Crítica

Crítica: Breakfast Club

Breakfast Club ou o Clube (título em português) é um filme de 1985 com a realização e direcção de  John Hughes. No elenco temos Emilio Esteves, Molly Ringwald, Judd Nelson, Anthony Michael Hall, Ally Sheedy como principais participações. Eles eram cinco estudantes sem nada em comum e na eminência de passar o Sábado presos na biblioteca da escola.Às 7 da manhã nada tinham para dizer uns aos outros, mas pelas 4 da tarde já tinham partilhado todos os seus segredos e tornado-se bons amigos.

Neste filme de drama adolescente conhecemos 5 jovens que nadas tem em comum: “Andy” Clark é o típico rebelde que faz o que lhe apetce; Claire Standish é uma mimada menina rica; John Bender o desportista que tem o futuro pela frente;  Brian Johnson o miúdo inteligente que já tem toda a sua vida planeada e Allison Reynolds uma rapariga esquisita que não se importa com o que os outros pensam.

Durante todos os anos que andaram juntos a mesma escola nunca se tinham falado, achavam que devido ás suas posições não o deviam fazer, mas devido a um castigo que cada um sofre, juntam-se na biblioteca durante o dia de sábado todo. Sem muito que fazer começam a conhecer-se melhor. E percebem que dependentemente do grupo que estão inseridos na escola todos eles tem problemas tipicamente normais e confusos típicos da idade. Apesar de no início não gostarem da companhia uns dos outros, compreendem-se melhor naquele dia de sábado que pensavam ser um total desperdício de tempo. Todos eles saem do castigo pessoas diferentes. O realizador John Hughes era conhecido pelos seus filmes dedicados à adolescência, são conhecidos muitos dos seus sucessos da área como: Pretty in Pink e Sixteen Candles, mas Breakfast Club foi aquele filme que marcou uma geração e ainda hoje é muitas vezes relembrado. Quem nunca ouviu falar em escorregar nos corredores da uma escola com as sapatilhas? Essa é uma cena mediática deste filme.

Um dos aspectos positivos deste filme é o elenco que apesar de ser um grupo de cinco jovens atores na área estão bastante bem para o papel, apesar de ainda hoje participarem no cinema e televisão não são mediaticamente conhecidos. Começaram com este filme e não podiam ter começado melhor. Outro aspecto positivo é a forma como os jovens abordam os temas mais complexos como: o sexo, violência, suicídio e as etnias dos grupos em que estão inseridos. Conseguem mostrar que percebem muito mais do assunto do que os adultos, que muitas vezes os ignoram. Em Breakfast Club entendemos como uma geração consegue discutir os temas mais complexos da vida. Concluído este é um filme que faz o telespectador pensar sobre as desigualdades e diferenças, pois na realidade somos todos iguais. O Blog atribuí 3,5 estrelas em 5.

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