Ravenswood

Ravenswood é uma série norte-americana criada em 2013 por Joseph Dougherty, Oliver Goldstick e I. Marlene King. Esta é uma série recente que já viu o seu fim, após uma temporada com 10 episódios de 45 minutos aproximadamente.

Ravenswood é uma série norte-americana criada em 2013 por Joseph Dougherty, Oliver Goldstick e I. Marlene King. Esta é uma série recente que já viu o seu fim, após uma temporada com 10 episódios de 45 minutos aproximadamente. Esta série foi criada como forma de complemento da série juvenil Pretty Little Liars. No entanto não teve o mesmo sucesso da série-mãe, talvez por não ter o mesmo público-alvo. Ravenswood é caracterizada como uma série de terror/horror, com drama e mistério. A história centra-se na cidade ficticia de Ravenswood, que nos é apresentado na quarta temporada da série Pretty Little Liars em que Caleb (uma das personagens da série) acaba por ficar nessa cidade para ajudar uma amiga, Miranda a reencontrar a família. Descobrem que a família de Miranda é proprietária de uma Agência Funerária, no entanto não são bem  recebidos pelo tio dela. É no decorrer do primeiro episódios que um grupo cinco jovens se reúnem sobre circunstâncias invulgares, numa cidade em que tudo de estranho acontece.

Além de Miranda e Caleb, temos os irmãos Luke e Olivia em que o pai o presidente da localidade é assassinado misteriosamente, em que todos pensam que foi a sua esposa e mãe dos jovens. Outra personagem é a Remy, com transtornos de sono, que mais tarde vai descobrir uma grande utilidade. Estes jovens vão reunir-se devido a um segredo passado, que os vão juntar sob as piores situações. Juntos terão de descobrir os segredos e enigmas que perturbam o dia-a-dia de cada um. Esta foi  uma série de suspense teen, sobre episódios do sobrenatural, com espíritos, bruxas, almas e afins, que admito nos primeiros episódios é para ver com a cara na almofada. Apesar de ser cancelada Ravenswood teve uma boa crítica, sendo mesmo comparada em formato juvenil ao estilo de Psico e Carrie. O final ficou muito em aberto, mas segundo algumas notícias acredita-se que as personagens de Pretty Little Liars voltem a Ravenswood. Na minha opinião não é uma grande série, no início parecia muito mais interessante, mas quando vamos a descobrir os segredos, existem histórias que deixam de ter muito sentido, mas é das séries do género de suspense e terror que não há muito por aí. Vale por isso.

Crítica: Se eu ficar

Mia Hall pensou que a decisão mais difícil que teria de tomar na sua vida era ter que escolher entre perseguir os seus sonhos musicais, tentando entrar na escola de música de Juilliard, ou mudar de rumo para estar com o amor da sua vida, Adam. Mas o que era suposto ser uma tranquila viagem em família, num instante se torna numa tragédia e a vida de Mia fica presa por um fio. Agora que se vê entre a vida e a morte, Mia tem de tomar uma decisão que irá definir não só o seu futuro, como também o seu destino e o daqueles que a rodeiam.

Se eu ficar ou em título original If I stay é um filme de 2014, realizado por R.J. Cutler, com as participações de Aliyah O’Brien Chloë Grace Moretz, Jamie Blackley, Lauren Lee Smith,  Liana Liberato, Mireille Enos. Sinopse: Mia Hall pensou que a decisão mais difícil que teria de tomar na sua vida era ter que escolher entre perseguir os seus sonhos musicais, tentando entrar na escola de música de Juilliard, ou mudar de rumo para estar com o amor da sua vida, Adam. Mas o que era suposto ser uma tranquila viagem em família, num instante se torna numa tragédia e a vida de Mia fica presa por um fio. Agora que se vê entre a vida e a morte, Mia tem de tomar uma decisão que irá definir não só o seu futuro, como também o seu destino e o daqueles que a rodeiam. (Fonte: SapoCinema)

Baseado num best-seller, If I stay acompanha a história de Mia (Chloe Grace Moretz) e de fragmentos baseados em memórias da sua vida, o que a levou a chegar à situação como se encontra atualmente: em coma. Este filme é mais do que uma história de amor, ou sobre uma típica rapariga, na verdade tem outra mensagem. Se eu ficar é o retrato de como meros e simples momentos da nossa vida, fazem toda a diferença, e até nem lhes damos demasiada importância, mas eles são importantes e todos eles merecem ser vividos. O que acontece se eu continuar a viver? como interfere na vida dos outros? As minhas opiniões/decisões/ações influenciam outras opiniões/decisões/ações? Claro que não devemos pensar demasiado nestas questões, senão ficamos miseráveis, mas a verdade é que estamos todos ligados. Porque razão é que ficamos?

Chloe Grace Moretz cada vez me surpreende mais, não neste filme em particular, não é das suas melhores prestações, mas a miúda tem potencial e gostei de a ver como protagonista. Não sei porque sempre gostei destas histórias de cariz romântico com uma pitada de dramático, por isso decidi ver o filme. Devemos aproveitar todos os momentos da nossa vida e não desperdiça-los com situações fúteis e desnecessárias. Achei que podia ter sido melhor, no entanto gostei da ideia dos flashbacks em que mostra por parcelas a vida de Mia. Porém este não é um filme memorável, tem uma história simples, mas humana e o final foi muito repentino, mas isso é melhor verem por vocês. O Blogue atribui 3,5 estrelas em 5. 

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Taken 2 A Vingança

Bryan Mills (Liam Neeson) e sua filha Kim (Maggie Grace) encontrarão desta vez problemas em Istambul. Quando Mills descobre que sua ex-mulher Lenore (Famke Janssen) está a divorciar-se do actual companheiro, decide convidá-la e a Kim para se juntar a ele em Istambul no que promete ser um fim de semana perfeito para reconquistar o coração de Lenore. Quando Bryan e Lenore são raptados, Kim consegue escapar e a perseguição começa.

Taken 2, A Vingança é um filme de 2012, realizado por Olivier Megaton, com as participações de Liam Neeson, Famke Janssen, Maggie Grace. Sinopse: Bryan Mills (Liam Neeson) e sua filha Kim (Maggie Grace) encontrarão desta vez problemas em Istambul. Quando Mills descobre que sua ex-mulher Lenore (Famke Janssen) está a divorciar-se do actual companheiro, decide convidá-la e a Kim para se juntar a ele em Istambul no que promete ser um fim de semana perfeito para reconquistar o coração de Lenore. Quando Bryan e Lenore são raptados, Kim consegue escapar e a perseguição começa.(Fonte: CinemaGate)

Este segundo filme da saga, tentou seguir os passos do anterior, mas não conseguir ter tanto sucesso. Neste caso a história é mais fraquita, apesar de ser nos mesmos contornos do Taken 1. Liam Neeson lidera o protagonismo desta película de ação, em que cada minuto conta. O trama desenrola-se após os acontecimentos do filme passado, em que os vilões pretendem vingança sobre o sucedido, e desta vez vão atrás do próprio Bryan Mills e da sua família. Apenas as habilidades de luta de Mills e inteligência em espionagem lhe vai valer para sobreviver, salvar a sua amada que foi raptada e a sua filha que se encontra fugida.

Gostei muito do primeiro filme da saga, encontrava-se muito bem centralizado e apelava a fatores bastante realísticos e de precaução. No entanto com a realização deste segundo filme, na minha opinião estão a  torna-lo demasiadamente comercial, parecendo um género de Die Hard, que já conta com 637 filmes (não é verdade), mas vai dar quase ao mesmo. Esta semana até já foi lançado o terceiro filme de Taken, que já não acrescenta nada de novo à história. O fator bastante positivo de Taken 2 é o ator Liam Neeson que prova que ainda está no ativo. Tiros, luta, corridas e adrenalina, não vai faltar neste filme. É mediano. O Blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: O Grande Mestre

A história de Ip Man, o mestre de artes marciais que treinou Bruce Lee. Uma narrativa que tem como cenário os anos tumultuosos da república que se seguiram à queda do último imperador chinês. Uma era de caos, divisão e guerra que foi, ao mesmo tempo, a idade de ouro das artes marciais chinesas

O Grande Mestre ou em título original Yi dai zong shi é um filme de 2013, realizado por Kar Wai Wong e nos principais papéis com Tony Chiu Wai Leung, Ziyi Zhang, Jin Zhang. Sinopse: A história de Ip Man, o mestre de artes marciais que treinou Bruce Lee. Uma narrativa que tem como cenário os anos tumultuosos da república que se seguiram à queda do último imperador chinês. Uma era de caos, divisão e guerra que foi, ao mesmo tempo, a idade de ouro das artes marciais chinesas. (Fonte: CinemaGate)

Todos nós conhecemos o mito que foi o ator de artes marciais Bruce Lee, no entanto esta é uma história que vai mais além e descobrimos melhor o passado do homem por detrás desse herói, que também não o deixa de ser. Em o Grande Mestre a história de Ip Man, o mestre de Bruce Lee é apresentada. Contudo este não é um filme de um homem só, não, desenganem-se, na verdade conhecemos a história de outros mestres de artes marciais. Fiquei fascinada com esta produção, perdoem-me a expressão mas os chineses fazem filmes para caraças. Os efeitos especiais são fenomenais e as coreografias de luta parecem de outro mundo. É verdade que só fazem filmes do género, mas vale mesmo a pena ver, e eu já há muito que não vi um filme assim.

A história ao início é um pouco confusa, para tal temos que conhecer o seu contexto político, económico e social. Mas logo apanhamos o ritmo, até porque na é na História da China que se foca, isso é apenas pano de fundo. Aqui acompanhamos a história de cinco personagens principais e nas suas buscas para tornarem-se os melhores mestres de artes marciais. Tudo isto baseado em factos reais. O realizador Kar Wai Wong é um génio nestes filmes, proteccionista no seu trabalho demorou um ano a editar o filme, os efeitos especiais as as cenas de luta como já disse são fenomenais e as personagens são expostas com um desenvolvimento evoluído.

“My father would always say, people who practice martial arts go through three stages: seeing yourself, seeing the world, seeing all living beings.”

O

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Sex Tape – O nosso vídeo proibido

Jay (Jason Segel) e Annie (Cameron Diaz), são um casal com um casamento feliz, mas que – com duas crianças e profissões que os ocupam a tempo inteiro – se depara com a dificuldade em ter tempo um para o outro. Para agitar um pouco o ambiente decidem – e porque não? – filmar-se num momento de intimidade. Parece ser uma ideia fantástica – até descobrirem que este video privado já não é assim tão privado. Em vez de uma recordação de uma noite mais selvagem o vídeo foi acidentalmente colocado na internet para todos verem. Com as suas reputações em risco, começa a corrida para recuperar o vídeo!

No filme Sex Tape – O nosso vídeo proibido de 2014, realizado por Jake Kasdan, com as participações de Jason Segel, Cameron Diaz, Rob Corddry. Sinopse: Jay (Jason Segel) e Annie (Cameron Diaz), são um casal com um casamento feliz, mas que – com duas crianças e profissões que os ocupam a tempo inteiro – se depara com a dificuldade em ter tempo um para o outro. Para agitar um pouco o ambiente decidem – e porque não? – filmar-se num momento de intimidade. Parece ser uma ideia fantástica – até descobrirem que este video privado já não é assim tão privado. Em vez de uma recordação de uma noite mais selvagem o vídeo foi acidentalmente colocado na internet para todos verem. Com as suas reputações em risco, começa a corrida para recuperar o vídeo! (Fonte: CinemaGate)


Nesta comédia que junta Cameron Diaz e Jason Segel seguimos a vida de um casal típico, que decidem apimentar a vida sexual pois não tem muito tempo um para o outro. A ideia foi tida em comum, realizar um vídeo caseiro, no entanto o filme vai parar às mãos erradas e o casal terá de se juntar para evitar que mais gente veja o vídeo. Bem relativamente ao filme esperava mais, devido aos protagonistas que junta que sempre nos habituaram a grandes comédias, no entanto esta película está muito aquém das expectativas. Este é mesmo um serão para domingo á tarde, sem grandes planos. As piadas do filme são repetidas e sem graça, previsíveis e sem interesse. No entanto gostei da química entre ambos os atores principais.

Esta é uma comédia ligeira que se vê, mas não entretém muito. Esperava um pouco mais de emoção e impressibilidade. Talvez a única surpresa tenha sido a pequena, mas útil aparição do ator Jack Black (ups, estraguei a surpresa). O que tinha de tudo para criar uma história inovadora e divertida, tornou-se muito pachorrento de assistir e de estar com atenção. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.