Crítica: The Dark Knight Rises

A aventura do super-herói morcego iniciou-se em 2005, com o filme Batman Begins em 2008 estreava outro filme desta vez com o nome The Dark Knight, e sempre com o mesmo realizador e ator que interpreta o famoso herói, Christian Bale, juntamente com Morgan Freeman no enredo. É de referir que todos os filmes foram aplaudidos pela crítica. Neste filme, a história desenvolve-se 8 anos após a história fatídica do filme anterior, do qual ditam a forçada desistência do Batman como protetor da cidade de Gotham. Devido à culpa injusta que toda a população põe sobre os ombros do herói, ao culpa-lo da morte de Harvey Dent.


Pode dizer-se que a trilogia realizada por Christopher Nolan, com o seu último filme The Dark Knight Rises (2012), teve o seu final bombástico. A aventura do super-herói morcego iniciou-se em 2005, com o filme Batman Begins em 2008 estreava outro filme desta vez com o nome The Dark Knight, e sempre com o mesmo realizador e ator que interpreta o famoso herói, Christian Bale, juntamente com Morgan Freeman no enredo. É de referir que todos os filmes foram aplaudidos pela crítica. Neste filme, a história desenvolve-se 8 anos após a história fatídica do filme anterior, do qual ditam a forçada desistência do Batman como protetor da cidade de Gotham. Devido à culpa injusta que toda a população põe sobre os ombros do herói, ao culpa-lo da morte de Harvey Dent.


Bruce Wayne, multimilionário da cidade de Gotham, esconde a sua identidade secreta como Batman. Devido aos tristes eventos passados à oito anos atrás deixou de ser o Homem-Morcego e passou a viver isolado do mundo na sua mansão. Até ao dia em estranhos acontecimentos ameaçam a cidade, uma estranha ladra vestida de gata (Anne Hathaway), um terrível vilão com máscara de nome Bane (Tom Hardy) que trás o caos e destruição por onde passa, e um inspector bastante teimoso, John Blake (Joseph Gordon-Levitt), fazem Bruce Wayne mudar de ideias quanto à intervenção de Batman na cidade. Com a ajuda do seu amigo Lucius Fax (Morgan Freeman), o Batman consegue ter os seus equipamentos especiais na luta contra o mal.

Porém uma falha a reter do filme é que como este é o derradeiro final, é como nos são expostas imensas personagens novas, não há tempo para uma apresentação mais adequada de cada um. Desta vez o filme não dá tanta importância a Alfred (Michael Caine) nem a Lucius Fox, mas sim a Selina Kyle (Anne Hathaway) e o jovem policia John Blake. Contudo apesar do longo tempo do filme (quase três horas) nem nos apercebemos do tempo passar, devido ao belissímo envolvimento do enredo, pois estamos sempre curiosos ao que vais acontecer, pois desta vez, Batman vai ter de confrontar-se com a terrível destruição massiva da cidade de Gotham onde a vida de todos os cidadãos está em perigo. Será que vai conseguir? Ou será o final do herói? Não percam este fantástico filme de Nolan, pois afinal é o último da  trilogia.Neste filme tenho de atribuir 4,5 estrelas em 5

Rating: 4.5 out of 5.

Crítica: Hunger Games – Jogos de Fome

A história circula em volta de Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), num mundo pós-apocalíptico onde reina o caos, a guerra e a fome. O mundo que conhecemos não é mais o mesmo, este esta dividido em 12 distritos, em apenas um país único, onde os governantes snobs vivem bóemicos na cidade Capitol, não se interessando pela pobreza dos outros distritos. A jovem Katniss é uma das pobres do distrito 12

Hunger Games ou Jogos da Fome é um filme de 2012 realizado por Gary Ross e tem como protagonistas Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Woody Harrelson, Stanley Tucci e  Elizabeth Banks. A história deste filme teve o seu início na literatura, com o “best-seller” mundial de  Suzanne Collins, o primeiro livro de uma trilogia, que começou em 2008 e terminou em 2010. Este ano o famoso livro foi adaptado para a sétima arte.

A história circula em volta de Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), num mundo pós-apocalíptico onde reina o caos, a guerra e a fome. O mundo que conhecemos não é mais o mesmo, este esta dividido em 12 distritos, em apenas um país único, onde os governantes snobs vivem bóemicos na cidade Capitol, não se interessando pela pobreza dos outros distritos. A jovem Katniss é uma das pobres do distrito 12.

Vivendo sempre em suporto da família, dando apoio à mãe que desde a morte do marido nunca foi a mesma e protecção à sua irmã mais nova, Prim. Porém Katniss faz tudo para sobreviver, através da sua habilidade para o arco e a flecha, a jovem consegue dar subsistência de alimento à família. Contudo para manter a paz entre os 12 distritos revoltados, todos os anos, cada Distrito tem a obrigação de dar dois tributos humanos, um rapaz e uma rapariga para competirem nos famosos Jogos da Fome, onde apenas um pode sobreviver. Neste ano celebram-se os 74ª Jogos da Fome, Katniss vê-se obrigada a participar para salvar a vida da irmã, juntamente com Peeta, um rapaz do mesmo distrito, pelo qual sempre teve um fraquinho por ela.

Katniss está num mundo com a qual nunca esteve habituada. Porém para sobreviver à selva dos Jogos da Fome terá de ser perspicaz, utilizando a sua força e a ajuda da natureza, para conseguir voltar para a sua família. No entanto tem outra terrível missão, assassinar os restantes 23 concorrentes do jogo, incluindo o seu parceiro de equipa, para sair viva da arena. Será que Katniss vai conseguir?

Curiosamente na minha opinião devido à imensa informação que nos é  divulgado no livro, penso que no filme esses dados estão bem compactados, par a todo um mundo novo que nos é mostrado. Contudo à medida que os Jogos começam a narrativa do filme, vai perdendo fluxo, desvanecendo um pouco. Pois estamos sempre à espera de um pouco mais. De facto que este filme reflecte uma enorme crítica social aos governantes, sendo que a ideia da competição dos jogos da fome é um pouco ilusória e muito desumana. Porém o filme estava bom e espera-se agora pelos restantes dois. Na minha opinião o filme merece 4 estrelas em 5.

Crítica – Fantástico Homem Aranha

A primeira saga foi realizada por Sam Raimi, e ao comunicaram um reboot, desta vez com um Amazing, fez dos fãs ficarem duvidosos quanto à recepção deste novo filme. Não seria muito cedo para começar tudo de novo? Novo enredo, novo vilão, novos atores. Tudo diferente. Mas correu tudo pelo melhor, o filme foi considerado um sucesso.

The Amazing Spider Man é realizado por Marc Webb, protagonizado por Andrew Garfield, Emma Stone,Rhys Ifans e Denis Leary. Este filme estreado recentemente nas salas de cinema portuguesas, teve um “anunciamento” um pouco inesperado. Pois este não é o primeiro filme do herói aracnídeo, mas sim o terceiro. A primeira saga foi realizada por Sam Raimi, e ao comunicaram um reboot, desta vez com um Amazing, fez dos fãs ficarem duvidosos quanto à recepção deste novo filme. Não seria muito cedo para começar tudo de novo? Novo enredo, novo vilão, novos atores. Tudo diferente. Mas correu tudo pelo melhor, o filme foi considerado um sucesso.

Neste Amazing Spiderman mostra-nos um Peter Parker (Andrew Garfield) um pouco diferente dos últimos filmes do Homem-Aranha. Desta vez o nosso herói é menos maduro, agindo de forma imatura, quase sem pensar nas consequências. Ainda viva num mundo de rebeldia, típica da adolescência normal. Além disso este filme aborda mais o desaparecimento e morte dos pais de Peter, envoltos em segredos e  especulações. A história de como tudo começou já nos é familiar, Peter Paker, após uma visita de estudo na Oscorp Corporation é picado acidentalmente por uma aranha geneticamente modificada, a partir daí começa a ter super poderes. Outro aspecto diferente relativamente aos outros filmes é o facto de as teias não saírem dos pulsos do herói. Aqui tudo muda, como um jovem inventor que Peter é, desenvolve um mecanismo de atirar teias pelas mãos.

Como um rapaz rebelde que é, e na adolescência tem um fraquinho por Gwen Satcy (Emma Stone), uma rapariga popular da escola, que tal como ele adora ciências. Tudo parece correr bem na vida de Peter, tem novos poderes, tem um encontro marcado com a bela jovem, até a um incidente que tira a vida ao seu tio Ben. Peter Parker vivia com os tios, Ben e May desde a morte dos seus pais, ainda criança. Após a fase de vingança pela morte do tio, a situação complica-se, quando o Professor/Cientista Dr. Curt Connors injecta-se com um soro milagroso, que poderá estar na solução para a reconstituição do seu braço esquerdo. O que infelizmente transforma-o num lagarto gigante, aterrorizando toda a cidade. Onde apenas o nosso herói aracnídeo poderá salvar a população em risco.

As imagens das filmagens de Webb são fabulosas, onde o telespectador é levado diretamente para os cenários de fantasis do filme. Onde “quase” que pudemos voar nas teias do Homem-Aranha pelos prédios da cidade. Aliado a um tecnologia 3D e digital torna os efeitos bem idealizados. Em conclusão o filme é bastante bom, trazendo um bom serão de cinema. Esperemos agora pela inevitável continuação, com o segundo filme da saga. O Blog atribui ao filme 4 em 5 estrelas.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Prometo Amar-te

Este filme consegue mostrar o amor incondicionalidade da situação, um amor verdadeiro e para sempre. A história fala-nos de um casal, Paige e Leo que vivem felizes nos subúrbios de Chicago. Cada um tem o seu emprego, que apesar de não dar muito dinheiro, é o sonho de cada um. Ela é artista e ele editor de música. Porém tudo isso muda, quando um terrível acidente de carro faz perder toda a memória de Paige nos seus últimos 5 anos. Com amnésia, logo não faz a mínima ideia de quem Leo passa ser, nem se lembra de alguma vez o ter conhecido. Agora cabe a Leo ter a difícil tarefa de fazer Paige apaixonar-se por si uma segunda vez. Será que vai conseguir?


The Vow (Prometo Amar-te) é um filme baseado numa história verídica e conta com a participação de Rachel McAdams e Channing Tatum nos principais papéis e a realização é de Michael Sucsy. Este filme consegue mostrar o amor incondicionalidade da situação, um amor verdadeiro e para sempre. A história fala-nos de um casal, Paige e Leo que vivem felizes nos subúrbios de Chicago. Cada um tem o seu emprego, que apesar de não dar muito dinheiro, é o sonho de cada um. Ela é artista e ele editor de música. Porém tudo isso muda, quando um terrível acidente de carro faz perder toda a memória de Paige nos seus últimos 5 anos. Com amnésia, logo não faz a mínima ideia de quem Leo passa ser, nem se lembra de alguma vez o ter conhecido. Agora cabe a Leo ter a difícil tarefa de fazer Paige apaixonar-se por si uma segunda vez. Será que vai conseguir?

O realizador Michael Sucsy é um pouco inexperiente em filmes de cinema, e logo não conseguiu captar muito bem o drama envolvente. Este filme é apenas ideal para o Dia dos Namorados, pois demonstra que o verdadeiro amor pode destruir todos os obstáculos da vida. Sendo que até nos faz lembrar filmes com Notebook e até A minha namorada tem amnésia (mas não se torna tão bom ou divertido com este último). Outro aspecto que na minha opinião devia ser mais abordado é o facto do assunto de perda de memória não preocupar ninguém é quase uma situação “oca” pois nenhum das personagens entra propriamente em pânico, apenas sobressai-se o lado romântico de toda a situação. Nem por o filme ser baseado em factos reais torna a história mais verdadeira e intimista. Em conclusão concordo perfeitamente neste filme para uma sessão a dois, ou até para aqueles mais românticos, fora isso é apenas um filme que não acrescenta muito aos amantes de cinema.

Crítica: Sem Tempo

O triller In Time mostra-nos uma realidade bem diferente da nossa. Um mundo onde os humanos não envelhecem após os vinte e cinco anos e que após essa idade, todo o seu tempo é contabilizado através de um relógio genético no braço esquerdo de cada um, indicando quanto tempo cada um tem de vida. Neste mundo o dinheiro é substituído por tempo. Quem mais tempo tiver no braço mais vive, podendo até se tornar imortal, caso contrário morre por não ter tempo. Apesar de ser um filme com um enorme conceito, não antes abordado, a história está muito aquém das expectativas deportadas no filme.


Sem Tempo (Im Time) é um filme de 2011 que tem como protagonistas Amanda Seyfried, Justin Timberlake e Cillian Murphy. A realização esteva ao cargo de Andrew Niccol(Senhor da Guerra). O triller In Time mostra-nos uma realidade bem diferente da nossa. Um mundo onde os humanos não envelhecem após os vinte e cinco anos e que após essa idade, todo o seu tempo é contabilizado através de um relógio genético no braço esquerdo de cada um, indicando quanto tempo cada um tem de vida. Neste mundo o dinheiro é substituído por tempo. Quem mais tempo tiver no braço mais vive, podendo até se tornar imortal, caso contrário morre por não ter tempo. Apesar de ser um filme com um enorme conceito, não antes abordado, a história está muito aquém das expectativas deportadas no filme.

Will Salas é Justin Timberlake, um jovem com 28 anos em tempo real, que vive nos subúrbios. Habituado a correr devido ao tempo que lhe foi depositado, vive sempre com apenas algumas horas no braço, vive com a sua mãe. Durante uma ida a um bar Will conhece um homem que farto de viver (possuía mais de 100 anos), decide oferecer o seu século de vida do relógio genético e transborda-lo para Will para que ele possa viver mais sem preocupações. Tal assunto trás desconfiança aos Guardiões do Tempo (a polícia local) que persegue Will. E assim se dá uma luta contra o tempo. Enquanto isso o jovem Salas dirigi-se para a zona mais abastada, em busca de uma vida melhor. É aí que conhece a menina rica Sylvia Weiss (Amanda Seyfried) que vivia com o pai, um magnata com mais de um milhão de anos em tempo. Devido a um conjuntos de consequências Sylvia e Will tornam-se cúmplices procurando um mundo melhor, e acabar com a guerra de classes.

O filme tem um óptimo conceito, uma combinação existencial que ainda não tinha sido explorada devidamente. Um mundo onde o tempo vale mais que dinheiro, onde o tempo torna superior a quem o tiver em demasia. Porém não foi bem explorado no filme. A ideia está lá a narração não é esse factor que destrói a película. Além disso existe uma falta de compatibilidade entre os protagonistas Will e Sylvia, não convencem como casal nem como fugitivos, pois seria previsto algumas dificuldades e não muitos facilitismos. Além disso uma rapariga sempre habituada a ter tudo aceita esta mudança social como se nada se trata-se. E também devo referir que Justin Timberlake não sendo um grande ator, já nos mostrou melhores desempenhos em outros papéis. Em suma o filme não está mal, mas podia estar muito melhor, não passa de uma película de entretenimento. Atribuo 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Escritor Fantasma

Este filme é caracterizado por ser um thriller intenso onde prevalece a mentira, a morte e a traição. Sobre um conjunto de teorias da conspiração entre o mundo da política e associações secretas. Onde apenas um homem pode descobrir toda a verdade, através da sua escrita. Ewan MacGregor interpreta o “escritor fantasma” que está encarregue de escrever as memórias do antigo primeiro-ministro britânico

O Escritor Fantasma filme de 2010, realizado por Roman Polanski, e tendo como principais protagonistas Ewan McGregor (Star Wars), Kim Cattrall (Sexo e a Cidade) e Pierce Brosnan (007). O trabalho mais interessante e mediático do realizador Polanski foi sem dúvida o filme O Pianista (2002) com Adrien Brody e vencedor do Óscar, este porém fica mais atrás mas não deixa de ser bom. Este filme é caracterizado por ser um thriller intenso onde prevalece a mentira, a morte e a traição. Sobre um conjunto de teorias da conspiração entre o mundo da política e associações secretas. Onde apenas um homem pode descobrir toda a verdade, através da sua escrita. Ewan MacGregor interpreta o “escritor fantasma” que está encarregue de escrever as memórias do antigo primeiro-ministro britânico  Adam Lang (Pierce Brosnan). O novo escritor, sim, pois o anterior morreu de forma misteriosa, foi convidado a morar na casa completamente isolada do ser cliente, com o fim de escrever a sua autobiografia. Mas enquanto se hospeda um terrível escândalo abala Adam Lang, sobre crimes de guerra que alegadamente cometeu enquanto presidia. Ao longo da história o “fantasma” irá perceber que à luz dessas novas informações a sua carreira e até a própria vida podem estar em risco. Porém novas pistas surgem quando forma encontradas informações que o antigo escritor de Lang deixou antes de morrer.

O início do filme é um pouco lento e enfadonho em algumas cenas, mas toda a narrativa da história não deixa de ser cativante. A história só começa mesmo a prender o telespectador quando o fantasma se instala na mansão do político, pois aí o ambiente envolta-nos num clima sombrio e de tensão pensado sobre o que haverá a seguir. O filme tem uma história que nos leva a querer descobrir o filme e qual o fim esperado para cada personagem.Por isso para amantes de películas com teorias da conspiração e desconfianças este é o ideal, pois demonstra que nem tudo que parece é. Cada personagem pode surpreender, e o mais simples dos homens pode descobrir toda a verdade. A melhor cena é a última, pois é metafónica e ilustra o filme todo. Este filme merece 4 estrelas em 5.

Crítica: Kick ass

O filme começa com o seguimento da vida de Dave Lizewski, um adolescente nerd aparentemente normal. Face ás injustiças que vive diariamente, Dave faz uma questão que o perturba: “Porque é que ninguém tentou ser um super-herói?”. Apesar de ser rebaixado pelos seus amigos, pois acreditavam que tais ideias são loucas, Dave, não desiste compra um fato de mergulho verde e amarelo online e esconde a sua identidade, decidido a ser um herói que protege a cidade em que vive. Transforma-se em Kick-ass. Apesar de ir contra todas as probabilidades, torna-se um fenómeno, reconhecido por todos.

Kick-Ass: O novo Super-Herói, realizado em 2010 por Matthew Vaughn, com as interpretações de Nicholas Cage, Mark Strong, Chloe Moretz e Aaron Johnson. O filme começa com o seguimento da vida de Dave Lizewski, um adolescente nerd aparentemente normal. Face ás injustiças que vive diariamente, Dave faz uma questão que o perturba: “Porque é que ninguém tentou ser um super-herói?”. Apesar de ser rebaixado pelos seus amigos, pois acreditavam que tais ideias são loucas, Dave, não desiste compra um fato de mergulho verde e amarelo online e esconde a sua identidade, decidido a ser um herói que protege a cidade em que vive. Transforma-se em Kick-ass. Apesar de ir contra todas as probabilidades, torna-se um fenómeno, reconhecido por todos.

Porém kick-ass não é o único super-herói a vaguear pelas ruas da cidade – o destemido e altamente qualificado duo de combatentes contra  o crime, composto por pai e filha: Big Daddy (Nicholas Cage) e Hit Girl (Chloe Moretz), que tem combatido contra o mafioso Frank D´Ámico (Mark Strong). Quando Kick-Ass se vê envolvido com o filho de Frank, Chris, agora renascido como o seu arqui-inimigo Red Mist, o palco está pronto para um duelo final entre as forças do Bem e do Mal, onde o nosso herói tem de fazer justiça ao seu nome. Ou morrer a tentar…

Kick-ass é uma das surpresas cinematográficas mais esperadas. A aventura heróica conseguiu eludir o público numa temática pouco explorada pelos estúdios de Hollywood. A construção das personagens é extremamente imaginativa. O protagonista de Kick-ass não tem quaisquer competências físicas para super-herói, mas mesmo assim consegue sempre safar-se das situações mais complicadas. Já Big Daddy um pai fora do normal, que prefere oferecer à filha o último modelo de armas do que uma boneca, devida ao sentimento de vingança que o corroí. Hit Girl uma miúda que tem como principal herói, o seu pai, que a ensinou tudo para sobreviver no mundo do crime, treinando-a para matar. Como toda  a história de super-heróis tem um vilão, esse papel cabe a Red Mist, um típico cobarde. Engana Kick-ass com o fim de o destruir, fingindo-se sempre de vítima. As cenas de violência são bastante comuns no filme, maioritariamente aplicadas pela pequena Hit-Girl, que de miúda normal não tem nada. Chloe Moretz é a estrela do filme. O final da película deixa em aberto uma possível continuação. Este filme é ideal para quem gosta de comédia, com umas boas doses de acção, com tiros, explosões, artes marciais e até bazucas.

Melhor Cena

Crítica: 50/50

Adam (Joseph Gordon-Levitt) um rapaz perfeitamente vulgar, tem um trabalho estável e uma namorada que ama, porém devido a umas dores nas costas decide ir ao médico. A partir daí descobre que sobre de uma das doenças mais mortais da Humanidade, o cancro.

Realizado por Jonathan Levine, 50/50 retrata um drama e uma comédia, sobre um tema um pouco delicado. Este é um divertido e sensível filme. Adam (Joseph Gordon-Levitt) um rapaz perfeitamente vulgar, tem um trabalho estável e uma namorada que ama, porém devido a umas dores nas costas decide ir ao médico. A partir daí descobre que sobre de uma das doenças mais mortais da Humanidade, o cancro. O próprio nem quer acredita quando foi diagnosticado, pois ele sempre praticou hábitos saudáveis: não fuma, não bebe e até recicla.  Confrontado com tumor maligno na coluna, Adam não sabe como reagir à notícia. Estranhamente amigos e familiares parecem reagir de forma mais negativamente à notícia. Adam trava uma luta contra ás probabilidades nada favoráveis de sobrevivência ou não. Mas com a ajuda do seu amigo (Seth Rogen), mais a sua mãe (Angelica Huston) e uma psicóloga estagiária (Anna Kendrick) que Adam começa a descobrir que tem de conseguir forçar para viver. Conseguirá o jovem escapar ao desfecho precoce da sua existência.

Neste filme é de salientar a interpretação do ator Joseph Gordon-Lewitt, pois tornou-se num profissional muito completo. A narrativa da película também está bem especulada pois além de lágrimas podemos esboçar alguns sorrisos enquanto assistimos. Demonstra também uma grande lição de vida, sobre como devemos dar valor ás pequenas coisas da vida, e como cada minuto que temos é importante.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Easy A

asy A conta-nos a história de Olive Penderghast (Emma Stone) uma adolescente que não tem uma vida social muito atractiva. No entanto tudo isso mudo quando vê-se obrigada a mentir sobre a sua vida sexual. Depois da mentira sobre a perda da sua virgindade se espalhar por toda a escola, Olive vê a sua vida paralela à de Hester Prynne, em “A Letra Escarlate” (Adultery), um livro que está a estudar atualmente na escola. Porém a jovem decide tirar proveito da sua má fama, recebendo bens por cada mentira, avançando assim na sua vida social e financeira. Porém quando a sua imagem começa a degradar-se, e a perder amigos, Olive toma atitude de acabar de vez com os boatos a seu respeito. Mas como acabar com algo deste género?

Easy A conta-nos a história de Olive Penderghast (Emma Stone) uma adolescente que não tem uma vida social muito atractiva. No entanto tudo isso mudo quando vê-se obrigada a mentir sobre a sua vida sexual. Depois da mentira sobre a perda da sua virgindade se espalhar por toda a escola, Olive vê a sua vida paralela à de Hester Prynne, em “A Letra Escarlate” (Adultery), um livro que está a estudar atualmente na escola. Porém a jovem decide tirar proveito da sua má fama, recebendo bens por cada mentira, avançando assim na sua vida social e financeira. Porém quando a sua imagem começa a degradar-se, e a perder amigos, Olive toma  atitude de acabar de vez com os boatos a seu respeito. Mas como acabar com algo deste género?

Para quem gosta do género de filmes como Juno, Easy A é uma comédia fresca, em que a mentira nem sempre compensa. Além de Emma Stone (Zombieland) como protagonista do filme, em que o papel da irónica e sarcástica Olive lhe cai que nem uma luva, temos Patricia Clarkson, como mãe e Stanley Tucci como pai. Este foi caracterizado como um dos filmes mais divertidos do ano de 2010, com Emma Stone que já nos habituou a divertidas comédias, contando com outros  atores de filmes de adolescentes é o caso de Amanda Bynes (She´s the man), Aly Michalka (protagonista da série Hellcats) e Lisa Krudow (série Friends).

Crítica: 500 days of Summer

500 dias de Summer conta-nos a história de Tom (Joseph Gordon-Levitt) um jovem eterno romântico, que leva o seu trabalho como idealizador de postais muito a sério. É no seu emprego que conhece Summer (Zoey Deschanel), uma nova estagiária. Este é um amor à primeira vista por Tom

500 dias de Summer conta-nos a história de Tom (Joseph Gordon-Levitt) um jovem eterno romântico, que leva o seu trabalho como idealizador de postais muito a sério. É no seu emprego que conhece Summer (Zoey Deschanel), uma nova estagiária. Este é um amor à primeira vista por Tom. Após alguns encontros falhados de forma a conquistar a jovem, Tom toma finalmente a iniciativa de falar com Summer. Começam os dois a sair, o que se torna muito divertido para o casal. Tudo bem se não fosse um senão. Summer não procura um relacionamento sério, apenas quer manter a situação de amigos. Tom vai contra essa ideia referindo que está apaixonado pela jovem. Esta é uma história moderna de amor, que nos leva a momentos divertidos e atribulados pelo destino dos dois jovens. Tom, um desafortunado “leva com os pés” de Summer, referindo que não está mais apaixonada e decide por um térmito na relação. Rejeitado e abandonado, Tom sente-se de rastos, levando num total de 500 dias até esquecer completamente aquela que considerava ser a sua alma-gémea.

É também durante esses 500 dias que Tom, reflecte arduamente sobre a vida que leva, levando-o a pensar se foi devido à sua culpa que Summer o deixou. As suas reflexões vão leve-lo a descobrir o seu verdadeiro eu, e quais as paixões da vida. Este filme termina do mesmo modo que inicia-se “Esta não é uma história de Amor. Apenas uma história sobre o Amor”. Apesar de ter um final triste mas inevitável, retrata uma realidade quando o namoro acaba e depois vem a fase seguinte o desgosto amoroso. Com a perda total de amores por Summer, Tom está pronto para voltar a amar novamente.

Rating: 3 out of 5.