Crítica: Crazy, Stupid Love

Estava tudo bem na vida de Cal Weaver (Steve Carrel), tem dois filhos que adora, uma casa paga, um emprego rentável e é casado com uma mulher que ama. Mas tudo muda, quando a sua esposa Emily (Julianne Moore) confessa que já o traiu com um colega de trabalho (Kevin Bacon) e por isso quer o divórcio.

Estava tudo bem na vida de Cal Weaver (Steve Carrel), tem dois filhos que adora, uma casa paga, um emprego rentável e é casado com uma mulher que ama. Mas tudo muda, quando a sua esposa Emily (Julianne Moore) confessa que já o traiu com um colega de trabalho (Kevin Bacon) e por isso quer o divórcio. Amor, Estúpido e Louco (2011) realizado por Glenn Ficarra e John Requa, conta-nos a história de cinco amores em simultâneo. Explicando qual o verdadeiro significado do amor. Após um casamento de anos, Cal fica bastante deprimido e decide afogar as suas mágoas num bar local. Mas como não estava no mundo dos solteiros à décadas, Cal tem bastante dificuldades em falar com o sexo oposto. É a partir daí que um jovem sedutor, Jacob Palmer (Ryan Gosling), profissional no mundo das mulheres, ao ver a degradação social de Cal, decide ajuda-lo a tirar proveito da situação. O futuro divorciado aceita a ajuda psicológica e física do seu instrutor de sedução, tudo com o objectivo final de voltar a conquistar a sua esposa Emily.

Além da história principal de Emily e Cal existem outros amores e desamores. O filho de Cal de 13 anos está loucamente apaixonado por Jessica, a babysister da sua irmã mais nova. Que por outro lado Jessica está apaixonada pelo seu patrão, sendo este muito mais velho. Outra personagem é Hannah (Emma Stone) que se encontra numa crise amorosa, pois o seu namorado não lhe pede em casamento. Porém Hannah encontra o amor com Jacob. Este que sempre ter jeito para as mulheres, com Hannah é diferente, pois consegue resistir aos seus encantos. Confuso? Olhe que não. O amor está em todo o lado, mesmo nos locais que menos esperamos, e é isso que este filme pretende provar. Com um elenco de luxo, a história vai envolver o espectador através de alguns momentos engraçados à mistura. Uma típica comédia romântica.

Crítica: Blue Valentine

Cindy (Michelle Williams) e Dean (Ryan Gosling) que passam uma noite romântica longe da filha para reatar a paixão do casal. Este é um retrato honesto de uma história de amor entre o passado e o presente. Sendo que no filme existem “flashes” de ambos como se conheceram, namoraram e casaram.

Blue Valentine (2010) é um filme realizado por Derek Cianfrance e conta a uma história de amor real. Além de amor é uma história da procura e descoberta do afecto pelo outro. As personagens centrais são a Cindy (Michelle Williams) e Dean (Ryan Gosling) que passam uma noite romântica longe da filha para reatar a paixão do casal. Este é um retrato honesto de uma história de amor entre o passado e o presente. Sendo que no filme existem “flashes” de ambos como se conheceram, namoraram e casaram. O presente conta com seis anos passados desde o encontro do casal. Após um namoro cheio de promessas, mas um pouco turbulento devido a um antigo namorado de Cindy, o casal vê-se confrontado com uma situação difícil. Uma gravidez indesejada. A gravidez na adolescência é complicada e Cindy divide-se entre o aborto ou não. Com a ajuda de Dean opta por ter a criança, e juntos constituem uma família. Cheios de expectativas para o futuro o casal caí no quotidiano, e já não são o mesmo que eram à seis anos atrás. Alegres, descontraídos e não se importando com o resto do mundo, agora tem outro tipo de responsabilidades. Passam uma noite juntos num quarto de hotel, para detonarem o inevitável, o final do casamento. Esta é uma história de amor real, pois muitos casais deparam-se com esta mesma situação, continuarem juntos, mesmo não havendo amor entre ambos. Os melhores elementos do filme é a realidade descrita na história, os atores Ryan Gosling e Michelle Williams retratam bem o dia-a-dia de um casal primeiro com química e dinamismo, depois com falta de afecto e carinho um pelo outro. O diálogo entre as personagens está claramente bem escrito com as intensas conversas entre Dean e Cindy. O realizador abusou das cenas sexuais entre o casal, mas conseguiu captar bem a ligação entre o casal. Em suma este é um filme romântico/dramático que aborda temas bastante actuais com um elenco de luxo.

Crítica: Amanhecer – Parte 1

O quarto filme da Saga Twilight chegou ás salas dos cinemas. Breaking Dawn (Amanhecer) – Parte 1 juntou os fãs de todo o mundo para assistirem ao tão aclamado e esperado filme. Juntando os jovens atores nos papéis principais Robert Pattinson e Kristen Stewart como o Edward um elegante vampiro e Bella uma humana teimosa. O casal vive momentos de sonho, aguardam pelo dia mais esperado das suas vidas, o seu casamento.

 O quarto filme da Saga Twilight chegou ás salas dos cinemas. Breaking Dawn (Amanhecer) – Parte 1 juntou os fãs de todo o mundo para assistirem ao tão aclamado e esperado filme. Juntando os jovens atores nos papéis principais Robert Pattinson e Kristen Stewart como o Edward um elegante vampiro e Bella uma humana teimosa. O casal vive momentos de sonho, aguardam pelo dia mais esperado das suas vidas, o seu casamento. O filme com a história de amor épica inicia-se com a entrega do respectivo convite do evento, onde demonstra as diferentes reacções dos convidados para o tão aguardado dia. Por outro lado vemos a total oposição ao casamento por parte de Jacob, que vive momentos penosos, isto porque sentes-se atraído por Bella. Além disso sabe o que o casamento significa, a transformação da jovem em vampira, para viver eternamente com o seu noivo. Depois dos nervosismos pré-boda, chegou o momento tão aguardado. O momento pelo qual os fãs esperavam, o vestido de noiva, as decorações do espaço, o bolo de casamento, os convidados presentes, a noiva a caminhar até ao altar e a altura em que ouvimos o “Sim”. Depois de um casamento sem percalços, excepto a fúria de Jacob, mas fora isso houve momentos de muita dança e diversão. Os recém-casados partem em lua-de-mel para o Rio de Janeiro. Durante duas semanas, vivem momentos de pura felicidade e encanto, estão no paraíso. A história muda quando Bella desconfia estar grávida de Edward (algo que nem sabia que seria possível). Devido ao rápido desenvolvimento do bebé, decidem embarcar para casa novamente.

Edward teme pela vida de Bella, deduzindo que o feto poderá nascer como aquilo que ele é, um demónio. Bella por outro lado está confiante e deseja a todo o custo ter o bebé, indo contra todos os princípios de Edward. Neste filme da saga Twilight abrange temas mais adultos, como o matrimónio, a primeira vez com um parceiro e a maternidade. O que por sinal é bom, ver as personagens enfrentarem novos desafios. Além da história que circula Edward e Bella, existe a de Jacob. Este ia contra todos os princípios da sua amiga Bella, que gostaria de se ver transformada num vampiro, ele por outro lado é contra esse ser sobrenatural. Pois sendo um lobisomem, desde gerações que tem obrigação de caçar vampiros. Apesar disso as suas ideias mudam quando descobre que Bella está grávida, e além de não concordar que ela tenha o bebé, também vai contra a sua matilha, pois estes querem matar Bella. Jacob revoltado com tal decisão, torna-se num rebelde, protegendo a vida de Bella da sua família de lobisomens.

Referente aos aspectos negativos desta parte da saga temos a pouca evolução das personagens relativamente aos filmes anteriores. O Jacob continua apaixonadíssimo por Bella e esta ainda lhe faz os “olhinhos” apesar de estar apaixonada por Edward. Por outro lado Edward continua com o seu auto-controlo de nada fazer para evitar a perda de Bella. Já os pontos positivos são mais. Os efeitos visuais estão muito bem conseguidos, acompanhando a gravidez com a degradação da Bella e o pós-gravidez. Por outro lado a cena do parto também conseguiu ficar realista . O final acaba de forma surpreendente, pois o espectador fica com curiosidade sobre o que vai acontecer na próxima película. Resta-nos agora esperar até Novembro de 2012 para a continuação da saga, com Breaking Dawn – Parte 2.