Crítica

Crítica: Lucy

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Titulo: Lucy

Ano: 2014

Realização: Luc Besson

Interpretes: Scarlett Johnsson, Morgan Frema

Sinopse: Uma mulher acidentalmente fica presa num negocio do mercado negro. Vira as cartas contra os seus raptores e tornam-se numa arma mercenária que ultrapassa a lógica.

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Lucy” é um filme de entretenimento fácil. De história exagerada até ao limite, um elenco composto por atores que o público gosta, efeitos especiais q.b., momentos de ação, um romance forçado e um final aberto. Este filme é isto tudo. Scarlett Johansson é Lucy, uma mulher vulgar que para ajudar um amigo, mete-se com as pessoas erradas. É apanhada numa rede de tráfico de droga. Mas não é qualquer droga. Chama-se CPH4 e é sintética. O seu efeito consegue libertar o cérebro humano de qualquer limitação. Somos capazes de tudo. Lucy torna-se numa arma para a sociedade, mas que apenas tem um objectivo, vingar-se e apresentar todos os seus conhecimentos ao Dr. Samuel Norman (Morgan Freeman). De uma perspectiva surreal do modo cientifico, este filme foca-se principalmente nas capacidades do Homem e como podem ser abrangidas.  Questões fundamentais como: O que nos torna seres humanos? Será o raciocínio de compreender questões práticas, lógicas e a capacidade de aprender para fomentar o  processo social. Este é apenas um rácio daquilo que somos. Mas o que poderemos ainda mais alcançar?

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Segundo “Lucy“, utilizamos 10% do nosso cérebro, se conseguíssemos chegar aos 20% poderíamos romper com as barreiras que nos impõe limites sensoriais e cognitivos, adentrar na esfera transpessoal, ficar acima do desejo, da fome, do medo, da dor, da individualidade. Acima de 30%, teríamos a capacidade de regenerar nosso corpo, modificá-lo manipular a mente de outras pessoas, controlar objetos, ondas eletromagnéticas e até mesmo a gravidade. Aos 100% o ser humano tinha em si todo o conhecimento do mundo, podia viajar entre o passado e o presente, e onde todas as dúvidas do universo, seriam resolvidas. Apesar das descobertas da personagem principal, este filme falha nas explicações cientificas. Por isso que apenas é considerado de pipoca, entretém de uma maneira possível, mas não faz o espectador acreditar na história contada. Contudo podia ter sido bem pior. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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2 thoughts on “Crítica: Lucy”

  1. Curiosamente, apesar do hype que o filme teve na altura em que saiu, nunca tive muito interesse em vê-lo. E as várias críticas que fui lendo pelo caminho aconselhavam-me a continuar assim. Mas se um dia estiver aborrecida, quem sabe? Suponho que haja filmes piores 🙂

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