Crítica: A Colega de Quarto

Quando a caloira Sara Matthews chega à faculdade, ela torna-se amiga da sua companheira de quarto Rebecca. Não desconfia que essa rapariga começou a desenvolver uma estranha obsessão por ela.

Título: The Roommate
Ano: 2011
Realização: Christian E. Christiansen
Interpretes: Minka Kelly, Leighton Meester, Cam Gigande…
Sinopse: Quando a caloira Sara Matthews chega à faculdade, ela torna-se amiga da sua companheira de quarto Rebecca. Não desconfia que essa rapariga começou a desenvolver uma estranha obsessão por ela.

Este filme desde o início apresentava-se como previsível. Com uma narrativa adolescente, mas com um bom elenco. Temos nomes conhecidos como Minka Kelly (Friday Night Lights), Leighton Meester (Gossip Girl), Aly Michalka (Hellcats), Billy Zane (Titanic) e Cam Gigandet (Twilight). A primeira impressão estava correta. Apesar do género suspense e triler, temos uma obra cinematográfica lenta e com muitas pontas soltas.

Sara é caloira na universidade, tem já um grupo de amigas que adoram festas. Depois da morte da irmã mais velha, nunca dividiu o quarto com ninguém. Até à chegada de Rebecca. Juntas criam uma forte amizade, mas que é abalada pela forte obsessão de Rebecca pela amiga. Um filme com algum suspense e  mistério. O espectador quer por todos os meios descobrir o passado da personagem Leighton Meester, que infelizmente não foi bem esclarecido.

Quanto ao argumento torna-se cansativo e deviam preocupar-se em explicar os assuntos de mais interesse neste filme. Afinal o que Rebecca fez aquela pobre rapariga? O pais dela deixaram a filha com problemas psicológicos estudar sem supervisão na faculdade? Porque ninguém quer saber o Jason? Afinal foi a única vítima no meio disto tudo. Concluindo, esperava um filme mais entretido e com mais ação. Decepcionou-me um pouco. A história de fundo era interessante, mas não conseguiu ser aproveitada. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Pai Infernal

Quando na sua adolescência, Don engravidou uma mulher mais velha e cuidou dele até ao seu 18 aniversário como pai solteiro. Agora após não se verem durante anos, o mundo de Todd começa a cair, quando Don decide aparecer de surpresa no seu casamento.

Título: That’s my boy
Ano: 2012
Realização: Sean Anders
Interpretes: Adam Sandler, Andy Samberg, Leighton Meester
Sinopse: Quando na sua adolescência, Don engravidou uma mulher mais velha e cuidou dele até ao seu 18 aniversário como pai solteiro. Agora após não se verem durante anos, o mundo de Todd começa a cair, quando Don decide aparecer de surpresa no seu casamento.

Não é meu costume assistir a estes filmes de comédia ridícula. Calhou de num sábado à tarde sem nada para fazer, fixar-me à televisão e ver este filme. Com uma história até engraçada deixei-me ficar. Contudo não consegui chegar ao fim, nem a metade do filme. Tive de sair. A pesquisar durante este fim-de-semana passado na Netflix, deparei-me com “Pai Infernal” nas recomendações. Pensei, “não é tarde nem é cedo, vou terminar o filme, já que não gosto de os deixar a meio“. Assim foi.

Adam Sandler e Andy Samberg são os protagonistas desta paródia, onde interpretam pai e filho. Com estes dois juntos só podia sair asneia. O filme até marca-se com contornos interessantes, mas que logo ficam esquecidos com algumas javardices no argumento. O exagero em algumas situações e o diálogo desgastado dão pontos negativos ao filme que podia ser mais proveitoso.

O enredo não acrescenta nada de novo e não tem esse propósito, este é mesmo uma obre cinematográfica para a brincadeira. Adam Sadler, Andy Samberg, Leighton Meester, Milo Ventimiglia e até Susan Sarandon fazem parte do cast. O que mais me surpreendeu foi que “Pai Infernal” ainda conseguiu provocar um interessante twist final, algo inesperado para filmes do género que normalmente são previsíveis. Concluindo este é mais um filme de sábado à tarde que podia ter sido melhor, mas falhou na forma como ironizava as situações. O blogue atribui 2,5 em 5.

Rating: 3 out of 5.