Crítica

Crítica: La La Land – A Melodia do Amor

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Título: La La Land

Ano: 2016

Realização: Damien Chazelle

Interpretes:  Ryan Gosling, Emma Stone, Rosemarie DeWitt…

Sinopse: Um pianista de jazz apaixona-se por uma aspirante a atriz em Hollywood.

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O realizador Damien Chazelle foi um sonhador. Sonhou fazer um filme equivalente aos anos de ouro de Hollywood. Ambicionou trazer a música e a dança novamente ao cinema com todo o seu esplendor. Foi um sonho complicado pois “La La Land” estava com dificuldades em sair do papel. Finalmente conseguiu, e com um espectáculo, luminoso, inesperado e glamoroso conquistou os nossos corações. Com um trama simples esta obra cinematográfica foca-se em apenas dois temas: os sonhos pessoais e o amor. O que não aparenta ser complexo, consegue estar bastante entrelaçado. Nada em “La La Land” é básico ou fosco. Muito pelo contrário, Chazelle conseguiu através da sua imaginação inovar estes temas de forma mágica e excelente, que mesmo após assistirmos ao filme ainda ficamos a pensar nele (eu demorei uma semana). No centro da história temos Mia (Emma Stone) e Sebastian (Ryan Gosling), dois jovens sonhadores cheios de ambição. Ela deseja ser atriz e ele quer ser proprietário do seu próprio bar de jazz. Conhecem-se inesperadamente e apaixonam-se. Contudo ao longo que o filme progride vamos percebendo que os sonhos colidem com a paixão. Diferente de um musical, a vida pode não ser recheada de oportunidades e por vezes os sonhos não são cumpridos.

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Com cenas espectaculares repletas brilho,  mistura de cores, e dança, acompanhamos a orquestra da banda sonora que nos faz sonhar. A vida deste casal é exposta magnificamente pelas interpretações de Stone e Gosling que tornam este filme mais seguro e eficaz. É notório todo o esforço de ambos para o sucesso de “La La Land“. Este não é aquele musical demasiadamente dramático e excessivamente teatral. Nesta obra o argumento une-se positivamente num contexto mais real e humano ás letras das músicas cantadas. As belas coreografias também nos fazem vibrar e suspirar por mais. Não existem momentos mortos e Damien Chazelle fez um excelente trabalho, conseguiu inovar na indústria. Este é uma excelente obra cinematográfica que apela a todas as emoções do início ao fim do filme. Uma paragem obrigatória para os amantes de cinema. O blogue atribui 5 estrelas em 5.

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2 thoughts on “Crítica: La La Land – A Melodia do Amor”

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