Crítica

Crítica: Regresso ao Futuro

Back_to_the_FutureTítulo: Back to the Future

Ano: 1985

Realização: Robert Zemeckis

Interpretes: Michael J. Fox, Billy Zane, Christopher Lloyd, Lea Thompson

Sinopse: Marty Mcfly, um típico jovem americano dos anos 80, acciona acidentalmente uma máquina do tempo construída num Delorean pelo seu excêntrico cientista Doc e regressa ao ano de 1955. Preso no passado e sem saber como voltar, conhece a sua futura mãe – antes do casamento com o seu pai – que fica apaixonada por ele, colocando assim em risco a sua própria existência. Agora Marty terá de fazer tudo para que os jovens que um dia virão a ser os seus pais se conheçam e se apaixonem, e convencer o desconfiado Doc a enviá-lo de regresso ao futuro.. (Fonte:Sapomag)

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Shame on me que só recentemente tive o prazer de assistir a este filme. Eu sei. “Regresso ao Futuro” provou ser um filme fantástico, divertido, inteligente e cheio de energia. Como é que eu ainda não o tinha visto? Adiante. Só tenho a dizer bem deste clássico cinematográfico, e já não se vê filmes assim. Filmado em forma de brincadeira, o caso torna-se mesmo sério e conseguiu três filmes. “Regresso ao Futuro” é considerada das melhores trilogias de sempre, ao lado de filmes como “O Padrinho“, e “Senhor dos Anéis“. Michael J. Fox ainda era um jovem, tinha feito os pequenos papéis, mas nada de significante. A personagem Marty deu-lhe a fama inesperada que será sempre lembrada. Mas ainda continuando com Michael, a sua prestação é do mais natural possível, quase como esta personagem lhe fosse feito à medida. Ainda no cast temos o veterano Christopher Lloyd, como Doc, o cientista “quase louco”, mas cheio de razão. Numa performance excêntrica, mas muito engraçada. Todo o elenco jovem consegue lidar este filme, que tal como eu disse foi realizado em tom de brincadeira, mas que tornou-se num sucesso.

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Mas o filme “Regresso ao Futuro” não se limita apenas ao cast. Não, é mais do que isso. O argumento foi criado com uma originalidade incrível, o mesmo aplicas-se às diálogos. Apesar de ter aquela história “onde é que eu já visto?” consegue inovar pelas brincadeiras e referências que faz. Neste momento estou a lembrar-me de quando Marty dança e canta a música Jonnhy B. Good. Como o projecto foi pensado em pequeno, em 1985 os recursos a efeitos especiais eram escassos daí que era necessário apoio monetário, para tal neste filme é recorrente assistirmos a publicidade subtil a marcas. Aceitaram participar no filme que se tornou no sucesso. Outro desses casos é o Delorean, o famoso carro que permite viajar no tempo, conseguiu imediatamente prestígio e ainda hoje é recordado pelo carro do filme. Como não fiquei satisfeita com o primeiro filme, vi logo de seguida o segundo filme, que se mantém na mesma qualidade. “Regresso ao Futuro” faz parte da cultura pop e no mundo do entretenimento tem imensas referências. Aconselho a quem ainda não viu, a parar tudo e ver. O blogue atribui 4,5 estrelas em 5.

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1 thought on “Crítica: Regresso ao Futuro”

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