Crítica: Ted

Esta animada comédia conta a história de John Bennett, um adulto que tem de lidar com um ursinho de peluche que ganhou vida como resultado de um desejo de criança… e que se recusa a deixá-lo desde esse dia

Título: Ted
Ano: 2012
Realização: Seth MacFarlane
Interpretes: Seth MacFarlane, Mark Whalberg, Mila Kunis
Sinopse: Esta animada comédia conta a história de John Bennett, um adulto que tem de lidar com um ursinho de peluche que ganhou vida como resultado de um desejo de criança… e que se recusa a deixá-lo desde esse dia. (Fonte: SapoMag)

Seth Macfarlane deixou Family Guy para realizar o seu primeiro filme. Com um humor típico e que já nos habituou, em Ted assistimos a uma comédia pouco convencional. O protagonista e nome do filme, não é um ursinho de peluche normal, não. Este reage como um adulto irresponsável e com pouca moral, mas no fundo com bom coração. O seu dono, John (Mark Whalberg) é ainda muito infantil nas suas ações e por isso não assume responsavelmente o seu compromisso com a atriz Mila Kunis (que é também a voz de Megan em Family Guy) e aí está lançado o plot do filme, que por vezes escolhas difíceis devem ser tomadas na nossa vida.

Este filme surpreendeu-me pela positiva, pois tornou-se bastante divertido de ver, com um humor simples mas engraçado, sem ser exagerado. As várias referências no filme, fazem lembrar a adolescência nos anos 80. O enredo é dinâmico e nada saturante com piadas quanto basta e até uma dose de drama para completar a história. Concluindo, Ted é para rir às gargalhadas do princípio até o fim e vale a pena conhecer esta história. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Um Ritmo Perfeito 2

As Barden Bellas estão de volta, determinadas a entrar numa competição mundial que um grupo americano nunca ganhou e a recuperar o seu estatuto, depois de Fat Amy ter acidentalmente mostrado mais do que devia ao presidente dos EUA. A comédia é produzida por Paul Brooks, Max Handelman e Elizabeth Banks, que é também protagonista e a realizadora da sequela.

Título: Um Ritmo Perfeito 2 (Pitch Perfect 2)
Ano: 2015
Realização: Elizabeth Banks
Interpretes: Anna Kendrick, Rebel Wilson, Hailee Steinfeld, Elizabeth Banks
Sinopse: As Barden Bellas estão de volta, determinadas a entrar numa competição mundial que um grupo americano nunca ganhou e a recuperar o seu estatuto, depois de Fat Amy ter acidentalmente mostrado mais do que devia ao presidente dos EUA. A comédia é produzida por Paul Brooks, Max Handelman e Elizabeth Banks, que é também protagonista e a realizadora da sequela. (Fonte: Sapomag)

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Crítica: 22 Jump Street

Os agentes Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) voltam a trabalhar infiltrados, desta vez numa universidade. Mas quando Jenko encontra uma alma caridosa no seio da equipa de futebol americano e Schmidt trava conhecimento com a cena artística da escola, os dois parceiros começam a duvidar da sua amizade. A partir daí, mais do que resolver um caso, precisam de descobrir se conseguem continuar a trabalhar juntos

22 Jump Street ou Agentes Universitários é um filme de 2014, realizado por Phil Lord, Christopher Miller com as participações de Channing Tatum, Jonah Hill, Ice Cube. Sinopse: Os agentes Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) voltam a trabalhar infiltrados, desta vez numa universidade. Mas quando Jenko encontra uma alma caridosa no seio da equipa de futebol americano e Schmidt trava conhecimento com a cena artística da escola, os dois parceiros começam a duvidar da sua amizade. A partir daí, mais do que resolver um caso, precisam de descobrir se conseguem continuar a trabalhar juntos. (Fonte: CinemaGate)

Estes dois juntaram-se novamente para aquele que parecia um dos melhores filmes de comédia do ano. Mas não surpreendeu. O primeiro foi bastante mais cómico e surpreendente, este apenas foi um cópia do sucesso anterior. A dupla Jonah e Channing voltam-se a juntar num rol de peripécias que não acontece a mais ninguém excepto a estes dois. Desta vez o filme tem lugar na Universidade e que outra vez como agentes infiltrados tem de descobrir quem está a fornecer a droga. Até aqui nada de novo. Neste segundo filme a amizade é posta à prova. Descobrem que levavam um tiro pelo outro, literalmente. A ação aliada à comédia não é esquecida, no entanto com muitas situações impossíveis no mundo real, mas talvez seja isso que dê piada à coisa.

Espera mais de Agentes Universitários, talvez porque achei o primeiro muito bom e uma comédia para rir do princípio até ao fim (algo que é raro). Quanto ao desenvolvimento das personagens continua igual, e não gostei do vilão. Quando os filmes começam a ficar muito comerciais não volta a dar, a qualidade baixa. Concluindo este é um filme completamente de entretenimento, mas não acrescenta nada de novo. O excesso de efeitos especiais tornam o filme demasiado fantasioso, no entanto a sua comédia compensa. O blog atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Sex Tape – O nosso vídeo proibido

Jay (Jason Segel) e Annie (Cameron Diaz), são um casal com um casamento feliz, mas que – com duas crianças e profissões que os ocupam a tempo inteiro – se depara com a dificuldade em ter tempo um para o outro. Para agitar um pouco o ambiente decidem – e porque não? – filmar-se num momento de intimidade. Parece ser uma ideia fantástica – até descobrirem que este video privado já não é assim tão privado. Em vez de uma recordação de uma noite mais selvagem o vídeo foi acidentalmente colocado na internet para todos verem. Com as suas reputações em risco, começa a corrida para recuperar o vídeo!

No filme Sex Tape – O nosso vídeo proibido de 2014, realizado por Jake Kasdan, com as participações de Jason Segel, Cameron Diaz, Rob Corddry. Sinopse: Jay (Jason Segel) e Annie (Cameron Diaz), são um casal com um casamento feliz, mas que – com duas crianças e profissões que os ocupam a tempo inteiro – se depara com a dificuldade em ter tempo um para o outro. Para agitar um pouco o ambiente decidem – e porque não? – filmar-se num momento de intimidade. Parece ser uma ideia fantástica – até descobrirem que este video privado já não é assim tão privado. Em vez de uma recordação de uma noite mais selvagem o vídeo foi acidentalmente colocado na internet para todos verem. Com as suas reputações em risco, começa a corrida para recuperar o vídeo! (Fonte: CinemaGate)


Nesta comédia que junta Cameron Diaz e Jason Segel seguimos a vida de um casal típico, que decidem apimentar a vida sexual pois não tem muito tempo um para o outro. A ideia foi tida em comum, realizar um vídeo caseiro, no entanto o filme vai parar às mãos erradas e o casal terá de se juntar para evitar que mais gente veja o vídeo. Bem relativamente ao filme esperava mais, devido aos protagonistas que junta que sempre nos habituaram a grandes comédias, no entanto esta película está muito aquém das expectativas. Este é mesmo um serão para domingo á tarde, sem grandes planos. As piadas do filme são repetidas e sem graça, previsíveis e sem interesse. No entanto gostei da química entre ambos os atores principais.

Esta é uma comédia ligeira que se vê, mas não entretém muito. Esperava um pouco mais de emoção e impressibilidade. Talvez a única surpresa tenha sido a pequena, mas útil aparição do ator Jack Black (ups, estraguei a surpresa). O que tinha de tudo para criar uma história inovadora e divertida, tornou-se muito pachorrento de assistir e de estar com atenção. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Má Vizinhança

Um jovem casal está em dificuldades em se adaptar a novos hábitos e rotinas por força do nascimento da sua filha. A mudança de uma República de Estudantes Universitários para a casa ao lado vai ainda piorar a situação. Barulho, festas e outras transgressões vão fazer com que este casal relembre tudo o que tiveram de abdicar com a chegada da bebé, e lutem pela serenidade e idoneidade do bairro de volta.

No filme Má Vizinhança ou em título original Neighbors de 2014, realizado por Nicholas Stoller e nos principais papéis: Seth Rogen, Rose Byrne, Zac Efron. Sinopse: Um jovem casal está em dificuldades em se adaptar a novos hábitos e rotinas por força do nascimento da sua filha. A mudança de uma República de Estudantes Universitários para a casa ao lado vai ainda piorar a situação. Barulho, festas e outras transgressões vão fazer com que este casal relembre tudo o que tiveram de abdicar com a chegada da bebé, e lutem pela serenidade e idoneidade do bairro de volta. (Fonte: CinemaGate).

Bem é verdade que hoje em dia é difícil encontrar um bom filme de comédia, mas admito que até me ri muito com este apesar de algumas falhas. Achei a história interessante, um típico casal com uma filha a tentar viver uma vida calma e responsável, ganham uns novos vizinhos, adolescentes de uma fraternidade que noite após noite fazem festas. Apesar de o casal Seth Green e Rose Bryne sentir falta de diversão na vida deles, sentem-se encurralados com esta nova vida de adultos e da responsabilidade em educar a filha que isso implica. No entanto as festas começam a ser demasiadas e não tem outra obrigação senão chamar a polícia, ora isso cria o caos entre os dois vizinhos, com situações hilariantes e partidas para expulsar o outro da casa. Este filme não podia ter corrido melhor.

Nesta película acompanhamos um jogo de rato e gato entre duas faixas etárias num ação totalmente hilariante, admito que já tinha saudades de uma comédia assim. Não é perfeita mas tem momentos de puro entretenimento que faz o espectador rir ás gargalhadas. Pois não é por sermos adultos e termos filhos que não podemos alinhar nas brincadeiras, devemos ser jovens de espírito e isso torna a vida bem mais divertida. O casal estava a entrar na monotonia de educar a filha que se estavam a esquecer das coisas que costumavam fazer para se entreterem. No entanto este jogo de adrenalina contra a fraternidade tonou-os mais unidos. As interpretações também satisfazem, Zac Efron como líder da republica de estudantes, ao lado de Dave Franco, sem esquecer de Seth Green que fez um ótimo papel. Uma sequela deste filme já vem a caminho. O blog atribui 4 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Palavrões

Num concurso de soletração internacional de crianças, Guy Trilby é um único adulto presente e para frustração dos pais dos pequenos é o melhor. No entanto Guy tens as suas razões para participar e nada o vai deter de chegar à final e de ganhar o concurso, no entanto não contava que na concorrência ia fazer amigos, Chaitanya Chopra é um menino indiano que é muito mais do que aparenta ser.

Bad Words, é um filme de 2013, realizado pelo também ator e protagonista Jason Bateman. Com a participação do mesmo, Kathryn Hahn, Allison Janney, entre outros. Sinopse: Num concurso de soletração internacional de crianças, Guy Trilby é um único adulto presente e para frustração dos pais dos pequenos é o melhor. No entanto Guy tens as suas razões para participar e nada o vai deter de chegar à final e de ganhar o concurso, no entanto não contava que na concorrência ia fazer amigos, Chaitanya Chopra é um menino indiano que é  muito mais do que aparenta ser.

Neste filme de comédia, assistimos a um tema de fundo não muito explorado, os concursos de soletrar, que pode até parecer bastante simples, mas a concorrência também existe e nem sempre é fácil, principalmente se nos tornamos amigos dos concorrentes. E mais estranho é se a amizade é entre um miúdo de 8 anos com um adulto de quase 40 anos. Mas vamos compreender que não é a diferença de idades que é posta em causa, mas sim, como um amigo pode mudar a nossa visão sobre a vida, e como tudo pode ser mais fácil tendo alguém com quem contar.

Gostei bastante do filme, não é uma película comercial, mas está bastante bom e devia ter sido dado mais crédito ao filme. Um comédia com Jason Bateman, que aqui o vemos também com o papel de realizador. Vale a pena assistir a Bad Words nem que seja pelo seu diálogo inteligente e inovador, em que o telespectador fica “preso” ao envolvimento de toda a história e afinal quem vai ganhar? O pequeno Rohan Chand esteve muito bem, para quem ainda é novo nestas andanças da representação, vai conseguir ser um grande ator decerteza. Aconselho a verem este filme,  é diferente pois não segue os parâmetros habituais. O Blog atribui 3, estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Ressaca de Saltos Altos

Meghan Miles, uma ambiciosa pivot de noticias de uma estação televisa de Los Angeles, decide sair à noite com amigas para esquecer o facto de não ter conseguido o seu trabalho de sonho numa outra estação televisiva. No dia seguinte, ela acorda na cama de um estranho com uma mensagem do agente, no telemóvel, a dizer que afinal o lugar é seu. Mas para isso ela tem de estar no seu posto de trabalho, que fica do outro lado da cidade, antes das cinco da tarde. Presa num local sem dinheiro, telefone e carro, ela embarca numa série de aventuras para tentar chegar a tempo à entrevista mais importante da sua carreira.

Ressaca de Saltos Altos ou em título original Walk of Shame é um filme de 2014, realizado por Steven Brill, com as participações de Elizabeth Banks, James Marsden, Gillian Jacobs. Sinopse: Meghan Miles, uma ambiciosa pivot de noticias de uma estação televisa de Los Angeles, decide sair à noite com amigas para esquecer o facto de não ter conseguido o seu trabalho de sonho numa outra estação televisiva. No dia seguinte, ela acorda na cama de um estranho com uma mensagem do agente, no telemóvel, a dizer que afinal o lugar é seu. Mas para isso ela tem de estar no seu posto de trabalho, que fica do outro lado da cidade, antes das cinco da tarde. Presa num local sem dinheiro, telefone e carro, ela embarca numa série de aventuras para tentar chegar a tempo à entrevista mais importante da sua carreira. (Fonte: CinemaGate).

Ainda na moda de filmes de comédia que tem como pano de fundo a ressaca, desta vez conta com um lado feminino, e como se torna a noite da protagonista, após beber uns copitos a mais. Elizabeth Banks dá a vida a Meghan uma jovem jornalista que quer subir na carreira, após se separar do namorado e não ter conseguido a vaga, vai festejar com as amigas para não estar deprimida. Logo é que recebe um telefonema em que pedem para esta fazer novamente a audição, no dia seguinte. Perdida, sem carro e apenas com o telemóvel e um vestido amarelo, Meghan vai passar por muitas aventuras para conseguir chegar ao estúdio de gravação.

Ás vezes apetece ver um filme assim, onde não é preciso pensar, e como comédias não tem saído muitas ultimamente, este pareceu-me uma boa aposta de filme de domingo. É um comédia simples, mas muito previsível, no entanto Elizabeth Banks está bem para o papel. No entanto as várias situações em que a jovem terá de passar para conseguir o que ambiciona, não são muito maribolantes e cheias de adrenalina como esperávamos. Admito que não é uma comédia que gostei, também não tinha grandes expectativas relativamente ao filme. O Blog atribui 2 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: 9 Meses

Sam tem tudo: uma maravilhosa namorada, um emprego de sucesso como psicólogo infantil e um Porsche vermelho. Mas tudo muda quando a namorada lhe diz Que está grávida. Dividido entre os conselhos de um casal demasiado intrometido, o amigo solteirão e um louco ginecologista russo, Sam tem apenas nove meses para crescer – ou perder tudo o que tem!

9 Meses é um filme de 1995, realizado por Chris Columbus e com a participação de Hugh Grant, Jeff Goldblum, Joan Cusack, Julianne Moore, Robin William, Tom Arnold, nos principais papéis. Sinopse: Sam tem tudo: uma maravilhosa namorada, um emprego de sucesso como psicólogo infantil e um Porsche vermelho. Mas tudo muda quando a namorada lhe diz Que está grávida. Dividido entre os conselhos de um casal demasiado intrometido, o amigo solteirão e um louco ginecologista russo, Sam tem apenas nove meses para crescer – ou perder tudo o que tem!

Chris Columbus sempre nos habituou a simples e a engraçados filmes de comédia, é o caso do sucesso Sozinho em Casa e dos dois primeiros filmes da saga Harry Potter. Este filme com Hugh Grant como protagonista não é excepção, pois foca-se na vida perfeita de um homem, que vê a vida mudar drasticamente no momento em que descobre que  a namorada está grávida de um filho seu. Como seria de esperar a sua vida não poderá a voltar a ser a mesma, mas Sam tem dúvidas quanto a isso. Esta comédia ligeira é um filme simples com piadas bem organizadas.

Este filme já tem uns aninhos mas retrata bem Hugh Grant na sua época de ouro como ator de comédias românticas, e Julianna Moore como sua companheira, na  altura ainda não bem reconhecida. Robin Williams também tem a sua participação neste filme familiar, como o médico ginecologista, no entanto ao vermos o seu desempenho neste filme recordamos: onde é que já vimos isto? Pois o papel de Robin é quase sempre o mesmo de filme para filme. Quanto ao argumento tem uma história sólida, com personagens com um desenvolvimento natural mas que resulta numa história simples com uma boa comédia à mistura. E muitas das vezes cada um de nós se identifica com estas personagens. O Blog atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 3 out of 5.

Crítica: Ajuste de Contas

Henry “Razor” Sharp e Billy “The Kid” McDonnen são dois lutadores de Pittsburgh cuja feroz rivalidade lhes traz grande notoriedade. No seu auge, cada um alcança uma vitória contra o outro mas, em 1983, na véspera da decisiva desforra, Razor anuncia a sua retirada da competição, recusando apresentar qualquer razão, acabando por destruir a carreira de ambos. 30 anos depois, os dois são convencidos a voltar ao ringue para uma luta final que terá consequências hilariantes

Grudge Match em título original ou em título português Ajuste de Contas é um filme de 2013, realizado por Peter Segal,  com as participações de Robert De Niro, Sylvester Stallone, Kim Basinger. Sinopse: Henry “Razor” Sharp e Billy “The Kid” McDonnen são dois lutadores de Pittsburgh cuja feroz rivalidade lhes traz grande notoriedade. No seu auge, cada um alcança uma vitória contra o outro mas, em 1983, na véspera da decisiva desforra, Razor anuncia a sua retirada da competição, recusando apresentar qualquer razão, acabando por destruir a carreira de ambos. 30 anos depois, os dois são convencidos a voltar ao ringue para uma luta final que terá consequências hilariantes. (Fonte: CinemaGate).

Neste filme a comédia é o género principal e mostra como o peso da idade chega a todos, mesmo aos que antes eram atletas de alta competição e que pareciam invencível, mas sempre em jeito de comédia e ironia. Vemos dois atores Stallone e De Niro que já anteriormente tinham interpretado duas personagens do boxe em filmes anteriores da sua carreira, até durante Grudge Match vemos imagens dos tempos mais jovens dos dois atores, quando participaram nesses mesmos filmes. No entanto foi bom ver estes dois voltar à forma para o confronto final. Apesar das más críticas relativamente ao filme, na minha opinião gostei moderadamente do filme, e achei bastante cómico.

Tanto Stallone como De Niro estão em perfeitas condições para o papel e como dois velhos rabugentos tornaram o diálogo mais dinâmico e divertido. Um aspecto negativo foi a atriz Kim Basinger, que na minha opinião não sei o que ela andava por ali a fazer, pois a sua personagem não tinha relevo nenhum nem interesse para o desenrolar da história, e achei os traços familiares demasiado confusos e esquisitos. Esse era talvez o aspecto que mudava em todo o filme. Apesar de o filme ter um desenrolar previsível penso que segue bastante bem. O Blog atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.

Crítica: Aquele Estranho Momento

Zac Efron, Miles Teller e Michael B. Jordan são os protagonistas desta comédia romântica, sobre três amigos que se encontram naquele confuso “momento” de todas as relações amorosas, quando têm de decidir se pretendem continuar solteiros e sem compromissos ou perguntar “Então… onde é que isto nos leva?”


Aquele estranho momento (That Awkward Moment) é um filme de 2014, realizado por Tom Gormican e com as participações de Zac Efron, Michael B. Jordan, Miles Teller. Sinopse: Zac Efron, Miles Teller e Michael B. Jordan são os protagonistas desta comédia romântica, sobre três amigos que se encontram naquele confuso “momento” de todas as relações amorosas, quando têm de decidir se pretendem continuar solteiros e sem compromissos ou perguntar “Então… onde é que isto nos leva?” (Fonte: CinemaGate). Este é um filme de comédia e romance visto pelo lado masculino.

O elenco principal é composto por três homens que devido aos problemas das suas vidas amorosas, e porque pensam que ainda são muito novos para compromisso, pois querem aproveitar a vida ao máximo (excepto um que vive momentos difíceis no casamento) decidem fazer uma promessa, não serem fiel a nenhuma mulher e conseguirem ser livres o máximo que puderem. No entanto a vida faz das suas e os jovens dificilmente conseguem manter a promessa, pois quando descobrem já é tarde demais, pois já estão apaixonados. Nesta comédia o romance é visto pelos “olhos” masculinos e como os homens encaram a relação, compromisso e responsabilidades que a isso respeita. Como sabem nem tudo é fácil pois tem de haver um esforço em ambas as partes mas com vontade tudo se consegue.

Neste filme temos principalmente um elenco jovem, liderado por Zac Efron em que neste filme se mostra mais “homem” deixam para trás a imagem que deixou de menino dos filmes da Disney em High School Musical. O restante elenco não é geralmente muito conhecido, mas que tornam este filme bastante engraçado. Aquele Estranho Momento é um filme realizado com uma receita simples, com um diálogo leve e engraçado, que consegue faz rir o público, no entanto torna-se um pouco cliché das habituais comédias românticas que estamos habituados a ver. O Blog atribui 3 estrelas em 5.

Rating: 4 out of 5.