Crítica: Alta Pedrada

Um servidor de processos e o seu dealer de droga, fogem de um assassino profissional e de uma polícia corrupta, após assistirem a um assassinato, enquanto tentava entregar-lhe uns papéis.

Título: Pineapple Express
Ano: 2008
Realização: David Gordon Green
Interpretes: Seth Rogen, James Franco, Gary Cole…
Sinopse: Um servidor de processos e o seu dealer de droga, fogem de um assassino profissional e de uma polícia corrupta, após assistirem a um assassinato, enquanto tentava entregar-lhe uns papéis.

Nesta comédia pouco convencional, temos novamente a dupla junta: Seth Rogen e James Franco. Ambos trabalham várias vezes juntos na criação produtiva de filmes e até conseguem ser bem sucedidos na comédia cinematográfica atual. “Alta Pedrada” não apresenta nada de novo, mas o argumento desconexo, e inteligente, consegue ser mesmo espontâneo. Este é o factor mais positivo. Os atores principais, não desempenharam o papel de uma vida, aliás já os vimos várias vezes neste mesmo registo, mas as suas personagens tresloucadas e fala-baratas tornam-se numa boa companhia. No entanto destaco o ator James Franco que se torna o mais caricato de todos. O seu perfil bem-disposto, consegue colar-nos ao ecrã.

Considerei a narrativa deste filme interessante, no entanto, não foi inteiramente aproveitado. Esperava mais situações cómicas e com mais peripécias para mais riso durante o filme. “Alta Pedrada” é totalmente imaturo e irresponsável, mas ao mesmo tempo consegue ser vibrante e hilariante.

O realizador David Gordon Green tem evoluído na sua carreira, e não se dedica apenas a filmes de comédia. Conquistou-nos com “Stronger” e “Halloween“, logo percebemos que se torna muito versátil e varia facilmente de género. Ora drama, ou até mesmo terror. David Gordon Green consegue adaptar-se mesmo a tudo. Concluindo o blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Isto é o Fim!

Seis celebridades de Los Angels estão presas na casa de James Franco depois de uma série de eventos trágicos que destruíram a cidade. O grupo terá de confrontar o Apocalipse e eles próprios também.

Título: This Is the End
Ano: 2013
Realização: Evan Goldberg, Seth Rogen
Interpretes: James Franco, Jonah Hill, Seth Rogen…
Sinopse: Seis celebridades de Los Angels estão presas na casa de James Franco depois de uma série de eventos trágicos que destruíram a cidade. O grupo terá de confrontar o Apocalipse e eles próprios também.

Imaginem que o mundo está a acabar e por qualquer motivo os únicos sobreviventes deste Apocalipse são um bando de atores de comédia americanos. Aqui não existem nomes inventados, apenas os reais. James Franco está a inaugurar a sua nova casa, e como seria de esperar, organizou uma mega festa com gente de Hollywood. Celebridades como Michael Cera, Emma Watson, Rhianna, Mindy Kalinge e Kevin Hart estão presentes. Sem nos esquecermos das presenças principais Jonah Hill, Seth Rogen, Jay Baruchel, Danny McBride e Craig Robinson. O resultado conseguiu ser um filme hilariante, sem preconceitos, com muita comédia e cenas tresloucadas à mistura.

A história é inesperada e por isso conseguiu captar a atenção do público. Os diálogos incoerentes, mas cómicos formam do ponto alto do filme. As jabardices referidas faziam rir às gargalhadas e era mesmo o que se esperava de um filme do género. Além disso num nicho cheio de famosos era esperar a reação de cada um ao que estava a acontecer. Esta é já uma geração de atores que pode mesmo fazer o que bem quiser e daí conseguem produzir um filme do género, sem esperar muito em troca. Contudo conseguiram surpreender.

A narrativa não tem uma explicação significativa, mas consegue sobrevalorizar a mensagem de amizade e os valores das boas ações. Concluindo “Isto é o Fim!” tornou-se numa valente surpresa e consegue fazer rir devido às peripécias loucas que os protagonistas desempenham. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Porquê Ele?

A época natalícia descarrila quando Ned Fleming, percebe que a sua querida filha começou a namorar com um milionário de Silicon Valley e tudo fica pior quando descobre a ele vai pedir a sua filha em casamento.

Título: Why Him?
Ano: 2016
Realização: John Hamburg
Interpretes: Zoey Deutch, James Franco, Tangie Ambrose…
Sinopse: A época natalícia descarrila quando Ned Fleming, percebe que a sua querida filha começou a namorar com um milionário de Silicon Valley e tudo fica pior quando descobre a ele vai pedir a sua filha em casamento.

Reflectindo o mesmo género de narrativa do que o filme “Meet the Parents” e “O Pai da Noiva” temos “Porquê Ele?” numa versão mais adaptada para os tempos modernos. Stephenie sempre foi muito unida ao seu pai. Entrou recentemente na universidade, mas não tem sido sincera com o seu progenitor. A jovem começou um namoro com Laird um criador de videojogos que vive numa enorme mansão, mantida às custas do seu primeiro videojogo. O plano de Stephenie era simples: juntar a família toda na época natalícia e assim apresentar o seu namorado aos pais e irmão. Mas desde o início que tudo estava inclinado para correr mal.

Why Him?” é uma comédia muito mediana. A grande aposta deste filme é no argumento bem-disposto e com alguns disparates no meio. Contudo estava à espera de algo com mais ação. Algumas peripécias engraçadas entre os protagonistas seria interessante. O momento mais cómico do filme é quando tentam hackear o computador de Laird para descobrir pistas do seu passado, mas o plano sai completamente furado e proporciona uns bons momentos de riso. A presença dos Kiss também foi dos factores mais positivos de assistir. Concluindo este é um filme bastante previsível, sem nada que o destinge das películas do género. A história é banal e com personagens de personalidades exageradas ou demasiadamente convenientes. O elenco também não se destaca. James Franco não tem cara de inocente e por isso este papel não lhe foi bem atribuído. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Uma Entrevista de Loucos

Dave Skylark e o seu produtor Aaron Rapoport são os diretores do show “Skylark Tonight”. Quando consegue uma entrevista com o líder da Coreia do Norte,Kim Jong-un, são recrutados pela CIA numa missão.

Título: The Interview
Ano: 2014
Realização: Evan Goldberg, Seth Rogen
Interpretes: James Franco, Seth Rogen, Randall Park …
Sinopse: Dave Skylark e o seu produtor Aaron Rapoport são os diretores do show “Skylark Tonight”. Quando consegue uma entrevista com o líder da Coreia do Norte,Kim Jong-un, são recrutados pela CIA numa missão.


Entrevista de Loucos foi o filme que desde o seu anúncio, está envolvido em polémica. Campanha de Marketing? Manipulação dos meios de comunicação? O que é certo, “Interview” tornou-se tópico constante da curiosidade alheia. O motivo era simples: o seu plot. Neste filme realizado por Evan Goldberg e Seth Rogen explora-se em modo de sátira, uma entrevista com Kim Jong Un, líder supremo da Coreia do Norte. O argumento ridículo e exagerado é dos pontos mais altos do filme. Até se torna bem divertido e original. É indecente q.b. “Uma Entrevista de Loucos” consegue quebrar barreiras, não só pelo facto de se focar numa comédia atual com a escolha do vilão o  líder totalitário, mas porque conjuga entretenimento com situações bem sérias. Claramente que não estamos a falar de um filme como Charles Chaplin em “O Ditador” que ironizou Hitler, mas é audacioso na mesma.

James Franco e Seth Rogen são uma forte dupla. Os dois unidos atingem o ponto máximo de divertimento atrevido necessário a um filme do género. Momentos de ação também estão presentes, o que valoriza esta obra cinematográfica. Foi uma surpresa positiva este filme, pois estava à espera que a qualidade fosse inferior. Contudo considero-o bem disposto e satisfatório. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Oz o Grande e Poderoso (2013)

Quando Oscar Diggs (James Franco), um medíocre mágico de circo de ética questionável, é levado do empoeirado Kansas para a Terra de Oz, fica convencido que ganhou a lotaria e que está a um passo da fama e da fortuna. Isto, até conhecer as três bruxas, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), que não estão assim tão convencidas de que ele é realmente o grande feiticeiro por quem todos esperavam. Arrastado com relutância para os problemas épicos relacionados com a terra de Oz e os seus habitantes, Oscar terá agora que distinguir o bem do mal antes que seja tarde demais. Recorrendo às suas artes mágicas através da ilusão, perspicácia – e ainda um pouco de feitiçaria – Oscar transforma-se não apenas no Grande Feiticeiro de Oz mas também num homem melhor.

Oz: The Great and Powerful é um filme de 2013 realizado por Sam Raimi, com as participações de James Franco, Michelle Williams, Mila Kunis e Rachel Weisz.Quando Oscar Diggs (James Franco), um medíocre mágico de circo de ética questionável, é levado do empoeirado Kansas para a Terra de Oz, fica convencido que ganhou a lotaria e que está a um passo da fama e da fortuna. Isto, até conhecer as três bruxas, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), que não estão assim tão convencidas de que ele é realmente o grande feiticeiro por quem todos esperavam. Arrastado com relutância para os problemas épicos relacionados com a terra de Oz e os seus habitantes, Oscar terá agora que distinguir o bem do mal antes que seja tarde demais. Recorrendo às suas artes mágicas através da ilusão, perspicácia – e ainda um pouco de feitiçaria – Oscar transforma-se não apenas no Grande Feiticeiro de Oz mas também num homem melhor.

Quem não conhece o original filme O Feiticeiro de Oz, o clássico filme de 1939, com Judy Garland no principal papel? Ainda hoje é considerado como um dos melhores filmes para ver. Com muita dificuldade se chega aos pés do filme Feiticeiro de Oz, mas Sam Raimi decidiu tentar, através de uma versão antecedente aos eventos do primeiro filme, que também foi inspirado nos clássicos literários. Este filme de fantasia recria de uma forma moderna, o que outrora mudou gerações. Oz: The Great and Powerful” dá-nos a conhecer a primeira parte da história de vida do Feiticeiro de Oz que, antes de se tornar no bondoso governante de uma imaginária terra mágica cheia de personalidades caricatas, tentava singrar no competitivo mundo real, algo que sempre se revelou difícil devido à sua personalidade egocêntrica e “mulherenga” que nos é apresentada durante a bela e retro introdução do  filme.

É engraçado para quem já viu O Feiticeiro de Oz, ver esta pre-sequela, uma história antes da história. E compreendermos melhor a misteriosa personagem Oz, que pouco é retratada e explicada. Os aspectos positivos do filme não deixa de ser o magníficos efeitos especiais que nos deixam perplexos quanto ás paisagens do Mundo mágico de Oz. O elenco é de peso: James Franco, Michelle Williams, Mila Kunis e Rachel Weiz, que apesar de não haver demasiado tempo de antena para cada um dos fantásticos não deixam de ter um bom desempenho, no entanto um pouco por vezes ofuscado. Portanto este é um filme para os mais novos levarem os pais ao cinema, ou até o contrário sendo que os pais já conhecem a história do Feiticeiro de Oz. O Blog atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica – O Planeta dos Macacos: Origem

A obra original deste franchise começou em 1968 com o primeiro filme do Planeta dos Macacos, e logo se tornou um sucesso. Depois de algumas sequelas não muito bem sucedidas, o lugar de realizador passou para Tim Burton, que em 2001 realizou o filme de ficção científica. O filme também não foi bem sucedido, considerado como um dos piores filmes do realizador. 10 anos após do fiasco surge-nos Planeta dos Macacos a Origem. Neste filme mostra-nos a verdadeira génese dos macacos falantes e como é que estes conseguiram evoluir na história.

Rise of the Planet of Apes é um filme de 2011 com a realização de Rupert Wyatt e conta com as participações de James Franco, Andy Serkis, Freida Pinto e John Lithgow. A obra original deste franchise começou em 1968 com o primeiro filme do Planeta dos Macacos, e logo se tornou um sucesso. Depois de algumas sequelas não muito bem sucedidas, o lugar de realizador passou para Tim Burton, que em 2001 realizou o filme de ficção científica. O filme também não foi bem sucedido, considerado como um dos piores filmes do realizador. 10 anos após do fiasco surge-nos Planeta dos Macacos a Origem. Neste filme mostra-nos a verdadeira génese dos macacos falantes e como é que estes conseguiram evoluir na história.

Will Rodman (James Franco) é um cientista brilhante  que vive com o seu pai doente de Alzheimer, num estado avançado. Convencido que quer ajudar o seu pai a ultrapassar a doença, já realizou uma pesquisa avançada de anos e anos como propósito de descobrir a cura. Will trabalha sem parar no produto Alz – 112, um produto da sua invenção que promete mudar o mundo. Antes de testarem em humanos, Will e a sua equipa são obrigados a primeiro passar pela fase de testar em macacos e assim estudar quais as consequências de tal produto. Porém surgem efeitos secundários que ninguém esperava, os primatas começam a desenvolver um inteligência perspicaz, apenas comparada aos humanos. Mas antes de aprofundarem mais a pesquisa, um acidente nas intalações dos laboratórios, faz com que toda a investigação seja cancelada. Onde apenas sobrevive um primata bebé, que o qual fica encarregue ao cientista Will. Este acolhe-o em casa educa-o como seu filho, dando-lhe o nome de Ceasar. No entanto, o que Will desconhece é que está a criar o futuro líder da revolução símia, uma revolução que irá mudar a face da Terra para todo o sempre…

Rise of Planet of Aples tem de tudo para se tornar um prologo inesquecível da história de evolução simia, ao contrário do que foi dos filmes anteriores. Pois um enredo bom de atores, efeitos especiais de topo, utilizando a ultima tecnologia, como em filmes do Senhor dos Anéis, e óptimo enredo. Um dos pontos negativos é a narrativa que contém alguns pontos “mortos” onde o telespectador perde algum interesse por momentos. Entre algumas cenas também achamos de quase ridículas aquando sucumbe a revolução dos macacos, que podiam ser meramente evitadas. Outra situação é que após 105 minutos de filmes, descobrimos que nada de novo foi alcançado e pensamos que continuação terá a história da evolução dos macacos. O blog atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.