A Casa na Floresta

Título: The Cabin in the Woods
Ano: 2011
Realização: Drew Goddard
Interpretes: Kristen Connolly, Chris Hemsworth, Anna Hutchison…
Sinopse: Cinco amigos vão de descanso para uma cabana num sítio remoto. Aos poucos descobrem os terríveis segredos escondidos na casa da floresta.

Se eu tivesse uma lista de filmes mais estranhos que já vi, este estaria por lá. “A Casa na Floresta” não apresenta uma história comum aliás o seu enredo é uma total surpresa sobre o conteúdo do filme. Estes filmes de género sobrenatural / terror tem essa manobra de direcção e podem tomar um rumo bem diferente do que pensávamos.

A história começa num laboratório, que não percebemos logo a conexão com o grupo de jovens que viaja para o meio do nada para se divertirem. Tudo começa a correr mal, quando estranhas situações começam a ocorrer e cada um será desafiado para tentar sobreviver ao fatal destino. A explicação final foi interessante, e nada fazia prever esta conclusão.

O elenco é completado com um grupo de jovens atores como Kristen Connolly (“Zoo“), Chris Hemsworth (“Thor“) e Anna Hutchison (“Spartacus“). No entanto apesar de já conhecermos muito bem Hemsworth dos filmes da Marvel, neste filme ainda não se destacou o suficiente. Aliás não houve uma presença que merecesse o relevo principal. Uma surpresa foi a presença da atriz Sigourney Weaver por breves momentos no filme.

Concluindo este é um filme com um argumento razoável, sem pressões, mas com uma história única. Apesar de parecer previsível, conseguiu surpreender. Contudo só por momentos porque o desenvolvimento consegue ser muito pacato e com falta de orientação. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Vingadores: Guerra do Infinito

Os Vingadores e os seus aliados serão confrontados com uma força poderosa que pretende destruir o Universo como existe, o temível Thanos.

Título: Avengers: Infinity War
Ano: 2018
Realização: Anthony Russo, Joe Russo
Interpretes: Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo….
Sinopse: Os Vingadores e os seus aliados serão confrontados com uma força poderosa que pretende destruir o Universo como existe, o temível Thanos.

A promessa feita há 10 anos, foi cumprida com esplendor. A Marvel Studios conseguiu concentrar-se eficazmente em realizar um filme épico. Um culminar de experiências e expectativas que se tornaram no desejo de qualquer fã de super-heróis. Os irmãos Russo voltaram a provar a sua capacidade resumida de juntar num só filme várias personagens com origens e histórias diferentes. Anthony e Joseph Russo já nos conquistaram em filme como “Capitão América: Soldado de Inverno” e “Guerra Civil“, mas foi com “Vingadores: Guerra do Infinito” que superaram o esperado.

O filme mais longo da Marvel, quase 3 horas de duração é provavelmente aquele que reúne o melhor deste universo. Apesar das várias personagens, conseguiu destacar em tempo devido cada um destes indivíduos importantes para o desenvolvimento satisfatório desta obra cinematográfica.

O protagonismo foi mesmo bem dividido, mesmo pelas personagens principais. Homem de Ferro criou uma amizade com Dr. Strange, e Homem-Aranha. Os Guardiões da Galáxia conheceram Thor e outros Vingadores. Capitão América já não é Capitão mas ainda luta pelo mais correto aliando-se a Hulk, Black Panther e Viúva Negra. Um ponto de vista interessante, onde os Vingadores e os seus aliados lutam por um objectivo em comum, travar Thanos e a sua missão de destruir o Universo.

Vingadores: Guerra do Infinito” é claramente baseado no propósito de Thanos. Brilhantemente interpretado por Josh Brolin, esta personagem já é por muitos considerado como dos melhores vilões da Marvel. A sua missão destrutiva era composta por uma forte razão, e não destruir planetas só porque sim, como acontece normalmente com vilões do género. O que muitos argumentistas esquecem-se de atribuir sentido aos objectivos dos vilões, mas neste filme isso não aconteceu. A vontade de Thanos prevalece fundamentada de forma consistente e quase conseguimos ter sentimentos amistosos com ele.

Nesta obra cinematográfica todos os planos estão interligados e bem definidos para uma guerra final sem igual. A interacção entre as personagens é do mais interessante e inesperado de assistir. De um momento para o outro estamos a rir sobre uma citação, como já estamos com o coração nas mãos sobre o que vai acontecer. Admito que quase nem pestanejei durante todo o filme para tentar não perder um segundo. Toda a narrativa está bem fundamentada e queremos sempre ver mais e mais.

A ação decorre de maneira diferente e vários locais. O grupo de heróis está separado, mas cada um tem a sua função nesta luta. Posso dizer que a montanha russa está sempre em andamento e cada sequência é importante. Neste filme não existem momentos parados, o que se torna uma mais-valia. Sem spoilers refiro que este filme manteve um final totalmente inesperado, mas sem outra forma de terminar esta primeira parte. Como já estávamos à espera, existem certas fatalidades, mas coerentes com as necessidades do enredo. Contudo ainda muito pode acontecer e nada é certo.

Concluindo “Vingadores: Guerra do Infinito” tornou-se dos melhores filmes da Marvel Studios. O argumento bem composto, as personagens que conseguiram partilhar o protagonismo e os alicerces fundamentais, juntando com qualidade fortes momentos de ação com magia, artes marciais e ataques explosivos, com várias cenas de humor e também drama. Voltava a ver novamente o filme. O blogue atribui 4,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Thor – Ragnarok

Aprisionado, Thor encontra-se num torneio gladiador contra o Hulk, seu aliado. Thor deve lutar pela sobrevivência contra o tempo para prevenir que a vilã Hela destrua o seu planeta Asgard.

Título: Thor: Ragnarok
Ano: 2017
Realização: Taika Waititi
Interpretes: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett…
Sinopse: Aprisionado, Thor encontra-se num torneio gladiador contra o Hulk, seu aliado. Thor deve lutar pela sobrevivência contra o tempo para prevenir que a vilã Hela destrua o seu planeta Asgard.

Chris Hemsworth volta a interpretar o herói que lhe deu fama. Este é o terceiro filme de Thor o Deus Trovão da Marvel. Dois anos após os acontecimentos de “Capitão América: Guerra Civil“, Thor terá de enfrentar um novo inimigo. A sua irmã Hela pretende o trono de Asgard. Preso num planeta governado por um tirado, Thor terá que participar nas lutas de gladiadores contra o seu amigo Hulk. Além disso tem que se preocupar com a lealdade do seu irmão Loki. Neste filme realizado por Taika Waititi, tornou-se no mais divertido e bem-disposto da trilogia deste herói. São vários os momentos de descontracção que fazem rir o espectador. Conhecemos o herói noutro registo, que entretém bastante o espectador.

Este filme serviu como introdução ao que irá acontecer este ano com “Avengers: Infinity War” onde todos os heróis da Marvel vão estar juntos num só filme. Por isso é um filme de conduta. Em “Ragnarok” ao contrário do que pensava a narrativa não é cansativa e explora o desenvolvimento das personagens principais. Muita ação, comédia e efeitos especiais tornam deste filme algo agradável de assistir. Coerente e com potencial que até ao momento não tinha sido explorado nos filmes do Thor, mas não sendo a personalidade correta da personagem que mantém uma postura mais séria. O ator Chris Hemsworth consegue estar mais à vontade neste papel mais descontraído. “Thor: Ragnarok” excede as expectativas e não apresenta um argumento saturado. O blog atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: O Caçador e a Rainha do Gelo

Eric e a sua companheira Sara são criados como elementos do exercito da Rainha Freya. Tentam esconder o seu amor proibido da estranha relação de irmãs, Freya e Ravenna.

Título: The Huntsman: Winter’s War
Ano: 2016
Realização: Cedric Nicolas-Troyan
Interpretes: Chris Hemsworth, Jessica Chastain, Charlize Theron…
Sinopse: Eric e a sua companheira Sara são criados como elementos do exercito da Rainha Freya. Tentam esconder o seu amor proibido da estranha relação de irmãs, Freya e Ravenna.


O Caçador e a Rainha de Gelo” é um filme prequela e sequela de Branca de Neve e o Caçador“. Conhecemos a história de duas irmãs, Freya a futura rainha de gelo e Ravenna a rainha má que perseguiu Branca de Neve. Neste conflito entre irmãs, existe outra história que surge, a do caçador. Uma história de amor proibido numa terra encantada de criaturas mitológicas e poderosa magia. Neste filme de fantasia prevalece a mensagem de amor. Utilizado com uma força que promete destruir qualquer barreira.
O elenco é de luxo. Charlize Theron volta a interpretar a maldosa Ravenna, ao lado de Chris Hemsworth que volta a ser o caçador. Recentes no elenco temos Emily Blunt como Rainha de Gelo e Jessica Chastain como caçadora. Todas as apostas foram para o cast, que não podia ser melhor. Mas também o guarda-roupa está impecável, principalmente as formosas roupas de Charlize Theron.

“O Caçador e a Rainha de Gelo” não é um filme muito satisfatório. A sua história é lenta e o desenvolvimento das personagens é muito escasso. Quanto ao argumento também merecia algo melhor. A criatividade do meio envolvente deveria ser mais aproveitado. Concluindo o trama não se completa na sua beleza. A previsibilidade dos acontecimentos também é um fator desfavorável ao desfecho do filme. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: No coração do mar

Um navio de caça de baleias e New England afunda devido a uma gigante baleia em 1820, uma experiência que inspirou a história que hoje conhecemos como Moby Dick.

Título: In the heart of th sea
Ano: 2015
Realização: Ron Howard
Interpretes: Chris Hemsworth, Cillian Murphy, Brendan Gleeson…
Sinopse: Um navio de caça de baleias e New England afunda devido a uma gigante baleia em 1820, uma experiência que inspirou a história que hoje conhecemos como Moby Dick.

Gosto quando exploram a origem de uma história já conhecida. Nesta obra cinematográfica, realizada por Ron Howard (“Uma Mente Brilhante”, “Cinderella Man“, “O Código Da Vinci“, “Anjos e Demónios“), chega-nos outra história surpreendente. Desta vez explora as verdadeiras origens da lenda Moby Dick. A história é verídica que mais tarde é contada com contornos fictícios por Herman Melville. Com paradoxos temporais, conhecemos inicialmente o jovem escritor à procura de uma aventura, ou talvez conseguir apenas algum sucesso com os seus textos. No seu trabalho de investigação conhece o sobrevivente do Essex, um navio baleeiro que naufragou em 1820. A história desenrola-se a partir daí. O filme apresentava-se como um dos melhores do ano, mas a sua grandiosidade ficou além do esperado. Não que seja um mau filme, porque não é, mas também não consegue surpreender. Mantém-se no parâmetro médio dos filmes do género. As aventuras de uma tripulação de caça de baleias, até ao encontro com uma gigante que destrói completamente a embarcação com a sua força, e a sobrevivência do grupo após o incidente.

In the Heart of the Sea” é um filme que apesar de prometer muita ação, tem em si vários momentos “mortos” que distraem o espectador. Cenas mais empolgantes de companheirismo e diálogos mais aliciantes deviam estar presentes na história. Contudo Ron Howard não se desleixou nos efeitos visuais. Aqueles momentos e maior perigo no mar dão outro ânimo ao filme. Apesar disso também informa bastante sobre a apanha do óleo de baleia naquele tempo. A película tem em si também vários momentos melodramáticos sobre o conflito de sobrevivência em alto mar. Quanto ao elenco, mantém-se firmes e determinados, mas não chegam para tornar este filme épico. Os contornos finais do trama esclarecem devidamente todo o processo. Concluindo apesar do filme ter boas bases, acaba por naufragar na esperança de ter sucesso, tal “Titanic”. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Thor 2 O Mundo das Trevas

Thor o lendário deus do trovão tem outros assuntos para se preocupar neste filme, após o julgamento do seu irmão Loki para a prisão, Thor volta a Terra como forma de descobrir o que se passa com Jane, o seu amor humano. E existe mesmo algo de errado com Jane uma força super-poderosa está a tentar controlar o seu corpo. Além da preocupação de Jane, Thor terá de derrotar os Elfos Negros que ameaçaram Asgard. Mas para conseguir vence-los terá de se juntar a quem menos espera, ao seu irmão preso, Loki, numa ameaça que pode destruir a terra.

Thor 2: O Mundo das Trevas é um filme de 2013 realizado por Alan Taylor e interpretado por: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston. Sinopse: Thor o lendário deus do trovão tem outros assuntos para se preocupar neste filme, após o julgamento do seu irmão Loki para a prisão, Thor volta a Terra como forma de descobrir o que se passa com Jane, o seu amor humano. E existe mesmo algo de errado com Jane uma força super-poderosa está a tentar controlar o seu corpo. Além da preocupação de Jane, Thor terá de derrotar os Elfos Negros que ameaçaram Asgard. Mas para conseguir vence-los terá de se juntar a quem menos espera, ao seu irmão preso, Loki, numa ameaça que pode destruir a terra.

Neste novo filme da Marvel, é uma sequência do filme Os Vingadores em que Thor também tem lá a sua presença, e Loki também, não nos vamos esquecer do vilão. Neste filme, tal como os outros não desilude, aliás como nos Vingadores, Thor 1, e os Iron Man o sucesso de bilheteira foi fantástico. Pois subiram as expectativas do esperado. E numa altura em que já não se ouvia falar de super-heróis agora vieram para ficar, pois há histórias de heróis aqui e ali. E no final temos uma história que ficou em aberto, então thor 2 também será para continuar, e os fãs agradecem.

Nesta película o espectador sente-se empolgado em seguir toda a sua narrativa é até uma história cativante, na minha opinião até mais do que a do primeiro filme. É de louvar a interpretação dos atores Chris Hemsworth é um perfeito Thor, Tom Hiddleston é um fantástico Loki, cheio de charme e como u jeito que só ele sabe dar para a personagem, o que nos faz adorar este vilão; e Anthony Hopkings já é um senhor neste género de papéis de pai/confidente. Só a atriz Natalie Portman é que neste filme não tem uma prestação digna do seu talento, devo confessar que esta personagem de Jane não é ideal em comparação aos seus outros papéis, sendo que também é um pouco discreta para o talento de Portman. Os efeitos especiais do filme também são uma característica positiva do mesmo e tal não podia faltar numa película deste calibre. O Blog atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Branca de Neve e o Caçador

A Branca de Neve e o Caçador, no seu original Snow White and The Huntsman (2012), foi realizado por Rupert Sanders e tem como principais protagonistas Kristen Stewart, Chris Hemsworth, Charlize Theron e Sam Claflin.

A Branca de Neve e o Caçador, no seu original Snow White and The Huntsman (2012), foi realizado por Rupert Sanders e tem como principais protagonistas  Kristen Stewart, Chris Hemsworth, Charlize Theron e Sam Claflin.

Todos conhecemos a obra literária Branca de Neve e os 7 Anões, escrita pelos Irmãos Grimm, fez parte da infância de todos os meninos e meninas do Mundo. Mesmo em adultos não nos esquecemos do conto de fadas, que muito nos encantou quando éramos crianças. Pois bem, esta é mais uma adaptação do famoso conto. Desta vez a Universal Pictures e Rupert Sanders tornaram e história num pouco mais sombrio e sério, deixando um pouco de lado o mundo encantado. Ao vermos este filme não podemos ir na ilusão do filme Branca de Neve da Disney, um dos seus muitos clássicos. Muda não só o título de Branca de Neve e os 7 anões para Branca de Neve e o Caçador, mas também a forma como a película é abordada e a história direccionada.

O filme inicia-se de uma forma encantadora, onde tempos de prosperidade se fazem viver no Reino, onde Snow White vive feliz com os seus pais, o Rei Magnus e a Rainha Eleanor. Enquanto que a pequena princesa construía uma amizade feliz com William, filho de um Conde. Tudo está bem, até a tragédia chegar, a morte prematura da Rainha. Esposo e filha ficam desolados, mas rapidamente o tempo passa, e o Rei conhece  Ravenna. Sedenta poder, Ravenna deseja a todo o custo tornar-se Rainha suprema do Reino.

A futura rainha má, logo quando tem oportunidade, mata a sangue frio o Rei, trazendo o caos ao Reino. Como vingança tranca Snow White numa minúscula cela, na torre mais alta do castelo. Atingindo a maioridade o Espelho Mágico revela à malvada rainha que esta já não é a mais bela, mas sim Branca de Neve.  E temendo perder o controlo do feitiço que a mantém eternamente bela, Ravenna ordena a execução de Snow White, contratando até os préstimos de um pujante caçador (Chris Hemsworth) para capturar a rapariga depois de esta escapar da torre. Mas os planos da rainha vão por água abaixo quando o caçador decide aliar-se à princesa do reino enegrecido…

Neste filme temos de reter dois aspectos principalmente, a brilhante atuação de Charlize Theron é inquestionável, o papel de Rainha Má assenta-lhe que nem uma luva. E em segundo ainda a pouco experiência do realizador por detrás das câmaras, estávamos à espera de mais êxtase no filme. Além disso o filme corre bem até ao final que deixa o espectador um pouco à mercê, pois havia muitas pontas que ainda faltavam explicar no argumento. Mas como aspectos positivos temos a boa caracterização das personagens, a a história não se torna cliché aquelas outras Branca de Neves que já ouvimos. O Blog atribuí 3 em 5 estrelas.

Rating: 3 out of 5.