Crítica

Mulher-Maravilha

Uma emocionante obra cinematográfica onde o poder feminino prevalece.

Depois da personagem nos ter sido apresentada em “Batman V Superman: O Despertar da Justiça” no ano passado, chegou a altura da Mulher Maravilha ter um filme só seu. Personagem carismática da DC, tem muitos fãs, e já recebeu várias adaptações, mas ainda nada no cinema. O plot principal da história da nossa heroína está espelhado na fotografia com quase 100 anos que Batman descobre. Na foto a protagonista pousa ao lado de combatentes durante a I Guerra Mundial. Antes de ser Mulher Maravilha como é por nós conhecida, era Diana (Gal Gadot) Princesa Amazona de Temiscira, e semi-deusa treinada para ser uma guerreira. O seu mundo muda quando conhece Steve Trevor (Chris Pine) um piloto/espião que lhe explica o terror vivido durante a I Guerra Mundial.

“I will fight, for those who can not fight for themselves”

É com este grito de independência que a jovem guerreira, contra a vontade de sua mãe Hipólita (Connie Nielsen) decide lutar ao lado dos humanos na frente da batalha.

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Séries

Stranger Things

Stranger Things” não é uma série vulgar. Nesta série original da Netflix temos tudo do melhor dos grandes feitos cinematográficos dos anos 80. Filmes como E.T. O Extraterrestre, Star Wars, Jaws, Regresso ao Futuro e até Carrie, excelentemente retratado em 9 episódios da primeira temporada.

No epicentro da história, temos o desaparecimento de Will, um menino que desaparece numa noite ao chegar a casa. A busca incansável dos seus amigos para encontra-lo. O aparecimento de uma estranha menina com super-poderes. A aflição de uma mãe que faz de tudo para encontrar o seu filho, mesmo que a considerem louca. Um polícia deprimido que procura luz na sua vida. Dois adolescentes que procuram a verdade e uma conspiração governamental com experiências de outro mundo. Todas estas personagens juntam-se com um caminho em comum.

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A verdade é que “Stranger Things” é uma caixinha de surpresas. Excelentes interpretações, mesmo a do elenco juvenil acompanhado por um argumento bem escrito, faz desta série um sucesso. Uma surpresa agradável que já conseguiu conquistar muitos fãs e muitos prémios. É inesperada, imprevisível e muito intensa. Define-se como sobrenatural, drama e fição cientifica, onde se junta à comédia de um modo suave. A convergência destes géneros torna esta série única e facilmente adaptada para várias faixas etárias. No entanto como se passa nos anos 80, pode criar nostálgica à infância de muitos. Apesar de ainda ser pequena, foca-se no essencial e não espalha-se como episódios forçados que muitas vezes acontecem nas séries que vemos. A segunda temporada já foi confirmada e eu aguardo ansiosamente.
Quem já viu esta série? Gostaram?

Crítica

Sniper Americano

Título: American Sniper
Ano: 2014
Realização: Clint Eastwood
Interpretes: Bradley Cooper, Sienna Miller, Kyle Gallner
Sinopse: O sniper da SEAL, Chris Kyle, salva vários soldados no campo de batalha que o tornam numa lenda. De volta a casa à sua esposa e filhos após quatro excursões de dever ao país, Chris descobre que é a guerra que não consegue deixar para trás.

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Neste filme denso e com uma mensagem forte conhecemos a história verídica de Chris Kyle. Um soldado dos Navy Seals, Marinha dos Estados Unidos da América, que serviu o seu país na guerra contra o Iraque. Foi considerado pelo Departamento de Defesa como o sniper mais letal da história americana, com 160 mortes confirmadas. Não só acompanhamos a guerra, mas a tensão familiar e vida pessoal de Kyle, enquanto luta contra o stress prós-traumático. O realizador e ex-ator Clint Eastwood decide captar essa história americana através da sua lente da câmara de filmar e consegue um tiro certeiro. Apesar do complexo e pesado contexto da guerra iraquiana, somos confrontados com vários momentos leves e puramente emocionais e funcionam com tecla de descontracção sobre a vida familiar deste homem que também tinha o peso de salvar os seus companheiros aos ombros.

American Sniper” conseguiu nomeação para os Óscares para seis categorias (incluíndo melhor filme e ator), ganhando apenas na melhor Mistura de Som. Tornou-se também no filme de guerra mais rentável do cinema.

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O protagonista Bradley Cooper teve de preparar-se afincadamente para este papel. Participar num filme sendo uma pessoa real sobre uma realidade ainda muito recente não é tarefa fácil. A par do treino psicológico o treino físico também foi importante para manter a aparência mais verosímil. O argumento bem definido e construído tornam o acompanhamento do filme bem mais fácil, sem a demasia de momentos pesados. Clint Eastwood esforçou-se ao máximo para tornar esta obra cinematográfica o mais real possível. Ainda acompanhamos uma parte da história Norte-Americana e mundial tão recente e ainda muito traumática. Este filme não está a tentar expor a moralidade vivida na Guerra do Iraque, mas sim a vida de Chris Kyle e a sua luta pessoal e defesa pelo seu país, considerado por muitos como um verdadeiro herói americano. O blogue atribuí 3,5 estrelas em 5.

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Warner Bros Portugal

Crítica

Ladrões Com Grande Estilo

Três tubarões do cinema juntam-se num filme pouco convencional. Um grupo de idosos que decide assaltar um Banco.

Michael Caine (“Batman: O Início), Morgan Freeman  (“Os Condenados de Shawshank“) e Alan Arkin (“Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos“), são três veteranos na interpretação cinematográfica e são também os três protagonistas deste filme realizado por Zach Braff. Braff é também ator e aos poucos tem-se lançado na realização. Habituado à comédia, decidiu resgatar o clássico filme “Going in Style” de 1979 para uma versão mais atual. A escolha do elenco não podia ter sido a melhor, mas percalços no guião tornam esta obra pouco sustentável no seu género.

Três septuagenários insatisfeitos com a sua vida, decidem assaltar um Banco, para viverem os últimos anos da sua vida confortáveis economicamente. Trabalharam juntos décadas numa fábrica de ferro que deixou de lhes pagar a pensão. Sempre toda a vida foram escravos do trabalho, mas nem assim a vida foi generosa com eles. Willie (Freeman) vive longe da família, e luta contra uma doença nos rins. Joe (Caine) tem a filha e neta a viver com ele, mas perdeu o direito à casa e Al (Arkin) é um miserável instrutor de saxofone que ensina a miúdos sem talento para a música. Todos os dias juntos, conversam, jogam, comem tarte e adivinham o dia em que vão morrer, mas chegou a altura de dizer basta. [LER MAIS]

Crítica

Bailarina

Título: Ballerina
Ano:
2016
Realização: 
Eric Summer
Interpretes: 
Elle Fanning, Dane DeHaan, Carly Rae Jepsen…
Sinopse:
Uma menina orfã sonha em ser uma bailarina profissional. Desde  Brittany uma zona rural, a Paris onde consegue um lugar como pupila na Grand Opera.

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“Bailarina” é um filme produzido por estúdios no Canadá, Entertainment One e por estúdios da França, Gaumont. Nesta aventura a 3D conhecemos, Félicie (Elle Fanning) que juntamente com o seu amigo Victor (Dane DeHaan) fogem do orfanato onde estão para seguirem os seus sonhos. Ela quer ser bailarina e ele um famoso inventor. Um clássico marcado com contornos dos filmes Disney, pois é tão bom acreditar. É na cidade da luz que encontram a grande oportunidade para se tornarem o que sempre desejaram, mas existe alguns obstáculos no caminho. De carácter positivo e com energia contagiante esta é uma animação para assistir com os miúdos, contudo é um filme com uma história bonita. Pois para alcançar os nossos sonhos temos que tentar ser os melhores no que fazemos. Com perseverança e treino, chegamos lá.

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A animação não é das melhores mas consegue ultrapassar o mediano. Paris está visivelmente bem construída, na época do ferro, da Torre Eiffel e da Estátua da Liberdade que ainda era uma prospecção de presente para os Estados Unidos da América. Os ilustres edifícios também estão bem interpretados, é o caso da Grande Ópera. O argumento desta obra está bem conseguido, apesar de não ficarmos com essa ideia no início. A banda sonora também é positiva com músicas de Sia e Carly Rae Jepsen (que também dá a voz a uma das personagens). Como é um filme de ballet a importância da coreografia foi mantida em grande atenção e conseguiu superar as expectativas. “Ballerina” é quase um filme de “Karate Kid” em versão dança clássica. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Diary

Londres Dia 2

No segundo dia já tínhamos um objectivo visitar a cidade e os seus monumentos mais emblemáticos. Logo pela manhã fomos a pé, do hotel até ao Museu Madame Tussauds (20 min.) como compramos os bilhetes online, fomos poupados da enorme fila que já se encontrava na entrada. Juntamente com um grupo subimos o elevador e já estávamos na carpete vermelha juntamente com as estrelas de Hollywood. Foi a altura de tirar a câmara do bolso e upa, upa começar com fotos, fotos e mais fotos. Tirei fotos com todas as figuras de cera que lá estavam. Passamos pela zona da moda, do desporto, personagens ficcionais, história, Sherlock Holmes, líderes políticos, heróis da Marvel e por último Star Wars. Madame Tussauds é mesmo um museu que vale a pena visitar, bastante divertido e podemos estar por lá à vontade.

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No Madame Tussaud’s

Depois do museu, fomos até Baker Street, ao número 221B, conhecido por todos como a casa de Sherlock Holmes. Tem lá um museu, mas não fui, a entrada não era em conta. Assim gastamos uma manhã e fomos almoçar. O Pret a Manger está para Londres como o McDonald’s está para Portugal. Uma variedade completa de sandes, sopas, bebidas quentes e pastelaria. Almoçamos uma sande e salada rápida e continuamos a nossa visita.

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Tower Bridge

Apanhamos o autocarro Hop-On Hop-Off, daqueles autocarros que nos deixa nos locais de interesse e fomos até ao centro de Londres. Depois de passarmos o palácio de Buckingham, Coca-Cola London Eye, Big  Ben, House of Parliament, Westminster, fizemos a nossa primeira paragem em St Paul Cathedralm, igreja onde casou a Princesa Diana. Lanchamos nesse local e fomos a pé até à Tower of London, passando a Tower Bridge. Nesse local apanhamos o barco (estava incluído com o bilhete de autocarro) e conhecemos a história de Londres pelo rio Tamisa. Saímos em Westminster e aí conhecemos todos esses monumentos que rodeiam o espaço. Não entramos, porque o preço não é muito acessível. Para o jantar fomos a um restaurante grego. A cozinha mediterrânea apresenta um sabor mesmo divinal, optei pela escolha de frango grelhado com arroz de legumes e molho de iogurte.

Brevemente explico o roteiro do Dia 3.

Crítica

Tartarugas Ninja Heróis Mutantes: O Romper das Sombras

Título: Teenage Mutant Ninja Turtles: Out of the Shadows
Ano: 2016
Realização: Dave Green
Interpretes: Megan Fox, Will Arnett, Tyler Perry…
Sinopse: Após derrotarem Shredder, que juntou forças com um cientista louco, Baxter Stockman e uns bandidos de nome Bebop e Rocksteady para conquistar o mundo, as tartarugas terão de enfrentar um nemesis ainda mais perigoso, um extraterrestre de nome Krang.

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As Tartarugas Ninja voltam à carga depois do primeiro filme, crítica podem ler aqui. Desta vez Michael Bay abdicou da realização para Dave Green, mas garantiu lugar na produção. O vilão continua a ser o conhecido Shredder que conseguiu escapar da prisão, a ele juntam-se os tontos Bebop e Rocksteady, e o cabecilha, extraterrestre Krang. Já que estou a falar de personagens novas, Casey Jones (Stephen Amell) também torna-se recorrente neste filme. Resumindo novas personagens novas aparecem, mas já as conhecíamos dos desenhos animados. Apesar do argumento melhorado relativamente ao filme anterior, “Tartarugas Ninja Heróis Mutantes: O Romper das Sombras” ainda é um filme totalmente descartável, e comestível apenas pelo entretenimento que propõe.

TEENAGE MUTANT NINJA TURTLES: OUT OF THE SHADOWS

Com comédia forçada e muito soft, deixamos de conhecer a verdadeira essencial das Tartarugas. Porquê é que gostávamos deste desenho animado? Era engraçado, especialmente com a personagem Michaelangelo e conseguia muitos de ação bastante divertidos. Neste filme esquecemos-nos quase disso. A ação é quase mínima. O que mais me interessou no argumento pouco desenvolvido foi o drama de irmãos que não conseguiam um acordo entre eles. De resto foi tudo muito fútil. Megan Fox como April não convence nada. Como o anterior filme foi um flop, com este esperava mais, mas não teve o efeito que esperava.
O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Diary

Viagem a Londres – Dia 1

Londres era a minha segunda cidade de sonho, depois de Paris. Como já cumpri a vontade de ir à cidade da luz em 2015, este ano aquando a escolha das férias, Londres foi a nossa opção. Sherlock Holmes, Harry Potter, Senhor dos Anéis, o berço de grandes histórias que me fascinaram. Percorri a cidade durante 5 dias, e mesmo assim não consegui visitar tudo. A enormidade do local é fascinante, assim como a quantidade de pessoas de andam por lá.

O primeiro dia metade foi gasto em viagens e transportes. Do aeroporto Heathrow a Victoria Station, onde andei de comboio (um conselho: são mesmo muito caros) e até ao hotel, optamos pelo uso de autocarro (sim, aqueles vermelhos de dois andares). Chegamos ao hotel já passava da hora do almoço, então deixamos as malas no quarto e partimos à aventura. Encontramos um restaurante italiano e paramos por ali. A minha massa à bolonhesa foi necessária para recarregar as baterias. Como estávamos num país novo, surgiu-nos algumas dúvidas. Pagamos gorjeta ou não? Será que se utiliza por aqui? A verdade que nãos são bem certos sobre o assunto, existem restaurantes que respeitam essa política, outros não. O italiano pelos vistos não, mas mesmo assim, cedemos à gorjeta de 10% sobre o valor do almoço.

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Estátua da Rainha Vitória e no fundo o Palácio de Kensington

A seguir esperava-nos um dia de muita caminhada. Atravessamos o Hyde Park, o vasto jardim, mesmo no coração de Londres, e fomos até ao Museu Nacional de História Natural que é imensamente gigante. Contudo é bastante divertido e melhor ainda é gratuito. Conhecemos um pouco sobre a vida do homem, a vida animal, a astronomia, dinossauros e geologia. Ainda íamos ao Museu de Ciência que é mesmo ao lado, mas estava fechado. Um problema lá: os museus fecham todos por volta das 17 horas. Por um lado até foi bom, já não sentia as pernas de tanto andar. Como já estava estava na hora aproveitamos e fomos jantar. Pizza Hut foi a escolha. Pedimos uma sopa, e acreditem não é nada como as nossas, e uma pizza. Por erro enganaram-se no pedido e trouxeram uma super-picante. O que melhorou a situação foi as saladas self-service que propõe onde podemos escolher o que quisermos, quantas vezes quisermos. Aproveitei também para experimentar as várias Pepsi de sabores que lá tem: Pepsi de Cereja, Baunilha, Lima e Morango. São boas, mas na minha opinião muito doces. Este foi o primeiro dia, a seguir conto o segundo dia.

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Museu de História Nacional – Reconstrução óssea de um dinossauro