Crítica

Crítica: Boyhood – Momentos de uma Vida


Boyhood – Momentos de uma Vida é um filme de 2014, realizado por Richard Linklater, com as participações de Ellar Coltrane, Patricia Arquette, Ethan Hawke. Sinopse: O filme acompanha Mason, de 6 anos, ao longo da década mais impactante da sua vida, pelo meio de um turbilhão de mudanças, controvérsias familiares, casamentos instáveis, segundos casamentos, novas escolas, primeiros amores e amores perdidos, tempos memoráveis e tempos assustadores e uma constante miscelânea de desgostos e deslumbres. Mason emerge para seguir o seu caminho.


Antes de começar esta crítica devo indicar a tamanha genialidade que foi o conceito deste filme. Acredito que condensar 12 anos de filmagens não seja fácil, foi fantástico assistir a um filme sem duplos onde são os próprios atores que envelhecem sem qualquer tipo de caracterização, mesmo tudo ao natural. Foi essa ideia criativa que teve o realizador Richard, em que através de uma história simples, consegue captar toda a atenção para uma família e de como o crescimento pessoal de cada um desenvolve. No centro familiar temos Mason que vive com a irmã e a mãe. O espectador acompanha o crescimento desse miúdo, desde a infância até à adolescência e os problemas que essas idades implicam.


A dedicação e paciência, dos atores, realizador e todos os envolventes no filme é de louvar, só assim trabalhando em equipa é que o projeto tornou-se no sucesso que foi. Este filme “mexeu” muito comigo, até porque acompanhou a minha infância também, eu vivi o Dragon Ball, as danças e músicas da Britney Spears, as bolas de pastilha elástica para rebentar, a magia do Harry Potter, todas essas experiências estão também entranhadas em mim, logo simpatizei com as personagens mais novas. No entanto o filme talvez só peca pela demasiada simplicidade da história, não acrescentando nada de novo, acompanhamos um quotidiano demasiado normal, que quase parece a vida de qualquer um. Duas horas e tal de filme são desperdiçadas e ao mesmo tempo não são, admito que tinha curiosidade de assistir ao final e qual o desenvolvido das personagens, mas foi muito inconclusivo, faz pensar. Faz pensar muito na vida, que ela passa com uma rapidez alucinante sem sequer nos apercebermos. Esta é a mensagem principal de Boyhood, é nostálgico, um menino que o deixa de ser em 12 anos, mas mesmo assim com muito para aprender e viver. Vale a pena, o Blog dá 4 estrelas ao filme pela sua ideia genial que Richard foi audaz para fazer.

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