hora de terminar de vez com Logan. Este episódio foi mais uma retrospectiva para o último.

Outono

Neste último episódio Rory já começou a escrever o seu livro, ao contrário da opinião da mãe. Lorelai decide caminhar numa jornada de auto-descoberta. Decide repensar na sua relação com Luke e a perda do pai. A conclusão a que chega ajudou-a a recuperar o significado pela vida e a relação com a sua mãe aumenta. Emily decide mudar. Rory reencontra-se com Dean. Logan decide preparar uma surpresa de despedida à ex-namorada. Lorelai e Luke finalmente dão o grande passo na relação.

Amy Sherman-Palladino voltou a fazer um excelente trabalho em “Gilmore Girls”, juntamente com a Netflix está foi uma decisão necessária e que andava na imaginação dos fãs. A sátira utilizada pelas Gilmore continua lá. Um humor atual e bem-disposto que torna esta série única. Estes quatro episódios foram muito bem conseguidos e na sua maioria pela disponibilidade dos atores. Já o final foi inesperado e talvez possa insinuar uma continuação.

Outfits do Cinema

O guarda-roupa na série “The Crown”

As séries de época normalmente costumam ter um guarda-roupa de delirar. Não foi a toa que “The Crown” foi caracterizada como a série mais cara da Netflix. O detalhe e semelhança com a realidade foi dos factores mais importantes para a produção deste trama baseado no reinado da rainha Elizabeth II. Este é um pequeno vislumbre das roupas femininas utilizadas na série que mais gostei. Clica nas imagens para mais informação.

Séries

Narcos

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A vida e o horror de um dos maiores narcotraficantes

A Netflix criou uma série viciante, queremos sempre ver mais, episódio atrás de episódio. No epicentro temos Pablo Escobar, um dos maiores narcotraficantes do mundo. Considerado até um dos homens mais ricos do mundo. Designado com o cognome de Robin dos Bosques pelo povo de Medellín, foi também o rei do horror na Colúmbia. Drogas, mulheres, riqueza e assassinatos em série é resumo da vida desta homem que quase chegou a ser Presidente do seu país. O que é mais assustador nesta série é que tudo foi baseado em factos reais e prova disso são as várias imagens da época que são transmitidas em algumas cenas.

“O Rei da Cocaína” é interpretado excelentemente pelo ator brasileiro Wagner Moura. Engordou 40 kgs, e teve de falar espanhol (apesar das críticas negativas e do seu sotaque) para o papel. A crítica aplaudiu a sua interpretação e conseguiu a nomeação para o Globo de Ouro. Outros ilustres atores fazem parte do elenco como Pedro Pascal (conhecido em “Guerra dos Tronos“) como Javier Penã um agente da DEA, e Boyd Holbrook (agora será o vilão em Logan) outro agente americano da DEA. Aliás todos os atores deviam estar aqui mencionados devido ao excelente trabalho. O trabalho de campo também está de bater palminhas, devido à minuciosidade o projecto que retratou os mais trágicos acontecimentos com pormenor, apesar de alguns momentos ficcionais.

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O argumento foi bem construído e capacitado de uma autonomia e independência. O telespectador consegue estar atento a todos os pormenores que envolvem as personagens. Durante duas temporadas com 10 episódios de 50 minutos acompanhamos o auge e a queda de Pablo Escobar. A Netflix conseguiu captar toda a atenção com uma história verídica intrigante, com filmagens bem posicionadas, captando bem a essência dos atores.  Com a narração de Boyd Holbrook conseguimos compreender mais facilmente o trama. Esta é uma série obrigatória que nos “prende” do princípio ao fim.

Listas

Os melhores casais da televisão 2016

A chegar o dias dos namorados, o BeautifulDreams preparou um post especial para marcar o dia, com os Melhores Casais de 2016 da Televisão. O amor está no ar e está lista é das melhores formas de o provar. Fiquem então a conhecer os parzinhos que fizeram ou fazem derreter a nossa tv.

Snow e Charming [Once Upon a Time]

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Estes são daqueles casais do para-sempre. E mesmo os próprios atores que são um casal na vida real parecem que vivem mesmo esse conto de fadas. Snow e Charming de Once Upon a Time já tiveram muitos obstáculos no seu amor durante a série. Já se separaram, perderam a memória e até quase morreram, mas a paixão prevalece. No entanto nesta última temporada a Evil Queen fez das suas quando amaldiçoou o casal com o feitiço do sono. Um beijo desta vez não resulta e sempre que um está acordado o outro está a dormir. Como se vão safar desta?

Jack e Rebecca [This is Us]

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Um dos meus casais favoritos deste ano. Jack e Rebecca da nova série “This is Us” são mesmo uma ternura. Juntos riem-se, fazem palhaçadas e mais importante estão lá um para o outro, sempre. Jack é um marido paciente, descontraído e cheio de energia. Rebecca é mais responsável, organizada e dinâmica. Juntos têm três filhos, que não é nada fácil de gerir. Não quero ver o episódio da morte de Jack, vai ser demasiadamente doloroso para mim.

Naho e Suwa [Orange]

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Um anime para a minha lista. Não me venham com conversas, eu sou team Suwa. Nada de Kakeru, não há paciência para os seus problemas. O Suwa é que é um querido e nunca escondeu o seu amor por Naho. Abdicou disso mesmo só por causa das tendências depressivas de Kakeru. Além disso foi demais quando Kakeru pediu a Suwa para comprar um ramo de flores para Naho para este lhe oferecer. Pobre Suwa ainda tinha de estar a fazer favorzinhos. Gosto mais deles na versão do futuro e ainda bem que vai sair um spin-off da história destes dois.

Luke e Lorelai [Gilmore Girls: A Year in a Life]

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Ainda vou na quarta temporada de “Gilmore Girls” e por isso ainda não tive oportunidade de ver a “A Year in a Life“. Mas pelo que estou a ver o mais-que-tudo de Lorelai só pode ser Luke. Sem dúvida. A forma como gozam com as mais diversas situações, a personalidade parecida, a arreliação com o outro e as private jokes, além disso são sempre disponíveis um para o outro. Por isso conseguem-se manter nesta lista, devido ao bem que fazem como casal.

Maggie e Gleen [The Walking Dead]

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Este casal nunca teve sossego. Num mundo pós-apocalíptico é quase difícil de acreditar no amor. Mas isso não devia acontecer. Passaram por tudo mesmo, mas mesmo assim casal manteve-se forte. Separaram-se e reencontraram-se. Iam agora ser pais, mas o destino trouxe Negan e Lucille que se meteu no caminho de ambos. Mas não quero falar sobre o assunto.”I´ll find you” foram as últimas palavras de Glenn a Maggie, uma forma de dizer que apesar de tudo vai para sempre estar junto dela.

Claire e Jamie [Outlander]

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Este é uma amor que não se deixa abalar por épocas, anos e séculos. É sempre uniforme. Este é provavelmente dos casais mais românticos da televisão. Compreendem-se e confiam um no outro. Não há dúvidas. Fazem o que for para manter essa paixão, amam-se para sempre e não há limites. São pacientes e por isso também apaixonam os telespectadores da série “Outlander“.

Emma e Hook [Once Upon a Time]

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Este casal tinham tudo para não ficarem juntos. Mas mantiveram-se fortes numa relação sem futuro. Hook faziam parte dos vilões quando conheceu Emma, a salvadora. Juntos compreendem-se um ao outro, nem sempre tiveram a vida facilitada e do passado escondem mágoas. Contudo juntos são perfeitos. Mesmo nesta última temporada quando Emma começou com os tremores, foi Hook quem mais lhe deu força para continuar. Estes protagonizam os momentos mais românticos da série e nem a morte dos separou.

 

Séries

The Crown

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O peso da coroa pode ser difícil de suportar. Elizabeth (Claire Foy) sentiu essa responsabilidade aos 26 anos, após a morte prematura do seu pai, o rei. Ainda muito jovem e recém-casada não estava preparada para liderar um vasto país. Num pós-guerra ainda recente, Elizabeth teve de se impor num mundo governado por homens repletos de tradições e conservadorismos. A sua chegada ao trono trouxe uma vitalidade inesperada. A sua coração foi a primeira a ser filmada, e marcou um passo importante na história televisiva. Além das decisões políticas e sociais, as familiares também só postas à parte. Mesmo com a ajuda de Winston Churchill (John Lithgow) como Primeiro-Ministro o caminho não é fácil.

“The Crown” foi considerada a série mais cara da Netflix. Com todo o seu vigor mostra na perfeição aquela época dos anos 50. As propriedades reais, o guarda-roupa e decorações tudo foi planeado de forma a manter-se com o mais real possível.

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Os atores completam toda a exuberância desta série de televisão que retrata os primeiros tempos de reinado da rainha Elizabeth II, que ainda continua. Além da sua vida política, acompanhamos um retrato íntimo da família real britânica. Os constantes desacordos com a sua irmã, Margaret, as dúvidas da sua mãe e ainda a insegurança que mantinha com o seu marido, o Príncipe Philip da Grécia e Dinamarca. Além disso os seu conflitos pessoais entre fazer o que está certo, ou o que manda a monarquia.

Além do argumento bem refinado, esta série mantém uma excelente fotografia com paisagens que conseguem captar toda a beleza do momento, além disso somos confrontados com factos históricos interessantes que abalaram o Reino Unido, mas também o resto do mundo.

Este é uma obra bem sucedida que merece a nossa atenção e é sem dúvida das melhores séries de 2016. “The Crown” vai continuar por mais uma temporada onde vai apresentar mais uma década na vida da Rainha Elizabeth II.