Vídeo Musical – Esquadrão Suicida

A cantora Avril Lavigne e Marilyn Manson fazem também parte da banda sonora do filme “Esquadrão Suicida” (2016). A música intitula-se de “bad Girl” e é maioritariamente dedicada à personagem Harley Quinn.

Central Comics Fest 2016

Este artigo já chega com muito atraso, mas mais vale tarde do que nunca. No dia 23 de julho dirigi-me a Vila Nova de Gaia para o Central Comics Fest 2016. Já costumo marcar presença nos outros anos, apesar de estar sempre a mudar de local. Quando vou a eventos   do género gosto de planear com antecedência se vou ou não de cosplay. Este ano, optei por ir. Durante o ano passado assisti ao filme “Batman: Assault on Arkham“, gostei tanto da versão da Harley Quinn que involuntariamente escolhi o meu cosplay.

Comentando o evento. Este ano considerei-o mais pequeno relativamente ao ano passado, e apesar dos anos, mantém-se no mesmo patamar. Não há melhorias a níveis organizacionais, de espaço e actividades.

A chegada ao local foi fácil, mas para mim ir a Vila Nova de Gaia é mais longe do que se o local mantivesse no Porto. O espaço escolhido foi uma escola, que na minha opinião, não apresentava condições para gerir tal evento. Além disso o fim-de-semana de muito calor que esteve não ajudou à situação. O ar não circulava e era quase difícil respirar no auditório (principal local do foco do evento). Quando cheguei ainda não estava com o cosplay 100% preparado. Daí tive que me dirigir às casas de banho, quando por meu espanto não existirem espelhos. Que casa-de-banho não tem espelhos? Bem tive que improvisar com uma câmara de filmar. Ainda bem que maquilhada já estava, era só mesmo a peruca que faltava. Depois comecei a investigar o espaço. Visitei o comercio de mershandising, as barraquinhas dos artistas, a zona da comida e dos jogos. Era pequeno, por isso não demorei muito. Juntamente com um grupo de amigos, fomos assistir ao painel do ator Rogério Jacques, que já tinha começado. O ator é conhecido pelas dobragens de “Sailor Moon – Navegantes da Lua“, “Cavaleiros do Zodíaco” e “Motoratos de Marte“. O painel foi interessante e deu para conhecer um pouco mais dos bastidores das séries de animação transmitidas em Portugal nos anos 90. De seguida o evento continuou com o Eurocosplay, que este ano foram só meninas. Go girls! Depois de cinco performances, foi anunciado quem representaria Portugal no concurso. Pode ser que um ano ainda me aventure a participar. Apesar do evento se manter por dois dias, não tinha atividades que nos mantivessem ocupados. Além disso este ano não se viu muito cosplay. Contudo aqui está uma fotos da minha Harley Quinn versão Assault on Arkham.

CosplayHarleyQuinn-Assault-on-Arkham
Foto à entrada do evento com o poster do filme “Esquadrão Suicida
CosplayHarleyQuinn-Assault-on-Arkham2
O martelo foi feito essencialmente com material eva, pintei-o e voilá.

CosplayHarleyQuinn-Assault-on-Arkham3

Para o ano há mais, e agora preciso de fazer um photoshoot com este cosplay da Harley Quinn. 

Crítica: Esquadrão Suicida

Uma agência secreta do governo recruta um grupo de vilões prisioneiros para executarem as mais perigosas missões, em troca de clemência que inevitavelmente sugere o caos.

Título: Suicide Squad
Ano: 2016
Realização: David Ayer
Interpretes: Will Smith, Jared Leto, Margot Robbie…
Sinopse: Uma agência secreta do governo recruta um grupo de vilões prisioneiros para executarem as mais perigosas missões, em troca de clemência que inevitavelmente sugere o caos.

Novamente uma overdose de super-heróis. Peço desculpa…de super-vilões, agora sim está correto. “Suicide Squad” apresentava-se com uma risada diferente ao que os filmes da Marvel nos habituaram. A DC pelo mesmo caminho continuou, com “Batman V Superman” de uma perspectiva mais crua e nua, numa cidade mais escura, como é a de Gotham. A crítica podem ler aqui, apesar do pessimismo associado ao filme, eu até gostei do resultado. A expectativas estavam altas relativamente a “Suicide Squad“, afinal é sempre interessante perceber o outro lado da história, o lado dos maus. David Ayer escolheu os renegados da DC Comics, e juntou-os num filme. Deadshot, Harley Quinn, Boomerang, Killer Croc, Slipknot, Diablo, Katana, Enchantress e Joker, provocam o caos num filme totalmente dedicado aos vilões. Depressa chamou a atenção dos fãs, afinal prometia num mesmo espaço Joker (Jared Leto), um dos melhores rivais de Batman e Harley Quinn (Margot Robbie) como o casal excêntrico, num ponto de vista original da historia. O filme começou com a apresentação supérflua das personagens: os seus crimes, pontos fracos e características que os juntava à causa. No final do filme ficamos com a mesma sensação do início.  O argumento não se aprofundou como devia, e caracterizo essa como a maior lacuna desta longa-metragem.

Suicide Squad” estava concentrado num bando de deslocados em que o maior destaque iria para Deadshot (Will Smith) e Harley Quinn. Um grupo que não se conhecia de lado nenhum, mas que partilhavam uma missão. Apesar das personalidades e ambições diferentes, a “equipa suicida” , organizada por Amanda Waller (Viola Davis), compreendem que afinal partilham mais em comum do que aquilo que imaginam. Sobre o final, considero-o demasiadamente forçado, irreal que contraria as perspectivas anti-sociais de cada um dos vilões. Digo isto porque, após umas horas juntos já se tornam os melhores amigos (não estou a exagerar).Vamos lá acreditar que foi tudo do copo no bar e dos problemas que partilharam em conjunto. Um factor positivo deste filme foi o segredo mais bem guardado dos trailers. Afinal quem é o vilão? Não digo, mas revela-se como uma bela surpresa. A linha do enredo pode ter sido abalada, mas salvam-se as cenas de ação, diálogos cómicos (principalmente os da Harley Quinn: “we’re bad guys remember that’s what we do“) que são uma delicia de ver e ouvir e para finalizar as personagens cativantes. Só tive pena de não ter saído da sala do cinema a pedir por mais, apenas espero que este seja o início irregular de uma aventura ainda mais emocionante.

O melhor:

A banda sonora estava fantástica, a música intensificava ainda melhor nos momentos protagonizados pelos super-vilões. Apesar de todos os atores estarem perfeitos para o papel, destaco as personagens Joker, Harley Quinn e  Amanda Waller. Jared Leto revelou-se como uma agradável surpresa, o seu riso fazia tremer e foi notório o empenho do ator na personagem. Quem disse que o Joker e insubstituível? Margot Robbie ainda não nos tinha apresentado um papel cinematográfico com mais relevo, esta foi a sua vez de brilhar. Ja Viola Davis provou estar a altura, com a sua seriedade e posição firme. As varias referencias que faziam da DC Comics e com o filme do Batman V Superman tornaram o filme bem mais interessante.

O pior:

Não foi só o trama que foi um pouco abandonado, cenas interessantes que faziam parte do trailer, podiam ser uma mais-valia à historia. A personagem Katana apareceu no filme de para-quedas e penso que esta personagem ainda tinha muito para dar. A preocupação dos responsáveis em atribuir a Joker um papel de relevo. Bem sejamos sinceros, esta não era uma historia sobre esta personagem, apesar de marcar presença. Contudo apesar de gostar da interpretação, achei que o Joker aparecia simplesmente para agrado dos fãs. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3.5 out of 5.

Batman V Superman: Será que estão preparados para esta batalha?

Todos sabemos que a fraqueza do Super-Homem é a kryptonite, no entanto os seus super-poderes fazem com que ele seja um dos homens mais fortes do mundo. Já Batman é apenas humano, sem nenhum poder em especial, excepto o dinheiro, que faz com tenha vários gadgets fixes.

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Crítica: Batman Bad Blood

Buce Wayne está desaparecido. Alfred cobre a situação, enquanto Nightwing e Robin fazem patrulha da Cidade de Gotham por ele. Um novo vigilante aparece na cidade, Batwoman investiga a morte de Batman.

Título: Batman Bad Blod
Ano: 2016
Realização: Jay Oliva
Interpretes: Jason O’Mara, Yvonne Strahovski, Stuart Allan
Sinopse: Buce Wayne está desaparecido. Alfred cobre a situação, enquanto Nightwing e Robin fazem patrulha da Cidade de Gotham por ele. Um novo vigilante aparece na cidade, Batwoman investiga a morte de Batman.

Quanto aos filmes, a DC Comics não tem parado. O ano de 2016 vão apostar em filmes com “Batman V Superman” e “Suicide Squad” além disso os filmes de animação também estão nos planos. Depois de “Batman vs Robin” chegou a animação “Batman Bad Blood” e ainda vem mais um a caminho com “Teen Titans Vs Justice League“. Com o desaparecimento do verdadeiro Bruce Wayne, Robin e Nightwing tentar desviar a atenção dos media, disfarçando-se de Batman. Enquanto isso surgem novas personagens que também pertencem à família do morcego. Ao longo dos anos a DC tem melhorado nos seus filmes e isso é notório na qualidade da história e na profundidade das personagens. Ultimamente tem apostado no enredo do Batman o que tem sido favorável, porque sem dúvida é dos heróis mais idolatrados da banda desenhada.

Em Bad Blood ficamos a conhecer um pouco mais do passado de Bruce Wayne, que deixou um final em aberto. Os diálogos também estão bem construídos o que tornam o filme bem mais interessante. Conhecemos um pouco mais da bat family e de como trabalham em equipa. O filme apresenta uma narrativa simples e claro para conseguirmos compreender o enredo de fundo temos de ter umas noções das origens do Batman. O desenho é apresentado com boa qualidade, assim como os efeitos sonoros. Na generalidade este filme é uma mais-valia para os fãs da banda-desenhada, mas não só, porque quem vê, gosta. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Batman: Assault on Arkham

Enquanto Batman procura desesperadamente por uma bomba implantada por Joker na cidade de Gotham, Amanda Waller, contrata a sua recém-formada equipa suícida para entrarem em Arkham e conseguirem uma informação vital escondida por The Riddler.


Título: Batman: Assault on Arkham
Ano: 2014
Realização: Jay Oliva, Ethan Spaulding
Interpretes: Kevin Conroy, Neal McDonough, Hynden Walch
Sinopse: Enquanto Batman procura desesperadamente por uma bomba implantada por Joker na cidade de Gotham, Amanda Waller, contrata a sua recém-formada equipa suícida para entrarem em Arkham e conseguirem uma informação vital escondida por The Riddler.

Apesar de o filme apresentar o nome do herói Batman o seu enredo aborda o lado inverso. Desta vez são os vilões que tem o papel principal. Podem considerar Assault on Arkham um preview para o filme live-action Suicide Squad que vai estrear em 2016. Batman apresenta-se num papel mais secundário, mas necessário para melhor compreendermos melhor o outro lado.Na realidade este filme é também uma prequela do jogo com o mesmo nome que também foi por ele baseado esta história. Vilões como Deadshot, Harley Quinn, Joker, King Shark, Captain Boomerang, Black Spider e Killer Frost juntam-se na perigosa prisão de Gotham, Arkham. Todos excepto Joker (que já lá estava preso) foram enviados pela destemida Amanda Waller com o propósito de descobrir informações para os seus planos. Numa aventura totalmente suicida o grupo terá de conviver e trabalhar em equipa, se quiserem sobreviver. Informo já que o filme não é para crianças.

Mesmo sendo de animação este filme completa-se. É sexy, engraçado, misterioso, fez estremecer, tem ação e ainda situações inesperadas. A DC Comics conseguiu estruturar bem Batman: Assault on Arkham. As  personagens são interessantes e funcionam bem em grupo, além disso a história foi empolgante. O atores estiveram ao nível das personagens com uma dobragem de louvar, acredito que interpretar Joker e Harley não é fácil. A única desvantagem de ser considerado um ótimo filme é que se torna demasiado curto, e tal devia ter sido mais explorado. Aconselho a assistirem a esta animação pois não se torna um desperdício de tempo e assim ficam a conhecer melhor o lado dos mauzinhos. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Young Justice

Foi à mesmo pouco tempo que terminei de ver esta animação. Como tinha boas referências, esta no Top 25 Comic Book Shows of All Time da IGN, decidi arriscar. E não podia ter feito melhor escolha. Young Justice foi criada por Brandon Vietti e Greg Weisman para o canal Cartoon Network. Em 2010 começaram com a produção daquilo que teve como resultado 46 episódios e duas temporadas

Os Jovens Heróis

Foi à mesmo pouco tempo que terminei de ver esta animação. Como tinha boas referências, esta no Top 25 Comic Book Shows of All Time da IGN, decidi arriscar. E não podia ter feito melhor escolha. Young Justice foi criada por Brandon Vietti e Greg Weisman para o canal Cartoon Network. Em 2010 começaram com a produção daquilo que teve como resultado 46 episódios e duas temporadas. Como o próprio nome indica, os protagonistas da história são os jovens sidekicks da Liga da Justiça, como: Robin, Miss Marcian, Kid Flash, Superboy, Aqualad e Artemis. Juntos terão de aprender a trabalhar em equipa para conseguir ganhar o respeito e responsabilidade de serem heróis, lidando ainda com situações típicas da idade adolescente. A série foi bem conseguida, e recebeu as mais positivas críticas, além de uma história cheia de ação, e com situações de comédia, conseguiu também ter uma continuidade nos episódios e a semelhança com a banda desenhada está bem idealizada. Porém Young Justice não alcançou a fama que desejou a nível de merchandising. Como está dirigido para um público mais adulto/juvenil, não conseguiu ter continuação, de tal modo que foi cancelada.

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Robin/Nightwing: Na primeira temporada Dick Grayson tem 13 anos, e é o mais experiente no combate contra o crime. Não tem super-poderes, mas treinou arduamente com Batman, o que lhe possibilitou melhorar as suas capacidade mentais e motoras ao máximo. Na segunda temporada assume-se como Nightwing, e lidera a equipa, é ele que controla as missões.

Aqualad: Kaldur’Ahm é natural de Atlantis. Com apenas 16 anos mostra qualidades de liderança inegáveis. Foi treinado com tácticas de defesa e ataque, utilizando as artes místicas e o elemento água. Treinado pelo sei rei, Orin ou Aquaman e pela Rainha Mera. De personalidade serena e amigável, Kaldur é o mais compreensivo. Na segunda temporada vai testar os seus limites.

Superboy: Criado como um clone de Super-Homem, Superboy foi acolhido pela equipa logo no primeiro episódio. Com um temperamento de raiva e agir sem pensar, esta personagem parte logo para a ação. Ainda à procura de uma identidade, tem algumas dificuldades com a iteração social. Possui quase os mesmos poderes do que o Super-Homem.

Miss Marte: Sobrinha do membro da justiça J’onn J’onzz ou o Caçador Marciano, esta personagem tem os poderes de telepatia, transmutação, telecinese, voo e invisibilidade. Extremamente feminina, e de personalidade doce e amigável M’gann tem alguns segredos internos que decidiu esconder de todos.

Kid Flash: Ou Wally West é sobrinho do herói Flash, e partilha com ele a mesma habilidade: a super-velocidade. Wally é competitivo e impulsivo por natureza, sempre pronto para a brincadeira. Na segunda temporada escolheu desistir de ser um super-herói e optou por viver uma vida normal. Mas o dever de salvar o mundo é mais forte e Wally regressa.

Artemis: Uma arqueira e lutadora excelente, Artemis nem sempre teve uma vida fácil e isso reflecte-se no seu presente, com segredos que tem de esconder dos seus colegas. Na segunda temporada pretende desistir de lutar contra o crime, mas depressa sente falta da adrenalina que tal propõe.

Na minha opinião esta animação está mesmo bem conseguida. Comecei a ver um pouco com receio sobre ser demasiado infantil. Mas como estava errada. Young Justice trouxe novamente o melhor dos desenhos animados da DC Comics. Achei fantástico o envolvimento da cada personagem, e em cada episódio era revelada uma informação nova. Termino por dizer que aconselho vivamente a assistirem, e não só para fãs.

Ser herói está na moda

Não acreditam? Pois é verdade. A febre dos heróis veio para ficar. Só esta semana saíram três trailers dos filmes mais esperados.

Nunca foi tão bom ser nerd. Heróis da banda desenhada e não só, estão por aí e em breve chegam aos cinemas, já considerados como os filmes mais esperados. Durante a semana passada a confusão instalou-se na Internet. Comentários, partilhas, opiniões encheram o mundo virtual. A razão? O lançamento do trailer do filme Star Wars Episode VII: The Force Awakes fez fãs de todo o mundo ficar em êxtase. É já este ano em Dezembro que o filme vai sair, mas ainda pouco se sabe da história. Apenas espera-se alguns atores que fizeram parte do elenco original. É o caso de Harrison Ford que no final do vídeo deu ar da sua graça com o “We´re back Chewie“. Desta vez a realização não está nas mãos de George Lucas, mas de J.J.Abram. A ver vamos se vai conseguir manter o legado.

Outro motivo da agitação desta semana foi o teaser do Batman v Superman: Dawn of Justice da DC Comics. Este ainda não é para já, só em 2016. Filme que está guardado no “segredo dos Deuses” e que para os anos seguintes já garante um filme individual para cada personagem. Temos Ben Affleck como Batman e Henry Cavill como Super-Homem. Num cast completado ainda por Gal Gadot (Mulher Maravilha), Amy Adams (Lois Lane) e Jesse Eisenberg (Lex Luthor). Aqui as opiniões dividem-se será um sucesso, ou um flop?

Mas ainda não terminei, este ano em Julho chega Ant-Man, outro super-herói da Marvel. Liderado por Paul Rudd, este temo o poder de diminuir em tamanho, aumentando a sua força. E claro que vai ter a missão de salvar o mundo.

Acabadinho de sair hoje o trailer do rekame do filme “Quarteto Fantástico“, aproveitando a onda de super-heróis. O cast mudou, mas história mantêm-se. Um grupo de cientistas conseguem super-poderes, agora tem de se habituar ás suas novas habilidades, enquanto lutam contra o mal. Outro filme da Marvel.

E para terminar um filme que já vai estrear nas nossas salas de cinema para a semana. O segundo filme de “Os Vingadores” promete ultrapassar o anterior. Os heróis: Thor, Capitão América, Iron Man, Black Widow, Hulk e Hawkeye, voltam-se a juntar para derrotar uma ameaça maior, tudo pelo bem da Humanidade.

E ainda tens dúvidas que chegou a era dos heróis?