Momento Musical

Vídeo Musical – Vaiana


A jovem Alessia Cara foi convidada para participar na banda sonora no filme da animação da Disney “Vaiana” (2016). A música já todos conhecemos como “How Far I’ll Go”.

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Crítica

Batman e Harley Quinn

A DC aproveitou o sucesso de Harley Quinn após o filme “Esquadrão Suicida e decidiu avançar com um filme dedicado a esta vilã. No mesmo contexto do live-action, aqui Harley também duvida da sua identidade de ser a má da fita e decide ajudar a “salvar o mundo”. Juntamente com Batman e Nightwing terá de encontrar Poison Ivy e prevenir que avance com o seu plano. Apesar da animação, este filme não é para crianças. A história é madura e aborda temas sobre a sexualidade e com linguagem imprópria.

Batman e Harley Quinn” apresenta um argumento fraco e desconexo, numa abordagem mal aproveitada. Este filme é um dispensável para os amantes da banda desenhada. Quanto às personagens estas também foram mal escritas, fora das suas verdadeiras personalidades. A escolha de Melissa Rauch (A Teoria de Big Bang) não foi a melhor para a voz de Harley. O sotaque carregado não foi o melhor escolhido para a personagem. Concluindo este filme é uma perda de tempo, exceto com alguns momentos divertidos que fazem o espectador, mas pelo lado estúpido. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

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Vício do Momento

Escrito na Água

Apenas tem quatro livros publicados, mas Paula Hawkins já é considerada das melhores revelações da literatura suspense do mundo. O seu livro “A Rapariga no Comboio” bateu todos os recordes nas livrarias. Conseguiu até um filme, protagonizado por Emily Blunt e Rebecca Ferguson, do qual a crítica podem ler aqui. “Escrito na Água” foi lançado este ano, considerado das obras literárias mais esperadas.

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Este foi o meu livro de verão. Terminei-o em três tempos. A leitura é fácil, sem muita descrição, com muitos diálogos. Quase como se estivéssemos a ler o roteiro de um filme. Por falar nisso “Escrito na Água” já está em produção para uma adaptação na sétima arte.

A história abrange um grupo de personagens que de capítulo em capítulo vamos entendendo os seus pensamentos e ações. Depois de uma morte misteriosa acontecer nas águas do rio, os habitantes começam a suspeitar entre si. De quem será a culpa? Numa viagem entre o presente e o passado, compreendemos a perspectiva de cada um e do seu envolvimento no caso.

Paula Hawkins volta a apelar ao mistério. Num enredo onde nada o que parece é. Só descobrimos a verdade na última página (guardar o melhor para o fim).
“Escrito na Água” inicialmente é cativante, contudo à medida que o leitor avança na história, torna-se mais previsível como será o desenrolar dos acontecimentos.

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Crítica

A Lenda de Tarzan

Título: The Legend of Tarzan
Ano:2016
Realização: David Yates
Interpretes: Alexander Skarsgård, Rory J. Saper, Christian Stevens, Margot Robbie…
Sinopse: Tarzan mantém uma vida confortável em Londres, quando é convidado a visitar novamente a selva, numa importante missão.
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O conto de Tarzan volta a ganhar uma nova adaptação cinematográfica. Com uma tendência moderna de um homem-macaco mais civilizado, recebe novos contornos neste filme realizado por David Yates (Harry Potter). John Clayton como agora prefere ser tratado, já deixou a vida na selva para trás. Vive em Londres com uma ótimas condições de vida. Contudo o passado volta a persegui-lo quando o rei aborda-o sobre uma nova viagem ao Congo. Na sua companhia viaja a esposa, Jane e o médico George Williams. John aka Tarzan terá de voltar ás suas origens e procurar sobreviver na natureza e no confronto com os humanos. O ator Alexander Skarsgård (Sangue Fresco) é o protagonista do filme. Muito sóbrio, mantém uma postura linear, contudo esperava-se um Tarzan perplexo com muitos dos costumes civilizados. Margot Robbie é Jane, e não é a típica donzela em apuros. A sua personagem foi escrita de forma a ser mais ativa e útil no enredo. Gosto disso.

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Outro ator que se destacou, ao contrário de Samuel L. Jackson, foi Christoph Waltz. Interpreta principalmente vilões nos seus filmes,  e este não foi excepção. Mantém uma rigidez na sua personagem com um toque de sarcasmo o que o torna mais inquietante. Um dos pontos altos do filme foi a luta de Tarzan com o seu “irmão” gorila. Planos bem filmados e movimentos de cortar a respiração em solo molhado. David Yates conseguiu-nos hipnotizar com a sua filmografia. Close-ups aos atores o que adensa a realidade desta obra. Quanto aos pontos negativos sublinho a falta de eficácia no enredo e argumento. Apesar de muito bem, reflectirem marcos do passado, não foi o suficiente. A história falhou. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Cosplay

Photoshoot Nico Robin

Demorei a editar algumas fotos desde photoshoot. Daí o meu atraso nesta publicação. Em julho deste ano estive presente no evento ISMAI Legends com o meu cosplay de Nico Robin (versão Alabasta) de One Piece. Aproveitei o espaço para um pequeno photoshoot e este é o resultado. Se quiseres saber mais sobre este dia, deixo aqui o vlog.

Clica nas fotos para melhor qualidade.

 

Filmes

Robocop

Título: Robocop
Ano: 2014
Realização: José Padilha
Interpretes: Joel Kinnaman, Gary Oldman, Michael Keaton…
Sinopse: Em Detroit em 2028, quando Alex Murphy, um marido amada, um pai e um bom polícia – é gravemente ferido devido ao seu dever, a Omnicorp uma multinacional encontra a oportunidade perfeita para torna-lo na nova aposta do futuro policial.

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Os filmes do “Robocop” marcaram a minha infância. Lembro-me que ficava acordada até tarde (talvez era só até às 11 horas ou meia-noite, mas para mim já era tarde) para assistir ao filme, transmitido na televisão. Não era o meu género, mas gostava. Como costumava entreter-me com os brinquedos dos meus primos, alusivos a esta personagem, conhecia-o bem. A história de um polícia-robô para mim na altura sempre foi muito banal. Era perfeitamente possível. Agora, com mais idade percebo que não é bem assim. Ainda existe uma grande barreira entre a assistência das máquinas nas tarefas dos humanos. Será possível? Temas maioritariamente morais refutam esta ideia. Um robô sem emoções, apesar de conseguir mais eficácia, nunca poderá substituir um ser humano. É nesse tema que se foca este remake de “Robocop“.

Nesta obra cinematográfica, realizada por José Padilha o polícia robótico é criado de forma a limitar os crimes nas cidades, num futuro próximo. O projeto ficou restringido devido à falta de argumentos entre liberadamente deixarmos a cidade em segurança, nas mãos de uma máquina. O projeto recebe novos contornos, quando Alex Murphy um polícia sobre graves ferimentos após uma explosão. Assim renasce o Robocop, uma máquina, com emoções humanas.

O filme avança lentamente e não cativa a atenção do espectador. O enredo é muito vago e desordenado. Faltava uma continuação, contudo vejo que seja pouco provável de acontecer. Joel Kinnaman interpreta um Robocop, muito sério e desinteressante. Não senti muito empatia por esta personagem, prefiro o original. Concluindo este filme está muito mediano. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Animes

Cardcaptor Sakura: Clear Card

Atualmente está na moda, retornar o que não foi completamente finalizado. Ou quando simplesmente existe mais história para contar. Vários animes está a aderir a esta formalidade. Exemplos disso são: Dragon Ball Super Digimon Tri. Ambos animes que marcaram a minha infância, e o mesmo se aplica a Cardcaptor Sakura, que volta com uma nova animação. O enredo ganha novos contornos e Sakura agora mais velha, terá novas aventuras.

Na semana passada foi lançada um OVA que serve como prólogo aos próximos acontecimentos. Um final diferente ao do anime. Cardcaptor Sakura: Clear Card explica novamente a história dos ursinhos e amor inocente entre Sakura e Syaoran.

A animação é claramente mais nítida e mais colorida, o espectador é contemplado com paisagens lindas do Japão. Ao assistir a esta OVA especial, não consegui aguentar a emoção de alguns “Oooooh” e “Awww“. Nada mudou desde que assistira Sakura a Caçadora de Cartas em miúda na televisão. E ainda bem.

Estes especial focou-se essencialmente nos sentimentos de Sakura pelo seu amigo, o querido Syaoran (e minha crush de criança). Após esta descobri que ele terá de se mudar para Hong Kong por tempo indefinido. Foi exactamente assim que terminou a manga, mas desta vez submeteram uma versão diferente. Não existe nada de negativo a apontar, a qualidade original mantém-se. Este foi um pequeno presente para os fãs, pois o anime só voltará a 7 de janeiro de 2018.

Crítica

Amor em Tempos de Guerra

Título: The Ottoman Lieutenant
Ano: 2017
Realização: Joseph Ruben
Interpretes: Michiel Huisman, Hera Hilmar, Josh Hartnett…
Sinopse: Esta é uma história de amor entre uma enfermeira idealista americana e um oficial turco durante a 1ª Guerra Mundial.

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Tal como o nome indica este filme é sobre uma história de amor. Durante a 1º Guerra Mundial, uma jovem idealista, Lillie, decide ajudar um colega seu, o médico Jude, numa missão no Império Turco. Num mundo novo, exótico, mas também perigoso. Lillie encontra-se com Jude, mas terá mais lembranças daquele lugar, no momento em que se apaixona por um militar turco. A jovem terá de fazer a derradeira escolha: ser ela mesma ou ser o que os outros pretendem que seja.

 Neste romance dramático, o espectador além de acompanhar o destino de cada uma das personagens, fica a conhecer a envolvente história da Turquia, durante a 1ª Guerra Mundial. Na minha opinião uma mais-valia, porque falando do meu caso, não conhecia muito a história do país. Acho que nos sentimos um pouco como a protagonista nesse aspecto.

The Ottoman Lieutenant-3Este é quase um romance proibido, separado por religião, crenças e ideologias. Um drama mesmo certo para os mais românticos. O protagonismo do filme é liderado por Hera Hilmar, que não é uma personagem forte e a atriz não deixa a sua marca. Michiel Huisman é o oficial turco, valente mas com bom coração, que consegue conquistar como galã. Igual para Josh Hartnett o jovem médico, inteligente, mas um pouco rígido nas suas obrigações. Ben Kingsley tem um papel um pouco apagado e não conseguiu o destaque que merecia. The Ottoman Lieutenant vence pela sua fotografia. Os cenários foram bem escolhidos, e tornam esta obra cinematográfica num regalo aos olhos. Aquela cena da corrida dos cavalos apresenta a magnitude das paisagens da Turquia. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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