Crítica

Jovens Titãs: O Contrato Judas

Título: Teen Titans: The Judas Contract
Ano:2017
Realização: Sam Liu
Interpretes: Stuart Allan, Jake T. Austin, Taissa Farmiga…
Sinopse: Tara Markov é uma rapariga que tem o poder da terra e pedra; ela também é mais do que aparenta. A nova jovem titã é uma aliada ou uma ameaça? E quais são os planos do assassino Deathstroke para os heróis?

O mais recente filme de animação da DC volta a focar-se nos Jovens Titãs. Desta vez a história baseia-se numa nova personagem, a Terra. Membro mais recente do grupo, tem uma personalidade independente e forte. Abandonada em criança e rejeitada é aos poucos em flashbacks que vamos compreendendo o seu passado. Enquanto Terra se tenta integrar no grupo, à sua maneira, surge uma nova ameaça. O Irmão de Sangue deseja levar o seu plano até ao fim, mas para isso terá de se livrar dos Jovens Titãs.

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Este filme até razoavelmente surpreendente. Consegue manter uma intriga apelativa com confrontos cruciais para o desenvolvimento das personagens. O argumento também se justifica como interessante. Na minha opinião “Judas Contrat” foi o melhor filme de animação da DC recentemente.O trama completa-se com um princípio, meio e fim. Todas as personagens começaram com dúvidas, mas no final do filme conseguiram resolver as discrepâncias que os afectavam. Concluindo para quem aprecia filmes de super-heróis este é um que podem assistir. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Cosplay, Diary

ISMAI Legends

No passado dia 9 de julho decidi ir ao evento ISMAI Legends. A falta de eventos de médio gabarito de cosplay no norte tem sido difícil de conseguir. Daí aproveitei esta oportunidade para voltar a utilizar o meu cosplay da Nico Robin, versão Alabasta que utilizei na última vez no Iberanime OPO em 2015. A faculdade já a conhecia bem, afinal andei lá três anos da minha vida. Foi no ISMAI que finalizei o curso de Ciências da Comunicação.

Este ano o cosplay no evento encontrava-se mais apelativo. Já não se focava apenas em LOL (eu como não jogo não me interessa muito) e agora não estávamos limitados. Contudo terminaram com o concurso e optaram por workshops sobre o tema, o que também é interessante. Não tive a oportunidade de assistir a nenhum, aproveitei antes as zonas verdes do espaço para fazer um photoshoot com este cosplay. Ainda estou a editar as fotos, mas em breve publicarei os resultados. Entretanto fiz um pequeno vlog sobre o evento.

Crítica

Elizabeth – A Idade de Ouro

Título: Elizabeth: The Golden Age
Ano:2007
Realização: Shekhar Kapur
Interpretes: Cate Blanchett, Clive Owen, Geoffrey Rush…
Sinopse: Uma Rainha Elizabeth mais madura, enfrenta novamente uma crise no seu reino com a ameaça dos cristãos espanhóis e desapontamentos amorosos.

O filme biográfico da Rainha Elizabeth continua com esta segunda parte. Desta vez explicando acontecimentos históricos que marcaram o seu reinado. Depois da difícil subida ao trono de Elizabeth, uma jovem mulher que não estava preparada para ser Rainha (crítica do filme podem ler aqui), está agora mais madura. Considerada a Rainha Virgem, não aceita pretendentes, mas comanda com punhos de ferro a monarquia inglesa. Mantém de perto aqueles em que confia, mas a chegada de Sir Walter Raleigh (Clive Owen) veio abalar o círculo de confiança. Pirata sedutor, consegue receber toda a atenção da rainha, que apesar de conhecer as suas intenções, deixa-se levar pelos jogos de carinho e sedução.

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Amada e odiada, a Rainha Elizabeth tornou-se das mais reconhecidas rainhas devido à sua força e determinação. O seu povo eram os seus filhos. Mesmo com o inimigo espanhol, o Rei que a criticavam pela sua religião protestante, e com a ameaça da prima a Rainha Mary da Escócia, Elizabeth conseguiu manter o seu posto de governante suprema.

Cate Blanchett brilha novamente como Rainha, num papel escolhido mesmo para a atriz. A sua interpretação vivaz de Elizabeth é dos pontos fortes do filme. O realizador Shekhar Kapur volta a criar um mote às cores na sua cinematografia. As cores vibrantes dos vestidos, plumas, cenários e ambientes envoltos criam um espectáculo apelativo de assistir. A nível de argumento, este filme não se tornou tão eficaz como o seu antecessor, e é neste aspecto que mantém o seu ponto mais fraco. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Recomendação: Livro “Isabel I – O Médico Português da Rainhda” – COMPRAR na WOOK

Séries

Guerra dos Tronos: Dragonstone

A estreia da sétima temporada de “Guerra dos Tronos” é dos eventos mais esperados do ano na televisão. O canal HBO não poupa a meios e a fundos para tornar esta série cada vez melhor, pode mesmo afirmar-se que já se encontra a qualidade de cinema. Depois dos fortes acontecimentos do final da sexta temporada: a destruição completa do High Sparrow e do seu grupo de seguidores pela Cercei, o suicídio do Rei Tommen,  Jon Snow torna-se no Rei do Norte, Daenerys finalmente cruza os mares, o assassino de Walder Frey por Arya Stark e a proclamação de Cercei como Rainha dos 7 reinos. Nesta sétima temporada o jogo está aberto. O primeiro episódio da temporada, intitulado de “Dragonstone“, avançou lentamente para o espectador perceber o ponto de situação das personagens e quais os seus próximos passos.

Depois de um começo sangrento, aquela Arya tem sido mesmo uma revelação, percebemos o ponto de situação das personagens. Jon Snow comanda Winterfell, e preocupa-se com a ameaça iminente do exercito dos White Walkers. Sansa Stark revela que aprendeu muito com Cercei (estão demasiadamente parecidas), mas não concorda com o meio-irmão sobre o destino das Famílias que traíram os Stark, e faz questão que toda a gente saiba (má Sansa). Contudo está de olhos abertos no Mindinho, ainda bem, estava com receio que se deixa-se manipular por ele. Lyanna Mormont tem espírito de liderança será um apoio crucial na guerra que está para vir. Já que ainda estamos em Winterfell, Tormund ainda não desistiu de conquistar o amor de Brienne.

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Caminhando para o Porto Real, Cercei está bem ciente da guerra que está a chegar. Ao lado de Jamie, procura a solução para conseguirem aliados o mais rapidamente possível. Um “amigo disfarçado” chega com fortes navios que dará a Cercei a vantagem naval que precisa. Euron Greyjoy é desprezível mas pretende a todo o custo conquistar a Rainha dos 7 reinos. Será que temos casamento à vista? Enquanto isso, Sam pensava que ao estar na cidadela do conhecimento lhe ia trazer vantagens. Mas aos poucos, descobriu que  existem áreas difíceis de penetrar. No entanto descobriu um segredo que irá ajudar Jon Snow no seu propósito, e juntá-lo com Daenerey Targaryen. Isto não posso negar, quero muito que estes dois se encontrem. Chegando a Dragonstone, e após examinar o local, Daenerys comenta com Tyrion na sala de estratégia militar “Shall we begin?“. Significa que agora vai começar o derradeiro culminar da ação.

Quem assistiu ontem ao episódio? O que mais e menos gostaram?

Vício do Momento

Review: Livro “The Hobbit”

The Hobbit” foi o primeiro livro que li inteiramente em inglês. Apesar de ainda não estar completamente à vontade com a língua, conseguia perceber o significado das frases. A minha vontade de ler este livro aconteceu devido a um episódio de “Supernatural”, quando a Charlie começa a ler o livro para a mãe em coma.

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Gostei logo deste início ““In a hole in the ground there lived a hobbit. Not a nasty, dirty, wet hole, filled with the ends of worms and an oozy smell, nor yet a dry, bare, sandy hole with nothing in it to sit down on or to eat: it was a hobbit-hole, and that means comfort”, com esta simples descrição, o escritor Tolkien leva-nos logo para o lugar mágico da Terra Média.

Continue reading “Review: Livro “The Hobbit””

Crítica

Gru – O Mal Disposto 3

Título: Despicable Me 3
Ano: 2017
Realização: Kyle Balda, Pierre Coffin
Interpretes: Steve Carell, Kristen Wiig, Trey Parker
Sinopse: Gru conhece o seu irmão alegre e charmoso Dru, que deseja fazer equipa com o irmão na arte da vilania.

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Depois de se aposentar da sua vida de vilão, Gru é despedido da agência secreta onde trabalha. Tudo devido a Balthazar Bratt, um vilão viciado nos anos 80 que roubou o maior diamante do mundo. Destroçado, Gru é contactado pelo seu desconhecido irmão gémeo, Dru para o ajudar numa tarefa: ser o maior super-vilão de sempre. Enquanto isso Gru cria um plano para recuperar o diamante e voltar a ter a sua vida de volta. Entretanto terá de lidar com a greve dos minions que não aceitam que o seu mestre se torne bom.
A Illumination Entertainment voltou a apostar no seu trufo maior. Quem não gosta dos pequenos seres amarelos que falam numa língua só deles? Apesar de este filme não manter um nível de animação superior aos seus antecessores, ainda consegue fazer rir, nos momentos menos esperados.

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Consistentemente engraçado, “Gru-Maldisposto 3” mantém um enredo curiosamente interessante e apelativo. Steve Carrel é a voz do protagonista e do seu irmão gémeo. Consegue um tom de equilíbrio entre ambos, que mesmo gémeos possuem personalidades diferentes. Na minha opinião as cenas com os minions são as mais divertidas. A boa-disposição que captam nos seus momentos é contagiante. É notório que esta obra cinematográfica tenta comparar-se às anteriores a nível de referências, contudo sobressai-se pela história mais madura. No final não consegue ser tão hilariante como os filmes anteriores. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Séries

Fargo: Terceira temporada

A série mais sangrenta e intrépida da televisão chegou à terceira temporada. “Fargo” aborda novamente crimes violentos, que estão envoltos em grande mistério numa pequena cidade. Com novas personagens e uma história alternativa, voltamos a conhecer um argumento insubstituível, cheio de ironia e sarcasmo que a torna numa série única.

Bem-vindos a uma pequena cidade em Midwestern, estamos no inverno, e o frio instala-se cada vez mais. O cheiro a morte surge quando o padrasto de Gloria Burgle, uma chefe do departamento de polícia é encontrado sem vida na sua própria casa. O clima de conspiração leva o telespectador a conhecer dois irmãos gémeos que vivem em disputa. Emmit e Ray Stussy, ambos interpretados por Ewan McGregor, não se dão devido a assuntos sobre a herança. Enquanto isso, V.M. Varga (David Thewlis) tenta ficar com o melhor proveito da situação. A ironia do destino vai juntar estas personagens, mas pelos piores motivos, afinal isto é Fargo.

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Comparando com as temporadas anteriores, esta terceira não segue um fluxo histórico previsto. Estes são outros factos sobre um homicídio por explicar. Um novo trama cheio de intriga e personagens carismáticas que voltam a criar um conjunto de situações imprevistas. O que também salva a pele a esta série além do seu argumento bem elaborado são as várias interpretações dos atores. Ewan McGregor interpreta dois irmãos, bastante diferente de aparência e personalidade. Outro destaque vai para  David Thewlis um vilão bastante filosófico e o elenco feminino Carrie Coon como a determinada Gloria e Mary Elizabeth Winstead como Nikki uma personagem revelação.

A terceira temporada de “Fargo” ainda se consegue manter refrescante e energética, relativamente à primeira temporada. Talvez a variação de cenários torna esta série sempre numa caixinha de surpresas. Tudo é possível em “Fargo” e eu fico à espera do próximo tiro dos produtores.

Promoção

LA ROCHE-POSAY gama LIPIKAR

LA ROCHE-POSAY gama LIPIKAR

A minha busca constante na procura de um creme de corpo eficaz para a pele seca, levou-me a descobrir a nova gama La Roche-Posay, a Lipikar. Eu já conhecia marca há anos, e associava-a principalmente a bebés, mas não é apenas exclusivamente. A minha pele é demasiado seca (tenho os genes do meu pai) e nunca encontrei um creme eficaz para combater esta secura. A procura finalmente terminou. Experimentei a gama Lipikar da marca La Roche-Posay e achei-a fantástica.  Produto de qualidade concebido para melhorar a saúde da pele, principalmente para a pele atópica. Que para quem não sabe o que é, é um tipo de pele que tende a ser muito muito seca, por vezes provoca comichão, irritação e muito desconforto. Passo a apresentar os produtos salva-vidas para a minha pele sensível.

Lipikar Óleo Lavante

Composto por soluções adaptáveis a cada tipo de pele é indicado para uso diário. A sua formula ajuda a limpar a pele sem a secar. Que normalmente ficamos com a sensação de secura quando saímos do banho. A ausência de sabão ajuda a um conforto contínuo após o duche. Quanto à minha experiência sobre o produto foi positiva, apesar de não estar habituada ao cheiro demasiado suave.

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Lipikar Leite Corporal

Indicado para uso diário, este creme promete retirar toda a sensação de desconforto do corpo. A sua formula ajuda a restaurar a barreira cutânea e a sua função protectora natural. Depois da pele devidamente limpa deve-se aplicar o produto. A embalagem é de utilização fácil e prática, apenas clicar e o creme cai na mão. Apesar de ter uma textura espessa a sua absorção é rápida, a pele fica imediatamente macia. Verdade, tive resultados logo na segunda aplicação.

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Lipikar Baume AP+

Este é um bálsamo reparador, necessário para a secura cutânea da pele. Utilizar em peles muito secas com desconforto, nomeadamente o acto de coçar. Outro creme milagroso da gama, experimentei-o no cotovelos e nos tornozelos (pois tenho essas zonas muito secas) e resultou, mesmo. Com apenas uma aplicação senti a pele bem mais suave e a sua rápida absorveção funciona às mil maravilhas.

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Eu aconselho estes creminhos que já fazem parte da minha coleção lá em casa, pois fiquei feliz com os resultados.

Crítica

Mr. Church

Título: Mr. Church
Ano: 2016
Realização:  Bruce Beresford
Interpretes:  Eddie MurphyBritt RobertsonNatascha McElhone….
Sinopse: Este filme conta a história de uma bela amizade que se desenvolve num cozinheiro e numa menina. Tudo começa com um arranjo de 6 meses, mas que dura a vida toda.

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“Mr. Church podia ser qualquer coisa, mas escolheu ser cozinheiro. O segredo dizia ele, era jazz“.

Assim começa o filme “Mr. Church” que mantém na liderança Eddie Murphy. Este filme não é de comédia, muito pelo contrário, é de drama e marca o regresso do ator, depois de um tempo longe do cinema. Eddie Murphy disfarça a sua piada com um ar sério. Está mais sereno e sem excentricidades. Baseado num facto verídico na vida de Susan McMartin, argumentista de séries como “Dois Homens de Meio” e “Vida de Mãe“, também foi a autora deste filme um pouco biográfico. Ao assistirmos a esta obra cinematográfica quase conseguimos semelhanças com o filme “A Voz no Coração“. Momentos paralelos  com destinos que se cruzam tornam este filme muito intuitivo e pessoal.

A história que decorre durante anos, segue a vida de Charlie (Britt Robertson) e Marie (Natascha McElhone), a sua mãe, uma doente terminal. Mr. Church, um cozinheiro foi contratado para ajudar a família durante 6 meses. Mas o que era um trato de 6 meses, durou a vida inteira. Num ambiente dramático e intimista acompanhamos as gerações desta grande amizade.

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Confesso que libertei umas lágrimas ao assistir a este filme. Não tem uma história banal e foca-se nas voltas que a vida dá. O argumento é a mais-valia de “Mr. Church“, o diálogo das personagens são quase como poemas.

“My Mama had been the sun to me. I basked in her warmth. I remember wanting to wake up in the morning just to see her. But now that sun was on fire, seemed to burn everything in sight. If I got too close, my skin stung. But Mr. Church, he could walk right through her blaze without so much as a singe. He was like the moon. Cool, calm, and always there. So I learned to turn away from the sun, and face the moon.”

“Mr. Church” pode não ser um filme reconhecido, pois não conseguiu a publicidade que merecia. Em formato independente foca-se no que é mais importante na vida: o amor. Eddie Murphy consegue uma excelente interpretação, apesar que quase não falar. Contudo mantém algumas pontas soltas o enredo, pois não consegue desmitificar completamente o segredo do “Mr. Church“. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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