Gárgulas

Em 1995 até a Marvel aproveitou para fazer uma banda desenhada sobre o tema. O sucesso é explicado devido à complexibilidade e dramatismo dos temas debatidos. A série começa com os temas medievais, reis e rainhas, mas também aborda os Cavaleiros do Rei Arthur e ainda Shakespeare com as suas obras: Macbeth e Sonho de uma Noite de Verão. Mais tarde questionado sobre o tema


As Gárgulas
ou em título original The Gargoyles é um desenho animado com um total de 78 episódios, com 22 minutos cada episódio. A sua estreia começou em 1994 e terminou em 1997. Lançado pela Disney esta animação teve logo aderência e foi um sucesso, que ainda hoje é recordado pelos fãs. Criada por Greg Weisman, dirigida a um público mais adulto, por isso mesmo ter um tom mais sombrio. Em 1995 até a Marvel aproveitou para fazer uma banda desenhada sobre o tema. O sucesso é explicado devido à complexibilidade e dramatismo dos temas debatidos. A série começa com os temas medievais, reis e rainhas, mas também aborda os Cavaleiros do Rei Arthur e ainda Shakespeare com as suas obras: Macbeth e Sonho de uma Noite de Verão. Mais tarde questionado sobre o tema, o criador Greg afirmou que a sua ideia era colocar na história todas as lendas e mitos antigos. Quanto à história centraliza-se num grupo mítico de gárgulas, seres esvoaçantes que só despertam à noite e durante o dia transformam-se em pedra. Acordam apenas anos e anos de estarem adormecidos numa maldição, mas num mundo totalmente diferente daquele que conheciam, acordam na atualidade e longe vai o tempo dos castelos. Mesmo assim decidem adaptar-se e tentam proteger os cidadãos americanos, no entanto as pessoas temem a sua aparência, excepto a detetive Eliza Maza, e o vilão Xanatos.

Quem pertence aos anos 90 certamente que se lembra deste desenho animado, que ainda hoje deixa marca. A ideia principal foi criar de forma dinâmica uma animação que ao mesmo tempo que entretia, também ensinava. Assim foi. Em Gargulas, aprendemos muito sobre as lendas da história mundial, desde o Monstro de Loch Ness, Avalon, histórias de índios e até samurais. Tudo compactado numa só animação, em que as personagens principais terão de descobrir o mistério sobre cada conto. Quando comecei a seguir “The Gargoyles” não contava que tivesse mesmo tantos episódios, e apesar de a história tornar-se um pouco repetitiva, já que os mesmos vilões estão sempre a aparecer, o enredo está sempre bem definido. As Gárgulas tornou-se um desenho animado desvalorizado, mas vale a pena conhecer.

Tenho por aqui fãs?

Boa, Sara!

Sabias que…

A cantora portuguesa Sara Tavares recebeu um prémio honorário da própria Disney, pela sua interpretação no filme “O Corcunda de Norte Dame” com a música “Longe do Mundo“. Este prémio não existia foi criado propositadamente, isto porque a adaptação portuguesa foi a melhor, a seguir à original, “God Help the Outcasts”

Crítica: Big Hero 6 – Novos Heróis

Comédia de aventura repleta de ação sobre o prodígio da robótica Hiro Hamada, que aprende a tirar partido do seu génio – graças ao seu brilhante irmão Tadashi e aos seus amigos: a viciada em adrenalina Go Go Tamago, o obcecado pela organização Wasabi No-Ginger, a génio da química Honey Lemon e o fanboy Fred. Quando uma inesperada mudança de acontecimentos os catapulta para o centro de uma trama perigosa que se desenrola nas ruas de San Fransokyo, Hiro torna-se, para o seu companheiro mais próximo, um robot chamado Baymax e transforma o grupo em heróis de alta tecnologia, determinados a resolver o mistério.

Big Hero 6 – Os novos heróis é um filme de animação da Disney, juntamente com a Marvel, realizado em 2014, por Chris Williams e Don Hall. Com as vozes de Afonso Lagarto, Alan Tudyk, Genesis Rodriguez, James Cromwell, Jamie Chung, Peter Michael, Sabri Lucas, T.J. Miller (versão original e portuguesa). Sinopse: Comédia de aventura repleta de ação sobre o prodígio da robótica Hiro Hamada, que aprende a tirar partido do seu génio – graças ao seu brilhante irmão Tadashi e aos seus amigos: a viciada em adrenalina Go Go Tamago, o obcecado pela organização Wasabi No-Ginger, a génio da química Honey Lemon e o fanboy Fred. Quando uma inesperada mudança de acontecimentos os catapulta para o centro de uma trama perigosa que se desenrola nas ruas de San Fransokyo, Hiro torna-se, para o seu companheiro mais próximo, um robot chamado Baymax e transforma o grupo em heróis de alta tecnologia, determinados a resolver o mistério. (Fonte: Sapo Cinema).

Qual é aquele filme da Disney que não é bom? Pois não estou a ver. São todos! Bih Hero foi inspirado numa banda desenhada da Marvel que não é muita reconhecida, mas após ver o filme deu-me vontade de pesquisar mais sobre o assunto e ficar a conhecer ainda mais. Este é o primeiro filme longa-metragem com a colaboração destas duas empresas. O resultado não podia ter sido melhor, um filme fantástico, efeitos impressionantes, uma história comovente (quero um Baymax para mim), personagens interessantes e um enredo muito bem humorado. Além disso temos um vilão, para apimentar ainda mais a história. Algo que há muito não víamos nos filmes da Disney, é o caso de Brave – Indomável e Frozen. Desta vez um grupo de nerds, sem nenhuma habilidade especial, apenas o seu interesse pela ciência e robótica vão se juntar para um bem maior e descobrir um segredo que os vai por à prova.

A Disney consegue sempre ter sucesso naquilo que faz, e qual é o segredo? Concentra-se apenas em histórias atuais, cheias de energia, drama e um pouco de humor. Eles sabem o que os espectadores gostam. No início estava com pé atrás quanto a este filme, por ser de um tempo futurista, mas acabei por gostar. E muito. Sempre com situações inesperadas, num momento estamos a chorar e noutro logo a rir. Como é possível que estes filmes de animação nos comovem mais facilmente do filmes com atores reais. A qualidade da história está muito boa, como seria de esperar e facilmente gostamos de todas das personagens. Para miúdos e graúdos este filme inteligente merece ser visto. E já agora um conselho, é melhor verem mesmo até ao fim, a parte final é uma surpresa agradável, não se vão arrepender. O Blog atribui 4,5 estrelas em 5. 

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Nos Caminhos da Floresta

O diretor do filme Chicago, Rob Marshall juntou-se ao compositor Stephen Sondheim para criarem um musical apelativo para todas as idades. As histórias das personagens dos contos clássicos juntam-se num só filme como nunca antes visto.

O diretor do filme Chicago, Rob Marshall juntou-se ao compositor Stephen Sondheim para criarem um musical apelativo para todas as idades. As histórias das personagens dos contos clássicos juntam-se num só filme como nunca antes visto.

I wish é o apelo que cada um dos protagonistas faz no início do filme: a Cinderella deseja ir ao festival; o Jack pede para que a sua vaca consiga dar leite e a Capuchinho Vermelho quer chegar em segurança a casa da avó. No entanto, não são os únicos, a estas personagens criadas pelos Irmãos Grimm, junta-se um padeiro e a sua esposa, que há muito desejam um filho, mas não conseguem e descobrem, entretanto, que uma bruxa os amaldiçoou. É aqui que a história verdadeiramente começa. Cada personagem tem a sua ambição e vidas diferentes, mas vão-se todos juntar nos caminhos sombrios da floresta. Num filme em que o diálogo é construído através da melodia, as personagens interagem entre si e compreendem que têm mais em comum do que imaginam. Este filme não mostra a beleza dos contos de fada, pelo contrário apresenta a verdade “nua e crua”. Talvez este seja um dos seus pontos negativos. A sua falta de fantasia torna o filme demasiado banal, não despertando aquele sentimento mais emotivo.

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Crítica: Maléfica

A história da vilã mais icónica do clássico de 1959 da Disney A Bela Adormecida e os elementos da sua traição acabam por lhe transformar o coração puro em pedra. Determinada em conseguir vingança e em proteger o reino da floresta que governa, Maléfica lança uma cruel maldição sobre Aurora, a filha recém-nascida do rei. À medida que a criança cresce, Aurora é apanhada no meio do conflito fervilhante entre o reino da floresta que aprendeu a amar e o reino humano ao qual pertence o seu legado. Maléfica percebe que Aurora pode deter a chave para a paz no reino e vê-se forçada a tomar acções drásticas que irão mudar para sempre os dois mundos.

Maléfica ou em título original Maleficent é um filme de 2014, realizado por Robert Stromberg e protagonizado por Angelina Jolie, Elle Fanning, Sharlto Copley. Sinopse: A história da vilã mais icónica do clássico de 1959 da Disney A Bela Adormecida e os elementos da sua traição acabam por lhe transformar o coração puro em pedra. Determinada em conseguir vingança e em proteger o reino da floresta que governa, Maléfica lança uma cruel maldição sobre Aurora, a filha recém-nascida do rei. À medida que a criança cresce, Aurora é apanhada no meio do conflito fervilhante entre o reino da floresta que aprendeu a amar e o reino humano ao qual pertence o seu legado. Maléfica percebe que Aurora pode deter a chave para a paz no reino e vê-se forçada a tomar acções drásticas que irão mudar para sempre os dois mundos. (Fonte: CinemaGate)

O clássico da Disney, A Bela Adormecida, ganhou uma nova versão, desta vez com um ponto de vista diferente e com pessoas reais a assumir papéis de conto de fadas. Angelina Jolie assume a liderança do filme, como Maléfica, desta vez compreendemos o seu lado: que começou boazinha e como tornou-se má. Completamente enganada, Maléfica promete vingança a quem a traiu, e para tal, nada pior do que amaldiçoar a sua filha recém-nascida com a história que já todos conhecemos e ouvimos na nossa infância. Admito que esta ideia tinha potencial de sucesso, descobrir a história por detrás da que conhecemos, e à publicidade que fizeram do filme estava minimamente curiosa. No entanto na minha opinião acabaram por decepcionar, e mais valia deixar a Maléfica má, como sempre foi.

O filme não surpreende em nenhum aspecto, excepto um na altura do true love kiss, mas não quero estragar para quem ainda não viu. A sua história e abordagem é demasiado inocente e sem graça nenhuma, o argumento é demasiado feliz. Maléfica amaldiçoou Aurora, mas durante os anos vigia-a sempre, sendo que a princesa está ao cargo das três fadas madrinhas, que diga-se a verdade são umas chatas irresponsáveis e que na minha opinião a Disney, desvalorizou completamente estas personagens. Além desse outros factores não respeitam o original, como já falei do beijo de amor da bela adormecida, mas também o facto de a Maléfica não se transformar em dragão, a vilã é conhecida por esse feito e por isso estava à espera de algo do género. A primeira parte do filme acompanhamos a juventude de Maléfica e qual o seu motivo para odiar os homens, já na segunda parte acompanhamos o crescimento de Aurora e como o coração de  Maléfica amoleceu ao vê-la crescer. Concluindo este é um filme familiar, mas não me convenceu. O Blog atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: O Encontro de Mr. Banks

Em 1961, a autora P. L. Travers viaja de Londres para Hollywood, para finalmente discutir o desejo manifestado por Walt Disney de adaptar a sua amada personagem Mary Poppins ao cinema – uma odisseia que principiou nos anos 40 com uma promessa de Disney às suas duas filhas.
Disney encontra não só uma sexagenária arrogante, sem qualquer desejo de negociar e com uma forte desconfiança em relação às intenções do empresário, mas também uma mulher que luta com o seu passado.

O Encontro de Mr. Banks (Saving Mr. Banks) em título original é um filme de 2013, realizado por John Lee Hancock e com as participações de Emma Thompson, Tom Hanks, Annie Rose Buckley nos principais papéis. Sinopse: Em 1961, a autora P. L. Travers viaja de Londres para Hollywood, para finalmente discutir o desejo manifestado por Walt Disney de adaptar a sua amada personagem Mary Poppins ao cinema – uma odisseia que principiou nos anos 40 com uma promessa de Disney às suas duas filhas.
Disney encontra não só uma sexagenária arrogante, sem qualquer desejo de negociar e com uma forte desconfiança em relação às intenções do empresário, mas também uma mulher que luta com o seu passado. (Fonte: CinemaGate)

Este filme como muita gente no início foi levada a acreditar, não é um filme sobre a vida do eterno sonhador Walt Disney, que ainda hoje nos faz acreditar em finais felizes, não é. Este filme conta a história de um momento particular da vida do Sr. Disney, a altura em que após uma luta de 20 anos convenceu a escritora de Mary Poppins, a fazer um filme do seu livro, pois era uma promessa que tinha feito ás suas filhas quando crianças. Não foi um caminho fácil pois a Srª Travers deixava a paciência em franja a qualquer um, pois tinha de ser tudo como esta queria. Mais tarde enquanto acompanhamos o filme percebemos a verdadeira razão da insistência da escritora em fazer um filme perfeito (que ainda hoje é um clássico do cinema), pois devido à sua vida difícil que se inspirou na sua obra – prima e conhecida por todos nós, na ama mais mágica de sempre.

Na minha opinião adorei ver o ator Tom Hanks como Walt Disney, o papel foi feito para ele. Sempre com simpatia no rosto, faz-nos acreditar que tudo é possível. Também a interpretação de Emma Thompson é de louvar, pois com o seu ar sisudo para este papel tornou toda a história mais realística. Este é um filme bastante comovente, que no final ainda nos consegue fazer deitar uma lagrimazinha no canto do olho, como qualquer outro filme da Disney. Tem um humor simples que completa toda a história, pois no final demonstra qual o verdadeiro significado. O telespectador é muitas vezes transportado em flashbacks para o passado da escritora de forma a compreender melhor as suas decisões de vida, esta é uma história memorável que valeu a pena ser contada. O Blog atribui 4 estrelas em 5. 

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Frozen – Reino de Gelo

A intrépida optimista Anna junta-se ao montanhista Kristoff e à sua leal rena Sven numa jornada épica, enfrentando condições próprias do Evereste, trolls místicos e um hilariante boneco de neve chamado Olaf, numa corrida para encontrar a irmã de Anna, Elsa, cujos poderes gelados aprisionaram o reino de Arendelle num Inverno eterno

Frozen é uma filme de animação da Disney de 2013, realizado por Chris Buck e Jennifer Lee. Com vozes de Kristen Bell, Josh Gad, Idina Menzel. Sinopse: A intrépida optimista Anna junta-se ao montanhista Kristoff e à sua leal rena Sven numa jornada épica, enfrentando condições próprias do Evereste, trolls místicos e um hilariante boneco de neve chamado Olaf, numa corrida para encontrar a irmã de Anna, Elsa, cujos poderes gelados aprisionaram o reino de Arendelle num Inverno eterno. (Fonte: CinemaGate).

Frozen é outro dos grandes filmes da Disney, que bateu todos os recordes de bilheteira, em que tal só se viu no filme Rei Leão. Este filme ainda é muito recente, mas vão por mim, vai-se tornar num dos clássicos. Além disso foi o vencedor do Oscar de Melhor Filme de Animação. A Disney como sempre não se deixa ficar mal, com paisagens vibrantes de gelo, personagens cativantes e com história, magia no ar e cenários coloridos, além de músicas escritas para fazer sonhar e cenas cómicas que nos faz rir, e como sempre na reta final do filme o coração começa a ficar mais acelarado e até podemos deitar uma lágriminha. Mas isso já é normal em filmes do género, que mistura bem o drama e a comédia.

A base do enredo deste filme está a história “A Rainha das Neves” de Hans Cristian Andersen, um conto infantil que foi completamente modificado, pois a Disney sabe o que as crianças gostam de ver e não só, os pais também. Um dos aspectos negativos e únicos do filme é por vezes a inexplicabilidade e carácter em algumas personagens sobre algumas situações, mas fora isso o filme é bastante engraçado, sendo que na minha opinião por vezes com humor mais adulto, e talvez não tão compreendido pelo público mais novo. No entanto este é um filme bem natalício para ver e rever. O Blog atribui 4 estrelas em 5. 

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Monstros A Universidade

O sonho da vida de Mike Wazowski de se tornar um Assustador vê-se comprometido durante o seu primeiro semestre na Universidade dos Monstros, quando ele conhece o grandalhão James P. Sullivan, “Sulley” e o espírito competitivo fora de controlo de ambos faz com que sejam expulsos do prestigiado curso de Sustos da Universidade


Monstros: A Universidade (Monsters University) é um filme de 2013, realizado por Dan Scanlon. Entre as vozes das personagens, estão os atores: Billy Crystal, John Goodman e Steve Buscemi. Sinopse: O sonho da vida de Mike Wazowski de se tornar um Assustador vê-se comprometido durante o seu primeiro semestre na Universidade dos Monstros, quando ele conhece o grandalhão James P. Sullivan, “Sulley” e o espírito competitivo fora de controlo de ambos faz com que sejam expulsos do prestigiado curso de Sustos da Universidade.

A Disney e a Pixar voltam à carga com os seus monstros mais conhecidos, após anos do seu lançamento. Em 2001 saía o primeiro filme da história de Mike e Sulley, no filme Monstros & Co. Agora voltaram, para mostrarem a história de como se conheceram. Neste filme de animação a animação e ação é constante. E digo que já estava na altura de voltarmos a assistir a um novo filme destes simpáticos monstros. Nesta nova aventura voltamos à adolescência de Mike, um monstrinho verde, que após muito desempenho e dedicação consegue entrar na Universidade de Monstros. Para seguir o sonho de entrar no Curso de Sustos e tornar-se num dos maiores Monstros Assustadores. E é nessa época que conhece Sulley, e na altura não gostavam um do outro, apesar de Mike ser empenhado mas não com uma aparência assustadora, Sulley era completamente o oposto, pois só a sua aparência já assusta. Mas durante esta aventura vão descobrir que precisam um do outro para se tornarem num dos monstros mais assustadores.

Neste filme de animação para toda a família não nos sentimos desapontados. Segue uma narrativa constante e engraçada, e além disso ficamos a conhecer muitas novas personagens. Com um ambiente bastante colorido e com paisagens dignas da Pixar (que muito bem já nos habituou) não deixa esta prequela de Monstros & Co ficar para trás. Além dos fantásticos efeitos, o discurso das personagens é envolvente e a história é repleta de ação, situações cómicas e emoção, o que torna o filme bastante interessante de se assistir. O Blog atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.