Crítica

Gru – O Mal Disposto 3

Título: Despicable Me 3
Ano: 2017
Realização: Kyle Balda, Pierre Coffin
Interpretes: Steve Carell, Kristen Wiig, Trey Parker
Sinopse: Gru conhece o seu irmão alegre e charmoso Dru, que deseja fazer equipa com o irmão na arte da vilania.

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Depois de se aposentar da sua vida de vilão, Gru é despedido da agência secreta onde trabalha. Tudo devido a Balthazar Bratt, um vilão viciado nos anos 80 que roubou o maior diamante do mundo. Destroçado, Gru é contactado pelo seu desconhecido irmão gémeo, Dru para o ajudar numa tarefa: ser o maior super-vilão de sempre. Enquanto isso Gru cria um plano para recuperar o diamante e voltar a ter a sua vida de volta. Entretanto terá de lidar com a greve dos minions que não aceitam que o seu mestre se torne bom.
A Illumination Entertainment voltou a apostar no seu trufo maior. Quem não gosta dos pequenos seres amarelos que falam numa língua só deles? Apesar de este filme não manter um nível de animação superior aos seus antecessores, ainda consegue fazer rir, nos momentos menos esperados.

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Consistentemente engraçado, “Gru-Maldisposto 3” mantém um enredo curiosamente interessante e apelativo. Steve Carrel é a voz do protagonista e do seu irmão gémeo. Consegue um tom de equilíbrio entre ambos, que mesmo gémeos possuem personalidades diferentes. Na minha opinião as cenas com os minions são as mais divertidas. A boa-disposição que captam nos seus momentos é contagiante. É notório que esta obra cinematográfica tenta comparar-se às anteriores a nível de referências, contudo sobressai-se pela história mais madura. No final não consegue ser tão hilariante como os filmes anteriores. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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