Crítica: Sex Tape – O nosso vídeo proibido

Jay (Jason Segel) e Annie (Cameron Diaz), são um casal com um casamento feliz, mas que – com duas crianças e profissões que os ocupam a tempo inteiro – se depara com a dificuldade em ter tempo um para o outro. Para agitar um pouco o ambiente decidem – e porque não? – filmar-se num momento de intimidade. Parece ser uma ideia fantástica – até descobrirem que este video privado já não é assim tão privado. Em vez de uma recordação de uma noite mais selvagem o vídeo foi acidentalmente colocado na internet para todos verem. Com as suas reputações em risco, começa a corrida para recuperar o vídeo!

No filme Sex Tape – O nosso vídeo proibido de 2014, realizado por Jake Kasdan, com as participações de Jason Segel, Cameron Diaz, Rob Corddry. Sinopse: Jay (Jason Segel) e Annie (Cameron Diaz), são um casal com um casamento feliz, mas que – com duas crianças e profissões que os ocupam a tempo inteiro – se depara com a dificuldade em ter tempo um para o outro. Para agitar um pouco o ambiente decidem – e porque não? – filmar-se num momento de intimidade. Parece ser uma ideia fantástica – até descobrirem que este video privado já não é assim tão privado. Em vez de uma recordação de uma noite mais selvagem o vídeo foi acidentalmente colocado na internet para todos verem. Com as suas reputações em risco, começa a corrida para recuperar o vídeo! (Fonte: CinemaGate)


Nesta comédia que junta Cameron Diaz e Jason Segel seguimos a vida de um casal típico, que decidem apimentar a vida sexual pois não tem muito tempo um para o outro. A ideia foi tida em comum, realizar um vídeo caseiro, no entanto o filme vai parar às mãos erradas e o casal terá de se juntar para evitar que mais gente veja o vídeo. Bem relativamente ao filme esperava mais, devido aos protagonistas que junta que sempre nos habituaram a grandes comédias, no entanto esta película está muito aquém das expectativas. Este é mesmo um serão para domingo á tarde, sem grandes planos. As piadas do filme são repetidas e sem graça, previsíveis e sem interesse. No entanto gostei da química entre ambos os atores principais.

Esta é uma comédia ligeira que se vê, mas não entretém muito. Esperava um pouco mais de emoção e impressibilidade. Talvez a única surpresa tenha sido a pequena, mas útil aparição do ator Jack Black (ups, estraguei a surpresa). O que tinha de tudo para criar uma história inovadora e divertida, tornou-se muito pachorrento de assistir e de estar com atenção. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Gambit

O curador de arte Harry Deane (Colin Firth, O Discurso do Rei) elabora um plano para levar Lionel Shabandar (Alan Rickman, Harry Potter), o homem mais rico de Inglaterra e ávido colecionador, a comprar um falso quadro do pintor Monet. Para servir de isco ao seu comprador recruta uma rainha do rodeo do Texas (Cameron Diaz, Professora Baldas e Doidos por Mary) para agir como uma mulher cujo avô tinha revolucionado a pintura no final da Segunda Guerra Mundial.

Gambit ou Ladrões com Estilo é um filme de 2012, realizado por Michael Hoffman e com a participação dos atores: Colin Firth, Cameron Diaz e Alan Rickman.

O curador de arte Harry Deane (Colin Firth, O Discurso do Rei) elabora um plano para levar Lionel Shabandar (Alan Rickman, Harry Potter), o homem mais rico de Inglaterra e ávido colecionador, a comprar um falso quadro do pintor Monet. Para servir de isco ao seu comprador recruta uma rainha do rodeo do Texas (Cameron Diaz, Professora Baldas e Doidos por Mary) para agir como uma mulher cujo avô tinha revolucionado a pintura no final da Segunda Guerra Mundial.

Gambit, é um filme com uma comédia vulgar sobre um plano de roubo que nem sempre corre como o previsto o que torna a situação mais caricata e imprevista. Esta película não capta muito o interesse do espectador devido ao seu enredo pouco desenvolvido, mas existem momentos de comédia mas são escassos para o género de filme que é. Tecnicamente o “Gambit” é um remake do clássico filme de 1966, que não teve o mesmo sucesso do que o original.

Um dos aspectos negativos do filme é o sotaque irritante de Cameron Diaz que desempenha uma rainha dos rodeos do Texas, uma mistura de sotaques lá tem o filmes, pois este decorre em Inglaterra. Além disso esperávamos que a personagem de Alan Rickman seria mais cruel e desprezível, tal como apresentada inicialmente pela personagem de Colin Firth. Logo o talento dos atores Alan e Firth não foi completamente aproveitado com este filme pobre de argumento do qual esperávamos uma história mais cómica, pois tinha margem para tal. O Blog atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: What to Expect When You’re Expecting

Este filme conta a história de cinco casais que nada tem em comum, mas vivem um momento equivalente: a Gravidez! E de como esse facto muda completamente as suas vidas. Ao todo são abordadas cinco histórias individuais que são levemente baseadas nos relatos e conselhos maternais presentes no homónimo best-seller de Heidi Murkoff e Sharon Mazel, um conhecido guia maternal que tenta elucidar os futuros pais sobre os desafios do período de gestação, no entanto, nenhuma das mini-histórias deste filme tem um conceito muito realista ou um sentido verdadeiramente teórico, sendo até bastante fúteis, irrealistas e entediantes.

What to Expect When You’re Expecting é um filme de 2012, realizado por Kirk Jones e tem como principais participações Cameron Diaz, Elizabeth Banks, Jennifer Lopez, Rodrigo Santoro, Dennis Quaid, entre outros. Este filme conta a história de cinco casais que nada tem em comum, mas vivem um momento equivalente: a Gravidez! E de como esse facto muda completamente as suas vidas. Ao todo são abordadas cinco histórias individuais que são levemente baseadas nos relatos e conselhos maternais presentes no homónimo best-seller de Heidi Murkoff e Sharon Mazel, um conhecido guia maternal que tenta elucidar os futuros pais sobre os desafios do período de gestação, no entanto, nenhuma das mini-histórias deste filme tem um conceito muito realista ou um sentido verdadeiramente teórico, sendo até bastante fúteis, irrealistas e entediantes.

Durante o filme é-nos mostrado a história de Holy (Jennifer Lopez) e  Alex (Rodrigo Santoro), que não conseguem ser pais, por muito que tentem. Mas para Holy a situação começa a complicar-se porque esta deseja incondicionalmente ser mãe. Para isso resolvem adotar uma criança. Ao que Alex descobre que ainda não se sente muito preparado para ser pai, pois gosta de viver a vida sem grandes responsabilidades. Para mudar de ideias, junta-se ao Clube dos pais, do qual se encontra Chris Rock. Um clube só de homens, onde convivem com os seus filhos. Outras histórias que nos são mostradas é a Cameron Diaz, uma mulher que tem como profissão fazer perder peso os mais “gordinhos” num programa de televisão. Depois é nos apresentado o caso de Elizabeth Banks que à dois anos tenta ser mãe e finalmente conseguiu, mas o que ela pensava que ia ser fácil e mágico, acabou por ser tornar um verdadeiro martírio. Apesar de serem 5 histórias de maternidade, apenas estas três se tornam as mais relevantes, as outras duas  histórias tem menos relevância.

Relativamente a este filme, não acrescenta nada de novo ao cinéfilo, é apenas um daqueles filmes que se vê quando não se tem nada para fazer. A história não é chamativa, e por ter várias histórias paralelas, não capta a atenção do telespectador para tal. Por isso não trás muito interesse em ver, apesar de ter um enredo de vários atores de comédia, como Elizabeth Banks, Chris Rock, Rob Huebel, Thomas Lennon e Ben Falcone, tentaram mas não conseguiram. Sendo que devo avisar para as mulheres terem cuidado, por ao ver este filme, podem ter o desejo de por o relógio biológico a funcionar. O Blog atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.