Crítica: Sweeney Todd – O Terrível Barbeiro de Fleet Street

A história conhecida de Benjamin Barker, a.k.a. Sweeney Todd que ocorre em Londres numa barbearia que é basicamente uma sinistra parceria com Mrs. Lovett. Baseado num espectáculo da Broadway.

Título: Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street
Ano: 2007
Realização: Tim Burton
Interpretes: Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman …
Sinopse: A história conhecida de Benjamin Barker, a.k.a. Sweeney Todd que ocorre em Londres numa barbearia que é basicamente uma sinistra parceria com Mrs. Lovett. Baseado num espectáculo da Broadway.

Já era sem tempo que o teatro musical de sucesso Sweeney Todd conseguisse uma interpretação no cinema. Do cineasta Tim Burton, chega-nos um filme com traços noir, especialmente preparado para criar uma imagem mais cruel e solitária ao trama. Johnny Depp é Benjamin Barker, um simples barbeiro que foi acusado injustamente, por um crime que não cometeu. O Juiz, o homem que o acusou, agiu por inveja pois esperava aproximar-se de Lucy, a esposa do barbeiro. Passados anos, Barker volta a Londres, mas desta vez com o nome de Sweeney Todd, e deseja vingança pelo que lhe fizeram, e pretende recuperar a sua família. É nesta Londres podre, pecadora e suja que conhece Ms. Lovett (Helena Bohan Carter) e juntos tornam-se na parceria mais sangrenta e repugnante de toda a cidade. Nesta obra musical e cinematográfica os atores interpretam com voz e alma as suas personagens exageradas. Sweeney Todd é já um conto conhecido, que surgiu em 1846. Este drama vitoriano, tornou-se imediatamente numa lenda urbana. Já percorreu todas as artes, desde a literatura, teatro, e até cinema.

Johnny Depp prova novamente porque é dos favoritos de Tim Burton. A sua genica e genialidade de interpretar qualquer personagem, tornam o seu desempenho bastante carismático.  Depp não está sozinho, Helena Boham Carter assume também um papel mediático e Alan Rickman acompanha com a sua elegante postura e rigidez. As músicas da Broadway recebem um novo timbre e tornam-se mais ilustres nos tons cinzentos da película. Os brancos, pretos e vermelhos, são as cores predominantes deste filme. O estilo noir está bastante presente . Não conhecia completamente a história do terrível barbeiro, mas Tim Burton conseguiu um trabalho satisfatório. Não houve momentos parados nem desvios desnecessários. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: A Promessa

Um drama romântico que tem como fundo a Alemanha antes da 1ª Guerra Mundial. Centra-se numa mulher que se apaixona pelo protegido do marido. Separados primeiro pelo dever, depois pela guerra, eles prometem devoção um ao outro, mas será que vão conseguir?

Título: A Promise
Ano: 2013
Realização: Patrice Leconte
Interpretes: Rebecca Hall, Alan Rickman, Richard Madden…
Sinopse: Um drama romântico que tem como fundo a Alemanha antes da 1ª Guerra Mundial. Centra-se numa mulher que se apaixona pelo  protegido do marido. Separados primeiro pelo dever, depois pela guerra, eles prometem devoção um ao outro, mas será que vão conseguir?

Este é um romance histórico em tempos de guerra. Friedrich Zeitz (Richard Madden) é um jovem trabalhador que apesar da sua personalidade acanhada, capta a atenção de Karl Hoffmeister (Alan Rickman) como seu protegido. Friedrich é motivado pelo trabalho, mas não só. Quando Karl lhe oferece a sua casa para permanecer enquanto o ajuda na empresa e oferece explicações ao seu filho, apaixona-se pela sua esposa, Lotte Hoffmeister (Rebecca Hall). Aparentemente mais nova do que o seu marido, partilha das mesmas opiniões do que Friedrich. Apesar de nunca haver um contacto físico, os jovens enamorados fazem uma promessa, que pode levar anos e anos a cumprir. “A Promise” é um filme com um enredo lento e um argumento pouco apelativo. As personagens não emocionam o espectador, e isso faz com não apelamos a este amor proibido. O contexto histórico que demasiado interesse tinha para o enredo não foi aproveitado convenientemente. Nem nos apercebemos que a história passa-se na 1ª Guerra Mundial.

Alan Rickman apesar da pequena presença, marca com a sua personagem, o autoritário empresário Friedrich. O ator lidera o filme, protagonizado por Rebecca Hall, que para mim em todos os filmes que trabalha, apresenta-se com cara triste. Já Richard Madden, depois de “Guerra dos Tronos” é visto como uma galã, estereótipo que não deixou neste filme. O que não gostei foi da personalidade sem graça da sua personagem. “A Promessa“, prometia ser um filme histórico interessante de carácter romântico, mas que não emocionou. A sua história dispersa-se com assuntos melodramáticos e com pouca paixão. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Gambit

O curador de arte Harry Deane (Colin Firth, O Discurso do Rei) elabora um plano para levar Lionel Shabandar (Alan Rickman, Harry Potter), o homem mais rico de Inglaterra e ávido colecionador, a comprar um falso quadro do pintor Monet. Para servir de isco ao seu comprador recruta uma rainha do rodeo do Texas (Cameron Diaz, Professora Baldas e Doidos por Mary) para agir como uma mulher cujo avô tinha revolucionado a pintura no final da Segunda Guerra Mundial.

Gambit ou Ladrões com Estilo é um filme de 2012, realizado por Michael Hoffman e com a participação dos atores: Colin Firth, Cameron Diaz e Alan Rickman.

O curador de arte Harry Deane (Colin Firth, O Discurso do Rei) elabora um plano para levar Lionel Shabandar (Alan Rickman, Harry Potter), o homem mais rico de Inglaterra e ávido colecionador, a comprar um falso quadro do pintor Monet. Para servir de isco ao seu comprador recruta uma rainha do rodeo do Texas (Cameron Diaz, Professora Baldas e Doidos por Mary) para agir como uma mulher cujo avô tinha revolucionado a pintura no final da Segunda Guerra Mundial.

Gambit, é um filme com uma comédia vulgar sobre um plano de roubo que nem sempre corre como o previsto o que torna a situação mais caricata e imprevista. Esta película não capta muito o interesse do espectador devido ao seu enredo pouco desenvolvido, mas existem momentos de comédia mas são escassos para o género de filme que é. Tecnicamente o “Gambit” é um remake do clássico filme de 1966, que não teve o mesmo sucesso do que o original.

Um dos aspectos negativos do filme é o sotaque irritante de Cameron Diaz que desempenha uma rainha dos rodeos do Texas, uma mistura de sotaques lá tem o filmes, pois este decorre em Inglaterra. Além disso esperávamos que a personagem de Alan Rickman seria mais cruel e desprezível, tal como apresentada inicialmente pela personagem de Colin Firth. Logo o talento dos atores Alan e Firth não foi completamente aproveitado com este filme pobre de argumento do qual esperávamos uma história mais cómica, pois tinha margem para tal. O Blog atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Die Hard Assalto ao Arranha-Céus

No topo da cidade de Los Angeles, um grupo de terroristas invadiu um edifício, fez reféns e declarou guerra. Mas um homem conseguir escapar ao seu controlo, um polícia que não estava de serviço. Ele está agora sozinho, cansado, e é a única esperança possível. Bruce Willis é a estrela, no papel do detective John McClaine da cidade de Nova Iorque, acabado de chegar a Los Angeles para passar o Natal com a sua mulher (Bonnie Bedelia), de quem está separado. Mas enquanto McClaine espera que a festa do escritório da sua mulher termine, os terroristas tomam controlo do edifício. Enquanto o seu líder, Hans Gruber (Alan Rickman), e o seu feroz homem de confiança (Alexander Godunov) reúnem os reféns, McClaine consegue fugir sem que ninguém repare. Tendo como armas apenas o seu revólver de serviço e a sua astúcia, McClaine lança-se numa guerra solitária.

Die Hard – Assalto ao Arranha – Céus, é um filme de 1988, realizado por John McTiernan e com as interpretações de Bruce Willis, Bonnie Bedelia, Reginald VelJohnson e Alan Rickman, entre outros. No topo da cidade de Los Angeles, um grupo de terroristas invadiu um edifício, fez reféns e declarou guerra. Mas um homem conseguir escapar ao seu controlo, um polícia que não estava de serviço. Ele está agora sozinho, cansado, e é a única esperança possível. Bruce Willis é a estrela, no papel do detective John McClaine da cidade de Nova Iorque, acabado de chegar a Los Angeles para passar o Natal com a sua mulher (Bonnie Bedelia), de quem está separado. Mas enquanto McClaine espera que a festa do escritório da sua mulher termine, os terroristas tomam controlo do edifício. Enquanto o seu líder, Hans Gruber (Alan Rickman), e o seu feroz homem de confiança (Alexander Godunov) reúnem os reféns, McClaine consegue fugir sem que ninguém repare. Tendo como armas apenas o seu revólver de serviço e a sua astúcia, McClaine lança-se numa guerra solitária.

Neste thriller de suspense Bruce Willis brilha no papel de anti – herói que acaba por salvar toda a gente sem a mínima ajuda da polícia. Um a um dos terrorista Willis trata-lhes da saúde mesmo sem querer. Neste que se tornou numa das sagas de acção mais reconhecidas da história do cinema, saga esta que já conta com quatro filme, o último lançado recentemente. Alan Rickman também está perfeito no papel de vilão de sangue frio que tudo para conseguir o que mais ambiciona nem que por isso tenha de matar.

Neste filme empolgante tudo pode acontecer, os telespectadores tem de estar preparados para acções de alto risco, tiros, e muitas cenas de luta de cortar a respiração. Apesar de ser um filme já com uns “anitos” não deixa de ser apelativo para quem o vê e mesmo quase sem efeitos especiais está muito bem realizado. O Blog atribui 4 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.