Crítica: Fragmentado

Três raparigas são raptadas por um homem diagnosticado com 23 personalidades diferentes. Elas tentam escapar, antes da chegada da personalidade número 24

Título: Split
Ano: 2016
Realização: M. Night Shyamalan
Interpretes: James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Haley Lu Richardson…
Sinopse: Três raparigas são raptadas por um homem diagnosticado com 23 personalidades diferentes. Elas tentam escapar, antes da chegada da personalidade número 24.

Esta temática das múltiplas personalidades sempre foi um tema que me despertou curiosidade. Acedi ao tema com no filme Identidade Misteriosa (2003) e a série Bates Motel (2013-2017). Considero interessante como deixamos de ser quem somos e passamos a ter diferentes personalidades diferentes. “Fragmentado” realizado por M. Night Shyamalan, é um misto de mistério, drama e triller psicológico sobre uma pessoa que sofre com esta patologia. O ator James McAvoy interpreta um homem com 23 personalidades diferentes. Como forma de conseguir evocar a vigésima quarta personalidade, rapta três raparigas adolescentes. Casey, Claire e Marcia terão de lutar pela própria vida e arriscarem-se a saírem da cave onde estão mantidas prisioneiras.

O que se destaca deste filme satisfatório de M. Night Shyamalan (que já há muito tempo não realizava nada de relevante) é mesmo o fantástico argumento. De maneira subtil, carismática e misteriosa agarra o espectador a todos os segundos do ecrã, para tentar perceber o fluxo narrativo. Um aplauso para a extravagante interpretação de James McAvoy, um ator de mão cheia. Interpreta diferentes personalidades desde a criança Hedwig que dança freneticamente Kanye West; à controladora Patricia, ao protetor e forte Dennis, ao estilista Barry, entre outros. Conseguimos facilmente descobrir qual a personalidade que emergiu devido à sua capacidade camaleónica. Desta forma se descobre o que separa os bons dos excelentes atores. Apesar da exuberante performance de McAvoy, a atriz Anya Taylor-Joy como Casey também consegue estar à medida do peso da sua personagem. Os seus silêncios são muito expressivos “Split” conseguiu ainda um final totalmente inesperado e conseguiu interligar-se com o filme “O Protegido” com Bruce Willis e Samuel L. Jackson que Shyamalan realizou à 18 anos atrás. Vamos finalmente receber uma continuação à película. Concluído o blogue atribui 3,5 estrelas em 5. 

Rating: 3.5 out of 5.

Crítica: A Colega de Quarto

Quando a caloira Sara Matthews chega à faculdade, ela torna-se amiga da sua companheira de quarto Rebecca. Não desconfia que essa rapariga começou a desenvolver uma estranha obsessão por ela.

Título: The Roommate
Ano: 2011
Realização: Christian E. Christiansen
Interpretes: Minka Kelly, Leighton Meester, Cam Gigande…
Sinopse: Quando a caloira Sara Matthews chega à faculdade, ela torna-se amiga da sua companheira de quarto Rebecca. Não desconfia que essa rapariga começou a desenvolver uma estranha obsessão por ela.

Este filme desde o início apresentava-se como previsível. Com uma narrativa adolescente, mas com um bom elenco. Temos nomes conhecidos como Minka Kelly (Friday Night Lights), Leighton Meester (Gossip Girl), Aly Michalka (Hellcats), Billy Zane (Titanic) e Cam Gigandet (Twilight). A primeira impressão estava correta. Apesar do género suspense e triler, temos uma obra cinematográfica lenta e com muitas pontas soltas.

Sara é caloira na universidade, tem já um grupo de amigas que adoram festas. Depois da morte da irmã mais velha, nunca dividiu o quarto com ninguém. Até à chegada de Rebecca. Juntas criam uma forte amizade, mas que é abalada pela forte obsessão de Rebecca pela amiga. Um filme com algum suspense e  mistério. O espectador quer por todos os meios descobrir o passado da personagem Leighton Meester, que infelizmente não foi bem esclarecido.

Quanto ao argumento torna-se cansativo e deviam preocupar-se em explicar os assuntos de mais interesse neste filme. Afinal o que Rebecca fez aquela pobre rapariga? O pais dela deixaram a filha com problemas psicológicos estudar sem supervisão na faculdade? Porque ninguém quer saber o Jason? Afinal foi a única vítima no meio disto tudo. Concluindo, esperava um filme mais entretido e com mais ação. Decepcionou-me um pouco. A história de fundo era interessante, mas não conseguiu ser aproveitada. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Ruin Me

Alexandra é convidada a participar no Slasher Sleepout, um evento extremo de terror num acampamento. Mas a diversão torna-se mortal, Alex terá que terminar o jogo se quiser sobreviver.

Título: Ruin Me
Ano:2017
Realização: Preston DeFrancis
Interpretes: Marcienne Dwyer, Matt Dellapina, Chris Hill…
Sinopse: Alexandra é convidada a participar no Slasher Sleepout, um evento extremo de terror num acampamento. Mas a diversão torna-se mortal, Alex terá que terminar o jogo se quiser sobreviver.

 “Ruin Me” é um filme independente que assisti há umas semanas no Fantasporto. Apesar da estranha desconfiança que temos em relação a este tipo de filmes, aquele grupo não comercial, este até foi satisfatório no geral. Aliás conseguimos compreender a boa realização, e boas interpretações, juntas com um argumento bem definido. Este filme associado ao cinema fantástico de terror é bastante intenso e ainda consegue surpreender.

Alexandra é uma mulher com segredos do passado que é “arrastada” pelo namorado para participar num acampamento escape que faz lembrar os filmes de terror. Um jogo assustador com seis participantes onde o objectivo é seguir as pistas e encontrar a saída da floresta. Mas quando o jogo começa a tornar-se demasiadamente real, só existe uma solução, correr.

A insegura Alexandra é interpretada por Marcienne Dwyer que consegue captar todo o medo e desespero da personagem naquele jogo de terror. Também gostei de outras personagens como a Marina (Eva Hamilton) e Pitch (John Odom) que interpretavam um casal bastante peculiar, mas que fazia rir. O mesmo para Larry (Chris Hill) o cómico de serviço.

A produção de “Ruin Me” manteve um orçamento baixo, mas conseguiu colmatar os lapsos orçamentais. Mantém uma história interessante e vale o tempo perdido a assistir a este filme de horror. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Despojos de Inverno

Uma rapariga da montanha Ozark, entra em terreno perigoso socialmente, quando procura pelo seu pai vendedor de droga, enquanto tenta manter a família intacta.

Título: Winter’s Bone
Ano: 2010
Realização: Debra Granik
Interpretes: Jennifer Lawrence, John Hawkes, Garret Dillahunt…
Sinopse: Uma rapariga da montanha Ozark, entra em terreno perigoso socialmente, quando procura pelo seu pai vendedor de droga, enquanto tenta manter a família intacta.

Antes de conhecermos Jennifer Lawrence como ídolo adolescente em “Jogos da Fome” e “X-Men“, a jovem atriz aceitava papéis mais adultos em filmes indie. “Despojos de Inverno” é um desses casos. Um verdadeiro sucesso que conseguiu nomear Lawrence, ainda com vinte anos para o Oscar de Melhor Atriz e ainda para Melhor Filme. Nesta obra cinematográfica somos absorvidos pela narrativa densa e pesada sobre uma família com dificuldades quase a perder a casa e terreno. O elenco satisfatoriamente interpreta com precaução as suas sérias personagens. No entanto Lawrence é mesmo a estrela desta filme. A sua seriedade e maturidade é evidente e por isso capta a atenção com o seu desempenho.

A falha no argumento é aceitável devido ao pesar das personagens, todas tem em mãos um passado e vida complicadas nas montanhas. A narrativa é negra, mas consegue ser diferente ao que normalmente por aí se vê. Nesta película somos confrontados com os valores da família, que não escolhemos mas que amamos independentemente dos seus sarilhos. O final é conclusivo, mas o espectador fica absorvido pela história e de como os seus contornos ocorreram. Concluindo “Despojos de Inverno” desconfiado que “prende” pela sua originalidade e desinibição. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Foge

É tempo de um afro-americano conhecer os pais da namorada durante um fim-de-semana, na casa de família. Depressa o ambiente educado e simpático, torna-se num pesadelo.

Título: Get Out
Ano: 2017
Realização: Jordan Peele
Interpretes: Daniel Kaluuya, Allison Williams, Bradley Whitford …
Sinopse: É tempo de um afro-americano conhecer os pais da namorada durante um fim-de-semana, na casa de família. Depressa o ambiente educado e simpático, torna-se num pesadelo.

Get out” tornou-se numa das melhores surpresas de 2017. O realizador Jordan Peele conseguiu captar uma visão diferente sobre temas sérios como o racismo. Numa combinação fantástica entre suspense, drama e humor o espectador fica “preso” nesta experiência cinematográfica excelentemente bem composta.

Quando um norte-americano é convidado a conhecer os pais da namorada na casa de família, estranhos eventos acontecem. Encurralado numa cidade desconhecida, percebe que o seu propósito ali não é o que pensava. A narrativa está detalhadamente bem trabalhada tornou-se dos factores mais positivos e surpreendentes do filme. Facilmente capta a atenção do espectador as atitudes desconcertantes das personagens e o seu toque sombrio no olhar.

O plot pode parecer comum, mas acreditem que este filme nada tem de normal. Uma história cativante que desafia uma nova perspectiva de acontecimentos. Contudo falha apenas no final apressado e desacelerado, onde situações mais impressioneis deveriam acontecer. Mesmo fora os minutos finais insossos, este filme consegue manter-se num bom ritmo de interesse. Uma surpresa positiva, que se destaca neste conjunto de filmes repetidos que constantemente produzem. A interpretação de Daniel Kaluuya está de louvar, conseguindo apresentar em vários momentos a sua felicidade, drama e tristeza. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Trindade

O interesse pelo sobrenatural, despertou em Diogo Simão a vontade de realizar esta curta-metragem. Três vampiros, que aparentemente nada tem em comum, juntam-se numa noite a conversar. Sentados à lareira, no hotel Trindade falam sobre as suas experiências. Pedro (André Carneiro) o mais jovem vampiro, é o mais descontraído. Sem preocupações, segue a filosofia de aproveitar a vida ao máximo. Valentina (Tânia Silva), a única mulher do grupo, apresenta uma personalidade insensível à compaixão e sabe usar as armas que tem em seu favor. Para completar o trio, junta-se J (Pedro Monteiro), um pacifista que ainda acredita na possibilidade de utilizar o seu “dom” para o bem da da Humanidade.

Trindade-1

Os tons escuros utilizados no cenário, promovem o registo principal do filme. Uma fição sobrenatural que retrata seres imortais adaptados aos tempos modernos. É com uma conversa banal que a tensão aumenta. O argumento cativante, atrai a atenção imediata do espectador. Apesar de não se conhecerem, exepto o Pedro que é a ligação principal entre as personagens, partilham experiências idênticas. O backstory de cada um é desmistificado. As falhas humanas são debatidas, e de forma controversa são reveladas verdades desconhecidas. A visão que temos sobre a História mundial será completamente renovada. Uma disputa intelectual polémica que vai provocar diferentes emoções nas personagens. “Trindade” é uma jovem e interessante produção nacional que merece ser apoiada.

Para conhecerem mais sobre “Trindade” visitem o Facebook

Crítica: Gritos 4

10 anos passaram-se, e Sidney Prescott voltou à sua terra natal para promover o seu novo livro baseado nos trágicos acontecimentos do Ghostface. Mas este não tem forma de a largar.

Título: Scream 4
Ano: 2011
Realização: Wes Craven
Interpretes: Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette…
Sinopse: 10 anos passaram-se, e Sidney Prescott voltou à sua terra natal para promover o seu novo livro baseado nos trágicos acontecimentos do Ghostface. Mas este não tem forma de a largar.

Depois dos anteriores filmes (Gritos 1, Gritos 2, e Gritos 3), o realizador Wes Craven volta a insistir com um quarto filme da saga do Ghostface, um assassino viciado em filmes de terror. Tal como o caracteriza o filme volta a ser uma perfeita sátira aos filmes do género. Com um argumento repleto de ironia de piadas constantes sobre cinéfilos. O elenco mantém-se e novamente o assassino ataca Sidney (Neve Campbell) que recentemente chegou à sua terra natal, para promover o seu mais recente livro. A jornalista Gale (Courtney Cox) vive aborrecida com a sua vida monótona na pequena vila de Woodsboro, onde o seu marido Dewey (David Arquette) é o xerife. Além do elenco principal, jovens atores como Emma Roberts, Hayden Panettiere, Lucy Hale, Adam Brody, Anna Paquin, Kristen Bell e Britt Robertson que representam a nova geração.

Este filme pode parecer que já perdeu o elemento surpresa, mas ainda consegue conquistar a curiosidade do espectador. No final queremos sempre saber quem é o assassino. Wes Craven voltou a apostar no seu hit de sucesso, provavelmente por o terceiro filme não conseguiu a aderência que pretendia. Com Gritos 4 teve a oportunidade de redimir-se e conseguiu, este filme é pausadamente melhor e com uma história mais lógica. Afinal regra número 1 das sequelas “Don’t fuck with the original!“. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Gritos 3

Enquanto Sidney e os seus amigos visitam o set do filme “Stab 3” baseado na sua vida, descobre que o Goshtface voltou para a aterrorizar novamente.

Título: Scream 3
Ano:2000
Realização: Wes Craven
Interpretes: David Arquette, Neve Campbell, Courteney Cox…
Sinopse: Enquanto Sidney e os seus amigos visitam o set do filme “Stab 3” baseado na sua vida, descobre que o Goshtface voltou para a aterrorizar novamente.

Gritos” não perdeu a oportunidade e voltou para um terceiro filme. Novamente o argumento consegue rir-se de si próprio. A trilogia segundo eles, é que é. O culminar de toda a ação e a descoberta dos mistérios do passado dos protagonistas, acontece nesta película. O trama acontece nas gravações do filme “Stab“, baseado nos crimes acontecidos com Sidney nos filmes anteriores. Sidney vive longe da multidão, e escondida para não voltar a ser encontrada por assassinos psicóticos. Mas a sua tentativa torna-se falhada. Sidney volta a ser o epicentro de uma luta pela sua sobrevivência. Colegas do seu passado como Dwight e Gale voltam para mais uma corrida contra o tempo. Novas personagens aparecem e também estas se tornam vítimas no jogo de perseguição do Ghostface. O que torna esta obra cinematográfica um pouco mais interessante do que os seus antecessores é o facto de ser apresentado novas revelações sobre o passado de Sidney e do assassinato da sua mãe.

 O argumento apresenta algumas novidades e imprevistos, no entanto a facilidade na ação, desconcerta o desenvolvimento das personagens. O enredo é previsível em muitos aspectos o que causa instabilidade ao sucesso do filme. “Gritos 3” é mais uma aventura cómica que ironiza a sua própria história. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

O Mistério da Rua 7

A população de Detroit desapareceu quase completamente, apenas alguns se mantém. Enquanto o dia desaparece, eles rapidamente se apercebem que o escuro os persegue e não têm boas intenções.

Título: Vanishing on 7th Street
Ano: 2010
Realização: Brad Anderson
Interpretes: Hayden Christensen, Thandie Newton, John Leguizamo…
Sinopse: A população de Detroit desapareceu quase completamente, apenas alguns se mantém. Enquanto o dia desaparece, eles rapidamente se apercebem que o escuro os persegue e não têm boas intenções.

Este filme de suspense até se mantém com uma ideia interessante, mas não conseguiu atender ao interesse do público. Hayden Christensen lidera este drama misterioso sobre o desaparecimento quase total dos habitantes de Detroit. “Engolidos” pela escuridão. Os últimos sobreviventes só conseguem se manter vivos através da luz, que cada vez mais se encontra mais escassa. O filme apresenta um desenvolvimento lento e pouco explicativo. Quatro estranhos encontram-se na adversidade da situação, mas rapidamente percebem que a causa dos desaparecimentos são sombras que surgem na escuridão.

Cada uma das personagens mantém a sua história pessoal, mas mesmo durante aquele fim do mundo não se conectam entre si. Factor duvidoso já que em filmes apocalípticos é natural existir uma força no grupo principal.

Os atores não convencem e isso consegue-se perceber. A história é fraca, o argumento é pobre e o final demasiadamente inconclusivo. Houve momentos esperançosos de um filme até com alguma qualidade, mas logo esse sentimento desvanece. “O Mistério da Rua 7” não vale nem o esforço de ligar a televisão e ver o filme. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Gritos 2

Dois anos após os incidentes do primeiro filme, um novo psicopata com o disfarce do Ghostface aparece. Sidney volta a ser o alvo principal.

Título: Scream 2
Ano: 1997
Realização: Wes Craven
Interpretes: Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette…
Sinopse: Dois anos após os incidentes do primeiro filme, um novo psicopata com o disfarce do Ghostface aparece. Sidney volta a ser o alvo principal.

“Gritos” já não é uma novidade, mas o seu enredo tresloucado consegue ainda captar um interesse satisfatório pela parte do público. Um novo serial killer volta a andar à solta e tem como alvos os sobreviventes do crime acontecido no filme anterior. Um copy-cat que novamente por motivos fúteis, assombram Sidney (Neve Campbell), Gale (Courteney Cox) e Dewey (David Arquette). Será que se vão safar nesta sequela?

Gritos 2” volta a ser produzido no mesmo tom irónico que o caracteriza. O filme até se põe à prova quando personagens debatem se as sequelas conseguem ultrapassar o filme original. Como Randy Meeks comenta: “As sequelas são fomentadas com mais drama e mais sangue“. Não deixa de ser verdade. Nesta película transmitem essa essência de puro dramatismo aliado ao entretenimento banal.

Apesar do argumento manter-se firme com conteúdo novo, não é suficiente. O desgaste da história e do desenvolvimento das personagens é notório e como costuma dizer o ditado “A história volta a repetir-se”. O jovem elenco consegue assumir uma forte posição. Além de Courteney Cox, reconhecida em FRIENDS nesta altura, junta-se Sarah Michelle Gellar a começar “Buffy a Caçadora de Vampiros” e Joshua Jackson nos primórdios de “Dawson’s Creek“. Os primeiros papéis de estrelas que nos inícios dos anos 2000 estavam no pedestal da fama. “Gritos 2” é longo e com alguns dramas desnecessários, contudo ainda se foca na influência do cinema que produz nos jovens. Concluindo este é um serão bastante leve que por vezes pode ser ridículo, mas é esse sarcasmo que o torna engraçado. Agora rumo ao terceiro. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.