Crítica

Crítica: Hércules (1997)

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Título: Hercules

Ano: 1997

Realização: Ron Clements e John Musker

Interpretes: Tate Donovan, Susan Egan, James Woods, Danny deVito

Sinopse: O filho do Deus grego Zeus e Hera foi raptado e retiraram-lhe a imortalidade enquanto ainda era bebé. Como forma de receber o que outrora lhe foi retirado terá de se tornar um herói na terra.

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O filme já não é de agora, mas numa súbita vontade de reviver clássicos da Disney, “Hércules” foi a opção escolhida. Este estúdio de animação sempre tiveram grande impacto na vida das crianças. Digo eu que ano a ano lá saía um filme da Disney. Eu adorava-os a todos. “Hércules” não era exceção, mesmo agora passados 18 anos eu continuo a gostar. Apesar do desenho demasiado geométrico e as paisagens delineadas sem pormenor, este filme ainda continua a ter a sua magia. Talvez por isso sempre procurei igualar a qualidade da história com outros filmes, por exemplo Hércules (2014) e Hércules: A Lenda Começa, mas não bastou, o da Disney continua a ser melhor, pois descreveu a história mais fiel à lenda grega (mas de uma forma mais censurada). Ou então não há nada como a série “As aventuras de Hércules” (95-99) que eram transmitidos em longos episódios ao sábado à tarde. Seja como for estes géneros de filmes são a razão das minhas boas notas à disciplina história. Este filme conta a história de “Hércules” um jovem simples que é completamente ignorado pelos outros, só mais tarde descobre que os seus pais são Deuses no Olimpo. Ora, Hércules não quer saber nada de grandezas apenas deseja sentir-se integrado e por isso decide tornar-se num herói. Claro que existe um vilão para atrapalhar a jornada do jovem, esse é Hades. Na minha opinião dos melhores vilões da Disney e que agora podemos vê-lo em Once Upon a Time. Falei do herói, falei do mauzão, mas não é tudo, existe os amigos de Hércules, Fill e Pegasus e ainda a donzela em perigo, Megara ou Meg para os amigos.

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O formato cliché destas histórias de animação, faz com que facilmente percebemos as cenas seguintes. Mas as cenas acompanhadas com momentos de comédia e canções que ficam no ouvido, o sucesso torna-se garantido. Hoje em dia já não há filmes de animação assim, são mais sérios e tristes. Nesta altura os protagonistas podiam cair de um penhasco que ficava tudo bem. Agora já não é bem assim. “Hércules” apesar de tudo continua a ser uma excelente animação e não decepciona, mesmo passando anos da última vez que vi o filme. Devemos recordar momentos que nos sentimos felizes. O blogue atribui 3, 5 estrelas em 5.

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