Vídeo Musical – Sweeney Todd


Excerto do filme musical Sweeney Todd – O Terrível Barbeiro de Fleet Street, com Johnny Depp e Helena Bonham Carter nos principais papéis. Filme baseado numa peça de teatro. “Worst pies in London” é o nome da música interpretada pela própria Helena Bonham Carter.

Vídeo Musical – Sweeney Todd


Excerto do filme “O Terrível Barbeiro de Fleet Street” (2007) com Johnny Depp e Helena Bonham Carter nos principais papéis. O filme foi inspirado num musical da Broadway, por isso os atores tem de interpretar as músicas. Esta intitula-se de “God, That’s Good!”

Crítica: Alice do Outro Lado do Espelho

Alice volta ao misterioso mundo das Maravilhas e viaja através do tempo, para salvar o Chapeleiro Louco.

Título: Alice Through the Looking Glass
Ano: 2016
Realização: James Bobin
Interpretes: Mia Wasikowska, Johnny Depp, Helena Bonham Carter…
Sinopse: Alice volta ao misterioso mundo das Maravilhas e viaja através do tempo, para salvar o Chapeleiro Louco.

Eu já não gostei muito da versão de Tim Burton. Este foi igual. Mia Wasikowska volta a interpretar Alice na versão live-action da Disney. Desta vez com um novo desafio: salvar a vida do chapeleiro louco (Johnny Depp) que acredita que a família ainda está viva. Alice desintegrada no mundo real, terá de voltar ao País das Maravilhas e viajar no tempo para descobrir a verdade, enquanto enfrenta novamente a Rainha Vermelha. Num mundo de fantasia, viagens no tempo, e com roupas e casas abstractas conhecêssemos o passado de algumas das personagens.

As cores vibrantes são o factor mais positivo do filme, mas tal não ajuda ao seu sucesso. Mia Wasikowska, Johnny Depp, Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen apresentam desempenhos desleixados e incapacitados de compaixão necessária para trazer estas personagens à vida. Esta obra cinematográfica afoga-se na sua falta de transparência e sinceridade no trama.

Alice Through the Looking Glass” não satisfaz. Um filme de domingo que nem valia a pena existir. O argumento não enche as medidas e as personagens não conseguiram ter o desenvolvimento que precisavam. Claramente que o final apresenta uma mensagem sobre todo o processo, mas não ajuda ao benefício da sua classificação. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Sweeney Todd – O Terrível Barbeiro de Fleet Street

A história conhecida de Benjamin Barker, a.k.a. Sweeney Todd que ocorre em Londres numa barbearia que é basicamente uma sinistra parceria com Mrs. Lovett. Baseado num espectáculo da Broadway.

Título: Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street
Ano: 2007
Realização: Tim Burton
Interpretes: Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman …
Sinopse: A história conhecida de Benjamin Barker, a.k.a. Sweeney Todd que ocorre em Londres numa barbearia que é basicamente uma sinistra parceria com Mrs. Lovett. Baseado num espectáculo da Broadway.

Já era sem tempo que o teatro musical de sucesso Sweeney Todd conseguisse uma interpretação no cinema. Do cineasta Tim Burton, chega-nos um filme com traços noir, especialmente preparado para criar uma imagem mais cruel e solitária ao trama. Johnny Depp é Benjamin Barker, um simples barbeiro que foi acusado injustamente, por um crime que não cometeu. O Juiz, o homem que o acusou, agiu por inveja pois esperava aproximar-se de Lucy, a esposa do barbeiro. Passados anos, Barker volta a Londres, mas desta vez com o nome de Sweeney Todd, e deseja vingança pelo que lhe fizeram, e pretende recuperar a sua família. É nesta Londres podre, pecadora e suja que conhece Ms. Lovett (Helena Bohan Carter) e juntos tornam-se na parceria mais sangrenta e repugnante de toda a cidade. Nesta obra musical e cinematográfica os atores interpretam com voz e alma as suas personagens exageradas. Sweeney Todd é já um conto conhecido, que surgiu em 1846. Este drama vitoriano, tornou-se imediatamente numa lenda urbana. Já percorreu todas as artes, desde a literatura, teatro, e até cinema.

Johnny Depp prova novamente porque é dos favoritos de Tim Burton. A sua genica e genialidade de interpretar qualquer personagem, tornam o seu desempenho bastante carismático.  Depp não está sozinho, Helena Boham Carter assume também um papel mediático e Alan Rickman acompanha com a sua elegante postura e rigidez. As músicas da Broadway recebem um novo timbre e tornam-se mais ilustres nos tons cinzentos da película. Os brancos, pretos e vermelhos, são as cores predominantes deste filme. O estilo noir está bastante presente . Não conhecia completamente a história do terrível barbeiro, mas Tim Burton conseguiu um trabalho satisfatório. Não houve momentos parados nem desvios desnecessários. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Woman Power no Cinema

Hoje é dia da mulher e como tal decidi preparar um lista onde mulheres com personalidade forte que conseguiram lutar pelos seus direitos e não se deixam intimidar por nada. Este é o Woman Power do cinema. Não te esqueças de seguir o blogue nas redes sociais 🙂

Joy

Joy

Baseada numa história verídica de Joy Mangano, a inventora da esfregona desmontável. Jennifer Lawrence atua com garra e a determinação da sua personagem real. Num mundo atual ainda com muitos estereótipos foi difícil o caminho para a aceitação do produto. Porém o cepticismo de muitos foi a força de outros para provar que as mulheres também tem a mesma capacidade dos homens, mesmo na área do fabrico.

Erin Brockovich

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Julia Roberts é Erin Brockovich no filme de 2000 e até valeu à atriz um Óscar de Melhor Atriz Principal. Também baseada numa história verídica, Erin é uma mãe solteira de 3 filhos que se envolve num caso de saúde pública. As águas subterrâneas em Hinkley eram compostas por um químico cancerígeno, cromo hexavalente. Erin consegue levar o caso para tribunal. Mas o que a torna única é que não baixou os braços, mesmo quando tudo parecia impossível.

The Young Victoria

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Emily Blunt é a Rainha Victoria, num filme biográfico sobre o seu reinado. Em 1837, com apenas 17 anos Victoria está no centro da luta pelo poder real. Ninguém aconselhava apontava Victoria como possível rainha, sendo descriminada pela corte, incluindo pela sua própria mãe. No entanto Victoria foi a rainha que mais anos governou a Inglaterra, cerca de 64. Conseguiu estar no poder sozinha, mesmo após a morte prematura do seu marido Filipe, conseguindo o nome de época vitoriana. Uma menção honrosa aqui também podia estar apresentado o filme “Elizabeth” (1998) ou “Elizabeth: The Golden Age” (2007)

Ágora

Ágora

Ágora é um filme espanhol que tem Rachel Weisz como protagonista. Weisz é Hipátia, uma mulher que viveu em Alexandria entre os anos de 355 e 415, época da denominação romana. Hipátia era professora e filosófica, e a única personagem feminina do filme.

Carol

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Em Carol o protagonismo é dividido entre Cate Blanchett e Rooney Mara. Duas mulheres dos anos 50, que se apaixonam. Naquela época o romance entre duas pessoas do mesmo sexo era mesmo inadmissível de se pensar. Mas “Carol” não se foca apenas no romance, mas sim, na dificuldade de ser mulher naquela época em que tinham de se sujeitar às leis conservadoras daquele tempo.

The Dressmaker

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No filme “Dressmaker”, Kate Winslet é uma mulher de armas, artilhada com a sua máquina de costura. Para trás deixou um passado que prometeu esquecer, mas apenas tem uma intenção, terminar a sua vingança a todos aqueles que lhe fizeram mal. Não tem tamanho nem medida para o que tem de fazer.

Room

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Em “Room“, Brie Larson interpreta uma forte mulher que ainda em adolescente foi capturada e feita prisioneira em cativeiro durante anos. A sua ambição em sair daquele lugar onde estava presa foi determinante para a sua fuga e do seu filho. Mas mal ela sabia que o mundo real estava diferente daquilo que se tinha lembrado.

 

As Serviçais

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Nos anos 60 nos Estados Unidos da América ainda havia muita desigualdade feminina. No entanto um grupo de mulheres cruzam-se independentemente do seu estatuto social para apresentarem o seu modo de vida. Com um elenco composto principalmente por personagens femininas esta é a história de “As Serviçais“.

Wild

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Em “Wild“, Reese Witherspoon é Cheryl Strayed que após a morte da sua mãe, fica totalmente desamparada. Baseado em factos verídicos, esta é uma viagem de auto-descoberta durante uma caminhada de 1100 milhas pela costa do Oceano Pacífico. Um caminho nada fácil, mas juntamente com a natureza, faz-nos pensar na vida e o que ela tem de melhor.

Legalmente Loura

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Novamente com Reese Witherspoon. Desta vez é Elle Woods uma jovem fútil que lhe foi negada a entrada na universidade. Mas com muito esforço e de uma forma divertida, Elle vai fazer mudar a opinião de muitos. Dividido em dois filmes, “Legalmente Loira” prova a competência feminina e que nada o que parece é.

Elementos Secretos

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No filme “Elementos Secretos“, recentemente nomeado para os Óscares seguimos a história de três mulheres que comandaram os centros de inteligência da NASA nos Estados Unidos da América quando o homem foi pela primeira vez à lua. Além de serem mulheres outro entrave que tinham para o sucesso da sua carreira, era a sua cor de pele. Conseguiram chegar a altos cargos, e mudar opiniões, porque tinham voz e usaram essa voz.

As sufragistas

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As Sufragistas”  explica a história real e ficcional da luta das mulheres pelo direito ao voto na Inglaterra. Foi um longo caminho até à vitória, eram presas, faziam guerra de fome, protestavam e ainda eram humilhadas. Temos que agradecer a estas mulheres que tornaram a emancipação feminina possível.

 

 

Crítica: As Sufragistas

Estamos em inícios do séc. XX e a democracia já um sistema político que funciona nos países mais desenvolvidos. Contudo apresentava algumas falhas. Metade da população tinha liberdade de voto e à livre opinião. A outra metade não. Essa fração pertencia às mulheres que não tinham o direito de participar de forma ativa no sistema político. Tal regime não era justo, a desigualdade social e os complexos sexistas eram evidentes.

Estamos em inícios do séc. XX e a democracia já um sistema político que funciona nos países mais desenvolvidos. Contudo apresentava algumas falhas. Metade da população tinha liberdade de voto e à livre opinião. A outra metade não. Essa fração pertencia às mulheres que não tinham o direito de participar de forma ativa no sistema político. Tal regime não era justo, a desigualdade social e os complexos sexistas eram evidentes. As mulheres não eram vistas com capacidade intelectual de liderança, e segundo os opinantes da época, só traziam conflitos e indecisões. Apesar de no filme aparentar, a Inglaterra não foi o país pioneiro no direito ao voto feminino. Esse título foi atribuído à Nova Zelândia em 1893, seguindo-se da Austrália e Finlândia. Devido ao conservadorismo e ao regime demasiadamente monárquico, na Inglaterra, as mulheres tiveram mais dificuldade de emancipação. As apelidadas de sufragistas, gritavam em plena praça pública os seus direitos, faziam manifestações, ataques de vandalismo, mas nunca eram ouvidas. A luta feminina foi até pacífica, e não apresentou perigo para os civis. Após décadas em protesto, só em 1918 conseguiram o direito ao voto, mas com limitações. Apenas 1932 as mulheres conseguiram a merecida igualdade, a mesma do que os homens. [LER MAIS]

Vídeo Musical – Alice do Outro Lado do Espelho

A cantora Pink foi a escolhida para dar a voz à música “Just like fire” que pertence à banda sonora do filme “Alice do Outro lado do espelho” (2016) com Johnny Depp, Mia Wasikowska e Helena Bonham Carter.

O estilo de Helena Bonham Carter

Com um estilo único a atriz britânica Helena Bonham Carter é conhecida por todos nós por interpretar as mais variadas personagens. E os seus papéis escolhidos a dedo, transparecem a sua personalidade. Tal como o estilo utilizado. Nos seus filmes, normalmente apresenta-se com o cabelo desgrenhado e roupas escuras com estilo gótico (a única exceção talvez tenha sido quando foi a fada madrinha na Cnderela). Ora vamos recordar alguns dos principais filmes da atriz

Com um estilo único a atriz britânica Helena Bonham Carter é conhecida por todos nós por interpretar as mais variadas personagens. E os seus papéis escolhidos a dedo, transparecem a sua personalidade. Tal como o estilo utilizado. Nos seus filmes, normalmente apresenta-se com o cabelo desgrenhado e roupas escuras com estilo gótico (a única exceção talvez tenha sido quando foi a fada madrinha na Cnderela). Ora vamos recordar alguns dos principais filmes da atriz.

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