Crítica

Crítica: A Rapariga no Comboio

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Título: The Girl on the Train

Ano: 2016

RealizaçãoTate Taylor

InterpretesEmily Blunt, Haley Bennett, Rebecca Ferguson, Luke Evans…

Sinopse: Uma divorciada torna-se obcecada com a investigação de uma rapariga desaparecida. Tal situação vai conceder-lhe lembranças assustadoras sobre o seu passado.

Girl on a Train, TheA história de três mulheres que aparentemente nada tem em comum é exposta neste filme, baseado no livro best-seller de Paula Hawkins. Conhecemos o ponto de situação de Rachel (Emily Blunt) uma mulher solitária que viaja todos os dias de comboio e imagina sobre a vida das pessoas que assiste durante a sua viagem. Anna (Rebecca Ferguson) é a segunda mulher que vive num casamento feliz, com uma filha ainda bebé, mas com o medo da ex-mulher do seu marido que constantemente a atormenta e Megan (Haley Bennett) uma jovem casada que vive infeliz com a sua vida. Estas mulheres tem algo em comum, sentem-se inteiramente e amarguradamente sozinhas. Os eventos que as vão juntar vai marcar a forma como vão ficar ligadas para a vida. Neste triller realizado por Tate Taylor acompanhamos pequenos flashes do passado destas mulheres, com pistas para a solução dos problemas do futuro. O desaparecimento de uma rapariga, vai tornar Rachel uma pessoa obsessiva para descobrir a verdade. Mas será que o que ela viu era verdade? Ou não passava de uma ilusão do seu consumo excessivo do álcool?.

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“The Girl on The Train” suscitou a minha curiosidade imediata pelo plot. Compreendo até porque se transformou num livro de sucesso. O enredo é denso e pode parecer confuso ao início devido à quantidade de informação que nos é apresentada, mas no final tudo é explicado, mantendo a lógica. A interpretação dos atores também foi intensa, séria e dramática. Ofereço um largo elogio a Emily Blunt pela sua interpretação. À medida que o filme se vai aproximando do seu desfecho, vamos juntando as peças sobre a verdade escondida. Apesar do espectador andar um pouco à nora em alguns momentos, mas penso que faz parte da essência. Este género de história compensa mais em livro, pois a intriga final só é mesmo descoberta nas últimas páginas. Enquanto isso no cinema temos uma perspectiva mais abrangente. Concluindo “A Rapariga no Comboio” é uma obra que ultrapassa o mediano a nível de suspense. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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