Crítica

Crítica: Só Podiam Ser Irmãs

Tina Fey e Amy Poehler provam que por vezes necessitamos de uma folga das responsabilidades.

Entrar na fase adulta por vezes pode ser um choque. Arranjar emprego que ocupa a maioria do nosso tempo, contas para pagar, filhos para cuidar, casa para arrumar. Podia estar aqui a enumerar as várias responsabilidades que fazem parte da nossa vida quando crescemos, mas vou manter-me apenas com as principais. Estamos tão concentrados nessas ocupações que por vezes esquecemos de nos divertir. Ora em momentos como esses lembramo-nos dos nossos melhores dias, quando éramos jovens, ambiciosos e cheios de energia. Numa comédia totalmente feminista juntam-se as melhores comediantes norte-americanas da actualidade. Tina Fey e Amy Poehler, são duas irmãs, Kate e Maura Ellis. Nos seus 40 anos ainda estão “presas” aos seus papéis da adolescência. Kate, a irmã mais velha era a rainha da paródia e da despreocupação, Maura era a mais atinada, fazendo sempre o mais correto. Após a decisão final dos pais em vender a casa onde passaram toda a infância e adolescência, as irmãs, decidem fazer uma última festa em memória aos bons velhos momentos. O motivo é simples, dar uma folga às responsabilidades do quotidiano. Kate não consegue ter o respeito da filha, nem manter um emprego fixo. Já Maura, vive solitária desde o seu divórcio. [LER MAIS]

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