Crítica

Crítica: O Mundo de Jack

Ver o mundo através de quatro paredes

O filme de 1 hora de 57 minutos começa gradualmente a apresentar “O Quarto”. Conhecemos a pia a pingar, a televisão ao centro, o guarda-roupa escuro e cama colocada a um canto. Avançamos e conhecemos as personagens. Jack, um menino de cinco anos, celebra com a sua mãe o seu aniversário. Fazem um bolo juntos. Não há velas, Jack faz birra, mas logo tudo passa. Adormecem e já é novamente de dia. As tarefas repetem-se dentro do mesmo espaço nitidamente apertado. Logo percebemos que esta não é uma família convencional. Para Jack existe apenas “o quarto, o espaço sideral, os planetas da televisão e o céu”. Contado sobre a perspectiva de uma criança, que considera o quarto como todo o universo que conheceu, esta história explora o dia-a-dia sufocante de uma mãe e de um filho que vivem enclausurados dentro de quatro paredes. O realizador Lenny Abrahamson baseou-se na obra literária de Emma Donoghue para a idealização deste filme. A autora também teve a sua inspiração. Em primeiro o seu filho, e em segundo o triste caso verídico de Fritzl, que manteve a filha presa em cativeiro num porão durante 24 anos. O filme é bastante realista e explora as consequências humanas, físicas e emocionais de estar mantido preso num único espaço,  e num único tempo. [LER MAIS]

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O Quarto de Jack - www.wook.pt

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