Ficheiros Secretos

A quarta temporada de Ficheiros Secretos foi exibida no ano de 1996. Temos um agente Mulder (David Duchovny) com um novo penteado, estilo anos 90. Aquele género que Leonardo DiCaprio usou no “Titanic” e jovem Matt Damon também. Além deste momento fashion conhecemos uma nova personagem com o nome peculiar. Marita Covarrubias (Laurie Holden), mais conhecida como a Andrea de The Walking Dead. Esta também foi a temporada em que Mulder e Scully quase se beijaram. Apesar de não acontecer, ficou aquele clima no ar.

Análise Quarta Temporada

A quarta temporada de Ficheiros Secretos foi exibida no ano de 1996. Temos um agente Mulder (David Duchovny) com um novo penteado, estilo anos 90. Aquele género que Leonardo DiCaprio usou no “Titanic” e jovem Matt Damon também. Além deste momento fashion conhecemos uma nova personagem com o nome peculiar. Marita Covarrubias (Laurie Holden), mais conhecida como a Andrea de The Walking Dead. Esta também foi a temporada em que Mulder e Scully quase se beijaram. Apesar de não acontecer, ficou aquele clima no ar.

A série criada por Chris Carter tenta inovar a cada episódio. Por isso temos momentos bons como o episódio “Demons” em que Mulder acorda sem memória num quarto de hotel coberto de sangue e a sua investigação será sobre o desaparecimento da sua irmã, ainda em criança.  Episódios chave que revelam o passado de personagens como o smoking man. Percebemos que apesar de um assassino a sangue frio sonha ser um poeta famoso e esteve presente em grandes momentos da história americana. Foi ele que cedeu a ordem do assassinato do presidente Kennedy e de Martin Luther King. Também marcou presença na primeira autopsia a um extraterrestre. A personagem Skinner também foi o protagonista de uma episódio especial. Contudo é Scully que vai sofrer as consequências de ter sido raptada por extraterrestres na temporada anterior. No episódio “Leonard Betts“, os agentes do FBI descobrem o caso de um homem imortal que se alimenta das partes cancerígenas do ser humano. Na penúltima cena do episódio, Betts larga a bomba na Scully e refere “tens algo que eu preciso“. Dana começa a ter sintomas de doença, mais tarde confirmada como um tumor no cérebro, provavelmente devido ao contacto com os alienígenas.

   

Outros episódios fantásticos contribuem para a qualidade desta temporada. “Home” é um episódio perturbador, mas absolutamente surpreendente e interessante. “Paper Hearts” foca-se num assassino em série e no passado de Mulder que pode ou não estar relacionado com o desaparecimento da sua irmã. O verão de 1997 foi longo para os fãs da série, pois ansiavam pela chegada da quinta temporada . A quarta termina de uma forma dolorosa com “Gethsemane“. Scully é chamada a identificar um corpo e no final somos confrontados com uma dura realidade. Será que sim? Será que não?

Prison Break: O Regresso

Prison Break foi das séries que impulsionou o meu gosto pelo entretenimento. Via religiosamente quando era transmitida na RTP1 no fim-de-semana. Cada episódio era uma aventura. Atrevo-me a dizer que “Prison Break” era mesmo uma inovação porque em 2005 não havia nada do género na televisão. Revi-a recentemente porque não conhecia o final. Não gostei obviamente, mas superei. Notícias de 2016 revelavam que estava em produção uma nova temporada de “Prison Break” e com o mesmo elenco. Urra! Foi verdade e a série chegou ainda este ano

Prison Break foi das séries que impulsionou o meu gosto pelo entretenimento. Via religiosamente quando era transmitida na RTP1 no fim-de-semana. Cada episódio era uma aventura. Atrevo-me a dizer que “Prison Break” era mesmo uma inovação porque em 2005 não havia nada do género na televisão. Revi-a recentemente porque não conhecia o final. Não gostei obviamente, mas superei. Notícias de 2016 revelavam que estava em produção uma nova temporada de “Prison Break” e com o mesmo elenco. Urra! Foi verdade e a série chegou ainda este ano.

Percebi imediatamente que sentia falta destes dois. A dupla Michael e Linc é imbatível. Contudo ao longo dos episódios percebi que afinal esta nova saga apresentava algumas falhas. O propósito de “matar” a personagem principal no final de uma série é mesmo com o propósito de não voltarem com o assunto. Conseguiu a sua glória, mas chegou ao fim. Então deviam ter atribuído outro fim ao Michael. Aconteceu com Poirot parecido. Agatha Christie optou por “assassinar” a sua personagem favorita para mais ninguém escrever histórias sobre Poirot. A táctica bem pensada, não foi bem sucedida. Sophie Hannah foi a escolhida para substituir Agatha Christie na escrita de novos policiais sobre a personagem.

A temporada é pequena, com um total de 10 episódios. Sete anos depois, Linc descobre a verdade sobre o irmão. Michael está vivo e mantido prisioneiro na prisão Ogygia em Sana’a, Iémen com o nome Kaniel Outis. Agora é a vez de Linc tentar resgatar o irmão. O que vamos percebendo ao longo da série é que tudo é uma conspiração liderada por Poseidon. Entretanto Michael já tem um filho com sete anos e Sarah casou novamente.

Prison Break” volta a inovar. Com acontecimentos atuais sobre estados de guerra. O grupo de Scofield terá de sobreviver aos constantes motins da cidade, ao deserto e às complicações de serem os homens mais procurados. As cenas de ação são completas e a adrenalina é constante. O final de cada episódio continua a deixar vontade para ver o próximo. Além de Michael e Linc foi agradável voltar a ver personagens como Sucre, Ben e até T-Bag. O gang estava junto novamente. Como a temporada era pequena o tempo avançava rapidamente e tal provoca algumas falhas temporais. Criou uma desvantagem par ao fio condutor da série. Na minha opinião os pontes fortes são mais do que os fracos.

Pequenas Mentirosas

“Pequenas Mentirosas” ou em título original “Pretty Little Liars” foi durante sete temporadas um carrossel de emoções. Baseado nos livros de Marlene King, esta série de televisão baseia-se num grupo de amigas e no desaparecimento de uma delas. Spencer (Troian Bellisaro), Aria (Lucy Hale), Hannah (Ashley Benson) e Emily (Shay Mitchell), procuram pela amiga Alison (Sasha Pieterse) .

“Pequenas Mentirosas” ou em título original “Pretty Little Liars” foi durante sete temporadas um carrossel de emoções. Baseado nos livros de Marlene King, esta série de televisão baseia-se num grupo de amigas e no desaparecimento de uma delas. Spencer (Troian Bellisaro), Aria (Lucy Hale), Hannah (Ashley Benson) e Emily (Shay Mitchell), procuram pela amiga Alison (Sasha Pieterse) . A partir daí começam a ser ameaçadas por um anónimo que se auto intitula de “A”, alegando expor os segredos das jovens. Claro que arrastaram o mais possível sobre a identidade do dito cujo. Apenas na sexta temporada foi revelado o culpado. Depois, de quase todas as personagens terem passado por ser o “A”, devido aos segredos que gravemente escondiam. Depois na última temporada houve mais história e mais um culpado que por incrível que pareça ainda conseguiu ser surpreendente.

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“Pretty Little Liars” é uma série diferente. Porquê? Bem porque junta nas condições certas, drama, muito mistério e ainda comédia, principalmente os momentos com a personagem Hannah. O enredo repleto de teorias de conspiração cola mesmo ao ecrã, o único problema é que a série enrolou bastante e já cansava. O seu rápido sucessos foi a causa principal da demora a terminar. O elenco composto por jovens atrizes, cresceram profissionalmente com estes papeis que lhe valeram a fama. Quanto a mim, comecei a ver esta série desde o início e senti-me atraída à história de segredos e manipulação. Contudo os produtores conseguiram sempre manter a impressibilidade dos acontecimentos, sendo que o espectador nunca suspeitava sobre quem seriam os verdadeiros vilões, sempre desconfiando de todas as personagens. Quanto ao final foi feliz para as pequenas mentirosas, no entanto continuou aberto para uma outra possível história. Além disso “Pretty Little Liars” conseguiu uma série spin-off, sobre o tema sobrenatural. “Ravenwood“, apenas durou uma temporada.

Fargo: Terceira temporada

A série mais sangrenta e intrépida da televisão chegou à terceira temporada. “Fargo” aborda novamente crimes violentos, que estão envoltos em grande mistério numa pequena cidade. Com novas personagens e uma história alternativa, voltamos a conhecer um argumento insubstituível, cheio de ironia e sarcasmo que a torna numa série única.

A série mais sangrenta e intrépida da televisão chegou à terceira temporada. “Fargo” aborda novamente crimes violentos, que estão envoltos em grande mistério numa pequena cidade. Com novas personagens e uma história alternativa, voltamos a conhecer um argumento insubstituível, cheio de ironia e sarcasmo que a torna numa série única.

Bem-vindos a uma pequena cidade em Midwestern, estamos no inverno, e o frio instala-se cada vez mais. O cheiro a morte surge quando o padrasto de Gloria Burgle, uma chefe do departamento de polícia é encontrado sem vida na sua própria casa. O clima de conspiração leva o telespectador a conhecer dois irmãos gémeos que vivem em disputa. Emmit e Ray Stussy, ambos interpretados por Ewan McGregor, não se dão devido a assuntos sobre a herança. Enquanto isso, V.M. Varga (David Thewlis) tenta ficar com o melhor proveito da situação. A ironia do destino vai juntar estas personagens, mas pelos piores motivos, afinal isto é Fargo.

Comparando com as temporadas anteriores, esta terceira não segue um fluxo histórico previsto. Estes são outros factos sobre um homicídio por explicar. Um novo trama cheio de intriga e personagens carismáticas que voltam a criar um conjunto de situações imprevistas. O que também salva a pele a esta série além do seu argumento bem elaborado são as várias interpretações dos atores. Ewan McGregor interpreta dois irmãos, bastante diferente de aparência e personalidade. Outro destaque vai para  David Thewlis um vilão bastante filosófico e o elenco feminino Carrie Coon como a determinada Gloria e Mary Elizabeth Winstead como Nikki uma personagem revelação.

A terceira temporada de “Fargo” ainda se consegue manter refrescante e energética, relativamente à primeira temporada. Talvez a variação de cenários torna esta série sempre numa caixinha de surpresas. Tudo é possível em “Fargo” e eu fico à espera do próximo tiro dos produtores.

Sherlock Temporada 4

Ainda nenhuma temporada da série “Sherlock” tinha conseguido manter-se tão bem interligada como esta. Com o título O Problema Final ou quererá dizer o último episódio? (espero que não) o detective britânico tem mais um caso complicado para resolver.

O Problema Final

Ainda nenhuma temporada da série “Sherlock” tinha conseguido manter-se tão bem interligada como esta. Com o título O Problema Final ou quererá dizer o último episódio? (espero que não) o detective britânico tem mais um caso complicado para resolver. Desta vez são assuntos familiares que estão em jogo. Lamento os spoilers mas são necessários para a construção deste texto. E este não é um jogo qualquer. Os jogadores são nada mais nada menos do que as pessoas mais inteligentes do país, Sherlock Holmes, John Watson, Mycroft Holmes, Moriarty e Eurus Holmes. Memórias do passado ressurgem para assombrar o protagonista. A verdade torna-se em mentira e a mentira é descoberta. Com uma personalidade manipulativa, descobrimos a irmã secreta de Sherlock, Eurus. Torna os seus irmãos e Watson peões do seu maquiavélico jogo, onde todos os segundos contam. Não será fácil e eu relembro que o meu coração parou umas vinte vezes a ver este emocionante episódio.

Com um argumento bem delineado, uma história excentricamente apetitosa e uma realização excepcional que capta todas as dúvidas das personagens. Este episódio não podia ter corrido melhor. Enquanto acompanhamos a valsa do violino, acompanhamos as escolhas difíceis dos peões do jogo fatal de Eurus. Um dos pontos altos do episódio foi o reaparecimento do extravagante Moriarty, que apareceu para dar um ar da sua graça. “I want to break free” dos Queen foi o tema escolhido por si para dar início à sua vingança muito esperada.

Esta série da BBC volta a surpreender e queremos sempre ver mais.

“Sherlock” Bebés, segredos, surpresas e o inesperado

A chegada da nova temporada de Sherlock é sempre dos momentos mais esperados do início do ano. Nunca desilude. O final da terceira temporada trouxe de volta o inimigo de Sherlock. Moriarty, provocador transmitia mensagens com “Miss Me?”. Mas como podia ser Moriarty, se este morreu. Ou será que não?


A chegada da nova temporada de Sherlock é sempre dos momentos mais esperados do início do ano. Nunca desilude. O final da terceira temporada trouxe de volta o inimigo de Sherlock. Moriarty, provocador transmitia mensagens com “Miss Me?”. Mas como podia ser Moriarty, se este morreu. Ou será que não? Estas dúvidas assombram Sherlock que tenta manter a sua vida normal à espera que o jogo comece. “Eu saberei quando o jogo começa. Porque eu adoro“. Entretanto John Watson e a sua esposa, Mary esperam pelo nascimento do primeiro filho. A chegada de um bebé muda tudo e até Watson vai notar essa diferença. Privatização do sono, perda de casos, mas ainda escreve no seu blogue. Os créditos são todos para Sherlock, nenhum caso lhe escapa. A sua audácia, engenho e atenção aos pormenores fazem dele um investigador privado único. Apesar do seu excesso de confiança e orgulho em si mesmo.

Cansado de casos fáceis, Sherlock encontra o seu ponto de saída com o misterioso roubo de estátuas de Margaret Tatcher. Moriarty deve estar por detrás disto, suspeita o protagonista. A caça ao rato começa. As pistas chegam finalmente ao suspeito. Após o confronto de Sherlock, é descoberto que o caçador de estátuas de Tatcher era membro da AGRA. Lembram-se do passado de Mary? Uma ex-agente. A personagem Mary terá mais protagonismo neste episódio e finalmente vamos vê-la mais em ação.

Com um argumento refinado, arrebatador e ainda com as falas egocêntricas de Sherlock, tentamos recolher o máximo de informação sobre o episódio que mais parece um filme. Surpresas acontecem das formas mais inesperadas com atitudes mistas de traição e companheirismo. O final foi marcado pelo inesperado, que provavelmente vai marcar a série para um tom mais sombrio (como já foi visto no trailer). Sherlock vai ter o seu caso mais complexo. Agora espero pelos próximos episódios, que apesar de serem poucos valem cada segundo.

Convite Para a Morte de Agatha Christie

A criatividade de Agatha Christie volta sempre para nos surpreender. Nesta mini-série de três episódios e baseada no seu livro mais complexo “And Then There was None” Afinal quem é o assassino?

A criatividade de Agatha Christie volta sempre para nos surpreender. Nesta mini-série de três episódios e baseada no seu livro  mais complexo “And Then There was None“, foi produzido pela BBC em 2015 e com a presença de ilustres atores britânicos como Charles Dance e Aidan Turner. Esta foi a minha escolha para o Halloween deste ano. Mistério, suspense, intriga e muita reviravolta é o que se pode esperar deste, mas afinal quem é o assassino?

Aos poucos e poucos conhecemos as personagens, mas não é tarefa fácil. Temos observar com atenção oito convidados a um jantar numa ilha, e dois governantes da casa da família Owen. Os gestos, expressões e olhares, tudo deve ser avaliado pelo espectador com o propósito de descobrir a verdade. Conforme avança a história percebemos que cada um dos presentes esconde o seu dity little secret, e cada um deles já esteve voluntariamente ou involuntariamente envolvido numa morte. “And Then There Were None” descreve o seguinte poema sobre 10 indivíduos que um a um morre sem explicação.

“Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove;Um deles se engasgou, e então ficaram nove.Nove negrinhos sem dormir: não é biscoito!Um deles cai no sono, então ficaram oito;Oito negrinhos vão a Devon em charrete;Um deles quis ficar, então ficaram sete.Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eisQue um deles se corta, então ficaram seis;Seis negrinhos de uma colmeia fazem brinco;A abelha picou um, e então ficaram cinco,Cinco negrinhos vão ao fórum, a tomar os ares;Um deles foi julgado, então ficaram dois pares.Quatro negrinhos vão ao mar; a um tragou de vezO arenque defumado, e então ficaram três.Três negrinhos passeando no zoológico. E depois?O urso abraçou um, e então ficaram dois.Dois negrinhos brincando no sol, sem medo algum;Um deles se queimou, e então ficou só um.Um negrinho está sozinho, é só um. Ele se enforcou, e não sobrará nenhum.”

Não pensem que vou dizer quem é. Tem de ver e descobrir, até porque só mesmo no fim o véu é levantado. Vamos desconfiando, mas nunca sem ter a certeza. A história é profunda e enigmática. Conhecemos cada um dos presentes e afeiçoamos-nos às suas personalidades. Com o desenrolar da história vamos ficando cada vez mais curiosos com o desfecho. O bom argumento e rigorosidade dos atores permite ocultar quem verdadeiramente são, o que dificulta a descoberta. Segunda a crítica “And Then There Were None” é dos livros mais aclamados da escritora Agatha Christie, devido à complexibilidade textual e profundidade das personagens.

Daredevil – Temporada 2

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Considero esta segunda temporada de “Daredevil” melhor do que a primeira. No início temos a apresentação da personagem e do seu conceito, e apesar do vilão ser espectacular, a história ainda estava a começar. Nesta temporada temos novas personagens, como Punisher e Elektra que tornam a série bem mais interessante. Voltamos ao início, tudo está bem na vida do advogado Matt Murdock. Como vigilante da noite conseguiu colocar na cadeia Kingpin e o seu amigo Foggy conhece a sua verdadeira identidade. Começa a complicar quando surge um novo vigilante. Sem medo de matar os bandidos, chamam-lhe “Punisher”. O ator Jon Bernthal sai de “The Walking Dead” e aceita o desafio de interpretar Frank Castle. Homem danificado que perdeu tudo, incluindo a sua família, e que apenas sobrevive com o desejo de vingança. Vingança por quem lhe tirou tudo. Ora o encontro entre o Diabo e o Justiceiro de Hell’s Kitchem acontece mais rápido do que imaginamos. Num momento tenso, ambos partilham as suas dúvidas morais. Apesar de não manterem a mesma opinião, são mais parecidos do que imaginam.

Ao longo de 13 episódios, a série desenvolve-se de forma mais madura e mais violenta. As cenas de ação são várias e pensadas ao pormenor. Movimentos rápidos e lentos com combinações reais e energéticas. “Daredevil” surpreende, novas revelações são descobertas o que se torna uma surpresa. As novas personagens conseguiram dar à história um desenvolvimento mais profundo e mais força ao enredo. Jon Bernthal consegue ser um Punisher determinado, mas sensível também. Já Elodie Yung mostra todo o seu potencial como Elektra com a força e agilidade a acompanhar com um sotaque engraçado.

O melhor: As dúvidas morais de deixar viver ou não, quem tem esse poder, Homem ou Deus.
As cenas no julgamento também me convenceram e fizeram-me torcer pelo Castle.
A fuga da prisão de Castle e o regresso de Kingpin que pela primeira vez se dirige com esse nome.
O conflito de Foggy com Matt, desta vez foi necessário. No entanto esperava que no final se juntassem novamente como nos velhos tempos.
O romance entre Matt e Elektra, era o que o protagonista estava a precisar.

O Pior:
A relação rápida entre Matt e Karen. Desnecessária para a ocasião e demasiado forçada.
A investigação solitária de Karen.
A revelação do segredo da Mão. Considerei demasiadamente apropriado para a situação, assim como o regresso de Stick que foi confuso.
Esperava mais sobre Fisk, conseguiu uma participação na série, mas o seu destino foi deixado sem conclusão.

Sherlock

Mark Gatiss e Steven Moffat tiveram uma ideia de génio. E se adaptassem a personagem Sherlock Holmes aos tempos actuais?

Mark Gatiss e Steven Moffat tiveram uma ideia de génio. E se adaptassem a personagem Sherlock Holmes aos tempos actuais?

O conceito

A personagem criada por Sir Arthur Conan Doyle já recebeu várias adaptações ao longo dos anos. Desde Basil Rathbone (em filmes de 1939 a 1946), Jeremy Brett (na televisão entre 1984 a 1994), no cinema com Robert Downey Jr (2009), Jonny Lee Miller na série “Elementary” (2012) até à sua última adaptação por Ian Mckellen em “Mr. Holmes” (2015). Todas elas tem as suas características especiais, mas nenhuma se destaca mais do que a série televisiva “Sherlock“. A mesma morada, os mesmos nomes, os mesmos casos, mas num século diferente, num conceito completamente inovador. Mark Gatiss e Steven Moffat falaram desta ideia por anos “Tudo o que importa sobre Holmes está lá. Sherlock e Watson continuam iguais. As histórias de Conan Doyle nunca foram sobre casacos em xadrez, eram sobre deduções brilhantes, terríveis vilões e crimes sangrentos.”, respondeu Steven numa entrevista. A decisão final surgiu numa viagem de comboio e com a ajuda de Sue Vertue da Hartswood Films o conceito começou  a ganhar forma. Apresentaram a ideia à BBC que confirmou, “Avancem”.

A série

Era o ano de 2010 quando foi lançado o primeiro episódio “The Study in Pink” um dos principais casos de Sherlock Holmes, e logo recebeu a aceitação do público. No papel principal tínhamos Benedict Cumberbatch, ator britânico ainda não muito reconhecido, expressava-se melhor no teatro, mas já tinha participado em alguns filmes. Como parceiro e melhor amigo, Dr. John Watson, interpretado por Martin Freeman, mesmo antes do “The Hobbit. A combinação dos dois atores juntos foi perfeita. Benedict manifesta o seu enorme talento nesta personagem épica, além disso o seu look moderno causa a impressão necessária para o papel de Sherlock. Martin tem uma presença igualmente importante. Mostra toda a seriedade essencial e com posturas próprias dos actor, é um Watson inigualável. Cada episódio é como um filme, dura cerca noventa minutos, mas nem nos apercebemos do tempo passar. O espectador vive cada minuto. [LER MAIS]

Fargo

Esta é uma série baseada em factos reais. Assim começa cada episódio da série exclusiva da FOX, Fargo. Esta falácia presente no início de cada episódio revela imediatamente o humor negro subjacente à história. Baseado no filme cult, de 1996 dos irmãos Joel e Ethan Cohen.

Review Temporada 2

Esta é uma série baseada em factos reais. Assim começa cada episódio da série exclusiva da FOX, Fargo. Esta falácia presente no início de cada episódio revela imediatamente o humor negro subjacente à história. Baseado no filme cult, de 1996 dos irmãos Joel e Ethan Cohen, segue a personagem de Billy Bob Thorton, um homem sem escrúpulos que conhece o insatisfeito Lester Nygaard (Martin Freeman). Imediatamente a vida de ambos muda completamente numa série de incidente ocorridos em 2006 que chama a atenção da polícia local. Depois de uma primeira temporada estrondosa, cheia de envolvimentos surpreendentes e interpretações de louvar, Fargo voltou.

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